MTA: Outubro 2013

17ª MOSTRA DE TEATRO DE ALMADA: 7 - 24 NOVEMBRO.2013

newsletter #3
30-10-2013

Almada volta a ser palco da Mostra de Teatro

A Abertura da 17ª Mostra de Teatro de Almada (MTA) acontece quinta-feira, 7 de Novembro, às 21h30, no Auditório Fernando Lopes-Graça no Fórum Municipal Romeu Correia, com a presença da organização, Câmara Municipal de Almada e Grupos de Teatro. Nesse dia terá lugar a estreia do novo espetáculo do Teatro de Areia, “Partir” (M/12), com encenação e dramaturgia de Francis Seleck, interpretação de Ariana Manso e Joana Sabala e texto original da jornalista e escritora Sarah Adamopoulos.

Segundo as palavras da escritora «escrever sobre um dilema tão actual como é o que novamente divide os portugueses que se vêem na necessidade de enfrentar a emigração foi um exercício difícil. Embora a escolha entre ficar ou partir assente regra-geral na premissa material (isto é, na sobrevivência), interessou-me explorar tudo o que ocultamente determina a decisão que prevalece: a de partir. Isto é, trabalhar as mentalidades, as perspectivas da realidade que revelam, a memória histórica que transportam. Pois há, creio, e apesar do subdesenvolvimento que em Portugal leva a maioria a posicionar-se do lado dos que não têm alternativa, uma reflexão filosófica e política importantíssima a fazer sobre aquilo que ainda assim permanece uma escolha. É possível começar algum dia a construir um país que ciclicamente gerações inteiras abandonam? O texto foca-se no medo como motor da partida, a que contrapõe o mais irrealista idealismo, na duplicidade da voz interior de uma mesma pessoa que assiste ao desmoronamento de um lugar devastado pela miséria».

O Teatro de Areia é um dos grupos de teatro da Associação Cultural O Mundo do Espectáculo e celebra este ano dez anos de atividade. Tem trabalhado o teatro contemporâneo, tendo apresentado outros originais da mesma autora.

No primeiro fim-de-semana da MTA vamos poder assistir à reposição de “Auto da Barca do Inferno do Séc. XXI” pelo Cénico da Incrível Almadense (Sábado 09/11, 16h, Incrível Almadense, M/6). A peça apresenta uma reciclagem da obra de Gil Vicente, procurando estabelecer um paralelismo entre a sociedade de então e a atual, de forma divertida.

Segue-se a estreia de “Deambulações ou possíveis regressos” (Sábado 09/11, 21h30, Casa Municipal da Juventude de Cacilhas, M/12), com base na versão de Herberto Helder de “Húmus” de Raúl Brandão, mais um trabalho de experimentação centrado no universo dos escritores portugueses apresentado pelo Novo Núcleo de Teatro, grupo da Faculdade de Ciências e Tecnologia que marca presença habitual nos festivais de teatro universitário nacionais e internacionais.

Domingo, 10 de Novembro, exatamente cem anos após o nascimento de Álvaro Cunhal, o Teatro Extremo, em parceria com o Teatro Fórum de Moura, apresenta a versão cénica de Catarina Pé-Curto e Jorge Feliciano do conto para crianças “Os Barrigas e o Magriços” (11h, Teatro Extremo, M/6). Às 21h30, o Teatro&Teatro volta a pôr em cena no Auditório Fernando Lopes-Graça a obra de Jacinto Lucas Pires “Universos e Frigoríficos” (M/6) que promete momentos divertidos e poéticos.

Até 24 de Novembro, durante três semanas, são várias as oportunidades para ver 17 espetáculos de 14 grupos de teatro em diferentes espaços de Almada como o antigo Casino da Trafaria e o Teatro Municipal Joaquim Benite e ainda participar na Tertúlia “Mostra.Reescritas” sobre o tema da dramaturgia com Anabela Mendes, David Antunes e Mickaël de Oliveira.

