MTA: ESPETÁCULOS

ESPETÁCULOS

PROGRAMAÇÃO 2018

1.
Actos Urbanos
 Criação
2 NOVEMBRO | SEXTA-FEIRA | 21H30 | M/16 | 70’
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

Autor Sarah Adamopoulos a partir de um processo em criação coletiva
Direção e encenação Joana Sabala
Texto e Dramaturgia Sarah Adamopoulos (a partir de ideias e processos em criação coletiva).
Com Afonso Pinto, Ana Rita Ferreira, Carolina Vargas, Clara Simões, Daniela Monteiro, Francisca Paiva, Francisca Silva, Hélder Silva, Íris Pitacas, Joana Antunes, João Monteiro e Madalena Raimundo. 
Desenho de luz Tasso Adampoulos
Cenografia Catarina Pé-Curto
Design gráfico e ilustrações Alice Prestes
Apoio trabalho de corpo: Mestre Pedro Ferreira (cinto negro em Krav Maga)
Uma produção do Teatro de Areia – Associação Cultural o Mundo do Espetáculo
Apoio Câmara Municipal de Almada
Agradecimentos Casa Municipal da Juventude de Cacilhas – Ponto de Encontro e Teatro Extremo 

A família: coração profanado da sociedade, apesar de sempiternamente sacralizado, como se não fosse o palco das primeiras relações de poder e dos primeiros horrores. Núcleo doente, por melhor, mais “normal”, mais são que pareça. Foi este o tema que quisemos trabalhar, partindo da experiência e da memória (ou das suas representações) do que é ser irmão. Muito depressa vimos a palavra fraternidade, tão virtuosa, a desaparecer, engolida por toda a sorte de sentimentos menos nobres, logo abafados pela culpa. Teatro societal, Criação revisita tempos e problemas que persistem, não sem trágico mistério, nas famílias atuais, e põe em cena a pedofilia, tantas vezes exercida no seio da família, ou na sua proximidade, com o consentimento calado de todos. O lugar que devia cuidar e proteger, agride e abusa, expondo a miséria moral que se oculta nas traseiras das casas, promiscuamente contíguas a outras casas, ao lado das couves e das galinhas. Uma criação sem pinças.

SOBRE O GRUPO
ACTOS URBANOS, criado e dirigido por Joana Sabala, é um projeto de teatro comunitário e de formação teatral sediado em Almada, aberto à população em geral, que constrói e produz espetáculos inovadores a partir de textos originais, quase sempre concebidos em criação coletiva (habitualmente em colaboração com a dramaturgista Sarah Adamopoulos). Valorizando as vivências quotidianas da urbanidade e transpondo-as de forma crítica para o processo de construção teatral, recorre a abordagens estéticas contemporâneas que se enquadram nas chamadas linguagens meta-teatrais e performativas. Focando-se no próprio processo, confere atenção particular às perspetivas criativas olhadas do ponto de vista das ciências sociais e humanas. Reunindo grupos heterogéneos, constituídos por pessoas com ou sem experiência prévia em teatro, assume desde o início um programa que se coaduna com a natureza imponderável de um grupo cuja composição se altera de ano para ano.


2.
Teatro Extremo
“Dois Reis e um Sono”
3 NOVEMBRO | SÁBADO | 16H00 | M/6 | 75’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Autor Natália Correia e Manuel de Lima
Direção Artística Fernando Jorge Lopes
Dramaturgia e Composição Musical Armando Nascimento Rosa
Elenco Bibi Gomes, Carlos Sebastião, Fernando Jorge Lopes, Francisca Lima, Jefferson Oliveira, José Graça, José Neto, Rui Cerveira e ainda António Olaio, João Dacosta, João Rodrigues, Josefina Correia, Marta Valente, Victor Pinto Ângelo
Desenho de Luz e Direção Técnica Celestino Verdades
Cenografia e Adereços Celestino Verdades, Daniel Verdades e Fernando Jorge Lopes, Maria João Montenegro
Caracterização especial Ministro Pencudo e Sono Pessoa Júnior
Figurinos Alice Rolo
Movimento Maria João Garcia
Operação de Luz Daniel Verdades
Operação de Som e Vídeo Maria João Montenegro
Arranjos e Produção Musical em Estúdio Mário Rui Teixeira
Design Gráfico P2F Atelier
Realização e Edição de Vídeo António Rodrigues
Spot Rádio Paulo Lázaro
Direção de Produção Sofia Oliveira
Assistência de Produção Josefina Correia e Paula Almeida
Comunicação e Assessoria de Imprensa Nádia Santos
Promoção Victor Pinto Ângelo
50ª produção do Teatro Extremo com apoio MC/SEC/DGARTES e Câmara Municipal de Almada

Peça escrita por Natália Correia em colaboração com Manuel de Lima, “Dois Reis e um Sono” conta-nos a história de dois reinos em litígio, sendo a alegórica figura do Sono o motivo da discórdia entre monarcas irmãos. Uma parábola sobre o poder, a vaidade, o consumismo, o amor, a conquista e o uso da liberdade de expressão, mas também sobre qual o limite do nosso livre arbítrio e para onde caminha a Humanidade.

SOBRE O GRUPO
Estrutura profissional com sede em Almada desde 1994, o Teatro Extremo constitui-se Associação Cultural em 1996. Aposta na criação de espetáculos essencialmente para jovens públicos, investindo na dramaturgia contemporânea e na itinerância. Ao longo de duas décadas, apresentou-se a mais de meio milhão de espetadores em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Bélgica, Itália, Inglaterra, Brasil, Cabo Verde e Índia. Organiza desde 1996 “Sementes - Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público”, festival multidisciplinar e descentralizado para a infância e público familiar. Desenvolve um Serviço Educativo com projetos de formação e de sensibilização e captação de públicos. Em 2002 foi-lhe atribuído a Medalha de Prata de Mérito Cultural da Cidade de Almada. Desde 2015 garante o funcionamento e a programação do equipamento municipal Teatro-Estúdio António Assunção. Em 2019 celebra 25 anos de atividade e em 2020, 25 edições de “Sementes”.


3.
Artes e Engenhos
“A Morte nos Olhos”
ESTREIA
3 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30 | M/16 | 70’
TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE – SALA DE ENSAIOS

Autor Alexandre Pieroni Calado e João Ferro Martins com Carlota Lagido
Co-Criação, Dramaturgia, Interpretação Alexandre Pieroni Calado
Co-Criação, Concepção Plástica e Sonora, Interpretação João Ferro Martins
Criação Coreográfica Carlota Lagido
Direção Técnica João Chicó/Contrapeso
Produção Executiva Andreia Páscoa
Design de Comunicação Miguel Pacheco Gomes

Alexandre Pieroni Calado e João Ferro Martins propõem um trabalho de criação em colaboração com a coreógrafa Carlota Lagido, assente na reescrita das fontes antigas do mito de Medusa e Perseu. Entre os escombros diversos da cultura, querem confrontar a fábula com a sua violenta actualidade: desagregação da linguagem simbólica, horror provocado pelo homem capaz de matar, caos informe de onde teimamos nos apartar, sem sucesso. Ouvem-se os termos do repto e as descrições das provas, cruzam-se episódios da saga, talvez banal, de um rapaz que afirma a sua idade adulta; escutam-se os gritos e os cânticos dolorosos e o riso das Górgonas. Já se vêem tijolos de cimento empilhados, um muro; algures inscritos caracteres numa grafia difícil de identificar, gregos ou árabes, mediterrânicos com certeza: será “coral” ou “serpente” ou “cavalo alado” escrito a sangue? Areia. Uma arquitetura pobre banhada a quente e a frio ao mesmo tempo: o corpo à mostra, a luz fixa.

SOBRE O GRUPO
A Artes e Engenhos é uma associação que promove trabalhos de artes performativas, som e fotografia, com sede na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Conta com um núcleo de criadores teatrais e com colaboradores nas áreas das artes visuais, design, história, engenharia e arquitectura. A par dos projectos de criação e difusão, desenvolve conferências, cursos e acções com comunidades. Os parceiros das suas actividades têm sido, entre outros, a Câmara Municipal de Almada, a Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, o Goethe-Institut em Lisboa,  a Fundação Calouste Gulbenkian,  o Atelier RE.AL, a Companhia Olga Roriz, o Teatro Garcia de Resende, a Mala Voadora, o Teatro O Bando, a Latoaria, entre outros. Nos últimos anos tem contado com o apoio financeiro do Ministério da Cultura, Direção-Geral das Artes.


