47ª Criação do Teatro Extremo.
Estrutura profissional com sede em Almada desde 1994, o Teatro Extremo constitui-se Associação Cultural em 1996. Aposta na criação de espetáculos essencialmente para jovens públicos, investindo na dramaturgia contemporânea e na itinerância. Ao longo de duas décadas e meia, apresentou-se a mais de meio milhão de espetadores em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Bélgica, Itália, Inglaterra, Brasil, Cabo Verde e Índia. Organiza desde 1996 Sementes - Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público, festival multidisciplinar e descentralizado para a infância e público familiar. Desenvolve um Serviço Educativo com projetos de formação e de sensibilização e captação de públicos.
TEATRO UBU/ARTE33
2013 As
Aves: Autor Aristófanes, adaptação Rui Silvares, encenação Ana Nave, Teatro na
Gandaia; 2014 Vestido de Noiva: Autor Nélson Rodrigues, encenação Rui Cerveira,
Teatro na Gandaia; 2015 Uma tal Lisístrata: Autor Aristófanes, adaptação Rui
Silvares, encenação Ana Nave, Teatro na Gandaia; 2016 O Pranto de Maria Parda:
Autor Gil Vicente, adaptação Ana Margarida Leal e Rui Silvares, encenação Ana
Nave, Teatro na Gandaia; 2017 Rei Ubu: Autor Alfred Jarry, adaptação Rui
Silvares, encenação Ana Nave, Teatro na Gandaia; 2018 Ilha do Sumiço: Ideia
original de Francisco Silva, Rui Silvares e Ana Nave, Teatro Ubu, Produção Arte
33. 2019 Odeio Este Tempo Detergente a partir de Ruy Belo. Co-Produção Teatro
Municipal S. Luiz/ Arte33. 2019 A Inauguração, criação coletiva.
TKM- UNIVERSIDADE SÉNIOR DOM SANCHO I DE ALMADA
O grupo foi formado com alunos e professores
da Dom Sancho que se juntaram para criar este musical mesmo em tempo de
resguardo da Covid.
Fizeram pesquisa e escreveram o guião para levar à
cena “O Miúdo da Bica”.
NINHO DE VÍBORAS - ASSOCIAÇÃO CULTURAL
O Ninho de Víboras surgiu em Almada em 1996 como uma
das primeiras estruturas de criação artística multidisplinar do país. Participa
na Mostra de Teatro desde a primeira edição, quer com espectáculos, quer com
propostas de dinamização deste evento comunitário. Desde então, a actividade
deste colectivo artístico tem sido profícua e constante, priorizando a criação
artística contemporânea, principalmente nas áreas do Teatro e da Dança. Um dos
seus mais notórios focos tem sido a apresentação de novas obras dramáticas de
autores portugueses e estrangeiros.
PRODUÇÕES ACIDENTAIS
Inspirando-nos na ideia contida na palavra
acidental, apresentamos um programa que contém essa natureza casual, repentina,
irregular. Produzimos e criámos 14 espectáculos de teatro - 9 para adultos, 4
para crianças - 1 espectáculo de rua e a performance O Amor Anda no Ar.
Trabalhámos com a comunidade no âmbito da promoção
da leitura e da expressão dramática e apresentámos concertos de música e de
spoken word. Temos desenvolvido oficinas com crianças e seniores.
Publicámos a Zona Magazine, revista de fotografia
com 3 números sobre Almada, e o livro Sinas, a partir do espectáculo Carnival.
Será lançada este ano a Revista WOS - Women on Scene, em parceria com o grupo
Arte Pública, que recolhe testemunhos de criadoras portuguesas. Temos já em
preparação o nosso próximo espectáculo, o musical Moonstros, interpretado por
crianças, que estreará em Junho de 2021.
ACTOS URBANOS – ASSOCIAÇÃO CULTURAL “O MUNDO DO
ESPECTÁCULO
Criado e dirigido por Joana Sabala, é
um projeto de teatro comunitário e de formação teatral sediado em Almada,
aberto à população em geral, que constrói e produz espectáculos inovadores a
partir de textos originais, quase sempre concebidos em criação coletiva
(habitualmente em colaboração com a dramaturgista Sarah Adamopoulos).