17ª MOSTRA DE TEATRO DE ALMADA: 7 - 24 NOVEMBRO.2013

newsletter #2
24-10-2013

17ª Mostra de Teatro de Almada começa a 7 de Novembro

A 17ª Mostra de Teatro de Almada (MTA) começa a 7 de Novembro no Auditório Fernando Lopes-Graça, no Fórum Municipal Romeu Correia, com a estreia do espetáculo “Partir” pelo Teatro de Areia (que este ano celebra dez anos de existência), com texto de Sarah Adamopoulos, jornalista e escritora portuguesa de origem grega, que aborda o tema da emigração dos portugueses.

A 17ª MTA, organização conjunta Câmara Municipal de Almada e Grupos de Teatro, conta com um total de oito estreias e a apresentação das mais recentes criações de 14 grupos de teatro de Almada, em diferentes espaços da cidade, de 7 a 24 de Novembro.

Luzia Paramés, atriz que tem colaborado com a Companhia de Teatro de Almada, conhecida do grande público pela participação na TV, em “Super Pai“ e “Laços de Sangue”, assina a encenação do novo espetáculo das Produções Acidentais, “Assim falou Beremiz”, que se apresenta no Teatro Municipal Joaquim Benite.

Exatamente cem anos após o nascimento de Álvaro Cunhal (10 de Novembro de 1913), o Teatro Extremo, em parceria com o Teatro Fórum de Moura, associa-se às Comemorações do Centenário do Nascimento de Álvaro Cunhal, com a versão cénica de Catarina Pé-Curto e Jorge Feliciano do conto para crianças “Os Barrigas e o Magriços”.

A Menina dos Meus Olhos traz pela primeira vez a Almada o espetáculo “O Peso de uma Semente” de Marina Nabais que estreou no Festival GuiDance e esteve em cartaz no Teatro Maria Matos.

Nesta Mostra, conhecemos os novos trabalhos do Ninho de Víboras, “Dilema”, uma criação de Maria João Garcia com interpretação da bailarina Carla Ribeiro e do Teatro ABC.PI, “O Cântico da Salumita” de Salomão, com interpretação da atriz Laurinda Chiungue.

A obra de Jacinto Lucas Pires “Universos e Frigoríficos” é levada à cena pelo Teatro&Teatro e “Os Malefícios do Tabaco” de Tchekhov e “O Rei Imaginário” de Raul Brandão, são representados pel’ O Grito num único espetáculo.

Os grupos de teatro das coletividades marcam presença assídua na MTA. O Cénico da Incrível recria o “Auto da Barca do Inferno do Séc. XXI”. Para os mais novos, o Beira Mar estreia “No mundo da fantasia…” e a Manuel da Fonseca estreia “Estórias para serem contadas” e repõe o famoso “Diário de Anne Frank”.

O teatro universitário é representado por dois coletivos da Faculdade de Ciências e Tecnologia. O NNT estreia “Deambulações ou Possíveis Regressos” com base na versão de Herberto Helder de “Húmus” de Raúl Brandão. Artes e Engenhos apresenta “Instrução Musical II” e estreia “Ferida Aberta Woyzeck” de Georg Büchner, a partir dos materiais de arquivo do Teatro da Cornucópia deste mesmo espetáculo.
O encerramento da 17ª MTA é no dia 24 de Novembro, com a realização de uma tertúlia sobre a dramaturgia e o espetáculo “Fado” do GITT, grupo que soma mais de 40 anos de atividade e que nesta edição apresenta ainda “O Monstro” da autoria do escritor espanhol Javier Tomeo.

Esta nova edição da MTA traz 17 espetáculos ao dispor do público.

17ª MOSTRA DE TEATRO DE ALMADA: 7 - 24 NOVEMBRO.2013

newsletter #1
09-10-2013

Mostra de Teatro de Almada regressa em Novembro

De 7 a 24 de Novembro, 14 companhias e grupos de teatro apresentam na 17ª Mostra de Teatro de Almada 19 espetáculos, entre os quais 8 estreias nacionais, em diferentes espaços da cidade: Teatro Municipal Joaquim Benite, Auditório Fernando Lopes-Graça no Fórum Municipal Romeu Correia, Teatro Extremo, Incrível Almadense, Casa Municipal da Juventude de Cacilhas, Auditório da Pluricoop no Pragal e Recreios Desportivos da Trafaria.