4.
O Grito
“Sementeira”
6 NOVEMBRO | Terça-feira |22H00 | M/12 | 75’
PÁTIO DO PRIOR DO CRATO

Autor Fernando Fitas
Dramaturgia José Vaz
Encenação Anabela Neves
Interpretação Ana Tomás, Frederico Barata, Helena Barata, Jefferson Oliveira, José Vaz, Ricardo Fonseca
Cenografia e Desenho de Luzes Jorge Xavier
Canções Letra de Fernando Fitas e Música de Francisco Naia, João Fernando e Nuno Gomes dos Santos
Direcção Musical Ana Tomás e Ricardo Fonseca
Figurinos Mizé
Grafismo Nuno Nascimento.

“Sementeira” comemora 40 anos de vida literária de Fernando Fitas, único autor por duas vezes agraciado com o Prémio de Poesia e Ficção Cidade de Almada (2004 e 2014), entre muitos outros prémios. O trabalho de dramaturgia que nos confiou consistiu, tão só, no invasivo acto de nos apropriarmos das suas palavras para esboçar uma cronologia, sugerir uma narrativa de vida intensamente afectiva e pessoal. Não intentámos, porém, recriar a biografia do autor. Aqui se inserem múltiplas vivências: as de ganhões e malteses, em tempos de latifúndio e repressão, as de operários e sem-abrigo na grande cidade, em tempos de medo e obscurantismo, a festa do 25 de Abril e o sabor amargo que, depois, a Revolução deixou… E a vontade de reaver as nossas raízes mais primordiais.

SOBRE O GRUPO
O Grito iniciou a sua actividade em 1995. Trouxe ao palco autores de referência do teatro europeu do século XX, de Jean Anouilh a García Lorca e de Sartre a Camus, bem como do teatro extra-europeu, do brasileiro Joracy Camargo ao chileno Ramón Griffero. O seu repertório inclui autores incontornáveis da história do teatro, como Anton Tchekhov ou Tennessee Williams, mas tem também dado a conhecer, em Portugal, importantes autores contemporâneos, alguns já reconhecidos internacionalmente como o espanhol Ernesto Caballero, o italiano Davide Enia ou o norueguês Jon Fosse, outros ainda inéditos, como o brasileiro Paulo Andress. Trouxe também para o palco, não só textos dramatúrgicos, mas também poesia e narrativa de grandes autores da língua portuguesa, como José Gomes Ferreira, Al Berto, Herberto Helder ou Natália Correia.
A par da criação de espectáculos, O Grito desenvolve regularmente oficinas de iniciação e formação nas diversas disciplinas ligadas às artes cénicas.

www.ogrito.pt

5.
Teatro da Gandaia
“O Segredo De Quem Somos”
7 NOVEMBRO | Quarta-feira | 21H30 | M/10 | 50’
AUDITÓRIO COSTA DA CAPARICA

Autor Christiane de Macedo
Texto e Encenação Christiane de Macedo
Sonoplastia Nuno Ramos e Ricardo Cardo
Luz Henrique Nabais
Elenco Alberto Oliveira, Ana Rodrigues, António Nobre, Arminda Santos, Cremilde Almeida, Filomena Batista, Manuel Ribeiro.
Assistente e Operação de Som Olga Nunes

 “O Segredo de Quem Somos” traz à cena a ampliação do nosso universo interno e de pessoas que permeiam as nossas vidas. É também a reconstrução da vida quotidiana e a exaltação dos sentimentos humanos. A Dor, o Amor, as Idiossincrasias, a Vaidade, a Avareza. Uma declaração de quem somos, quando estamos sós, e de como somos, quando inseridos nas estruturas sociais que ora nos oprimem, ora nos libertam.

SOBRE O GRUPO
O Grupo de Teatro da Gandaia renasceu em Janeiro de 2018. É composto por sete actores: três com experiência em teatro amador, e quatro que estão em palco pela primeira vez. Depois de uma breve formação, culminou na montagem da peça “O Segredo de Quem Somos”. Esta peça foi estreada em 15 de Junho de 2018 com duas apresentações a 15 e 21 de Julho, com mais de 200 espetadores. Seguem novas apresentações em Setembro e Outubro, no Auditório Costa da Caparica.

www.gandaia.pt

6.
Teatro Ubu
 “Ilha do Sumiço”
8 NOVEMBRO | QUINTA-FEIRA | 21H30 | TODOS | 45’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Ilha do Sumiço – Teatro Ubu: ideia original Francisco Silva, Rui Silvares e Ana Nave
Autor Francisco Silva, Rui Silvares e Ana Nave
Figurinos Rafaela Mapril
Música João Rodrigues
Desenho e operação de luz Daniel Verdades
Grafismo André Clemente
Teaser NoBrain Studio
Interpretação Ana Califórnia, Ana Margarida Leal, António Olaio, Carlos Dias Antunes, Elsa Viegas, Filipa Santana, Francisco Silva, João Rodrigues, Josefina Correia, José Balbino; Jorge Esteves, Patrícia Conde, Pedro Gamboa, Ricardo Cardo, Sara Lourenço, Tânia Ponte e Vasco Santos
Produção Arte 33

São velhas muito velhas. Elas vivem ali assim, junto ao mar. Vão chegando, andam devagarinho. Foram convocadas para uma reunião mas não sabem ao certo do que se trata. Correm boatos. Diz-se que há uns doutores (ou serão engenheiros?) que compraram as casitas delas e que vão enviá-las desta pra melhor. As velhas estão com a pulga atrás da orelha. Conjecturam, discutem, tentam compreender o mundo em que vivem e que, antigamente, acabava ali na areia da praia. Agora é um mundo muito maior, muito melhor, repleto de coisas boas e oportunidades sem fim para gente empreendedora. As velhas suspeitam que não têm lugar neste mundo limpo e ordenado, sem porcaria nas ruas nem aquele cheirinho a peixe. Resta-lhes o conhecimento antigo das coisas misteriosas. Apesar de não terem espaço nem lugar neste novo mundo lindo, as velhas acreditam que irão desta pra melhor!

SOBRE O GRUPO
2013 As Aves: Autor Aristófanes, Adaptação Rui Silvares, encenação Ana Nave; Teatro na Gandaia; 2014 Vestido de Noiva: Autor Nélson Rodrigues, encenação Rui Cerveira; Teatro na Gandaia; 2015 Uma tal Lisístrata Autor Aristófanes. Adaptação Rui Silvares, encenação Ana Nave; Teatro na Gandaia; 2016 O Pranto de Maria Parda: Autor Gil Vicente, adaptação Ana Margarida Leal e Rui Silvares encenação Ana Nave; Teatro na Gandaia; 2017 Rei Ubu: Autor Alfred Jarry, Adaptação Rui Silvares, encenação Ana Nave; Arte 33; 2018 Ilha do Sumiço: ideia original Francisco Silva, Rui Silvares e Ana Nave; Teatro Ubu, Produção Arte 33.


7.
Alpha Teatro
 “GODET...GODOT...GODIN...
...ou lá como ele se chama!”
ESTREIA
9 NOVEMBRO| SEXTA-FEIRA | 21H30 | M/16|90’
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE

Texto a partir de "À espera de Godot" de Samuel Beckett 
Encenação Sofia Raposo
Interpretação Hugo Sovelas, Luís Menezes, Martina Costa, Paula Cirino, Teresa Coelho
Cenografia e figurinos Luís Afonso
Desenho e operação de Luz Hélio Antunes 
Design gráfico Débora Rocha 

Estragon e Vladimir esperam o sr. Godot. Mas será que é mesmo dele que estão à espera? O que é que esperam na verdade? Na esperança de encontrar respostas fazem-nos refletir sobre a nossa própria existência. Uma produção Alpha Teatro a partir de "À espera de Godot " de Samuel Beckett.

