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ESPETÁCULOS

ESPETÁCULOS 2019

ABERTURA DA MOSTRA DE TEATRO DE ALMADA
ATUAÇÃO DA BANDA FILARMÓNICA DA ACADEMIA ALMADENSE

2 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H00 | M/6 | 30’
FÓRUM MUNICIPAL ROMEU CORREIA

A Banda da Academia Almadense é uma das quatro bandas filarmónicas centenárias do concelho de Almada e marcará a abertura da 23.ª edição da Mostra de Teatro de Almada com uma atuação musical.

1.
AMÁLIA – O MUSICAL
adaptação de Diogo Novo a partir do texto de Filipe Lá Féria
TKM – UNIVERSIDADE SÉNIOR DOM SANCHO I DE ALMADA

2 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30 | M/12 | 90’
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

Encenação e Adaptação Diogo Novo
Interpretação Alunos da Classe de Teatro Musical, Coro, Fado, Danças do Mundo e Folclore da TKM – Universidade Sénior Dom Sancho I de Almada
Cenografia e Figurinos Diogo Novo e Helena Resende
Desenho de luz Diogo Novo
Apoio Musical Diogo Novo e Ricardo Martins
Adereços Fátima Lopes
Fotografia e vídeo Natália Pinto
Secretariado Emília Evaristo
Apoio Câmara Municipal de Almada

Agora em Almada: o maior sucesso do espetáculo em Portugal, seis anos em cena com 1.375 representações e mais de três milhões de espectadores, numa nova versão pelos alunos da TKM – Universidade Sénior Dom Sancho I de Almada. Amália - o Musical, foi uma das últimas vontades de Amália Rodrigues que em 1998 manifestou o desejo de ver a sua vida num grande musical. “Amália – o Musical” é um espetáculo transversal a todo o público que obteve todos os prémios de melhor espetáculo nacional e a aclamação unânime da crítica internacional.

SOBRE O GRUPO
Teatro Musical da Dom Sancho começou no ano de 2016/2017 com a apresentação de uma Revista. No ano de 2017/2018 – Musical “ 5 anos da Dom Sancho” e no ano de 2018/2019 – Amália O Musical.

2.
OMELETA À MOLIÈRE
TEATRO DA GANDAIA

6 NOVEMBRO | QUARTA | 21H30 | M/6 | 60’
TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE (SALA EXPERIMENTAL)

Autor Christiane de Macedo, com base em textos de Molière
Produção Associação Gandaia
Encenação e Dramaturgia Christiane de Macedo
Textos (Fragmentos) de Peças de Molière O Avarento, As Eruditas, Médico à Força, Escola de Mulheres
Criação de Textos Christiane de Macedo
Colaboração de Alberto Oliveira
Elenco Alberto Oliveira, Bárbara Belmonte, Bia Calado, João da Costa, Manuel Ribeiro, Maria Almeida, Maria Lopes, Mena Batista, Olga Souza Nunes, Selma Tavares
Voz Off “O Avarento” Ricardo Cardo
Música Octávio Camargo e Chiris Gomes
Gravação e Edição Rodrigo Augusto Ribeiro
Luz Henrique Nabais
Cenário António Fonseca
Figurinos Teresa Macedo e Christiane de Macedo
Imagens do Ecrã Ricardo Salomão
Design Gráfico Ausenda Coutinho
Montagem de Sonoplastia Nuno Ramos
Operação de Som António Borges
Operação de Vídeo Arbela Lima
Cenotécnico João Paulo Gerardo
Registo em Vídeo e Fotografia António Nobre
Apoio Câmara Municipal de Almada
Fotografia António Nobre

