MTA: Teatro de Areia
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21ª Mostra de Teatro de Almada / 2017

ACTOS URBANOS
produção do Teatro de Areia – O Mundo do Espectáculo
DAQUI NINGUÉM PASSA!
ESTREIA
11 NOVEMBRO | SÁBADO | 22H00 | M/6 | 60’
12 NOVEMBRO | DOMINGO | 18H00
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO


foto@Luís Aniceto e Vítor Cid
Um general reservou-se o direito de manter um lado do palco vazio, não vá apetecer-lhe, às horas que lhe apetecer, entrar na peça de teatro. Um soldado montou guarda ao palco e procura impedir que as outras personagens da peça ocupem esse lado do palco – a boca de cena. Eis senão quando algo inesperado acontece.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Criação colectiva com ACTOS URBANOS e Turma de Teatro da UNISSEIXAL
Interpretes: Afonso Pinto, Ana Rita Ferreira, António Ferreira, António Jesus, Antónia Ventura, Bento Pereira, Cristiana Francisco, Daniela Monteiro, Francisca Paiva, Francisco Tuhtenhagem, Helder Silva, João Correia, João Monteiro, João Ribeiro, José Morais, Madalena Raimundo, Manuela de Carvalho, Maria José Morais, Prazeres Rodrigues, Rosa Paulo
Direcção e encenação: Joana Sabala
Concepção dramatúrgica: Sarah Adamopoulos
Apoio formação em comédia física: Anabela Mira
Música original: Afonso Pinto
Canção/Voz: Pedro D’Orey
Adereços e figurinos: Catarina Pé-Curto
Desenho de luz: Tasso Adamopoulos
Sonoplastia e operação luz: Sandro Esperança
Design Gráfico: Alice Prestes
Caracterização: Rita Miranda
Produção: Teatro de Areia / Associação Cultural O Mundo do Espectáculo
Com o apoio de Câmara Municipal Almada e UNISSEIXAL
Agradecimentos: Planeta Tangerina

20ª Mostra de Teatro de Almada / 2016

ACTOS URBANOS
produção do Teatro de Areia – O Mundo do Espectáculo
A ARTE DA FUGA”
12 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30 | M/12 | 60’
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

Créditos: José Balbino
Não mexe. Não respira. Não pestaneja.
– coro de Outros

Eles seguem velozes e felizes num sidecar, com a alma e o cabelo ao vento. Vão até ao fim do Mundo – o destino desejado de todas as histórias de amor. Viagem com outros poderia ter sido o nome desta criação coletiva que põe em cena a história de um herói trágico a contas consigo próprio e com os incêndios amorosos que se dedica a atear enquanto se exercita na arte da fuga.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Criação Coletiva | Direção e Encenação: Joana Sabala | Conceção Dramatúrgica. Sarah Adamopoulos | Interpretação: Ana Rita Ferreira, Ana Pinhal, Cristiana Francisco, Daniela Monteiro, Joana Antunes, João Monteiro, Francisca Paiva, Hélder Silva, Maria Inês Brás, Verónica Tavares | Elementos Cenográficos: Catarina Pé-Curto | Figurinos: Madalena Serafim| Luz: Vítor Cid | Apoio Artístico: Ana Rodrigues, Cátia Silva, Mauro Carmo | Design: Alice Prestes | Fotografia: José Balbino | Produção: Teatro de Areia – Associação Cultural O Mundo do Espectáculo | Apoios: Câmara Municipal de Almada |
Agradecimentos: Cláudia Camilo, Isabel Perneco, Miguel Gouveia, José Jorge

19ª Mostra de Teatro de Almada / 2015

Actos Urbanos
produção do Teatro de Areia – O Mundo do Espectáculo
“A FESTA”
14 NOVEMBRO | SÁBADO | 22H30 | M/12 | 50’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

“A Festa” encena o naufrágio de uma ideia de civilização que, à semelhança do Titanic, arrojado invento naval e estrutura ciclópica capaz de uma velocidade de navegação então inédita, foi a metáfora de um afundamento similar: o do engenho humano, da vaidade e da riqueza, com a sumptuosidade fulgurante e absurda que se conhece. Em 2015, a Europa é esse navio, transportando o contingente de deserdados de uma desigualdade que evoca a da Belle Époque em que se geraram as guerras mundiais.
“A Festa” brilha ridícula na paisagem urbana high-tech da decadência humana em processo. A orquestra toca antes da queda, e todos sorrimos para a selfie, enquanto o naufrágio decorre. E no entanto há o amor, mas não sabemos já fazê-lo, porque fomos treinados para o poder.
“A Festa” passa nas tevês e no Facebook, e não é bonita de se ver. A Festa é feia.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Criação Coletiva
Direção e Encenação: Joana Sabala
Conceção Dramatúrgica. Sarah Adamopoulos
Interpretação: Ana Rita Ferreira, António Jesus, João Monteiro, Francisca Paiva, Helder Silva, Maria Inês Brás, Rita Constantino
Máscaras: Catarina Pé-Curto
Luz: Tasso Adamopoulos
Apoio Artístico: Ana Sabala, Cátia Silva, Cláudia Camilo, Daniel Morgado, Inês Vilela, Rita Miranda
Design Gráfico: Alice Prestes
Produção: Teatro de Areia – Associação Cultural O Mundo do Espectáculo