SOBRE O GRUPO
Alpha Teatro, Associação Cultural é uma companhia profissional de Teatro fundada em 2014 em Almada que promove espetáculos de Teatro, Dança e Música, entre outras atividades culturais e educativas. Alpha Teatro foi pioneiro num projeto que promove a inclusão social através de diversas formas culturais em Almada
Alpha porque simboliza a origem do universo. Alpha porque simboliza a totalidade do conhecimento, do ser, do espaço e do tempo. Alpha porque acreditamos que independentemente do momento que estamos a atravessar, não podemos cruzar os braços à espera de qualquer coisa que não acontece. Cada adversidade exige um recomeço, esse é o nosso sentido.
8.
Ninho de Víboras
 “Fazer Uma Fogueira”
9 NOVEMBRO | SEXTA-FEIRA | 21H00 | M/6 | 180’ (tem intervalo)
10 NOVEMBRO |SÁBADO | 21H00 | M/6 | 180’ (tem intervalo)
11 NOVEMBRO |DOMINGO | 16H00 | M/6 | 180’ (tem intervalo)
RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA

Autor Alberto Luengo (segundo Jack London)
Intérpretes (por ordem de entrada em cena): Marco Mendes (“Kink”), Paulo Diegues (“Bill”), Joaquim Pedro (“Jim”), António Rodrigues (“Tom, o Novato”), Cristina Gonçalves (“Jean-Baptiste, o Mestiço”)
Cenografia Carlos Janeiro
Guarda-roupa e iluminação Gabriel Orlando
Cartaz Chema Román
Assistente de Encenação Cristina Gonçalves
Tradução, Dramaturgia, Encenação Karas
Produção Ninho de Víboras (2017)
Apoios Teatro Extremo, Atelier Gabriel Orlando
Espectáculo subsidiado pela Câmara Municipal de Almada

Território do Alaska, finais do séc. XIX. As margens do rio Yukon atraem muitos homens que sobem a Costa Oeste dos Estados Unidos em busca da riqueza imediata, acreditando que a sorte lhes sorrirá sob a forma de algumas pepitas de ouro – ou até mesmo de um filão inteiro. Gente com pouco ou nada a perder, para quem o medo e o convívio permanente com a morte são ossos do ofício.
Jack London foi um desses homens que se colocou inteiramente nas mãos do destino e enfrentou a mais terrível fronteira que a natureza delimita à humanidade: o grande silêncio branco. A partir do seu testemunho, vertido numa colecção de contos sobre os anos de garimpo, o estreante dramaturgo espanhol Alberto Luengo compôs um novo e singular objecto dramático: uma aventura pelos territórios mais inóspitos da natureza e do homem, arrastando-nos – contra todo o bom senso – nessa vertigem de encontrar um frio brilho dourado. (Karas, Abril de 2017)

SOBRE O GRUPO
O Ninho de Víboras surgiu em Almada em 1996 como uma das primeiras estruturas de criação artística multidisciplinar do país. Participa na Mostra de Teatro desde a primeira edição, quer com espectáculos, quer com propostas de dinamização deste evento comunitário. Desde, então, a actividade deste colectivo artístico tem sido profícua e constante, priorizando a criação artística contemporânea, principalmente nas áreas do Teatro e da Dança.

Alberto Luengo Estudou História na Universidade de Cantábria (Santander, Espanha) e na Universidade Nova de Lisboa, especializando-se em História Moderna. Trabalha desde 1998 na editora fonográfica multinacional Harmonia Mundi. Em 2017, a sua primeira peça de teatro, “Hacer un fuego” (“Fazer Uma Fogueira”) estreou em Almada. Reside em Lisboa desde 2002.

Karas Fez a sua formação teatral com Yolanda Alves (Portugal), Etelvino Vázquéz (Espanha), José Peixoto (Portugal), Faidel Jaibi (Tunísia), Theodoros Terzopoulos (Grécia), Peter Stein (Alemanha) e Luís Miguel Cintra (Portugal) – entre outros. Trabalhou com os encenadores Yolanda Alves, Theodoros Terzopoulos, Michel Simonot, Paulo Filipe Monteiro, Eduardo Condorcet e João Branco, entre outros.
Fundou em 1996 a companhia multidisciplinar Ninho de Víboras, onde encenou espectáculos sobre textos de Heiner Müller, Oscar Wilde, José Luís Peixoto, Patrick Süskind, Harold Pinter, Mário Palma Jordão, e também de sua autoria.
Integra desde 2016 a equipa artística do projecto “Sete Anos Sete Peças”, de Cláudia Dias, com o qual se tem apresentado extensamente pela Europa.


9.
Marina Nabais Dança, associação cultural
 “NO”
10 NOVEMBRO | SÁBADO | 19H00 | M/5 | 50’
PONTO DE ENCONTRO – CASA MUNICIPAL DA JUVENTUDE DE CACILHAS

Autor Criação Coletiva
Direção Laboratório/Coreografia Marina Nabais
Co-criação Camille Mercadier, Filipa Barroso, Filipa Fernandes, Filipa Leite, Inês Galvão Teles, Jesús Manuel, Mafalda Jorge, Margarida Figueiredo, Patrícia Sousa, Pedro Matias, Rita Seabra
Intérpretes Filipa Fernandes, Filipa Leite, Inês Galvão Teles, Jesús Manuel, Mafalda Jorge, Margarida Figueiredo, Patrícia Sousa, Pedro Matias, Rita Seabra
Música Original Gonçalo Alegria
Desenho de luz Manuel Abrantes
Produção Marina Nabais Dança, associação cultural
Acolhimento Casa Municipal da Juventude de Cacilhas - Ponto de Encontro
Agradecimentos Carla Ribeiro, VOM, Francisco Marreiro, Miguel Brinca, Roberta Dias

Hoje vivemos numa espiral hiperconectada de possibilidades e estímulos. Forçados a seguir o ritmo acelerado da vida ativa/positiva, acabamos consumidos no esgotamento físico e mental.
Marina Nabais, na edição anual do seu Laboratório de Movimento e Dança, propôs aos 12 participantes refletir sobre este corpo/mente à beira do colapso.
Através duma série de exercícios e experimentações, foi também procurada a tese dum regresso para um modo mais contemplativo/negativo do movimento, em que a demora e a desocupação permitem retomar a carícia, o abandono e a resistência. Estas duas vias de existência – Vida Ativa e Vida Contemplativa - conduzem-nos a dois tipos diferentes de cansaço com os quais temos de negociar o avanço das nossas vidas.
NO propõe-nos o aqui e agora, uma dança permanente entre o positivo e negativo, convidando-nos a saborear o verdadeiro aroma do tempo