A Mostra de Teatro de Almada (MTA) traz-nos, de novo, a oportunidade de conhecer a diversidade da criação teatral produzida ao longo do ano pelos grupos de teatro amadores e profissionais de Almada.

Na 17ª MTA participam A Menina dos Meus Olhos, Artes e Engenhos, Cénico da Incrível Almadense, GITT - Grupo de Iniciação Teatral da Trafaria, Grupo de Teatro do Beira Mar, Grupo de Teatro da Manuel da Fonseca, Ninho de Víboras, NNT – Novo Núcleo de Teatro, O Grito, Produções Acidentais, Teatro ABC.PI, Teatro de Areia, Teatro&Teatro e o Teatro Extremo.   

Dirigida a públicos de todas as idades, esta edição da Mostra aposta num programa que põe em cena criações originais, bem como obras de autores tão diversos quanto Salomão, Herberto Helder, Raúl Brandão, Álvaro Cunhal, Jacinto Lucas Pires, Sarah Adamopoulos, Javier Tomeo, Georg Büchner, Frances Goodrich, Albert Hackett e Anton Tchekhov.

A programação da 17ª MTA inclui, também, um espaço para a tertúlia “mostra.reescritas”, nesta edição sobre o tema da dramaturgia e um espaço de convívio entre o público e os artistas “mostra.ponto de encontro” que acontece após os espetáculos.

Passados 17 anos da primeira edição em 1996, a Mostra de Teatro de Almada, organizada anualmente pela Câmara Municipal de Almada em parceria com os grupos do concelho, é um espaço privilegiado de encontro com o público, criadores, atores, técnicos, produtores e estruturas que participam neste evento único e singular a nível nacional.


17ª Mostra de Teatro de Almada / 2013

24 NOVEMBRO | DOMINGO | 21H30
RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA
GITT – Grupo de Iniciação Teatral da Trafaria
O MEU FADO MUITO MAIS DO QUE UMA PIROSA ESTÓRIA DE AMOR
M/12 conversa com o público no final do espetáculo

Para lá do tema nuclear, o Fado, esse elemento chave do nosso (português) património imaterialidade da humanidade, refletimos sobre outras realidades sociais da atualidade como os problemas do desemprego juvenil, os maus-tratos sobre as mulheres, as relações humanas e questões filosóficas como a eterna procura do par amoroso e a busca da inspiração para a criatividade artística… No fundo, defendemos que através da arte em geral, e da poesia em particular, procuramos encontrar soluções para os problemas humanos.
Todas estas ideias são veiculadas através de doze personagens que num ambiente de casa de fado, de rua ou de espaços imaginários vão, através de uma série de acontecimentos e peripécias argumentativas, expondo os seus conluios, divergências e conflitos abertos.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Carlos Amaral, José Teixeira, Xico Braga
Encenação: Carlos Amaral
Interpretação: Ana Guerra, Bia Sousa, Carlos Amaral, Gabriel Coelho, José Teixeira, Mila Bernardes, Paulo Miranda, Raquel Fonseca, Rosa Duarte, Rute Moura, Victor Mioma, Xico Braga
Músicos: José Carita e Paulo Miranda
Cenografia: Victor Mioma
Guarda Roupa: Bia Sousa
Produção Executiva: GITT

17ª Mostra de Teatro de Almada / 2013

23 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA
Grupo de Teatro do Beira Mar
NO MUNDO DA FANTASIA... | M/8 ESTREIA


No Mundo da Fantasia existe alguém a quem o destino roubou a filha e transforma numa feiticeira má que, tentando aliviar a sua dor, lança uma maldição na busca de uma nova menina.
Da luta entre o mal e o bem, batalhas vão ser travadas, numa história contada através da dança.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Marisa Caeiro, Paula Guardado e Rui Vieira
Encenação: Marisa Caeiro, Paula Guardado e Rui Vieira 
Interpretes: Marisa Caeiro, Rui Vieira e Grupo de Teatro do Beira Mar
Coreografia: Marisa Caeiro
Cenografia e Figurinos: Beira Mar
Grafismo: Fábio Pereira e Eduardo Ventura
Produção Executiva: Grupo de Teatro do Beira Mar