Teatro é uma celebração. É construído com muita dedicação e entrega, com todos os cuidados e muito carinho ao longo de meses. Uma celebração que se consuma, em coletivo, em pouco tempo de maravilha num ambiente de penumbra.
Este trabalho do Teatro da Gandaia é uma vez mais dirigido com enorme energia e rigor por Christiane Macedo, sobre um texto que ela produziu, fruto de horas e horas de trabalho em ambos os lados do Atlântico, com base na obra inesquecível de Molière.
Em cima do palco vão estar vários atores, todos amadores. Uns porque amam, e outro porque a amizade o trouxe ao elenco numa hora de aflição. Ensaiaram horas e horas, dias atrás de dias, num ritmo cada vez mais intenso, para chegar a essa hora e fazer com as suas mãos, os seus corpos, as suas vozes, mas sobretudo com o seu tempo e energia, essa magia que partilham. Aliás, tudo começa precisamente na partilha. No trabalho de um grupo, para oferecer a todos quantos o desejem fruir.
Todo o trabalho de todas estas pessoas, se destina à criação desses momentos de maravilha, dessa magia contagiante que o Teatro é. Mas que magia é essa? A maior: Vida.

SOBRE O GRUPO
O grupo de teatro da Associação Gandaia iniciou as suas atividades em 2012 estreando-se no palco do Auditório Costa da Caparica em 2012 com o espetáculo As Aves de Aristófanes, encenado por Ana Nave. A partir daí, vários espetáculos foram apresentados, com outros dois encenadores dirigindo os trabalhos, primeiro, Rui Cerveira, com O Vestido de Noiva de Nelson Rodrigues e ainda Christiane de Macedo, que se estreou como encenadora com O Segredo de Quem Somos.
O Grupo de Teatro da Gandaia desempenha um trabalho fundamental de animação cultural da Costa da Caparica e pauta-se por abertura à participação da comunidade e de iniciação ao teatro, disponível para quem tiver o “bichinho da Arte de Talma”.

3.
DE LÉS A LÉS, SABERÁS QUEM ÉS
EmbalArte + caDA

8 NOVEMBRO | SEXTA | 10h15 e 11h30 | M/6 meses | 45’
CENTRO SOCIAL DA TRAFARIA

Criação e interpretação Ângela Ribeiro e Susana Rosendo
Apoio à Criação Carla Albuquerque
Música Cantar Mais – APEM
Costureira Ateliê Dulce Correia
Imagem Joana Cavadas
Apoio à produção Companhia de Dança de Almada
Produção Executiva EmbalArte
Agradecimentos Teatro Extremo, Companhia de Dança de Almada, Carlos Gomes, Hágira Sequeira
Apoio Câmara Municipal de Almada
Fotografia Vítor Cid

De norte a sul, do Minho ao Algarve, as nossas tradições chamam por nós. Vamos descobrir a nossa terra, ninho-mãe de tantas vidas. Aqui há corações delicados, galos constipados, mares divertidos e fados bem treinados. De lés a lés, uma viagem em família à descoberta dos sons, formas e cores da vida portuguesa. Uma viagem à descoberta da amizade. Venham ajudar a construir este ninho, que é de todos nós, e fazer amigos … em português!

SOBRE O GRUPO
Uma atriz e uma bailarina. Ângela Ribeiro e Susana Rosendo. Juntaram corpos e ideias para dar corpo e voz a um projeto de teatro para bebés e 1ª infância.
Nos primeiros anos do desenvolvimento infantil, os estímulos sensoriais são decisivos e fundamentais para a formação da personalidade do bebé, assim como para fortalecer e desenvolver as outras fases do crescimento. Acreditamos que, através do teatro para bebés contribuímos para um crescimento mais feliz, assim como potenciamos a formação de novos públicos: bebés e família. Este é o nosso contributo!
De lés a lés, saberás quem és é a nossa primeira criação: um espetáculo que oferece o folclore e tradições portuguesas, com as formas e sons que os compõem, num contexto pensado para os bebés. Queremos sensibilizar os bebés, e as suas famílias, para a cultura do nosso país.
Para esta partilha acontecer, as intérpretes partilham o espaço com as famílias, apelando à interação e à intimidade.