TEATRO ABC.PI
Nasce da união de jovens
atores com formação na área específica do Teatro sob direção artística de
Rogério de Carvalho. Dispõe-se a criar novo público e a conciliá-lo com as
obras artísticas de grandes autores de carácter universal.
Revela-se profissionalmente em 2005 com o
espetáculo A Apologia de Sócrates, de Platão no 22.º Festival
Internacional de Teatro de Almada onde recebe a distinção da crítica do Jornal
Expresso, que assinala a reconhecida credibilidade do seu Projeto Artístico. De
Jean-Luc Lagarce a Salomão, o trajeto de criação artística do Teatro ABC.PI
constrói-se com o desafio de revelar um novo olhar sobre cada obra artística.
A par com o trabalho de criação artística,
o Teatro ABC.PI desenvolve projetos de intervenção sociocultural com uma forte
componente pedagógica, em diferentes contextos.
EMBALARTE
Uma atriz e uma bailarina. Ângela Ribeiro e
Susana Rosendo.
O que têm em comum: acreditam que o contacto com as
artes desde tenra idade contribui para um desenvolvimento harmonioso do ser
humano.
Em 2016, o encontro junta corpos e ideias para dar
vida a um projecto de teatro para bebés e 1ªa infância.
E, em 2018, estreiam o seu primeiro espectáculo, “De
lés a lés, saberás quem és”, que explora o folclore e tradições portuguesas
para bebés. No ano seguinte, em 2019 surge “As voltas que a terra dá”, uma abordagem
ao ciclo renovador da natureza."
COMPANHIA DE TEATRO MUSICAL PLATEIAS D’ARTE
Surge na continuação dos trabalhos realizados com o Grupo de Teatro Musical da
Academia Almadense. O gosto pelos palcos, música, teatro e dança é alimentado
através de projetos como “O Sítio do Pica Pau Amarelo”; "O
Feiticeiro de Oz"; "Annie", "Memórias do Cinema Português" e "Da Revista ao
Musical".
Contudo, este grupo nasce no ano de 2012, ano em que
apresenta o seu primeiro projeto musical “Annie” que voltara a ser repetido em
abril de 2013.
Devido ao seu enorme sucesso, este grupo aposta numa
produção mais ambiciosa e leva à cena “O Feiticeiro de Oz”, tendo obtido um
êxito de bilheteira com mais de 3000 espectadores. “O Feiticeiro de Oz” estreou a 25 de maio de 2013, e
voltou a subir à cena em Dezembro do mesmo ano, numa versão especial de
Natal, com sessões especiais para as escolas do concelho de Almada. No ano de
2014, este grupo tem uma participação especial, a convite do encenador, na peça
Comemorativa dos 55 anos de Carreira de António Calvário intitulada “Da Revista
ao Musical”. Para assinalar a época Natalícia de 2014, este grupo volta a levar
à cena uma peça dedicada ao público infantil, com uma mensagem muito forte
acerca dos valores da amizade, da bondade, do carinho e do afeto, também numa
versão especial de Natal, “O Sítio do Picapau Amarelo” participante na
18.º Mostra de Teatro de Almada. O Sítio do Picapau Amarelo, para além de ter
esgotado 7 vezes no Cine Teatro Academia foi ainda a única peça infantil a
esgotar por 2 vezes a sala do Fórum Municipal Luísa Todi, Casa da Cultura da
Sertã e Cine Teatro Sousa Telles em Ourique.
Depois de O Sítio do Picapau Amarelo, seguiu-se;
Disney - Momentos Mágicos em fevereiro de 2015; Musicalmadense - Festival da
Canção em abril de 2015 e Noite Lírica em maio e outubro de 2015, obtendo assim
com este último o maior sucesso do ano da nossa Companhia de Teatro Musical. No Natal de 2015,
o leva à cena, numa versão mais espetacular e mágica o grande musical Annie, e
torna a participar na 19º Mostra de Teatro de Almada com a peça mencionada.
