MTA: Teatro Extremo
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21ª Mostra de Teatro de Almada / 2017

Teatro Extremo
CIRCUITO HABITUAL
17 NOVEMBRO | SEXTA | 21H00 | M/12 | 60'
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

foto@Vítor Cid

“A verdade é sempre inverosímil.”
Um Alto Comissário da Administração Interna interroga um denunciante, cidadão zeloso e dedicado. Percebemos pouco a pouco que a conversa está desde o início armadilhada, mas por qual deles?
O Texto leva-nos até ao interior da lógica impiedosa e absurda que rege a actividade “habitual” de um regime prisioneiro dos seus próprios mecanismos.
Jean Claude Carrière descreve os meandros obscuros do poder, da negação do individuo, da ambiguidade das relações de força, numa escrita cerrada, precisa e muito eficaz na qual reconhecemos o argumentista de Buñuel e de Milos Forman e a profunda capacidade de reflexão do adaptador de Mahabharata e do autor da Controvérsia de Valladolid.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Jean-Claude Carrière
Tradução: Fernando Jorge Lopes
Encenação e Cenografia: Rita Lello
Interpretação: Fábio Ferreira e Fernando Jorge Lopes
Figurinos: Arminda Moisés Coelho
Desenho de Luz: Daniel Verdades
Sonoplastia: Rita Lello e Fernando Jorge Lopes
Voz Off: Selma Diniz
Direção Técnica: Celestino Verdades
Assistência de Cenografia e Adereços:  Maria João Montenegro
Montagem e Construção de Cenografia: Celestino Verdades, Daniel Verdades e Maria João Montenegro 
Operação Técnica: Daniel Verdades  e Maria João Montenegro
Direção de Produção: Sofia Oliveira
Assistência de Produção: Josefina Correia e Paula Almeida
Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos
Promoção: Victor Pinto Ângelo
Fotografia: Vítor Cid
Apoio: Câmara Municipal de Almada
48ª Criação do Teatro Extremo

20ª Mostra de Teatro de Almada / 2016

Teatro Extremo
RETRATOS”
20 NOVEMBRO | DOMINGO | 22H30 | M/12 | 90'
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO
foto: Vítor Cid

A invulgar Família Barata
 com um negócio em crise convoca uma reunião para encontrar soluções e decide invocar os antepassados. Com a intervenção do público tudo faz para os trazer aos nossos dias e reanimam Bocage, Camões, Fernando Pessoa, a Marquesa de Alorna, Guerra Junqueiro, Antero de Quental e Eça de Queirós que nos trazem a sua visão sobre o nosso país. Uma comédia que propõe divertir e surpreender a assistência.
Retratos”, 43ª criação da companhia, integra o ciclo Sem Rei nem Roque que o Teatro Extremo desenvolve para público a partir dos 12 anos, sobre a recuperação da História de Portugal vista à luz do presente, onde se retratam, através do divertimento, diferentes épocas da nossa história.
Estreado em 2013 no espaço do Teatro Extremo, esta nova montagem irá adequar-se às condições próprias do Teatro-Estúdio António Assunção, proporcionando uma reescrita cénica da obra.
E para quem já viu, os motivos de interesse não acabaram para assistir a a este espetáculo do Teatro Extremo.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Criação Coletiva | Coordenação: Fernando Jorge | Interpretação: Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes, Francisca Lima, João Dacosta, Rui Cerveira | Desenho de Luz: Celestino Verdades | Figurinos e Adereços: Arminda Moisés Coelho
Música Original: João Dacosta | Figurinos e Adereços: Arminda Moisés Coelho
Movimento: Maria João Garcia | Animação Vídeo: Manuel Barrisco | Design Gráfico: P2F atelier | Registo Vídeo: João Varela | Fotografia: Vítor Cid

19ª Mostra de Teatro de Almada / 2015

Teatro Extremo
EINSTEIN
13 NOVEMBRO | SEXTA | 21H30 | M/12 | 65’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

A celebrar o Ano Internacional da Luz, o Teatro Extremo apresenta “Einstein”, dez anos após a sua estreia em Almada. O primeiro espetáculo do ciclo EmCena a Ciência, que inclui “Maria Curie” e “Depois de Darwin”, em que Fernando Jorge Lopes, o diretor artístico do Teatro Extremo, interpreta Albert Einstein na noite do seu septuagésimo aniversário, em 1949. Ao longo da peça, Einstein conversa com o público a quem revela a história da sua vida, sua origem judaica, a sua infância e juventude, o seu relacionamento familiar, o domínio nazi na Alemanha de 1930 e explica as suas teorias sobre o universo, com humor e simplicidade.



FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Gabriel Emanuel (Gordon Weiseman)
Versão Portuguesa: José Henrique Neto
Dramaturgia e Encenação: Sylvio Zilber
Assistência de Encenação: Isabel Leitão
Interpretação: Fernando Jorge Lopes
Cenografia e Adereços: Arminda Moisés Coelho
Assistente de Cenografia: David Oliveira; Figurinos: Alice Rolo; Consultor Musical: António Vitorino Rocha
Desenho de Luz: Celestino Verdades
Desenho de Som: Sérgio Moreira
Fotografia: Sandra Ramos
Produção Executiva: Sofia Oliveira / Teatro Extremo
Estrutura Financiada pela SEC/DGArtes, CM Almada e JF do Concelho de Almada

18ª Mostra de Teatro de Almada / 2014

Teatro Extremo
DEPOIS DE DARWIN M/12
8 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30
TEATRO EXTREMO

foto Vítor Cid
Integrado nas comemorações dos 20 anos de atividade, o Teatro Extremo apresenta “Depois de Darwin”, um novo espetáculo do ciclo EmCena a Ciência com encenação de Ana Nave que se segue a “Einstein” e “Maria Curie”.
Em “Depois de Darwin”, dois actores e uma encenadora desempregados decidem arriscar num projecto comum. Estrear umespetáculo sobre a jornada científica à volta do mundo realizada por Charles Darwin e a sua relação com o comandante do navio “Beagle”, o Capitão Robert FitzRoy. Esta expedição origina uma relação tempestuosa entre o capitão puritano, crente na origem divina do ser humano e o jovem cientista por si escolhido para ilustrar a expedição, que ao presenciar a natureza interroga as suas próprias certezas. Em paralelo, a história resvala para uma narrativa colateral situada entre os intérpretes do próprio objeto teatral que os obriga a sair dos seus papéis e questionar a sua participação num projecto desta natureza tendo em conta o mundo de que fazem(os) parte. Um choque entre duas formas de ver o mundo.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Timberlake Wertenbaker
Tradução: José Henrique Neto
Adaptação: Oswaldo Mendes
Dramaturgia: Ana Nave e Rui Silvares
Encenação: Ana Nave
Interpretação: Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes e Rui Cerveira
Concepção Plástica: Rui Silvares
Movimento: Félix Lozano
Luz: Daniel Verdades
Sonoplastia: Sandro Esperança
Vídeo: Paula Rosa
Operação de Luz, Som e Vídeo: Maria João Montenegro
Fotografia: Vítor Cid
Grafismo: P2F
Produção Executiva: Teatro Extremo

17ª Mostra de Teatro de Almada / 2013

10 NOVEMBRO | DOMINGO | 11H00
TEATRO EXTREMO
Teatro Extremo
OS BARRIGAS E OS MAGRIÇOS | M/6  conversa com o público no final do espetáculo

Através de poderosas imagens, Álvaro Cunhal conta às crianças a luta travada pelos Magriços por uma vida liberta da opressão dos Barrigas e a revolta dos Magriços que levou ao derrube dos Barrigas em 25 de Abril de 1974. A presente versão cénica evolui em dois discursos complementares: o discurso narrado e o discurso visual pela manipulação de imagens, formas e objetos. Juntos fazem a ponte entre passado, presente e futuro.
Este espetáculo é uma parceria entre o Teatro Extremo e o Teatro Fórum de Moura integrado nas Comemorações do Centenário do Nascimento de Álvaro Cunhal e apresenta-se na Mostra de Teatro de Almada precisamente cem anos após o nascimento de Álvaro Cunhal (10 de Novembro de 1913).

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Álvaro Cunhal 
Encenação: Jorge Feliciano
Dramaturgia: Jorge Feliciano e Catarina Pé-Curto
Interpretação: Luís Mouzinho
Figurinos: Catarina Pé-Curto
Cenografia e Grafismo: Catarina Pé-Curto Fotografia: Teatro Fórum Moura
Produção Executiva: Parceria Teatro Extremo/Teatro Fórum Moura

TEATRO EXTREMO


SALAMALEQUE
DE FERNANDO JORGE LOPES
18 NOVEMBRO, DOMINGO, ÀS 16H00
TEATRO EXTREMO
M/4

Encenação, Interpretação e Dramaturgia Fernando Jorge Lopes
Figurinos Alice Rolo
Fotografia Vitor Cid
Grafismo P2F atelier
Desenho e Operação de Luz Celestino Verdades
Som Celestino Verdades, Fernando Jorge Lopes
Operação de Som Celestino Verdades
Adereços Ana Taipas, Élio Antunes, Fernando Jorge Lopes
Coreografia Afonso Guerreiro
Produção Executiva Sofia Oliveira

42ª criação do Teatro Extremo - estrutura financiada pela SEC/DGArtes e Câmara Municipal de Almada

Salamaleque é um espetáculo de teatro para público familiar que reaviva lendas populares e a tradição do contador de histórias mágicas contadas de gerações a gerações.