4.
O REINO DO QUERER
CÉNICO DA INCRÍVEL ALMADENSE

9  NOVEMBRO |SÁBADO | 11h00 | M/6 | 45’
SALÃO DE FESTAS DA INCRÍVEL ALMADENSE

Elenco Sónia Caiado, Tereza Menezes, Paula Filipe, Raquel Caldeira, Filipa Soares, Cláudio Sales, Anita Santos
Encenação Eugénia Viana Cenografia: Vítor Rosado
Figurinos Maria Gabriel Carrilho
Caracterização Filipa Soares
Desenho de luz e som Fernando Viana
Imagem Fernando Viana
Autor criação coletiva do Cénico da Incrível Almadense
Apoio Câmara Municipal de Almada
Fotografia Fernando Viana

Sónia quer ser exploradora e não só... e num dos seus passeios encontra o Reino do Querer, onde vivem as Rainhas Vontade e Consciência, as Princesas Possível e Impossível, o Príncipe Talvez e a aia Xalupa. No palácio, ela vai aprender que, sendo criança, tem todas as possibilidades em aberto e que o necessário é escolher, mas escolher bem.

SOBRE O GRUPO
O Teatro marcou presença na Incrível Almadense desde inícios do Séc. XX, tendo presenteado os sócios e a comunidade com espetáculos de sucesso, nomeadamente revista à portuguesa, género bastante apreciado pela população. Passaram pelas lides cénicas da Incrível várias gerações de atores, atrizes, encenadores, cenógrafos e demais técnicos, sempre dignificando o nome da Coletividade e da secção de teatro. Já nos finais dos anos 80, o teatro pausou na Incrível Almadense, tendo estagnado por 10 longos anos. Contudo, em 1998, no âmbito das comemorações dos 150 anos da Incrível Almadense, foi reativado o Cénico da Incrível Almadense e, desde aí, não mais parou, apresentando produções teatrais quer de autores portugueses quer de autores estrangeiros de renome e ainda mantendo uma apresentação contínua de espetáculos de variedades – os denominados cafés-concertos. O grupo é puramente amador, de atividade gratuita e por “amor à camisola”, portanto. Os participantes são de variadas faixas etárias, o que torna um grupo singular no contexto teatral do Concelho de Almada.

5.
ARREGALAR OS OLHOS NÃO É VER
TALMADA TEATRO
ESTREIA

9  NOVEMBRO |SÁBADO | 16h00 | M/6 | 60’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Texto e Encenação José Rodrigues
Assistente de Encenação Alexandra Pereira
Elenco José Rodrigues, Sandra Camargo
Cenografia Mariana Barbosa
Técnico de luz e som Alexandre Silva
Figurinos José Rodrigues e Alexandra Pereira
Produção Espaço Talmada Associação Teatro Profissional de Almada
Marketing e Publicidade Joana Gonçalves
Apoio Câmara Municipal de Almada
Fotografias TALMADA Teatro

Arregalar os olhos não é ver! é uma peça de José Rodrigues baseada no texto Galileu Galilei de Bertolt Brecht.
Nela realçamos a luta contra o bloqueio que a ciência teve de enfrentar para conseguir provar que a Terra não é o centro do universo. A teoria heliocêntrica, em oposição às teorias de Aristóteles e de Ptolomeu (teoria geocêntrica), encontrou uma resistência desproporcional por parte dos representantes do Vaticano e somente a persistência de Galileu, com o auxílio fundamental da "trompa holandesa" (telescópio), levou a que a confirmação das teorias de Copérnico chegassem finalmente à Holanda, pais protestante, e ai publicadas e postas á disposição dos cientistas que acabaram por mostrar ao mundo que não há suporte no céu.
 
SOBRE O GRUPO
O Talmada nasceu há três anos com intenção de dar voz a jovens atores acabados de formar ou em fase de formação. Hoje o Talmada é uma associação de Teatro, com um elenco fixo e outro variável para estagiários e atores em fase de projeção no mercado de trabalho. Entre atores, técnicos e de mais intervenientes necessários ao desenvolvimento da nossa atividade contamos já com um número considerável de pessoas que vão lutando diariamente para que o teatro nunca deixe de ser uma realidade da cultura portuguesa.
Com três peças em cena anualmente (uma infantil, uma juvenil e outra para o público em geral), o Talmada iniciou recentemente uma outra modalidade: "teatro para a família", com bilheteiras verdadeiramente acessíveis, apresentando todas as quartas-feiras uma comédia - "Montanha Russa".