SOBRE O GRUPO
Marina Nabais Dança, Associação Cultural (MND) foi fundada em 2013, assumindo como objetivo a produção e difusão de espetáculos de dança contemporânea bem como a promoção de projetos pedagógicos.
Os projetos desenvolvidos pela Associação contam com a direção artística da coreógrafa Marina Nabais em colaboração com profissionais de diversas áreas, nomeadamente: Ana Coimbra Oliveira, Ainhoa Vidal, Alban Hall, Ana Sargento, Ângela Ribeiro, Beatriz Tomaz, Carla Ribeiro, Catarina Alfaia, Clara Bevilaqua, Diogo de Andrade, Gonçalo Alegria, Isabel Correia, Joana Guerra, Joana Pupo, Luís Ferreira, Manuel Abrantes, Margarida Mestre, Marina Duarte, Miguel Cruz, Nuno Nogueira, Ricardo Freitas, Sara Santana, Simão Costa, Tiago Melo Bento.
Em busca de um entendimento e relação com o mundo, a Associação encontra as suas raízes no devir do corpo em transformação, onde o movimento está em permanente metamorfose, sempre conectado com o momento presente.
Os principais focos desta exploração são a consciência e percepção do corpo e das suas potencialidades de movimento, a anatomia aplicada à dança e o estímulo do imaginário e criatividade.
MND relaciona-se transversalmente com todas as idades, pois cada etapa de desenvolvimento humano tem algo de muito precioso a contribuir para esta procura.
Do historial da Associação constam os seguintes projetos artísticos: SEDIELA, DANÇÁRIO, MIOCÁRDIO (2014), DE SEDA (2015), O LUGAR QUE OCUPO, SUSTENIDA, LINHA, CORPO-MAPA-LIVRO (2016), DESALINHO, NA AUSÊNCIA DO MEU CORPO (2017), NO, VAGAR (2018).
Ao longo do seu percurso, MND tem contando com a parceria de entidades como ACCCA-Companhia Clara Andermatt (Lisboa), Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas (Ribeira Grande, Açores), ARTEMREDE - Teatros Associados, dEVIR/CAPa (Faro), EIRA (Lisboa), Fórum Dança (Lisboa), IF Barcelona, O Teatrão (Coimbra), Museu do Douro (Peso da Régua), Teatro-Cine de Torres Vedras, entre outros, bem como com o apoio de diversos municípios.
Como co-produtores, destacam-se as seguintes estruturas: Câmara Municipal de Monção, Palácio Marquês de Pombal (Oeiras), Câmara Municipal de Oeiras, Culturgest (Lisboa), Fundação Lapa do Lobo (Lapa do Lobo), Comédias do Minho, Fundação Serralves (Porto), Guimarães Capital da Cultura 2012, Centro Cultural de Vila Flor (Guimarães), Teatro Maria Matos (Lisboa), Cinema Teatro Joaquim d'Almeida (Montijo), Câmara Municipal do Montijo, Balleteatro (Porto) e Teatro Cine de Gouveia (Castelo Branco).
MND é uma estrutura apoiada pelo Município de Almada e recebeu apoios pontuais do Governo de Portugal/DGArtes-Direção Geral das Artes no âmbito dos projetos DANÇÁRIO, CORPO-MAPA-LIVRO e NA AUSÊNCIA DO MEU CORPO.

marinanabais.wixsite.com/marina-nabais

10.
CÉNICO DA INCRÍVEL ALMADENSE
 “Um Minuto Antes De Dizer Adeus”
10 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H00 | M/12 | 50’
SALÃO DE FESTAS DA INCRÍVEL ALMADENSE

Autor Paulo Sacaldassy
Encenação Eugénia Viana
Actores Paula Filipe e Anita Santos
Luminotecnia e Sonoplastia Fernando Viana e Nuno Marques
Figurinos Maria Gabriel Carrilho

Fecharam as portas! Já não é possível o embarque!
Dois personagens, na sala de embarque de um aeroporto, revêem as suas vidas pautadas por trabalho, responsabilidades, busca de poder e estatuto, numa correria desenfreada que coloca à margem a vivência em família, o tempo de pausa e equilíbrio, momentos que realmente valem a pensa ser vividos.
«Paula - O stress mata mais do que tudo. Coitado daquele que é escravo do stress!»

SOBRE O GRUPO
O Teatro marcou presença na Incrível Almadense desde inícios do Séc. XX, tendo presenteado os sócios e a comunidade com espetáculos de sucesso, nomeadamente revista à portuguesa, género bastante apreciado pela população. Passaram pelas lides cénicas da Incrível várias gerações de atores, atrizes, encenadores, cenógrafos e demais técnicos, sempre dignificando o nome da Coletividade e da secção de teatro. Já nos finais dos anos 80, o teatro pausou na Incrível Almadense, tendo estagnado por 10 longos anos. Contudo, em 1998, no âmbito das comemorações dos 150 anos da Incrível Almadense, foi reativado o Cénico da Incrível Almadense e, desde aí, não mais parou, apresentando produções teatrais quer de autores portugueses quer de autores estrangeiros de renome e ainda mantendo uma apresentação contínua de espetáculos de variedades – os denominados cafés-concertos. O grupo é puramente amador, sendo uma actividade da Coletividade e gratuita. Os participantes são de variadas faixas etárias, o que torna o grupo singular no contexto teatral do Concelho de Almada.


11.
A LAGARTO AMARELO – Associação Cultural
 “O Contrabaixo”
ESTREIA
10 NOVEMBRO | SÁBADO | 22H15 | M/12 | 70’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Encenação Cláudia Negrão
Interpretação José Neto
Espaço cénico Hugo Migata e Pedro Alexandre Silva
Desenho de som Tiago Inuit
Desenho de luz / Operação técnica Sandro Esperança
Produção A Lagarto Amarelo

O discurso ácido e frustrado de um contrabaixista e funcionário público, que se sente invisível na hierarquia de uma orquestra, numa metáfora muito curiosa à sociedade humana, é o pretexto para um desabafo com o público no qual discorre com um sentido de humor sarcástico e quase trágico, a sua relação dependente e impossível com um instrumento que admira e enaltece e que ao mesmo tempo se lhe afigura como um elefante branco na sua sala e na sua vida, causando-lhe embaraços e obstáculos.

SOBRE O GRUPO
A Lagarto Amarelo, sediada em Almada, surgiu em 2009. Tem como prioridades a concepção e produção de âmbito teatral e a criação de parcerias com outras entidades culturais, fomentando a troca de conhecimentos  tentando assim facilitar a realização dos projectos, pois considera que a cooperação entre entidades é a forma mais viável (senão a única nos tempos que correm) para garantir o sucesso dos mesmos, aproveitando as sinergias para rentabilizar as potencialidades de cada um.


12.
CÉNICO DA INCRÍVEL ALMADENSE
 “A Biblioteca Encantada”
11 NOVEMBRO | DOMINGO| 11H00 | M/3 | 40’
SALÃO DE FESTAS DA INCRÍVEL ALMADENSE
                                                                                 
Autor Irís Pitacas
Encenação Eugénia Viana
Actores Andreia Cruz, Teresa Menezes, Nuno Marques, Diana Martins, Filipa Soares, Clara Simões, Irís Pitacas, Leonor Borges, Mara Martins e Sónia Caiado
Luminotecnia e Sonoplastia Fernando Viana e Sofia Júlio
Figurinos Maria Gabriel Carrilho
Caracterização Clara Simões
Música Final Andreia Cruz

Alice decide ir visitar a tia à Biblioteca. Não que ela goste de bibliotecas porque ela não gosta de ler… Mas… Aquela não é uma biblioteca qualquer! É a Biblioteca Encantada! Os livros têm sentimentos, saem das prateleiras! E os personagens que vivem nas suas páginas saem dos livros para ensinar à Alice como é importante e divertido ler.

SOBRE O GRUPO
O Teatro marcou presença na Incrível Almadense desde inícios do Séc. XX, tendo presenteado os sócios e a comunidade com espetáculos de sucesso, nomeadamente revista à portuguesa, género bastante apreciado pela população. Passaram pelas lides cénicas da Incrível várias gerações de atores, atrizes, encenadores, cenógrafos e demais técnicos, sempre dignificando o nome da Coletividade e da secção de teatro. Já nos finais dos anos 80, o teatro pausou na Incrível Almadense, tendo estagnado por 10 longos anos. Contudo, em 1998, no âmbito das comemorações dos 150 anos da Incrível Almadense, foi reativado o Cénico da Incrível Almadense e, desde aí, não mais parou, apresentando produções teatrais quer de autores portugueses quer de autores estrangeiros de renome e ainda mantendo uma apresentação contínua de espetáculos de variedades – os denominados cafés-concertos. O grupo é puramente amador, sendo uma actividade da Coletividade e gratuita. Os participantes são de variadas faixas etárias, o que torna o grupo singular no contexto teatral do Concelho de Almada.