Um contador de histórias árabe conta uma lenda que narra a história de amor entre um rei e uma donzela do longínquo norte. À medida que o contador de histórias vai desenvolvendo o fio condutor desta lenda, o seu próprio imaginário transporta a sua narração para um outro conto sobre ladrões, sábios, tesouros e encantamentos… Baseado nos contos populares A Lenda das Amendoeiras em Flor e A Lenda do Ladrão da Vida e da Morte.

SOBRE O GRUPO (www.teatroextremo.com)
Fundado em 1994 em Almada, o Teatro Extremo é uma companhia que desenvolve a criação, consolidação, amplificação de hábitos de fruição estética e formação de novos públicos. Em 1999 adquiriu um espaço próprio com o apoio da Câmara Municipal de Almada, onde foram realizadas obras de beneficiação em 2008 assinadas pelo Arquitecto João Lima. Até 2012, levou à cena 42 espectáculos, em produção própria ou em co-produção, essencialmente, na dramaturgia contemporânea. Além fronteiras, apresentou-se em Espanha, França, Alemanha, Itália, Inglaterra, Brasil, Cabo Verde e Índia. Organiza desde 1996 Sementes – Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público e desenvolve um Serviço Educativo com iniciativas de captação/sensibilização do público e aposta na formação. Estrutura financiada pela SEC/DGArtes e Câmara Municipal de Almada, é membro da ATINJ – Associação Portuguesa de Teatro para a Infância e Juventude. Em 2002 foi-lhe atribuído a Medalha de Prata de Mérito Cultural da Cidade pela Câmara Municipal de Almada.

Teatro Extremo

QUANDO AS MÁQUINAS PARAM
de Plínio Marcos M/12
3 Abril 2011, domingo 21h30
Teatro Extremo
(conversa com público no final)


Encenação Fernando Jorge Lopes Intérpretes Bid Lima e Francisco Pellé Dramaturgia Arimatan Martins Figurinos Bid Lima Fotografia Margareth Leite Grafismo Chico Fialho Desenho de Luz Celestino Verdades Cenografia Gualberto Junior Coreografia Fernando Freitas Sonoplastia e Banda Sonora José Dantas Operação técnica Celestino Verdades/Élio Antunes Produção Executiva Francisco Pellé/Sofia Oliveira Co-produção Teatro Extremo/Grupo Harém de Teatro (Brasil)

Quando as Máquinas Param
retrata o quotidiano de um jovem casal em busca da “felicidade”, mas que empurrados por uma insustentabilidade financeira são conduzidos à insustentabilidade dos afectos. O texto de Plínio Marcos, tendo como mote o desemprego e a condição feminina, é de uma actualidade avassaladora sobre a frágil condição humana. Segunda co-produção lusófona Teatro Extremo/Grupo Hárem de Teatro (Brasil), esta peça foi contemplada com o Prémio de Teatro Myriam Muniz, atribuído pela Funarte - Fundação Nacional de Artes do Brasil. Com direcção de Fernando Jorge Lopes, director artístico do Teatro Extremo, conta com a interpretação de Francisco Pellé, director do Harém e do Festluso - Festival de Teatro Lusófono, e de Bid Lima, actriz empossada em 2011 Presidente da Fundação Cultural do Estado do Piauí. A peça apresentou-se em 2010 no Brasil e em Cabo Verde, no Festival Internacional de Teatro Mindelact. Em 2011 a peça fará uma digressão nacional em Portugal.

Fundado em 1994 em Almada, o Teatro Extremo é uma estrutura financiada pelo MC/DGArtes e pela CMA. Até 2010, levou à cena 40 espectáculos, em produção própria ou em co-produção, essencialmente, na dramaturgia contemporânea. Além fronteiras, apresentou-se em Espanha, França, Alemanha, Itália, Inglaterra, Brasil, Cabo Verde e Índia. Organiza desde 1996 “Sementes – Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público”. Desenvolve um Serviço Educativo com iniciativas de captação/sensibilização do público e aposta na formação. É membro da ATINJ – Associação Portuguesa de Teatro para a Infância e Juventude. Em 2002 foi-lhe atribuído a Medalha de Prata de Mérito Cultural da Cidade pela Câmara Municipal de Almada.