6.
A AVÓ É FIXE
CÉNICO DA INCRÍVEL ALMADENSE

9  NOVEMBRO |SÁBADO | 21H30 | M/14 | 55’
SALÃO DE FESTAS DA INCRÍVEL ALMADENSE

Atores Cláudio Sales e Carla Silva
Encenação Eugénia Viana
Cenografia Vítor Rosado
Figurinos Maria Gabriel Carrilho
Caracterização Filipa Soares
Desenho de luz e som Fernando Viana
Imagem Fernando Viana
Autor Romário Machado
Apoio Câmara Municipal de Almada
Fotografias Fernando Viana

As avós são segundas mães e esta avó foi mãe e pai do seu querido netinho – Márcio. Mas desenganem-se se pensam que vão conhecer uma avozinha convencional. Esta avó é desempoeirada, atrevida, divertida e, também, inconveniente… Quer passar um divertido serão e conhecê-la?

SOBRE O GRUPO
O Teatro marcou presença na Incrível Almadense desde inícios do Séc. XX, tendo presenteado os sócios e a comunidade com espetáculos de sucesso, nomeadamente revista à portuguesa, género bastante apreciado pela população. Passaram pelas lides cénicas da Incrível várias gerações de atores, atrizes, encenadores, cenógrafos e demais técnicos, sempre dignificando o nome da Coletividade e da secção de teatro. Já nos finais dos anos 80, o teatro pausou na Incrível Almadense, tendo estagnado por 10 longos anos. Contudo, em 1998, no âmbito das comemorações dos 150 anos da Incrível Almadense, foi reativado o Cénico da Incrível Almadense e, desde aí, não mais parou, apresentando produções teatrais quer de autores portugueses quer de autores estrangeiros de renome e ainda mantendo uma apresentação contínua de espetáculos de variedades – os denominados cafés-concertos. O grupo é puramente amador, de atividade gratuita e por “amor à camisola”, portanto. Os participantes são de variadas faixas etárias, o que torna um grupo singular no contexto teatral do Concelho de Almada.

7.
ZAPATOS
TEATRO & TEATRO – O MUNDO DO ESPECTÁCULO
ESTREIA

10 NOVEMBRO |DOMINGO | 21h30 | M/14|80’
AUDITÓRIO MUNICIPAL FERNANDO LOPES-GRAÇA

Autor Will Smile
Encenação Manuel João
Elenco André Carvalho, Helder Silva, Inês Possante, Rita Miranda, Sara Freitas, Sofia Benedito e Sónia Silva
Luz e som Manuel João
Figurinos Coletivo Teatro & Teatro
Cenografia Coletivo Teatro & Teatro
Grafismo Sónia Silva
Fotografia Helder Silva
Vídeo Helder Silva, coletivo Teatro & Teatro
Apoios Câmara Municipal de Almada, Agrupamento de Escolas João de Barros Produção Associação Cultural O Mundo do Espectáculo
Agradecimento Will Smile
Apoio Câmara Municipal de Almada
Fotografias Helder Silva

Zapatos é um espetáculo de teatro cheio de suspense e humor, com uma temática fortemente assente nas realidades da sociedade contemporânea, uma trama que relata a intervenção de um dramaturgo na vida das suas personagens. O autor como personagem, a personagem como autor. A manipulação do outro, como se de marioneta se tratasse, o manipulador que, afinal, nem tudo pode controlar. Trata-se de um espetáculo que reúne histeria, humor, agonia, deleite, felicidade e, inevitavelmente, infelicidade.
Zapatos é um espetáculo que deixará o espetador surpreendido, angustiado, atordoado…descalço! Autor: Will Smile, encenação: Manuel João. Por Teatro & Teatro – Associação Cultural O Mundo do Espectáculo.