13.
EmbalArte
 “As Voltas Que A Terra Dá”
11 NOVEMBRO | DOMINGO| 16H30 | TODOS Recomendado para crianças 6 meses aos 5 anos | aprox. 30’
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE

Autor Ângela Ribeiro e Susana Rosendo
Criação e interpretação Ângela Ribeiro e Susana Rosendo
Música Cantar Mais e EmbalArte
Cenografia, adereços, marionetas e figurinos EmbalArte
Operação Técnica Cláudia Rodrigues
Costureira Ateliê Dulce Correia
Vídeo Marta Tavares
Apoio à produção Companhia de Dança de Almada
Produção Executiva EmbalArte
Apoios Companhia de Dança de Almada, APEM, O Mundo do Espectáculo
Agradecimentos Nelson Simões, Pedro Simões, Sofia Rosendo, Ricardo Silva, Simone Garcia, Maria Franco, Catarina Pé-Curto, Bruno Duarte, Vera Parreira
             
A árvore ao vento se inclina e a semente à terra se deita.
São voltas e voltas que a terra dá, numa dança de Vida, onde o fim é de novo o início.
Quando tudo parece ter terminado, surge um novo caminho, com obstáculos, descobertas e conquistas…
Este espetáculo celebra o ciclo da vida e a beleza como a natureza se renova e se recria.

SOBRE O GRUPO
Uma atriz e uma bailarina. Ângela Ribeiro e Susana Rosendo, juntaram corpos e ideias e criaram um projecto de teatro para bebés e 1ªa infância. Nasceu assim, em 2017, o grupo EmbalArte.
A primeira produção foi “De lés a lés saberás quem és”, uma peça que abordava a cultura e tradição portuguesas, numa viagem sensorial pelo país.
Acreditamos que, através do teatro e da dança, contribuímos para um crescimento mais feliz, assim como potenciamos a formação de novos públicos: bebés e famílias.


14.
GRUPO DE TEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE
 “A Teia”
ESTREIA
11 NOVEMBRO | DOMINGO| 18H00 | M/12 | 60’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Autor Grupo de Teatro da Academia Almadense – Criação Coletiva
Encenação Cláudia Negrão
Interpretação Tiago Nunes, Júlio Picanha, Cláudia Nunes, Debora Alcobia, Debora Frias, Beatriz Ventura, Gonçalo Borges, Ema Duarte, Eduarda Cândido, Tainá de Alencar, Paulo Isidoro
Espaço cénico Hugo Migata
Desenho de som Sandro Esperança
Desenho de luz / Operação técnica Sandro Esperança
Produção Academia Almadense

“A Teia” leva-nos ao mundo das redes sociais e aos comportamentos que os jovens nelas adotam. As destrinças entre o real e o virtual, entre a verdade e o engano, entre o ser e o não ser, adquirem uma importância superlativa na sua maneira de viver e relacionar. Conversámos muito sobre este tema enquanto criávamos e projetávamos este espectáculo e cheguei a ouvir dizer que as suas vidas seriam muito melhores sem redes sociais. Para eles, impõe-se agora como nunca o problema da confiança e o da ansiedade causado por esta exposição incontrolável, por esta teia que não conseguem largar e que os escraviza.
 Embora seja uma ficção, toda a história deste espectáculo surgiu a partir das sugestões e experiências particulares de cada um dos seus intérpretes e tudo começa, quando num grupo de jovens que se conhecem começam a aparecer uns posts muito agressivos…

SOBRE O GRUPO
O Grupo de Teatro da Academia Almadense, existe desde 2007. É constituído por um grupo de jovens, entre os 15 e os 30 (que tem mudado ao longo dos anos) que procuram a formação e o trabalho teatral como forma de se expressar e comunicar. Alguns seguem mesmo a via profissional e hoje temos atores profissionais que se iniciaram neste grupo.
Desde 2008 que apresentam regularmente o seu trabalho na “Mostra de teatro de Almada” e que participam, sempre que são solicitados, em actividades ou eventos da cidade. 


15.
O OUTRO LADO
 “Pântano”
ESTREIA
11 NOVEMBRO | DOMINGO| 19H00 | M/12 | 90’
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

Autor Marina Carr
Encenação Ricardo G. Santos
Tradução Jorge Augusto
Elenco Ana Califórnia, Catarina Lourenço, Carla Silva Nogueira, Frederico Barata, Helena Barata, Inês Magalhães, Luís Lopes, Marta Valente, Paulo Mendes, Pedro Bernardino, Pedro Conde.
Cenografia Ricardo G. Santos
Figurinos Ana Califórnia, Helena Barata e Ana Maria Silva
Adereços Carla Isidro e Ana Califórnia
Ambiente Sonoro Paulo Mendes
Desenho de Luz Ricardo G. Santos
Design Nuno Quá
Produção O Outro Lado
Agradecimentos Câmara Municipal de Almada, Teatro Extremo, O Grito e Paulo Correia Remodelações

Marina Carr, dramaturga irlandesa, foi escritora-residente no Abbey e no Trinity College (Dublin). As suas peças têm sido produzidas em vários países. É a primeira vez que será apresentada em Portugal. Esta peça tem uma re-interpretação livre dos mitos clássicos gregos. O humor negro/humor selvagem, a brutalidade física e as relações humanas estão expostas neste “Pântano”, onde se mistura o mítico e o real.
"A tragédia é muitas vezes a consequência de uma falta de auto-conhecimento fatal. A Marina Carr re-escreve essa regra. As suas personagens morrem de um fatal excesso de auto-conhecimento. A sua verdade mata-as. E sempre souberam que as mataria.” F.McGuinness
Atormentada pela memória da mãe que a abandonou, Hester é uma vez mais traída, desta vez pelo pai da sua filha, o homem que ela ama. Em gesto de desespero, ela embarca numa viagem terrível de vingança à medida que os segredos da sua intricada história são revelados.

SOBRE O GRUPO
Criado em Agosto de 2015, por elementos que há mais de 20 anos colaboram de forma ativa, com diversos Grupos de Teatro dos Concelhos de Almada e Seixal.
O OUTRO LADO – Associação Cultural, pretende apresentar-se precisamente como: O Outro Lado…com a sua POSTURA em palco, com os seus GESTOS e EXPRESSÕES, com as suas MÃOS e os seus OLHOS oferecem-se como ESPELHO para que o PÚBLICO, cada pessoa do público, possa passar para O OUTRO LADO e assim se torne ATOR criador interventivo da sua peça de teatro…e assim poder descobrir que há sempre O OUTRO LADO e depois ainda, OUTRO LADO…

16.
ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA
 “Crónicas Anacrónicas”
ESTREIA
11 NOVEMBRO | DOMINGO| 21H00 | M/12 | 60’
AUDITÓRIO DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA

Autor Gisela Barroso, Inês Barroso e Colectivo
Interpretação Catarina Santos, Sandra Santos, Rui Vieira, Inês Barroso, Gisela Barroso, Leonor Moura, Luísa Andrade
Luz e Som Nuno Coelho

Crónicas Anacrónicas é uma peça que retrata o quotidiano do povo, tal como ele é, pelos olhos do jornalismo da atualidade.

SOBRE O GRUPO
O grupo de teatro da Associação Cultural Manuel da Fonseca tem vinte e dois anos de existência e no seu currículo já constam mais de duas dezenas de peças de teatro, na sua maioria de autores portugueses, muitos deles textos inéditos. O grupo orgulha-se de ser constituído por pessoas de idades várias. No seu currículo constam algumas peças, tais como: ”És Capaz”, “O Sonho” “O Diário de Anne Frank”, “O Leão Bonzão”, “João Tolão da Capa-Rica”, “És capaz”, “Recordar para não viver”, “O sonho”, “A praça da criança”, “O rei da Helíria”, “Uma sereia chamada Ermelinda”, “Rebeubeu Pragais ao Ninho”, “Histórias para serem contadas”, “O pássaro branco”,  “Na minha terra isto acontece – O direito ao sonho” e Romeu Correia, talvez Poeta.

www.facebook.com/associacaoculturalmanueldafonseca/

17.
TEATRO DA GANDAIA
 “O Segredo de quem Somos”
13 NOVEMBRO | TERÇA-FEIRA| 21H30 | M/10 | 50’
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE

Autor Christiane de Macedo
Texto e Encenação Christiane de Macedo
Sonoplastia Nuno Ramos e Ricardo Cardo
Luz Henrique Nabais
Elenco Alberto Oliveira, Ana Rodrigues, António Nobre, Arminda Santos, Cremilde Almeida, Filomena Batista, Manuel Ribeiro.
Assistente e Operação de Som Olga Nunes

 “O Segredo de Quem Somos” traz à cena a ampliação do nosso universo interno e de pessoas que permeiam as nossas vidas. É também a reconstrução da vida quotidiana e a exaltação dos sentimentos humanos. A Dor, o Amor, as Idiossincrasias, a Vaidade, a Avareza. Uma declaração de quem somos, quando estamos sós, e de como somos quando inseridos nas estruturas sociais que ora nos oprimem, ora nos libertam.