17ª Mostra de Teatro de Almada / 2013

23 NOVEMBRO | SÁBADO | 18H00
AUDITÓRIO PLURICOOP
Grupo de Teatro da Associação Cultural Manuel da Fonseca
DIÁRIO DE ANNE FRANK  | M/12

História de uma família judia que viveu escondida durante 2 anos e meio, para fugir aos horrores do holocausto. Essa história foi relatada no diário de uma menina de 12 anos (Anne Frank) pertencente a essa família. O seu diário foi editado e tornou-se num dos livros mais lidos em todo o mundo.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Frances Goodrich e Albert Hackett 
Encenação: Gisela Barroso
Interpretação: Bruna Medeiros, Richard Stark, Daniela Santos, Gisela Barroso, João Oliveira, Jorge Jorge, José Carlos Tavares, Marina Costa, Marco Soares e Catarina Moita
Cenografia: Carlos Manuel Santos
Figurinos: Coletivo
Luz e Operaçao de Luz: João Ponte e Carlos Santos
Som e Operação de Som: Nuno Coelho e Carlos Santos
Fotografia e Grafismo: Aurora Sousa
Produção Executiva: Associação Cultural Manuel da Fonseca

17ª Mostra de Teatro de Almada / 2013

22 NOVEMBRO | SEXTA | 21H30
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA
O Grito
MONÓLOGOS - OS MALEFÍCIOS DO TABACO SEGUIDO DE O REI IMAGINÁRIO | M/6 ESTREIA

O Grito apresenta neste espetáculo dois monólogos breves, um russo, outro português. Duas peças que, no início do século passado, inauguraram o que veio a chamar-se “teatro moderno”. Ambas apresentam uma bizarra mistura de comédia e tragédia. Um conferencista veio para nos falar sobre os “malefícios do uso e abuso de tabaco”, mas entra numa deriva de autocomiseração e expõe-nos a sua vida miserável e mesquinha. Um antigo magistrado é lançado na prisão no culminar de uma deriva de degradação em degradação, mas imagina que é rei absoluto. E nós rimo-nos. Rimo-nos do trágico, do grotesco, do ridículo da vida. 
Na época, a originalidade destas peças consistiu no uso da técnica de fluxo de consciência, mais tarde adotada por modernistas como James Joyce, e na rejeição de um propósito moral, sempre presente na estrutura das obras tradicionais. A renúncia à intriga convencional espelhava já novas diretrizes estéticas e ideológicas para o teatro. Longe dos estereótipos do vaudeville, donde afinal provêm, estes personagens, trágicos e grotescos, risíveis e lastimáveis, apresentam uma dualidade estrutural impensável em todo o teatro precedente.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Anton Tchekhov e Raúl Brandão
Tradução: José Vaz
Encenação e Dramaturgia: Anabela Neves
Interpretação: José Vaz e Jefferson Oliveira
Figurinos: Anabela Neves e São – Oficina dos Farrapos
Cenografia e Luz: Jorge Xavier
Grafismo: Nuno Nascimento
Produção Executiva: O Grito

17ª Mostra de Teatro de Almada / 2013

21 NOVEMBRO | QUINTA | 21H30
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA
Artes e Engenhos
FERIDA ABERTA WOYZECK  | M/12 ESTREIA - conversa com o público no final do espetáculo

Woyzeck é uma ferida aberta, sob o véu da pele, a nudez da carne. Trabalho de investigação criativa a partir dos materiais de arquivo do espetáculo Woyzeck (1978) do Teatro da Cornucópia. Utilizando fotografias, desenhos cenográficos e de guarda-roupa, assim como a versão dramatúrgica e as anotações de ensaio, propomos um movimento até um espetáculo possível. O que acontece a esta tragédia moderna se não procurarmos colar os fragmentos mas antes manter a sua tensão e autonomia interna? O que sucede se lhe tirarmos o protagonista e nos ficarmos pelas personagens secundárias? Será ainda uma imagem da nossa época? Este é o terceiro trabalho de um ciclo no qual são criados espetáculos a partir de materiais de arquivo de encenações portuguesas contemporâneas.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Georg Büchner
Tradução: Alexandre Pieroni Calado
Encenação, Dramaturgia, Figurinos e Cenografia: Alexandre Pieroni Calado
Intérpretes: Alexandre Pieroni Calado, Hugo Bettencour, Gustavo Vargas e Tiago Mateus
Fotografia: Carolina Tadeu
Luz: Alexandre Pieroni Calado
Som: João Ferro Martins
Grafismo: Miguel Pacheco Gomes
Produção Executiva: Artes e Engenhos