SOBRE O GRUPO
Teatro & Teatro , grupo de teatro de O Mundo do Espectáculo, tem como produções de maior relevo: Autocarro de Helena Teixeira, História da Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar de Luís Sepúlveda,  Aos Homens Nada Escapa… a partir de três textos de Mário Costa, A Invenção do Amor, poema de Daniel Felipe, Deitada és uma Ilha…, vários autores, A Boda de B. Brecht, Onde é Que Eu Me Deixei, monólogos de Maria Árias, Júlia Verdugo e Charo Solanas, Morte e Vida Severina de J. Cabral Melo e Neto, Deixa-me em Paz! de Moisés Mato, Stella, Teatro Breve, textos de Stella Manault, Almada Negreiros textos Antes de Começar e Pierrot e Arlequim de Almada Negreiros, Sobre a Impossibilidade de Amar no Pretérito Imperfeito de Dário Facal, Universos e Frigoríficos de Jacinto L. Pires, Noite de Guerra no Museu do Prado de Rafael Alberti ,  Um Carimbo para a Viagem de Mendizábal e J. Cedena e OFF de Alberto G. Martin, O Trem das Treze (e Treze) de António Mauriz.

8.
SOPINHAS DE MEL
NNT – NOVO NÚCLEO TEATRO
ESTREIA

11 NOVEMBRO | SEGUNDA | 21h30 | M/16 | 75’
AUDITÓRIO OSVALDO AZINHEIRA – ACADEMIA ALMADENSE

Texto Teresa Rita Lopes
Dramaturgia, Encenação e Conceção Plástica Sandra Hung
Assistência ao projeto, Apoio à Cenografia Diogo Machado
Interpretação Beatriz Nunes, Henrique Ribeiro, Joana Lameira, Pedro Tavares, Diogo Machado, Roberto Bullita, Raquel Martins, Diogo Freire
Apoio ao Movimento NuDança
Espaço Sonoro NuMac
Desenho de Luz e Direção Técnica João Chicó
Fotografia Diogo Machado, NuFoto, Tiago Maltez, Andreia Custódio
Produção NNT
Parcerias FCT/UNL, AE-FCT, Artes e Engenhos - Associação Cultural Apoios: CMA, AE-FCT
Agradecimentos Teresa Rita Lopes, Christopher Damien Auretta, Rogério de Carvalho, João Hungria
Apoio Câmara Municipal de Almada
Fotografias Andreia Custódio e Tiago Maltez

Um trabalho em processo que abre um possível espaço de existência e de sonho a um homem e a uma mulher: Ele e Ela. Não sabemos quem foram, quem são e quem serão. Não há como nomeá-los: nada. Branco, está tudo inundado de branco, um branco que se vai colorindo através do que se diz, do que se ouve, do que se faz, do que se imagina acontecer. Negro, é de noite, está escuro, há uma cegueira que nos permite vislumbrar qualquer coisa, que apesar de intangível e sem forma, se sente e nos impressiona pelos múltiplos graus de liberdade e pela grande margem de erro, de incerteza, de possibilidades.

SOBRE O GRUPO
NNT, Novo Núcleo Teatro da AEFCT, formado em março 1995, tem no currículo
várias produções teatrais, ações de formação, oficinas de escrita, movimento, voz, dramaturgia e encenação. Tem participado, regularmente, em Mostras e Festivais de Teatro Nacionais e Internacionais, entre outros: Mostra de Teatro de Almada, FATAL (Lisboa), FITUB (Blumenau, Brasil), Mostra Internacional de Teatro de Santo André, MoitaMostra (Viseu),Festival Entrez dans l’arène (Rennes, França), SALTA (Aveiro), aCTUS (Coimbra), TUBI (Covilhã), Festival de
Teatro de Santiago de Compostela (S. De Compostela, Espanha). Recebeu várias menções honrosas e prémios, dos prémios destaca-se: Tartarugas e Migração, Texto e Encenação Sandra Hung, Prémio Destaque, Mostra Paschoal Carlos Magno, FITUB, Brasil; Húmus – Tríptico, Encenação Alexandre P. Calado, Sandra Hung e Tiago Vieira, Prémio FATAL 2014 - Melhor espetáculo; Horácio, Encenação e Dramaturgia Sandra Hung, Prémio FATAL 2018 –
Espetáculo mais inovador; Abertura de Processo Sopinhas de Mel, encenação e dramaturgia Sandra Hung, Participação FATAL 2019 - Menção Honrosa, Participação no Festival Internacional de Teatro de Setúbal 2019.
www.facebook.com/ nntaefct 