SOBRE O GRUPO
O Grupo de Teatro da Gandaia renasceu em Janeiro de 2018. É composto por sete actores: três com experiência em teatro amador, e quatro que estão em palco pela primeira vez. Depois de uma breve formação, culminou na montagem da peça “O Segredo de Quem Somos”. Esta peça foi estreada em 15 de Junho de 2018 com duas apresentações a 15 e 21 de Julho, com mais de 200 espetadores. Seguem novas apresentações em Setembro e Outubro, no Auditório Costa da Caparica.

www.gandaia.pt

18.
NOVO NÚCLEO TEATRO, FCT
 “Horácio”
ESTREIA
14 NOVEMBRO | QUARTA-FEIRA | 21H30 | M/12 | 60’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Texto Centrado no mito de Horácio e a partir dos textos: “O Horácio”, Heiner Müller, “Os horácios e os curiácios”, Bertolt Brecht, “Horácio”, Pierre Corneille
Encenação e dramaturgia Sandra Hung
Tradução (Heiner Müller) Anabela Mendes
Elenco Raquel Martins, Andreia Custódio, Henrique Ribeiro, Beatriz Nunes, Diogo Machado, Mauro Soares e Carolina Thadeu
Desenho de Luz e Direcção Técnica João Chicó
Música e efeitos sonoros NuMac - Núcleo de Música Arte e Cultura Fct-Nova Coreografia Sandra Hung e NuDança - Núcleo de Dança FCT UNL
Vídeo João Seiça
Fotografia NuFoto (Núcleo de Fotografia FCT UNL) e Beatriz Pratas
Produção NNT
Parceria Artes e Engenhos – Associação Cultural
Agradecimentos Anabela Mendes, João Hungria Alves

Trabalho em processo centrado no texto "Horácio" de Heiner Müller, com excertos de "Os horácios e Os Curiácios" de Bertolt Brecht e "Horácio" de Pierre Corneille. É entre a confecção de uma pizza, um jogo de mesa e um jogo no palco, que nos propomos a visitar três géneros teatrais e a retomar questões de ontem reformuladas à luz do nosso quotidiano. Tendo como foco a palavra e insistindo no movimento de voltar atrás, de repetir, de colar, de reescrever, de ampliar, de argumentar gostaríamos de tornar o verbo vivo e encarnado, fazendo dialogar os fantasmas dos nossos fantasmas.
Abertura de Processo: FATAL 2018, Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa, Prémio Fatal Cidade de Lisboa – Espectáculo mais Inovador, Maio 2018.

SOBRE O GRUPO
NNT, Novo Núcleo Teatro da AEFCT, formado em Março 1995, tem no currículo várias produções teatrais, acções de formação, oficinas de escrita, movimento, voz, dramaturgia e encenação. Tem participado, regularmente, em Mostras e Festivais de Teatro Nacionais e Internacionais, entre outros: Mostra de Teatro de Almada, FATAL (Lisboa), FITUB (Blumenau, Brasil), Mostra Internacional de Teatro de Santo André, MoitaMostra (Viseu),Festival “Entrez dans l’arène” (Rennes, França), SALTA (Aveiro), aCTUS (Coimbra), TUBI (Covilhã), Festival de Teatro de Santiago de Compostela (S. De Compostela, Espanha). Recebeu várias menções honrosas e prémios, dos prémios destaca-se: “Tartarugas e Migração”, Texto e Encenação Sandra Hung, Prémio Destaque, Mostra Paschoal Carlos Magno, FITUB, Brasil; “Húmus – Tríptico”, Encenação Alexandre P. Calado, Sandra Hung e Tiago Vieira, Prémio FATAL 2014 - Melhor espectáculo; “Horácio”, Encenação e Dramaturgia Sandra Hung, Prémio FATAL 2018 – Espectáculo mais inovador.


19.
TEATRO ABC.P
 “às Crianças”
15 NOVEMBRO | QUINTA-FEIRA| 10h30 e 11h30 | M/3 | 37’
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

Direção Artística e Encenação Laurinda Chiungue
Assistência de Direção Artística e Encenação Cíntia Guimarães
Intérpretes Adriana Melo e Magnum Soares
Adaptação dramatúrgica: Lavínia Moreira
Espaço acústico Teatro ABC.PI
Idealização de Cenografia e Objetos cénicos Laurinda Chiungue e Salomé Vaz
Cenografia e Objetos cénicos Salomé Vaz (Cenografia e Objectos Cénicos) e Delphim Miranda (Objectos Cénicos)
Consultoria de Desenho de Luz ARTICA CC
Desenho de Luz Daniel Verdades
Produção Executiva e Apoio à Produção Diana Almeida e Teatro ABC.PI

Nos contos fala-se da vida da comunidade, da sua inserção no meio circundante, sente-se uma consciência ecológica manifesta no carácter amoral mas consequente da natureza. Não são bem fábulas embora os animais falem, pois não estão em lugar do homem; os animais são a natureza na sua força.
Valores como a solidariedade ou o valor da experiência, a justiça ou a integração na comunidade trespassam as narrativas. Vislumbra-se o flagelo da fome, e o engenho do homem a contrariá-la.
Dar voz aos Contos Negros é revelar uma herança de contributos sociais, ambientais, artísticos. Tal como Blaise em 1928, acreditamos ser esta partilha uma mais-valia na formação de uma consciência respeitadora, inclusiva e solidária, cada vez mais urgente numa sociedade tendencialmente multicultural.

SOBRE O GRUPO
O Teatro ABC.PI surge da união de jovens atores e do encenador Rogério de Carvalho. Em 2005 revela-se profissionalmente com o espetáculo A Apologia de Sócrates, de Platão, no 22º Festival Internacional de Teatro de Almada, onde recebe a distinção da crítica de Teatro do Jornal Expresso. 

Em 2009 estreia A Chuva (a partir de Estava em Casa e Esperava que a Chuva Viesse, de Jean-Luc Lagarce), em Lisboa, e, em 2011, Numa Noite O Rio Passou, espetáculo criado do universo de Miguel Torga, em Setúbal. 

A estes, seguem-se espetáculos notáveis como Subtil, O Cântico da Sulamita, a criação peculiar Ciclo do Amor, Contos Negros para os Filhos dos Brancos e À Luz.

De Platão a Blaise Cendrars, o trajeto de criação artística do Teatro ABC.PI constrói-se com o desafio de revelar um incontornável olhar sobre cada obra artística, conciliando o público com textos de grandes autores de carácter universal.

Para além do desenvolvimento e participação em diversas dinâmicas de intervenção cultural e artística, o Teatro ABC.PI assumiu, de 2013 a 2015, em parceria com a Câmara Municipal de Almada, a realização de Atividades Educativas e Artísticas para famílias no Centro de Interpretação de Almada Velha, Atividades que culminaram com a Festa do CIAV.

www.facebook.com/ABC.PI/

20.
PRODUÇÕES ACIDENTAIS
 “A Minha Europa / My Europe”
16 NOVEMBRO | SEXTA-FEIRA| 21h00 | M/12 | 80’
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

Autor Colin Ginks e Isabel Mões
Conceção, Dramaturgia e Direcção Isabel Mões
Texto e interpretação Colin Ginks e Isabel Mões
Assistência à encenação e direcção de actores Nuno Coelho
Tradução e legendagem Sara Aguiar 
Cenografia Isabel Mões
Desenho de luzes e vídeo Tasso Adamopoulos
Sonoplastia Sandro Esperança
Design Clara Barbacini

Continuando a explorar a relação entre a imagem e a memória individual iniciada com o anterior projeto “Por Revelar”, Isabel Mões propõe agora traçar uma espécie de mapa autobiográfico da Europa partindo da memória pessoal.
O espetáculo acompanha o percurso de vida de um inglês nascido em Birmingham, Inglaterra, que veio viver para Portugal nos anos 90 e de uma portuguesa cuja família emigrou para a Londres, Inglaterra, mas que nunca visitou esse País.
Os protagonistas percorrem a história das suas famílias, das mudanças sociais e políticas que testemunharam e as transformações provocadas pelo chamado progresso do estado moderno europeu.
O confronto entre a memória vivida e idealizada destes dois países, numa constante relação com a imagem (fotografias, postais e vídeo) permite também pensar o momento que a Europa atravessa.
Este projeto é o primeiro de uma série que pretende relacionar a memória autobiográfica com a história coletiva. O próximo espetáculo estreará em 2019/2020, trabalhando desta vez a relação entre a França e a Alemanha.

