MTA: Teatro na Gandaia
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21ª Mostra de Teatro de Almada / 2017

Teatro na Gandaia
REI UBU
ESTREIA
3 NOVEMBRO | SEXTA | 21H30 | M/12 | 60'
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO
foto@José Frade
Rei Ubu, texto original da autoria de  Alfred Jarry, escrito em 1896, constitui um marco na História do Teatro. O texto de Jarry é também associado ao surgimento algumas das mais radicais vanguardas artísticas do início do século XX, nomeadamente do Dadaísmo e do Surrealismo. É ainda considerado o momento fundador do Teatro do Absurdo se bem que esta designação e conceito sejam sintetizados apenas sessenta anos depois, o que mostra bem o pioneirismo e a importância de Rei Ubu no contexto da cultura europeia. Rei Ubu é uma personagem excessiva. Maldoso, mentiroso, ambicioso, tirano, gordo, covarde, imbecil, agressivo, malcriado, Ubu possui todas as qualidades necessárias ao exercício despótico do poder que obtém após chacinar Ladislau, o rei da Polónia. O carácter desbragado do texto e a absurdidade das situações que se vão sucedendo em catadupa fazem de Rei Ubu um objecto teatral versátil e perfeitamente actualizável. Pós-verdade foi escolhida, pelo Dicionário Oxford, como palavra do ano de 2016. Os factos passam a ser menos decisivos do que as opiniões, a manipulação da informação é aceite por largas faixas da população, preferimos o apelo à emoção e às nossas crenças pessoais. Vivemos no mundo de Ubu.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor : Alfred Jarry
Adaptação: Rui Silvares
Encenação: Ana Nave
Figurinos: Rafaela Mapril
Conceção Gráfica: André Clemente
Musica: João Rodrigues
Desenho de Luz: Zé Rui
Atores: António Olaio, Carlos Dias Antunes, Elsa Viegas, Jorge Esteves, José Balbino, Josefina Correia, Margarida Leal, Patrícia Conde, Pedro Gamboa, Ricardo Cardo, Tânia Ponte. 

20ª Mostra de Teatro de Almada / 2016

Teatro na Gandaia
PRANTO DA MARIA PARDA”
ESTREIA
20 NOVEMBRO | DOMINGO | 21H00 | M/12 | 60'
AUDITÓRIO COSTA DA CAPARICA

foto: Vítor Cid e Luís Aniceto
Portugal atravessa uma crise profunda. Os meios de produção não bastam às necessidades de uma população assustada e empobrecida. “Nuestros hermanos” passam tão mal quanto nós outros, nem mesmo das franças podemos esperar auxílio. A inflação açoita todos, o Império tem pé descalço e Lisboa vive dias de terrível seca. Corre o ano de 1522 e Maria Parda tenta satisfazer a sua mais básica necessidade: matar a sede que a atormenta. Ontem, como hoje, a alma lusitana sofre. À sede de Maria Parda, provocada pela míngua de tascas e de vinho na Lisboa quinhentista, corresponde a nossa sede por justiça social e melhores condições de vida no Portugal contemporâneo provocada pela inconstância das instituições pós democráticas. Com Maria Parda pranteamos alegremente a crise que nunca morre, a desigualdade que teima em roer-nos o juízo e o Paraíso que nem nas escrituras faz sentido. Este espectáculo é também uma homenagem à genialidade incontestável do imortal Gil Vicente.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Gil Vicente | Adaptação: Margarida Leal, Rui Silvares | Dramaturgia: Ana Nave, Rui Silvares | Encenação: Ana Nave | Concepção Plástica: Ana Nave Concepção Gráfica: André Clemente | Interpretação: António Nobre, António Olaio, Arminda Santos, Carlos Dias Antunes, Elsa Viegas, Inês Ferreira, João da Costa, João Rodrigues, José Balbino, Josefina Correia, Lucila Pereira, Luísa Nápoles, Luísa Rodrigues, Margarida Leal, Marta Serra Silva, Mava José, Pedro Gamboa, Ricardo Cardo, Sandra Fernandes, Tânia Ponte, Vasco Santos