Em março de 2016 estreia o grande musical
""Memórias do Cinema Português"" com os cantores Carlos
Guilherme e Luísa Basto como protagonistas. A história do cinema musical
português é contada no palco através de melodias sempre, com um elenco de 12
cantores e 4 bailarinos. Ainda em 2016 apresentam ""O Som Do
Amor"" no mês de maio, um espetáculo onde se fala de todos os tipos
de amor através da música, desde o amor romântico ao amor pela Arte.
Na 20º Mostra de Teatro Almada, apresentou o musical
infantil o Feiticeiro de Oz. Mais tarde, e já no ano de 2017, estreia Piaf, Da
Revista ao Musical e A Bela e o Monstro e ainda Sonhos - Um Clássico Encantado.
Propõe-se agora, na 24ª Mostra de Teatro de Almada,
o musical Anastasia Romanov com Jorge Baptista da Silva e Helena Montez.
ARTES E ENGENHOS – ASSOSSIAÇÃO CULTURAL
É uma associação que promove
trabalhos de artes performativas, som e fotografia, com sede na Faculdade de
Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Conta com um núcleo de
criadores teatrais e com colaboradores nas áreas das artes visuais, design,
história, engenharia e arquitetura. A par dos projetos de criação e difusão,
desenvolve conferências, cursos e ações com comunidades. Os parceiros das suas
atividades têm sido, entre outros, a Câmara Municipal de Almada, a Cinemateca
Portuguesa - Museu do Cinema, o Goethe-Institut em Lisboa, a Fundação Calouste
Gulbenkian, o Atelier RE.AL, a Companhia Olga Roriz, o Teatro Garcia de
Resende, a Mala Voadora, o Teatro O Bando, a Latoaria, entre outros. Nos
últimos anos tem contado com o apoio financeiro do Ministério da Cultura,
Direção-Geral das Artes.
TRANSISTOR – ASSOCIAÇÃO CULTURAL
É uma associação sem fins lucrativos de
profissionais com experiência, interesse e gosto pelas áreas da intervenção
cultural e social junto de comunidades e seus territórios.
A Transístor promove o acesso e a participação
cultural das populações e a valorização social e patrimonial dos territórios,
através de ações de intervenção artística e formativa. O nosso projeto
associativo organiza-se em torno de várias atividades complementares que
conjugam a conceção e produção de eventos e atividades artísticas e culturais,
mediação artística, acompanhamento de projetos e serviços dedicados.
Acreditamos que o acesso à cultura e as práticas
artísticas participativas contribuem para a construção identitária das
comunidades e territórios e constitui um vetor fundamental na promoção da
cidadania ativa.
É também importante para nós potenciar e participar
de circuitos integrados de partilha de conhecimento, de experiências com outras
associações ou organismos. Enquanto equipa com formação e percursos
profissionais diversos, acumulámos a competência necessária à conceção e
produção de projetos de intervenção social e artística.
ALPHA TEATRO, ASSOCIAÇÃO CULTURAL
É uma companhia
profissional de Teatro que nasce em Almada em 2014 da união de jovens criadores
na procura de encontrar a sua forma de criação artística. Promove espetáculos e
formação nas áreas do teatro, da dança, da música, entre outros. Desenvolve
ainda projetos na área da inclusão social e com a comunidade educativa. Alpha
porque simboliza a origem do universo. Alpha porque simboliza a totalidade do
conhecimento, do ser, do espaço e do tempo. Alpha porque acreditamos que
independentemente do momento que estamos a atravessar, não podemos cruzar os
braços à espera de qualquer coisa que não acontece. Cada adversidade exige um recomeço,
esse é o nosso sentido.
A LAGARTO AMARELO e ENTREtanto Teatro
A Lagarto Amarelo sediada em Almada surgiu em 2009. Tem como prioridades a concepção e
produção de âmbito teatral e a criação de parcerias com outras entidades
culturais, fomentando a troca de conhecimentos tentando assim facilitar a
realização dos projetos. Iniciou a
sua actividade em parceria com A Gato que Ladra com o espectáculo “A
Transformação”, ironia sobre a obra “Metamorfose” de Franz Kafka; Varazim
Teatro com o espectáculo “O Estrangeiro”, de Albert
Camus; GITT no âmbito do seu 40º Aniversário, com espectáculo “O
Bife” de Jack London; Academia Almadense com o espectáculo “O Conto
da Ilha Desconhecida” de José Saramago e em 2019 iniciou parceria com O
ENTREtanto TEATRO com o espectáculo “A Estrada”, de Jack
London.