SOBRE O GRUPO
As PRODUÇÕES ACIDENTAIS promovem projectos de criadores de várias áreas artísticas, miscigenando as suas linguagens próprias, ao sabor da sua disponibilidade e das oportunidades que vão surgindo. Apesar das nossas produções serem necessariamente “acidentais”, desde que informalmente começámos as nossas actividades produzimos 15 criações de teatro, música, escrita, fotografia e artes plásticas.
Paralelamente, temos desenvolvido acções de formação artística nas áreas do teatro e da promoção da leitura.
The theater is so endlessly fascinating because it's so accidental. It's so much like life.
Arthur Miller

www.facebook.com/ProAcid

21.
ARTES E ENGENHOS
 “Migrações – Título Provisório”
16 NOVEMBRO | SEXTA-FEIRA| 22h30 | M/16 | 65’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Autor Artes e Engenhos, Sandra Hung
Texto, Dramaturgia e Interpretação Sandra Hung
Encenação, Dramaturgia e Selecção Musical Rogério de Carvalho
Interpretação Paula Reis
Apoio Vocal Luís Madureira
Direcção Técnica, Luz, Sonoplastia e Produção Executiva João Chicó/Contrapeso
Projecção João Chicó a partir de vídeo de João Seiça
Registo Videográfico Paulo Hung
Vídeo Promocional João Seiça
Design de Comunicação Miguel Pacheco Gomes
Produção Artes e Engenhos
Apoios e Parcerias Câmara Municipal de Almada, DGArtes – Apoio à Internacionalização, DCSA, FCT, Universidade Nova de Lisboa,
Teatro Extremo, Teatro-Estúdio António Assunção, FestLuso (Teresina, Brasil), Latoaria, Contrapeso,Ldª, Fosso de Orquestra

O ano passado na 21ª MTA apresentámos um 1º esboço deste trabalho em processo. Essa primeira abertura pública serviu para reunir materiais e montar a segunda parte do espectáculo, que estreámos e apresentámos no TEAA, em Fevereiro, e circulámos nos estados de Teresina e do Maranhão, Brasil, integrado no FestLuso 2018, Festival de Teatro Lusófono, em Agosto. 
Migrações é o plural da palavra migração que designa uma movimentação geográfica, mais precisamente um deslocamento de um lugar de origem para um lugar de destino. Mudar de sítio, realojar, pode convocar novos modos de habitar e de pensar que atenuem a sensação de estrangeiro – de se estranhar uma nova realidade e de se ser estranho. Propomos: migrações no espaço, no tempo e na mente, sendo as mais acentuadas verificadas no plano da mente e da oralidade; um trajecto à volta de uma estrutura organizada por dois textos – texto A e B, um narrando na primeira pessoa a vinda de Moçambique para Portugal, outro espelhando o esforço da mente, num processo de alucinação, em conseguir erguer um sentido para o fluxo de palavras e de frases num ritmo fora da área conversacional. O trabalho das palavras.
Ao aliar o texto A ao texto B confronta-se: de um lado a Realidade, do outro o Real, sem mediação. Convoca-se quem assiste a trabalhar na fábrica de Construção de Sentidos, a manifestar uma derradeira obra do espírito criador, a fazer uma reflexão sobre a relação do Teatro com o próprio espectador – uma apaixonada e dramática meditação sobre a vida e a morte.

SOBRE O GRUPO
Artes e Engenhos é uma associação que promove trabalhos de artes performativas, som e fotografia, com sede na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Conta com um núcleo de criadores teatrais e com colaboradores nas áreas das artes visuais, design, engenharia e arquitectura. A par dos projectos de criação e difusão, desenvolve conferências, cursos e acções com comunidades. Os parceiros das suas actividades têm sido, entre outros, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Goethe-Institut de Lisboa, o Atelier RE.AL, a Companhia Olga Roriz, o Teatro O Bando, a Latoaria, o Teatro Garcia de Resende, a Moagem, as Oficinas do Convento, o Projecto Ruínas, a Câmara Municipal de Almada.


22.
ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA
 “Romeu Correia, Talvez Poeta”
17 NOVEMBRO | SÁBADO| 21H00 | M/12 | 90’ (TEM INTERVALO)
AUDITÓRIO DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA

Textos Romeu Correia
Guião Ferrer Asturiano
Cenografia Carlos Canhão
Música João Fernando
Voz Off Romeu Correia, Vasco Branco
Vozes Luisa Basto, João Fernando e José Carlos Tavares
Interpretes José Carlos Tavares, Gil Marovas
Som e luz Nuno Coelho
Encenação Coletivo do Grupo de Teatro da A.C.M.F 
Apoio Câmara Municipal Almada

O bonecreiro Mestre Albino – o vagabundo das mãos de ouro – e o seu ajudante Zé Guia deparam-se com um grave problema quando pretendem iniciar o seu espetáculo de marionetas: a “estrela” da companhia recusa-se a participar.
Mestre Albino, homem de infinitos recursos, de pronto resolve a questão: apresenta, em “estreia universal”, um espetáculo musical totalmente composto por poemas de um “poeta seu amigo”.

SOBRE O GRUPO
O grupo de teatro da Associação Cultural Manuel da Fonseca tem vinte e dois anos de existência e no seu currículo já constam mais de duas dezenas de peças de teatro, na sua maioria de autores portugueses, muitos deles textos inéditos. O grupo orgulha-se de ser constituído por pessoas de idades várias. No seu currículo constam algumas peças, tais como: ”És Capaz”, “O Sonho” “O Diário de Anne Frank”, “O Leão Bonzão”, “João Tolão da Capa-Rica”, “És capaz”, “Recordar para não viver”, “O sonho”, “A praça da criança”, “O rei da Helíria”, “Uma sereia chamada Ermelinda”, “Rebeubeu Pragais ao Ninho”, “Histórias para serem contadas”, “O pássaro branco”,  “Na minha terra isto acontece – O direito ao sonho” e Romeu Correia, talvez Poeta.

www.facebook.com/associacaoculturalmanueldafonseca/

23.
Teatro & Teatro – Associação Cultural o Mundo do Espectáculo
“O Trem Das Treze (e Treze)”
ESTREIA
18 NOVEMBRO | DOMINGO| 16H00 | M/14 | 60’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Autor António Mauriz
Encenação Manuel João
Elenco Inês Possante e Rita Miranda
Luz e som Manuel João
Figurinos Ana Mateus
Cenografia Ana Mateus/coletivo Teatro & Teatro
Grafismo Rita Miranda
Tratamento de Imagem Ana Mateus
Apoio no trabalho de corpo Pablo Fernando
Apoios Câmara Municipal de Almada, Agrupamento de Escolas João de Barros
Agradecimento António Mauriz pela simpatia e disponibilidade

Dois estranhos iguais com as suas malas iguais, esperando o comboio que nunca chega, confrontam-se para controlar o momento, a palavra e o espaço, com o único objetivo de alcançar o poder de um sobre o outro.
Os “Gémeos” da comédia de Plauto são colocados num ambiente desolador, frio e milimetricamente definido, uma estação de comboio, que até poderia ser um outro contexto habitado pela cobiça.
O “Trem das treze (e treze)” submerge-nos numa outra realidade, no irracional do ser e sua existência, na  ilógica sobrevalorização do tempo sem sentido, na loucura que nos envolve.
Sem subterfúgios, reflete-se a necessidade da hierarquia como instrumento de segurança e sobrevivência do indivíduo, até ao momento em que o irracional e a tragédia do confronto se convertem em absurdo, com a comicidade que isto nos traz.
Como Beckett disse: “Asseguro-vos que o nada é mais divertido do que a infelicidade. É a coisa mais cómica do mundo”
(a partir do Prólogo de Óscar Pastor)