Próximos espectáculos: 18 a 21 de Fevereiro de 2010

Almada, 16 de Fevereiro de 2010

A edição de 2010 da Mostra de Teatro de Almada entra na sua terceira semana com a peça O Tesouro, uma apresentação do Teatro Extremo – Associação Cultural, dia 18, quinta-feira, às 21h30, no Auditório Fernando Lopes Graça. Trata-se de um "Poema em Movimento" de Manuel António Pina, encenado por Fernando Jorge Lopes. Neste espectáculo, uma turista visita um lindo país de clima agradável, mas os seus habitantes parecem ser um povo infeliz e solitário, aparentemente sob o peso de uma misteriosa tristeza. Que teria acontecido? “Vozes sussurravam, na noite, que aquele povo tinha perdido o seu mais valioso tesouro: a Liberdade.”

A 19 de Fevereiro, às 21h30, na Casa Municipal da Juventude de Cacilhas – Ponto de Encontro, o Teatro ABC.PI apresenta A Chuva, um espectáculo encenado por Laurinda Chiungue, a partir de “Estava em Casa e Esperava que a Chuva Viesse”, de Jean-Luc Lagarce, onde três jovens mulheres, entre a vida e a morte, travam uma luta interior com a existência, procurando sobreviver àqueles que morrem ou se deixam morrer. “Elas resistem e revelam-se enquanto a vida acontece”, lê-se na sinopse da peça.

A 20 de Fevereiro, sábado, duas ESTREIAS em simultâneo:

- no Auditório Fernando Lopes-Graça, às 21h30, o Teatro A Todos sobe ao palco para apresentar Génova 01, de Fausto Paravidino, um relato feito logo após as manifestações contra o G8 em Génova, Itália. O texto põe em confronto diferentes versões sobre a responsabilidade da morte de um rapaz, sobre um mundo que se acredita possível sem a violência, a prepotência, a manipulação e o medo. Este espectáculo será precedido pela animação Memória Viva Ou (Sabemos, Vimos, não Podemos Ignorar!), que resulta de ateliês de teatro abertos a alunos da Escola Secundária do Monte de Caparica e da Universidade Sénior de Almada (USALMA), integrados no projecto LÍNGUA, CULTURA, CIDADANIA – ALReP (Almada Referencial do Ensino do Português);

- no Salão de Festas da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense, às 21h30, o Cénico da Incrível Almadense apresenta A Conferência e a Crítica do Tempo em Duo. O espectáculo inicia-se com uma “conferência” que, por diversos imprevistos, não chega a acontecer. Excedido o tempo, tem de dar lugar à apresentação da peça “A crítica do tempo em duo”, sobre um casal de brasileiros, emigrantes em Portugal, que tentam exaustivamente obter sucesso profissional.

21 de Fevereiro, domingo, começa com o espectáculo-workshop Memórias de Embalar, de António Rocha. Esta produção da Armadilha (Associação de Teatro e Música com Cultura) sem texto, nem enredo, desenrola-se à volta de canções instrumentais e muito movimento. Essencialmente destinado a bebés e crianças até aos 3 anos, com a participação dos adultos que as acompanham, esta espectáculo-workshop terá duas apresentações no Teatro Extremo: às 11h (0 aos 24 meses) e às 12h (24 aos 36 meses).

Esta semana da Mostra termina no domingo, 21, às 18h, no Auditório Fernando Lopes Graça, com Avesso, de Marina Nabais, uma apresentação da Associação Cultural A Menina dos Meus Olhos, onde a pele é o tema principal e o público é convidado a fazer parte da peça, explorando os limites do seu corpo. Um espectáculo sensual, às vezes frágil, às vezes desafiador, mas sempre com paixão e humor.

O Tesouro

Teatro Extremo apresenta:

O TESOURO
Poema em movimento de Manuel António Pina
18 Fev 2010, Qui. 21h30
Auditório Fernando Lopes-Graça
M/6

Encenação: Fernando Jorge Lopes; Intérpretes: Bibi Gomes. Isabel Leitão, Rogério Jacques; Rui Ventura, Fernando Rebelo; Dramaturgia: Fernando Jorge Lopes; Figurinos: Alice Rolo; Fotografia: Sandra Ramos; Grafismo: Pedro Ferreira e Pedro Fidalgo – PF Image Project; Desenho de Luz: Celestino Verdades; Operação de Luz: Élio Antunes; Operação de Som: Sérgio Cardoso; Cenografia: Élio Antunes; Coreografia: Joana Bergano; Música: Miguel Cervini e Duarte Cabaça; Produção Executiva: Sofia Oliveira.

Uma turista visita um lindo país de clima agradável, mas os seus habitantes parecem ser um povo infeliz e solitário, aparentemente sob o peso de uma misteriosa tristeza. Que teria acontecido? Vozes sussurravam, na noite, que aquele povo tinha perdido o seu mais valioso tesouro: a Liberdade.