O ENTREtanto Teatro estrutura com 26 anos de atividade sediada em Valongo, teve sempre a
preocupação de não se encerrar em si mesmo, já co-produziu espectáculos com
várias companhias nacionais e internacionais: A Lagarto Amarelo, Trigo Limpo –
Teatro ACERT, SEIVA Trupe, Be-dom, Estaca Zero, Teatro CASA (Salgueiro-Brasil),
Remo Produções Artística (Recife-Brasil) e Cia. Melodramática – São Paulo (São
Paulo-Brasil). A companhia sempre esteve aberta a outros encenadores nacionais
e internacionais: António Capelo (Portugal), Quico Cadaval (Espanha), Denis
Bernard (Bélgica); Teresa Aline (Brasil), Gabriel Villela (Brasil), Leonardo
Brício (Brasil), Pompeu José (Portugal), Igor Gandra (Portugal), Hugo
Villavicêncio (Peru), Rita Lello/Maria do Céu Guerra (Portugal) e Cláudia
Negrão (Portugal). E organiza A Mostra Internacional de Teatro – ENTREtanto MIT
Valongo, com 23 edições realizadas, levando aos palcos de Valongo espetáculos
da Alemanha, Argentina, Bélgica, Brasil, Cabo Verde, Espanha, França,
Guiné-Bissau, Holanda, Inglaterra, Itália, Moçambique, República Checa, Suíça,
Polónia e Portugal.
GRUPO DE TEATRO DA GANDAIA
2018 – O Segredo de Quem Somos
2019 – Omeleta á Moliére
2020 – Saídos da Casca
MARINA NABAIS DANÇA
Inicialmente como a menina dos meus olhos,
associação cultural, e, a partir de 2013, como Marina Nabais Dança, associação
cultural (MND), Marina Nabais tem vindo a desenvolver projetos de dança/teatro
com vários colaboradores de outras áreas artísticas e parcerias com diversas
instituições.
MND assume como objetivos principais a investigação,
a criação e difusão de espetáculos na área da Dança e do Movimento
Contemporâneo, bem como a promoção de projetos pedagógicos, numa lógica de
colaboração e interdisciplinaridade.
A associação assenta em 3 eixos principais: criação
de espetáculos e performances, com extensa fase de pesquisa e residências;
circulação das obras de criação, em diversos formatos e contextos: teatros,
bibliotecas, museus, ar livre, permitindo a fruição por um vasto público com
diferentes realidades socioeconómicas e faixas etárias; serviço educativo
diversificado: escolas públicas, centros culturais, câmaras municipais e outras
associações.
KILIG
Kilig é uma palavra filipina que significa a
sensação nervosa e vibrante que sentimos quando vamos conversar com alguém que
gostamos. É também uma nova cooperativa de artistas das áreas performativas e
da imagem-movimento.
Nascida no final de 2019, encontra-se a conceber
projectos de cinema, audiovisuais, teatro e novo circo, enquanto espera o
desconfinamento desejado.
Patrícia Carreira, é mestre em Realização (Central St Martins) e
licenciada em Teatro (ESTC). Foi aluna Erasmus na Real Escuela Superior de Arte
Dramático (Madrid). Em Cinema trabalha como realizadora, produtora e
directora de actores. Em 2010 a curta-metragem The List, que co-dirigiu
com Rungano Nyoni, ganhou o prémio BAFTA Cymru para Melhor Curta- Metragem.
Mafalda Franco, estreou-se profissionalmente em 1998 na companhia
Teatral A Barraca. Fez vários espectáculos em sala e em digressão, Um
dia inesquecível, Agosto, A Relíquia, Marilyn Meu Amor, Inverno Debaixo da
Mesa, A Farsa de Inês Pereira, Auto das Fadas, A Comédia de Rubena, Outra
História de Encantar, A Culpa é do Mordomo, O Gato. Participou em Vários Recitais de Poesia. Participou
na Série Residencial Tejo. Faz parte do elenco de scketches online Trutas
D'Avalon. Formadora certificada nas áreas de Educação e de
Teatro. Nos últimos anos trabalhou com o Chapitô, especial
incidência no trabalho como performer em diversas animações de activação de
marca, eventos corporativos.