9.
ESBOÇOS PARA UMA CINDERELA
TEATRO ABC.PI
ESTREIA

12 NOVEMBRO | TERÇA | 11h00 | M/12 | 50’
ESCOLA BÁSICA DA TRAFARIA | ENTRADA LIVRE

Autor Catarina Vieira da Silva
Direção Artística e Encenação Laurinda Chiungue
Dramaturgia Adriana Melo, Catarina Vieira da Silva, Laurinda Chiungue, Leonor Cabrita, Sara Rio Frio
Intérprete Adriana Melo
Movimento Magnum Soares
Cenografia Laurinda Chiungue e Salomé Vaz
Música Artistas variados
Figurinos Teatro ABC.PI
Produção Leonor Cabrita
Apoio Câmara Municipal de Almada
Fotografia Teatro ABC.PI

Esboços Para Uma Cinderela, baseado no texto de Catarina Vieira da Silva Cin-der-Ela, lida com os dilemas interiores que estão presentes na fase de transição de criança para o início do processo para a vida adulta. A apresentação de ações que transmitem o tumulto interior e nos levam numa aventura pela descoberta, pelos desejos femininos, pelas ambições e pela visão única do mundo que a adolescência proporciona, faz-nos ponderar a necessidade de ouvir os mais jovens sem julgamento ou condescendência para assim podermos ajudá-los a chegar a um entendimento pleno das suas emoções. Procuramos então ver com os olhos d´outrém o mundo que nos rodeia e o nosso próprio interior, e transportar a mensagem de que a voz dos mais jovens que virão a tomar o nosso lugar no mundo, é de extrema importância. Não só para as batalhas do presente, mas também para a progressão do futuro, e assim validar os pensamentos e a opiniões dos adolescentes através de uma “personagem” que representará a sua história.

SOBRE O GRUPO
O Teatro ABC.PI nasce da união de jovens atores com formação na área específica do Teatro sob direção artística de Rogério de Carvalho. Dispõe-se a criar novo público e conciliá-lo em torno de obras artísticas de grandes autores de carácter universal.
Revela-se profissionalmente em 2005 com o espetáculo A Apologia de Sócrates, de Platão, no 22.º Festival Internacional de Teatro de Almada onde recebe a distinção da crítica do Jornal Expresso, que assinala a reconhecida credibilidade do seu Projeto Artístico. De Jean-Luc Lagarce a Salomão, o trajeto de criação artística do Teatro ABC.Pi constrói-se com o desafio de revelar um novo olhar, sobre cada obra artística.
A par com o trabalho de criação artística, o Teatro ABC.PI desenvolve projetos de intervenção sociocultural com uma forte componente pedagógica, em diferentes contextos. www.facebook.com/teatro-abcpi

10.
FINAL FELIZ
PRODUÇÕES ACIDENTAIS
ESTREIA

13 NOVEMBRO | QUARTA | 21h30 | M/14 | 60’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Autor Criação colectiva a partir de vários autores
Criação coletiva a partir de Elfriede Jelinek, Emma Donoghue, Neil Gaiman, Angela Carter, Robert Coover, James Garner
Criadores Sara Castanheira, César Melo, Ricardo Cardoso, Ana Rita Ferreira, Cláudia Sousa
Com coordenação de Luzia Paramés
Intérpretes Sara Castanheira, César Melo, Ricardo Cardoso, Ana Rita Ferreira, Lucinda Coelho
Tradução Luzia Paramés e Sara Castanheira
Cenografia e Figurinos Luzia Paramés
Movimento Isabel Cruz
Desenho de luz e som Sandro Esperança
Vídeos promocionais César Melo
Fotografia Luís Aniceto
Apoio Câmara Municipal de Almada