17ª Mostra de Teatro de Almada / 2013

21 NOVEMBRO | QUINTA | 10H30 E 16H00
TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE – SALA DE ENSAIOS
Produções Acidentais
ASSIM FALOU BEREMIZ  | M/9

Chamava-se Beremiz Samir. E ligados por um encontro casual em meio da estrada agreste, tornámo-nos companheiros e amigos inseparáveis. Beremiz conseguia calcular quantas folhas tem uma árvore, quantas abelhas tem um enxame! Com os recursos da sua memória privilegiada, fazia descobertas retumbantes nos misteriosos arcanos da Matemática, a ciência que os árabes tanto cultivaram e engrandeceram. Vamos descobrir com ele a poesia que têm os números, porque, como ele próprio afirma: louvado seja Allah, que criou a Mulher, o Amor e a Matemática!

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: João Vasco Henriques e Luzia Paramés, a partir de Malba Tahan
Dramaturgia: João Vasco Henriques e Luzia Paramés 
Encenação e Cenografia: Luzia Paramés 
Intérpretes: João Vasco Henriques e Fátima Fernandez
Coreografia: Fátima Fernandez
Música: Zukunft
Espaço Cénico e Figurinos: Produções Acidentais
Desenho de Luz: Celestino Verdades
Estagiária: Vanessa Rego
Produção Executiva: Produções Acidentais

17ª Mostra de Teatro de Almada / 2013

17 NOVEMBRO | DOMINGO | 16H00
TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE – SALA EXPERIMENTAL
GITT – Grupo de Iniciação Teatral da Trafaria
QUERIDO MONSTRO | M/12 - conversa com o público no final do espetáculo

Este espetáculo baseado na obra do escritor espanhol Javier Tomeo (1932-2013) trata de uma suposta entrevista de emprego de um jovem (João D.) à procura do seu primeiro emprego que deriva num peculiar diálogo com o diretor (H. Krugger) do departamento de recursos humanos de uma instituição bancária, cujos contornos se revelam pouco ortodoxos para uma situação deste género, ao ponto de se transformar num confronto de pontos de vista sobre a família, política, música, literatura e gastronomia. No fim da entrevista ficamos com a dúvida: afinal quem é o “monstro”?

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Javier Tomeo
Tradução: José Bento
Encenação, Dramaturgia, Cenografia e Figurinos: Pedro Silva
Intérpretes: Dário Dionísio e Luís Lopes
Luz: Miguel Cruz
Operação de Luz: Ramon Rodal
Operação de Som: Gabriel Alexandre
Fotografia, Grafismo e Som: Pedro Silva
Produção Executiva: GITT

17ª Mostra de Teatro de Almada / 2013

17 NOVEMBRO | DOMINGO | 21H30
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA
Teatro ABC.PI
O CÂNTICO DA SULAMITA | M/12 ESTREIA - conversa com o público no final do espetáculo

Em “Cântico dos Cânticos”, declara-se o diálogo do amor entre a esposa e seu esposo. O amor, força motriz da vida, revela-se, através do livro de Salomão, pela sua dimensão única e profunda. Novamente o amor, através da sua metaforização, expõe, por sua vez, o que é essencial à condição humana: amar e ser-se amado.





FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Salomão
Tradução: João Ferreira de Almeida
Encenação e Interpretação: Laurinda Chiungue
Dramaturgia, Figurinos e Coreografia: Teatro ABC.PI
Luz: André Almeida
Figurinos: Vitória Guindaça
Música: Teatro ABC.PI
Produção Executiva: Mariana Salgueiro

17ª Mostra de Teatro de Almada / 2013

16 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30
17 NOVEMBRO | DOMINGO | 18H00
TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE – SALA DE ENSAIOS
Ninho de Víboras
DILEMA | M/12 ESTREIA - conversa com o público no final do espetáculo

«Recupero, nesta nova criação, a ideia de um qualquer desabamento cósmico na história passada de uma mulher; e o dilema que a travessia do seu presente coloca.
Uma personagem que não sabe o que fazer com o tempo, que de qualquer das maneiras não pára de passar. A escolha obrigatória entre várias soluções, nenhuma delas aceitável ou que levam à mesma conclusão. Que argumentos sustentam as escolhas-decisões que fazemos? A citação nunca é uma forma exacta: repetimos erros, falsas memórias e, efectivamente, o lema que nos conduz é uma construção própria. Viver ou morrer? Justiça ou vingança? Tomar um partido, ter uma posição. Como se o mundo fosse verdadeiramente bipolar, branco ou preto, norte ou sul, leve ou pesado. Cara ou coroa?» Maria João Garcia
                                                                      
FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Maria João Garcia
Direção artística e Coreografia: Maria João Garcia
Interpretação: Carla Ribeiro
Imagem: Vítor Cid
Produção Executiva: Ninho de Víboras

17ª Mostra de Teatro de Almada / 2013

16 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30
CASA MUNICIPAL DA JUVENTUDE DE CACILHAS
Artes e Engenhos
INSTRUÇÃO MUSICAL II | M/8 conversa com o público no final do espetáculo

A partir do estudo de documentos, registos audiovisuais, textos, vídeos, músicas, fotografias, entre outros materiais desenvolvidos ao longo do processo criativo de Instrução Musical I (estreia Quinzena da Juventude 2012), apresentamos Instrução Musical II – uma lição n°2. Tal como em Instrução Musical I o cerne deste espetáculo teatral está no ensinamento do Karaté e de uma música, na ideia de mestre e aprendiz, na obra de Dom Quixote e na procura de uma amizade possível de ser musicada.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Artes e Engenhos
Encenação e Dramaturgia: Sandra Hung
Intérpretes: Hugo Pereira, Mauro Soares e Carolina Thadeu
Coreografia: Hugo Pereira e Sandra Hung
Cenografia, Figurinos, Grafismo, Luz e Som: Artes e Engenhos
Música: Hugo Pereira, João Santinha e Joaquim Horta
Operação de Luz: Sandra Hung
Operação de Som: Carolina Thadeu e João Santinha
Vídeo, Realização e Edição: Nuno Loução
Fotografia: Carolina Thadeu, Nuno Loução e Paulo Hung
Produção Executiva: Artes e Engenhos

17ª Mostra de Teatro de Almada / 2013

16 NOVEMBRO | SÁBADO | 18H00
AUDITÓRIO PLURICOOP
Grupo de Teatro da Associação Cultural Manuel da Fonseca
ESTÓRIAS PARA SEREM CONTADAS | M/6 ESTREIA

Conjunto de várias “Estórias” sobre o nosso quotidiano, algumas delas interligadas, contadas por figuras do nosso imaginário e apresentadas de forma simples e facilmente compreendidas por todas as idades.



FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Gisela Barroso e Alberto Amorim
Dramaturgia: Gisela Barroso e Alberto Amorim
Interpretação: Bruna Medeiros, Carina Martins, Catarina Jardim, Catarina Oliveira, Daniela Santos, João Oliveira, João Tiago Andrade, Jorge Jorge, Leonor Moura, Letícia Alves, Luisa Andrade, Mafalda Correia, Marina Costa, Renata Brito, Rodrigo Moura e Toia Oliveira
Coreografia: Coletivo e Gisela Barroso
Figurinos: Coletivo
Luz e Operação de Luz: João Ponte
Som e Operação Som: Nuno Coelho
Cenografia: Alice Rolo, André Guerreiro, José Alberto e coletivo
Participação especial das vozes de: Catarina Santos, Luísa Basto e João Fernando
Grafismo: Aurora Sousa
Produção Executiva: Associação Cultural Manuel da Fonseca

17ª Mostra de Teatro de Almada / 2013

15 NOVEMBRO | SEXTA | 21H30
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA
A Menina dos Meus Olhos
O PESO DE UMA SEMENTE | M/8