Pedro Vicente, é um artista multidisciplinar. Frequentou os
cursos de teatro "EIT", "INDAC – Escola de
Atores" e atuação para cinema na ""Academia Internacional
de Cinema"", em São Paulo - Brasil. Cursou oficinas e workshops de
extrema importância em sua formação artística, como: Fotografia. Dança
contemporânea. Performance. Parkour. Commédia Dell Arte. Clown, com Soledad
Yunge, Suzana Aragão, Andreas Simma (Théâtre du Soleil). Teatro físico com John
Mowat. Suzuki e Viewpoits, com Luah Guimarães, Mirian Rinaldi, Fabiano Lodi,
Joana Pupo. E Dramaturgia, com Ecila Pedroso, Naum Alves, Nassim Soleimanpour,
entre outros.
GRUPO DE INICIAÇÃO TEATRAL DA TRAFARIA
Grupo de Teatro amador e independente, encontrou nos
Recreios Desportivos da Trafaria a compreensão e o apoio para que nas suas
instalações pudessem desenvolver toda a sua actividade desde a sua fundação em
1972 até a presente data.
Em 1996 por escritura pública constitui-se em
Associação Cultural sem fins lucrativos. Colaboraram com o G.I.T.T. pessoas que
estiveram ou ainda estão ligadas ao teatro profissional, tais como, Fernanda
Lapa, Rogério de Carvalho, Alberto Pimenta, José Caldas, Dalton Asseff, Marques
d'Arede, Filipe Domingues, Maria Emília Castanheira e Arq. José Manuel
Castanheira.
O G.I.T.T. - realizou 5 Ciclos de Cultura de 1978 a
1982 e sempre no período de 24 de Abril a 10 de Junho de cada ano. Estes ciclos
eram compostos de espectáculos de Teatro, Música, Cinema, Dança, Poesia e
Exposições.
O G.I.T.T. foi sempre apoiado pela Câmara Municipal
de Almada, Junta de Freguesia da Trafaria, (agora União de Freguesias Caparica
Trafaria), Recreios Desportivos da Trafaria e teve apoios pontuais da Secretaria
do Estado da Cultura e da Fundação Gulbenkian.
TEATRO & TEATRO
Formação e criação teatral, de
O Mundo do Espectáculo, tem como produções de maior relevo: “Autocarro” de
Helena Teixeira (1999), “História da Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar” de
Luís Sepúlveda, “A Invenção do Amor”, poema
de Daniel Felipe, “Deitada és uma Ilha…”, vários autores, “A Boda” de Brecht,
“Onde é Que Eu Me Deixei”, monólogos de Maria Árias, Júlia Verdugo e Charo
Solanas, “Morte e Vida Severina” de J. C. Melo e Neto, “Deixa-me em Paz!” de
Moisés Mato, “Stella, Teatro Breve”, textos de Stella Manault, “Almada
Negreiros” textos “Antes de Começar” e “Pierrot e Arlequim” de Almada
Negreiros, “Sobre a Impossibilidade de Amar no Pretérito Imperfeito” de Dário
Facal, “Universos e Frigoríficos” de Jacinto L. Pires, “Noite de Guerra no
Museu do Prado” de Rafael Alberti , ”Um
Carimbo para a Viagem” de Mendizábal e J. Cedena e “OFF” de Alberto G. Martin,
“O Trem das Treze (e Treze) de António Mauriz, “Zapatos” de Will Smile (2019).
GRUPO DE TEATRO O GRITO
Iniciou a sua actividade em 1995. Trouxe ao
palco autores de referência do teatro europeu do século XX, de Jean Anouilh a
García Lorca e de Sartre a Camus, bem como do teatro extra-europeu, do
brasileiro Joracy Camargo ao chileno Ramón Griffero.