Nos contos de fadas tradicionais – não as versões açucaradas que chegaram às nossas infâncias – a Cinderela é uma assassina que mata a madrasta, a Bela Adormecida é violada pelo rei seu pai enquanto dorme - dando à luz duas crianças que a madrasta cozinha e oferece ao marido como refeição, o que o leva a mandar queimá-la viva. Já a madrasta da Branca de Neve pode considerar-se afortunada, pois apenas é obrigada a calçar uns sapatos em brasa e a dançar até à morte. Quisemos, portanto, ir à procura de mais coisas e encontrámos um manancial de abordagens, modelos e jogos alternativos; acrescentámos-lhes os nossos, descobrimos que as Princesas e Príncipes nos eram familiares e que nem sequer fugiam à crueza das primitivas versões. Se o resultado é mais ou menos inquietante, cabe ao espectador julgar.

SOBRE O GRUPO
As Produções Acidentais promovem projetos de criadores de várias áreas artísticas, miscigenando as suas linguagens próprias, ao sabor da sua disponibilidade e das oportunidades que vão surgindo. Apesar das nossas produções serem necessariamente “acidentais”, desde que informalmente começámos as nossas atividades produzimos 15 criações de teatro, música, escrita, fotografia e artes plásticas. Paralelamente, temos desenvolvido ações de formação artística nas áreas do teatro e da promoção da leitura.
The theater is so endlessly fascinating because it's so accidental. It's so much like life.
Arthur Miller

11.
A ESTRADA
A LAGARTO AMARELO ASSOCIAÇÃO CULTURAL
ESTREIA

14 NOVEMBRO | QUINTA | 21h30 | M/12 | 60’
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

Encenação e adaptação dramatúrgica Cláudia Negrão
Autor Jack London
Interpretação Junior Sampaio
Espaço cénico Hugo Migata e Pedro Silva
Apoio construção cenário José Correia e Tiago Naré
Desenho de som Tiago Inuit
Desenho de luz Paulo Santos
Produção Executiva Paula Coelho
Co-produção A Lagarto Amarelo e ENTREtanto Teatro Associação Cultural
Apoio Câmara Municipal de Almada

Embora Jack London tenha vivido entre 1876-1916, não podemos considerar a sua obra desatualizada ou fora de tempo. As suas questões permanecem não só relacionadas com o seu tempo político-económico e social mas também e sobretudo ligadas à questão da sobrevivência do indivíduo em qualquer enquadramento. Não temos nós hoje, não teremos sempre, pessoas ou povos que por motivos vários deambulam errantes no mundo? Não atravessamos neste momento uma revolução tecnológica que por sua vez cria uma nova crise laboral? Não temos nós na atualidade vários eventos políticos e económicos que obrigam a uma fuga e corrida permanente para a subsistência? Nas suas próprias palavras: “A exploração da mão-de-obra, os salários de miséria, as hordas de desempregados e a multidão sem abrigo e sem casa é o espetáculo a que se assiste quando há mais homens do que trabalho.” Esta contemporaneidade intrínseca na obra de Jack London obriga-nos a uma reflexão sobre o novo lugar do Homem no seu meio ambiente e levanta questões que nos permite considerá-la significativa e contextualizada nos dias de hoje em qualquer parte do mundo.

SOBRE O GRUPO
A Lagarto Amarelo sediada em Almada surgiu em 2009. Tem como prioridades a conceção e produção de âmbito teatral e a criação de parcerias com outras entidades culturais, fomentando a troca de conhecimentos tentando assim facilitar a realização dos projetos, pois considera que a cooperação entre entidades é a forma mais viável para garantir o sucesso dos mesmos, aproveitando as sinergias para rentabilizar as potencialidades de cada um.