18ª Mostra de Teatro de Almada / 2014

Actos Urbanos
Produção Teatro de Areia – O Mundo do Espectáculo
RAZIA M/12
15 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE
Três doentes do espírito desfiam um rosário de maledicência, começando numa ponta (os artistas) e acabando noutra (os escritores de livros de auto-ajuda). Estranho mas banal exercício de condenação sumária do Outro diferente – de outra geração, de outra cultura, de outros costumes, ou tão simplesmente de outros excessos, realizações a que os três arremessam sem pudor a arma de destruição maciça que constitui a inveja nacional, a que juntam uma também conhecida exaltação do passado, levando para a cena os nacionalismos da ordem do dia na Europa dos diferentes.
Espécie de antologia do mal-dizer, Razia é um jogo de culpas disforme como um espelho de ver monstros. Para rir muito a sério. 

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Sarah Adamopoulos
Encenação: Joana Sabala
Interpretação: Ana Pinhal, António Jesus, João Monteiro, Tatiana Dias
Figurinos: Criação Colectiva
Apoio Artístico: Cláudia Camilo
Produção Executiva: Teatro de Areia – Associação Cultural O Mundo do Espectáculo

17ª Mostra de Teatro de Almada / 2013

7 NOVEMBRO | QUINTA-FEIRA | 21H30
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA
Teatro de Areia – O Mundo do Espectáculo
PARTIR M/12 ESTREIA

O Teatro de Areia comemora dez anos de existência em 2013 e conta mais uma vez com a colaboração da jornalista e escritora Sarah Adamopoulos com um texto original sobre um dilema tão atual como é o que divide os portugueses que se vêem na necessidade de enfrentar a emigração.

«Escrever sobre um dilema tão actual como é o que novamente divide os portugueses que se vêem na necessidade de enfrentar a emigração foi um exercício difícil. Embora a escolha entre ficar ou partir assente regra-geral na premissa material (isto é, na sobrevivência), interessou-me explorar tudo o que ocultamente determina a decisão que prevalece: a de partir. Isto é, trabalhar as mentalidades, as perspectivas da realidade que revelam, a memória histórica que transportam. Pois há, creio, e apesar do subdesenvolvimento que em Portugal leva a maioria a posicionar-se do lado dos que não têm alternativa, uma reflexão filosófica e política importantíssima a fazer sobre aquilo que ainda assim permanece uma escolha. É possível começar algum dia a construir um país que ciclicamente gerações inteiras abandonam? O texto foca-se no medo como motor da partida, a que contrapõe o mais irrealista idealismo, na duplicidade da voz interior de uma mesma pessoa que assiste ao desmoronamento de um lugar devastado pela miséria.» Sarah Adomopoulos

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Sarah Adamopoulos 
Encenação e Dramaturgia: Francis Seleck
Interpretação: Ariana Manso e Joana Sabala
Luz: Francis Seleck
Sonoplastia para espaço sonoro: Francisco Marcelo
Gravação voz-off: Pedro d’Orey
Grafismo: Alice Prestes
Produção Executiva: Associação Cultural O Mundo do Espectáculo

Teatro de Areia – O Mundo do Espectáculo

COMBATE
um espectáculo patafísico de Sarah Adamopoulos
M/12 ESTREIA
9 Abril 2011, sábado 21h30
Auditório Fernando Lopes-Graça

Encenação Francis Seleck Intérpretes Ariana Manso, Cláudia Camilo, Joana Sabala, João Pedro Mamede Figurinos Francis Seleck, Nando Case Fotografia André Pais Luz Francis Seleck Operação de Luz Ricardo Fontainhas Carpintaria Martinho Camilo Produção executiva Associação Cultural O Mundo do Espectáculo

Agradecimentos: Joaquina Paixão

Um actor atormentado debate-se com um texto incómodo e consigo próprio enquanto procura melhorar-se enquanto Homem. Pode o teatro resgatá-lo a uma vida alcatifada com excelentes acabamentos? O que acontece quando o actor embate contra um personagem que o remete para as suas próprias fraquezas? Poderá o amor salvá-lo do empanturramento de quotidianidade? Estas e outras perguntas, num espectáculo composto por cinco rounds em que o teatro e a vida se confundem.