Se numa balança dois pesos se equilibram estagnando, o que os fará mover? O peso de uma semente. Ela encerra em si o potencial, a origem e a reprodução da vida. É o princípio de todo o movimento. Com a medida certa de esforço, esse peso – medido em apenas miligramas – recai sobre a terra e transforma-se em vida e forma, ao longo do tempo. Poderá existir movimento sem esforço? O que acontece se nada fizermos? Não será esse impulso interior a única forma de combater a inércia dos corpos?
O Peso de uma Semente, de Marina Nabais, é a dança como metáfora de vida onde o esforço não mais é desmedido. A leveza levada à sua mais alta potência, da natureza da contemplação e do equilíbrio. Uma obra que parte da depuração do espaço do corpo, do espaço sonoro e do espaço cénico para explorar o paradoxo entre esforço e inércia.
Da semente nasce a vida, e com ela o movimento.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Marina Nabais
Dramaturgia: Manuela Pedroso
Interpretação: Marina Nabais
Coreografia: Marina Nabais
Cenografia: Marta Carreiras
Figurinos: Marta Carreiras
Música: Simão Costa
Luz: Cláudia Rodrigues
Operação de Luz: Miguel Cruz
Som e Operação de Som: Simão Costa
Grafismo: Diogo DeCalle
Produção Executiva: Marina Nabais

17ª Mostra de Teatro de Almada / 2013

10 NOVEMBRO | DOMINGO | 16H00
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA
Teatro & Teatro – O Mundo do Espectáculo
UNIVERSOS E FRIGORÍFICOS  | M/6 

Um banco num jardim com um rapaz, um velho que conta histórias de universos e frigoríficos, uma rapariga e um músico louco. Uma sala e uma família…a mãe e a telenovela, o filho e o cigarro, o pai e o jornal. Uma lixeira ou ferro velho…a rapariga e três personagens, algo estranhas. Histórias destas personagens nos lugares urbanos ou suburbanos, que se ligam entre si, apenas de forma indireta! Sobretudo espetáculo de teatro, sorridentemente divertido, sensivelmente poético.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Jacinto Lucas Pires
Encenação: Manuel João
Interpretação: Alexandra Martins, Ana Califórnia, Ana Teresa Alves, Carla Silva Nogueira, Débora Dantas, Nádia Patrício, Inês Possante, Paulo Campanudo, Pedro Bernardino, Pedro Gonçalves e Rita Miranda
Cenografia: Teatro & Teatro 
Figurinos: Ana Califórnia e Teatro & Teatro
Luz: Manuel João
Som: Manuel João e João Graça
Grafismo: Rita Miranda e Teatro & Teatro
Produção Executiva: O Mundo do Espectáculo

17ª Mostra de Teatro de Almada / 2013

10 NOVEMBRO | DOMINGO | 11H00
TEATRO EXTREMO
Teatro Extremo
OS BARRIGAS E OS MAGRIÇOS | M/6  conversa com o público no final do espetáculo

Através de poderosas imagens, Álvaro Cunhal conta às crianças a luta travada pelos Magriços por uma vida liberta da opressão dos Barrigas e a revolta dos Magriços que levou ao derrube dos Barrigas em 25 de Abril de 1974. A presente versão cénica evolui em dois discursos complementares: o discurso narrado e o discurso visual pela manipulação de imagens, formas e objetos. Juntos fazem a ponte entre passado, presente e futuro.
Este espetáculo é uma parceria entre o Teatro Extremo e o Teatro Fórum de Moura integrado nas Comemorações do Centenário do Nascimento de Álvaro Cunhal e apresenta-se na Mostra de Teatro de Almada precisamente cem anos após o nascimento de Álvaro Cunhal (10 de Novembro de 1913).

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Álvaro Cunhal 
Encenação: Jorge Feliciano
Dramaturgia: Jorge Feliciano e Catarina Pé-Curto
Interpretação: Luís Mouzinho
Figurinos: Catarina Pé-Curto
Cenografia e Grafismo: Catarina Pé-Curto Fotografia: Teatro Fórum Moura
Produção Executiva: Parceria Teatro Extremo/Teatro Fórum Moura