SOBRE O GRUPO
Teatro & Teatro é um dos grupos de teatro de O Mundo do Espectáculo, tendo como produções de maior relevo: “Autocarro” de Helena Teixeira, “História da Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar” de Luís Sepúlveda,  “Aos Homens Nada Escapa…” a partir de três textos de Mário Costa, “A Invenção do Amor” a partir do poema de Daniel Felipe, “Deitada és uma Ilha…” de vários autores, “A Boda” de Bertolt Brecht, “Onde é Que Eu Me Deixei”, monólogos de Maria J. Árias, Júlia Verdugo e Charo Solanas, “Morte e Vida Severina” de João Cabral Melo e Neto, “Deixa-me em Paz!” de Moisés Mato, “Stella – Teatro Breve” a partir de textos de Stella Manault, “Almada Negreiros” textos “Antes de Começar” e “Pierrot e Arlequim” de Almada Negreiros, “Sobre a Impossibilidade de Amar no Pretérito Imperfeito” de Dário Facal, “Universos e Frigoríficos” de Jacinto Lucas Pires, “Noite de Guerra no Museu do Prado” de Rafael Alberti ,  ”Um Carimbo para a Viagem” de Mendizábal e J. Cedena e “OFF” de Alberto Garcia Martin.

24.
COMPANHIA DE TEATRO MUSICAL DA PLATEIAS D’ARTE
“Sonhos – Um Clássico Encantado”
ESTREIA
18 NOVEMBRO | DOMINGO| 16H00 | M/3 | 60’
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

Autor Adaptação de Diogo Novo e Sara Castanheira inspirado nos Contos dos Irmãos Grimm
Adaptação e Encenação Diogo Novo e Sara Castanheira
Figurinos Helena Resende e Diogo Novo
Coreografia Diogo Novo      
Cenário Diogo Novo
Desenho de Som e Luz Sandro Esperança
Direcção Musical e de Vozes Diogo Novo
Direcção de Actores Sara Castanheira
Maquilhagem e Adereços Sara Mendonça

Em Sonhos - Um Clássico Encantado, a protagonista é Maria, uma menina que não consegue acreditar no seu coração. Uma noite, enquanto tentava adormecer, ela é visitada pela Fada Madrinha e Peter Pan que têm uma história para contar. Juntamente com alguns dos personagens favoritos dos contos infantis (Ariel, Bela, Branca de Neve e Cinderella). Nessa noite,  canta-se, dança-se e sonha-se maravilhosamente. Maria - e todos nós - somos lembrados acerca poder dos sonhos e do pensamento positivo.

SOBRE O GRUPO
A Companhia de Teatro Musical da Plateias D'Arte, surge na continuação do Grupo de Teatro Musical da Academia Almadense. 
O grupo nasce no ano de 2012, ano em que apresenta o seu primeiro projeto musical “Annie”, que voltará a ser repetido em Abril de 2013.
Devido ao seu enorme sucesso, este grupo aposta numa produção mais ambiciosa e leva à cena “O Feiticeiro de Oz”, tendo obtido um êxito de bilheteira com mais de 3 mil espectadores.
A peça estreou em 25 de Maio de 2013 e voltou a subir à cena em Dezembro do mesmo ano, numa versão especial de Natal, com sessões especiais para as escolas do concelho de Almada. No ano de 2014, este grupo tem uma participação especial, a convite do encenador, na peça Comemorativa dos 55 anos de Carreira de António Calvário intitulada “Da Revista ao Musical”. Para assinalar a época Natalícia de 2014, o grupo volta a levar à cena uma peça dedicada ao público infantil, com uma mensagem muito forte acerca dos valores da amizade, da bondade, do carinho e do afecto, também numa versão especial de Natal, “O Sítio do Picapau Amarelo” participante na 18.º Mostra de Teatro de Almada. Esta peça, para além de ter esgotado 7 vezes no Cine Teatro Academia foi ainda a única peça infantil a esgotar por 2 vezes a sala do Fórum Municipal Luísa Todi, Casa da Cultura da Sertã e Cine Teatro Sousa Telles em Ourique.
Seguiu-se Disney - Momentos Mágicos em Fevereiro de 2015 ; Musicalmadense - Festival da Canção em Abril de 2015 e Noite Lírica em Maio  e Outubro de 2015, obtendo com este último o maior sucesso do ano desta Companhia de Teatro Musical.
No Natal de 2015, leva à cena, numa versão mais espetacular e mágica, o grande musical Annie, e torna participar na 19º Mostra de Teatro de Almada com a peça mencionada.
Em Março de 2016 estreia o grande musical "Memórias do Cinema Português" com os cantores Carlos Guilherme e Luísa Basto como protagonistas. A história do cinema musical português é contada no palco através de melodias sempre, com um elenco de 12 cantores e 4 bailarinos. Ainda em 2016, em Maio, apresentam "O Som Do Amor", um espetáculo onde se fala de todos os tipos de amor através da música, desde o amor romântico ao amor pela Arte.
Na 20º Mostra de Teatro Almada, apresentou o musical infantil o Feiticeiro de Oz. Mais tarde, e já no ano de 2017, estreia Piaf, Da Revista ao Musical, e A Bela e o Monstro.
Propõe-se agora, na 22ª Mostra de Teatro de Almada, o musical Sonhos - Um Clássico Encantado, inspirado nos contos tradicionais dos Irmãos Grimm.

www.facebook.com/plateiasdarte

25.
GITT – Grupo de Iniciação Teatral da Trafaria
“Três Bicas e um Carioca de Limão
ESTREIA
18 NOVEMBRO | DOMINGO | 21H00 |  M/12 | 50’
RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA

Autor Xico Braga
Encenação Vitor Mio
Luz Paulo Nunes
Som Eduardo Dionisio
Interpretação Andreia Tareja; Manuel Soares; Joaquim Paussão; Xico Braga
Guarda-roupa GITT
Adereços GITT e Hugo Pereira

No Café. Lugar de encontro.
Na rotina dos dias, 4 amigos encontram-se e conversam sobre os mais diversos assuntos, sob o deferente e delicado atendimento da empregada por quem nutrem uma particular estima. Nem sempre é fácil a relação entre eles já que diferentes são suas vivências, o seu passado.
Os desencontros manifestam-se quando o mais novo dentre eles se manifesta arauto do “vox populi”, esquecendo quão outros são os deuses de hoje a enformar e, portanto, desinformar a outrora tão estimada considerada voz de deus.
Contam-se histórias. Os dias passam. Saram-se as feridas com a força dos diversos cambiantes que a amizade tem. Até a esboçada e atribulada história de amor ali vivida há-de chegar a bom porto.
São 11 as cenas que desafiam os 5 actores – amadores de teatro − ao exercício dos seus dotes de representação.

SOBRE O GRUPO
Grupo de Teatro amador e independente, fundado em 1972, encontrou nos Recreios Desportivos da Trafaria a compreensão e o apoio para, nas suas instalações puder desenvolver toda a sua actividade desde a sua fundação até a presente data.
Em 1996 por escritura pública constitui-se em Associação Cultural sem fins lucrativos.
Passaram pelo GITT diversas pessoas que continuaram ligados ao teatro, quer como actores, cenógrafos, encenadores ou técnicos.
O GITT - realizou 5 Ciclos de Cultura de 1978 a 1982 e sempre no período de 24 de Abril a 10 de Junho de cada ano. Estes ciclos eram compostos de espectáculos de Teatro, Música, Cinema, Dança, Poesia e Exposições.
Tem participado em todas as Mostras de Teatro de Almada.
O GITT foi sempre apoiado pela Câmara Municipal de Almada, Junta de Freguesia da Trafaria, agora União de Freguesias de Caparica e Trafaria, e Recreios Desportivos da Trafaria.
Teve apoios pontuais da Secretaria do Estado da Cultura e da Fundação Gulbenkian