O seu repertório inclui autores incontornáveis da
história do teatro, como Anton Tchekhov ou Tennessee Williams, mas tem também
dado a conhecer, em Portugal, importantes autores contemporâneos, alguns já
reconhecidos internacionalmente como o espanhol Ernesto Caballero, o italiano
Davide Enia ou o norueguês Jon Fosse, outros ainda inéditos, como o brasileiro Paulo
Andress. Trouxe também para o palco, não só textos dramatúrgicos, mas também
poesia e narrativa de grandes autores da língua portuguesa, como José Gomes
Ferreira, Al Berto, Herberto Helder ou Natália Correia. A par da criação de
espectáculos, O Grito desenvolve regularmente oficinas de iniciação e formação
nas diversas disciplinas ligadas às artes cénicas.
GRUPO DE TEATRO DA ACADEMIA
ALMADENSE
Um grupo de jovens juntou-se em 2008 com vontade de
constituir um grupo de teatro com o apoio da Academia Almadense (AIRFA). Desde
essa altura até hoje, o grupo de teatro da Academia tem-se reunido semanalmente
com o intuito de ter alguma formação e ao mesmo tempo ir mostrando o fruto do
seu trabalho na mostra de teatro de Almada. Este é já o 10º espetáculo que
apresenta, mostrando alguma evolução e empenho no desenvolvimento dos seus
projetos para os quais conta com o apoio de profissionais ligados área do
teatro e do espetáculo.
CÉNICO DA INCRÍVEL ALMADENSE
O Teatro marcou presença na Incrível Almadense desde
inícios do Séc. XX, tendo presenteado os sócios e a comunidade com espetáculos
de sucesso, nomeadamente revista à portuguesa, género bastante apreciado pela população.
Passaram pelas lides cénicas da Incrível várias gerações de atores, atrizes,
encenadores, cenógrafos e demais técnicos, sempre dignificando o nome da
Coletividade e da secção de teatro. Já nos finais dos anos 80, o teatro pausou
na Incrível Almadense, tendo estagnado por 10 longos anos. Contudo, em 1998, no
âmbito das comemorações dos 150 anos da Incrível Almadense, foi reativado o
Cénico da Incrível Almadense e, desde aí, não mais parou, apresentando
produções teatrais quer de autores portugueses quer de autores estrangeiros de
renome e ainda mantendo uma apresentação contínua de espetáculos de variedades
– os denominados cafés-concertos. O grupo é puramente amador, de atividade
gratuita e por “amor à camisola”, portanto. Os participantes são de variadas
faixas etárias, o que torna um grupo singular no contexto teatral do Concelho
de Almada.
NOVO NÚCLEO TEATRO
NNT, Novo Núcleo Teatro da AEFCT, formado em Março
1995, tem no currículo várias produções teatrais, acções de formação, oficinas
de escrita, movimento, voz, dramaturgia e encenação. Tem participado,
regularmente, em Mostras e Festivais de Teatro Nacionais e Internacionais,
entre outros: Mostra de Teatro de Almada, FATAL (Lisboa), FITUB (Blumenau,
Brasil), Mostra Internacional de Teatro de Santo André, MoitaMostra
(Viseu),Festival “Entrez dans l’arène” (Rennes, França), SALTA (Aveiro), aCTUS
(Coimbra), TUBI (Covilhã), Festival de Teatro de Santiago de Compostela (S. De
Compostela, Espanha). Recebeu várias menções honrosas e prémios, dos prémios
destaca-se: “Tartarugas e Migração”, Texto e Encenação Sandra Hung, Prémio
Destaque, Mostra Paschoal Carlos Magno, FITUB, Brasil; “Húmus – Tríptico”,
Encenação Alexandre P. Calado, Sandra Hung e Tiago Vieira, Prémio FATAL 2014 -
Melhor espectáculo; “Horácio”, Encenação e Dramaturgia Sandra Hung, Prémio
FATAL 2018 – Espectáculo mais inovador; Abertura de Processo “Sopinhas de Mel”,
encenação e dramaturgia Sandra Hung, Participação FATAL 2019 - Menção Honrosa,
Participação no Festival Internacional de Teatro de Setúbal 2019.