19ª Mostra de Teatro de Almada / 2015

Teatro na Gandaia
UMA TAL LISÍSTRATA
29 NOVEMBRO | DOMINGO | 22H00 | M/12 | 75’
AUDITÓRIO COSTA DA CAPARICA

Cansadas de uma guerra que já durava havia 20 anos, as mulheres de Atenas, de Esparta, da Beócia e de Corinto (cidades gregas mais duramente atingidas pelo conflito), chefiadas pela ateniense Lisístrata, decidiram pôr fim às hostilidades usando uma tática pouco ortodoxa: uma greve de sexo. Para melhor conseguirem o seu objetivo ocuparam a cidadela de Atenas – a Acrópole, e tomaram conta do Tesouro. Os maridos não resistiram à greve e assinaram um tratado de paz, depois de uma série de peripécias de grande efeito cómico apesar da ousadia dos detalhes.
Embora Lisístrata seja a mais licenciosa das comédias de Aristófanes, pela elevação dos sentimentos que animam a heroína, pela nobreza das intenções do comediógrafo e pelas suas próprias qualidades teatrais, a peça bem merece a fama de que até hoje desfruta em todas as plateias civilizadas. Vinte e quatro séculos de guerras tornaram-na cada vez mais atual e não diminuíram em nada o brilho da comédia e mesmo a espiritualidade que mal se dissimula por trás da crueza do argumento.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
A partir da comédia de Aristófanes
Adaptação: Rui Silvares
Encenação: Ana Nave
Música: João Carlos
Figurinos: Rafaela Mapril
Luz: Daniel Verdades
Grafismo: André Clemente
Interpretação: António Nobre, António Olaio, Arminda Santos, Carlos Dias Antunes, Elsa Viegas, João da Costa, João Rodrigues, José Balbino, Josefina Correia, Luísa Nápoles, Maria João Garcia, Marta Serra Silva, Mauro Gentile, Mava José, Pedro Gamboa, Ricardo Cardo, Rute Hugmenow, Sandra Fernandes, Tânia Ponte, Vasco Santos
Músicos: Mauro Gentil, João Carlos, Mava José
Execução de figurinos e cenário: Rafaela Mapril, Elsa Viegas, Ana Nave, Rui Silvares, João Carlos
Execução de cabeleiras: Luísa Nápoles, Sandra Fernandes
Responsável Guarda Roupa: Marta Serra Silva
Produção: Teatro na Gandaia

18ª Mostra de Teatro de Almada / 2014

Teatro na Gandaia
VESTIDO DE NOIVA M/12
17 NOVEMBRO | SEGUNDA | 21H30
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE

foto Sandra Ramos
Encenada pela primeira vez em 1943, a peça "Vestido de Noiva", de Nelson Rodrigues mostra ações simultâneas em três planos - o da realidade, o da alucinação e o da memória e considera-se que deu início ao processo de modernização do teatro brasileiro.
A peça gira em torno da vida de Alaíde, personagem representativa da burguesia do Rio de Janeiro, vítima de um acidente. Enquanto Alaíde se encontra entre a vida e a morte e os médicos tentam salvá-la, ela vive um tipo muito particular de viagem interior, uma viagem ao seu passado onde se cruzam as pessoas que exerceram papéis decisivos na sua vida.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Nelson Rodrigues
Encenação: Rui Cerveira
Assistência de Encenação: Maria João Garcia
Interpretação: António Olaio, Carlos Dias Antunes, Elsa Viegas, João Dacosta, José Balbino, Josefina Correia, Luísa Nápoles, Maria João Garcia, Paulina Santos, Pedro Gamboa, Rui Pito, Rute HugmeNow e Tânia Ponte
Cenografia: Daniel Verdades e Carla Isidro­
Figurinos: Carla Isidro
Luz: Daniel Verdades
Operação de Luz: Maria João Montenegro
Som e Operação de Som: Sandro Esperança
Arranjo Musical: João Califórnia
Fotografia: Sandra Ramos
Grafismo: André Clemente
Produção Executiva:Gandaia Associação Cultural