Em 2003, do encontro informal entre formadores e formandos de diversas áreas criativas ligadas às artes do palco, nasce o Teatro de Areia com o intuito de criar espectáculos com apresentações regulares, continuando a vivência pedagógica dos ateliers de formação da Associação Cultural O Mundo do Espectáculo.

Próximos espectáculos: 12 a 14 de Fevereiro de 2010

Almada, 9 de Fevereiro de 2010

A 14ª edição da Mostra de Teatro de Almada prossegue esta semana com a ESTREIA do espectáculo A Falta de um Abraço faz de mim um Palhaço, a partir de textos e poesia de Adília Lopes e Clarice Lispector, e encenação de Francis Seleck. A apresentação do mais recente trabalho do Teatro de Areia - Associação Cultural O Mundo do Espectáculo terá lugar na Casa Municipal da Juventude de Cacilhas - Ponto de Encontro, esta sexta-feira, dia 12 de Fevereiro, às 21h30, repetindo no dia seguinte, no mesmo local e à mesma hora.

No sábado, 13 de Fevereiro, às 16h, a Companhia de Teatro de Almada volta a pôr em cena O Barbeiro de Sevilha, a partir da obra de Rossini, com encenação e dramaturgia de Teresa Gafeira. Neste espectáculo de fantoches e actores, num mundo de música e efeitos teatrais, a única regra é surpreender, divertir e maravilhar os mais novos. Apresentação única, dirigida às crianças, na Sala de Ensaios do Teatro Municipal de Almada.

Também no Teatro Municipal de Almada, mas na Sala Experimental, o Grupo de Iniciação Teatral da Trafaria sobe ao palco no sábado, às 21h30, para apresentar Quantas Artes, Quantas Manhas, um espectáculo com o propósito de evocar a arte, o saber e a obra de Gil Vicente.

No domingo, 14 de Fevereiro, às 17h, o Auditório Pluricoop acolhe o grupo de teatro da Associação Cultural Manuel da Fonseca para a segunda ESTREIA desta semana: Peregrinação, uma peça musical sobre Fernão Mendes Pinto. Nuno Gomes dos Santos, o autor da peça, partiu do facto de Fernão Mendes Pinto ter passado os últimos anos da sua vida no Pragal e aí ter escrito a sua Peregrinação. A encenação é de Carlos Martins.

O último espectáculo deste fim-de-semana realiza-se no domingo à noite: Son(h)o, de Paulo Diegues, um espectáculo multidisciplinar que pretende desconstruir a célebre frase de Antoine de Saint-Exupéry "o essencial é invisível para os olhos", usando o diálogo entre o teatro, a dança, o vídeo, a luz, e o som. Com interpretação de Iolanda Laranjeiro, este espectáculo tem produção executiva do Ninho de Víboras.

A falta de um abraço faz de mim um palhaço

Teatro de Areia - Associação Cultural O Mundo do Espectáculo apresenta:

A FALTA DE UM ABRAÇO FAZ DE MIM UM PALHAÇO com textos e poesias de Adília Lopes e Clarice Lispector ESTREIA
12 e 13 Fev 2010, Sex. e Sáb.
21h30, Casa Municipal da Juventude de Cacilhas

M/14

Encenação, Figurinos, Luz e Operação de Som: Francis Seleck; Intérpretes: Ana Sofia Gonçalves, Ariana Manso, Cláudia Camilo e Joana Sabala; Costureira: Nando Casé; Operação de Luz: Ricardo Fontainhas; Som: Teatro de Areia; Vídeo: Ariana Manso; Operação de Vídeo: Joana Arez; Produção Executiva: Associação Cultural “O Mundo do Espectáculo”.

Perdemo-nos no caminho. Contudo, nele encontrámos o Jacques, o Jean-Luc e a Clarice. Passámos umas horas juntos e seguimos. Obrigado aos três pelo bocado. A gente vê-se, mais tarde. Avançámos devagar, às escuras. Tropeçámos nas nossas próprias palavras e com as receitas do Pingo Doce no bolso, mas faltavam ingredientes para cozinhar alguma coisa que nos apetecesse. Com fome, mas finas bocas.

Caminhámos, e de leituras em leituras cruzámo-nos com uma poesia desconcertante, irónica, lúdica, aparentemente ingénua, tingida por um humor subtil e ardiloso e tocada por um erotismo mental. A poesia de uma donzela a suspirar por um príncipe encantado caída aos trambolhões de um livro da Condessa de Ségur, uma poetisa pop dizem, uma popetisa. Adília Lopes do seu nome. Descobrimos e triturámos os poemas com as nossas cordas vocais. E depois os nossos corpos, as nossas bocas a tentar dizer os envolvimentos íntimos, sensíveis e afectivos, fazendo rimar espontaneidade e banalidade, humanidade e dignidade. Por fim, apesar de uma autêntica alegria e jubilação sentimos a ausência de qualquer coisa difícil de definir.