12.
A INAUGURAÇÃO
ARTE 33
ESTREIA

15 NOVEMBRO | SEXTA | 21h30 | M/6 | 60’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Criação coletiva, colagem de textos Rui Silvares, Francisco Silva, Ana Nave
Conceção Plástica Rafaela Mapril
Música João Rodrigues
Luz Daniel Verdades
Elenco António Olaio, Ana Califórnia, Carlos Dias Antunes, Elsa Viegas, Filipa Santana, Josefina Correia, Francisco Silva, Patrícia Conde, Tânia Ponte, Cecília Laranjeira Fotografia José Frade
Cartaz Eva Nave
Produção Arte33, A partir de Shakespeare
Apoio Câmara Municipal de Almada

Um empreendimento turístico luxuoso transforma um típico bairro de pescadores num espaço de eleição de prestígio internacional. A importância do evento, atrai as altas individualidades que aguardam a chegada de um importante dignatário, em representação do Estado.
A população e a comunicação social acorrem ao acontecimento que marca a agenda mediática da semana. Está tudo a postos para o “grande momento” que é antecedido pelos discursos dos digníssimos representantes das forças vivas locais. É chegado o momento solene e todos ou quase todos, aguardam ansiosamente a chegada do importante representante da nação, que irá proceder à inauguração.

SOBRE O GRUPO
2013 As Aves: Autor Aristófanes, Adaptação Rui Silvares, encenação Ana Nave; Teatro na Gandaia; 2014 Vestido de Noiva: Autor Nélson Rodrigues, encenação Rui Cerveira; Teatro na Gandaia; 2015 Uma tal Lisístrata Autor Aristófanes. Adaptação Rui Silvares, encenação Ana Nave; Teatro na Gandaia; 2016 O Pranto de Maria Parda: Autor Gil Vicente, adaptação Ana Margarida Leal e Rui Silvares encenação Ana Nave; Teatro na Gandaia; 2017 Rei Ubu: Autor Alfred Jarry, Adaptação Rui Silvares, encenação Ana Nave; Arte 33; 2018 Ilha do Sumiço: ideia original Francisco Silva, Rui Silvares e Ana Nave; Teatro Ubu, Produção Arte 33.

13.
HÁ TANTO TEMPO
ALPHA TEATRO
ESTREIA

15 NOVEMBRO | SEXTA | 21h30 | M/16 | 60’
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

Texto Harold Pinter
Tradução Jorge Silva Melo
Encenação Sofia Raposo
Interpretação Andreia Botelho, Cecília Robalo Henriques, Luís Menezes
Desenho e operação de Luz Élio Antunes
Cenografia e figurinos Luís Menezes
Design e fotografia Arcadiy Kulchinskiy e Débora Rocha
Produção Alpha Teatro
Apoio Câmara Municipal de Almada

Nos anos 70, Kate e Deeley, um casal numa quinta recuperada perto de Londres, esperam a visita de Anna, amiga de Kate desde os anos 50. Num universo de incertezas e contradições que memórias nos traz Anna ao presente? O que foi realmente o passado? “ Há coisas de que nos lembramos mesmo que nunca tenham acontecido”. Old Times de Harold Pinter marca o início de novo ciclo na sua obra, um teatro de memória vem sobrepor-se ao teatro da surda ameaça. Estreou na Royal Shakespeare Company no Aldwych Theatre em Londres, a 1 de junho de 1971 com a encenação de Peter Hall. Em Portugal a peça estreou a 12 de outubro de 1978 com o título Velhos Tempos , numa tradução de Ricardo Alberty, com encenação de Carlos Quevedo. Foi o espetáculo de inauguração da Sala Experimental do Teatro D.Maria II.
Esta tradução está publicada no volume Teatro II de Harold Pinter (ed.relógio de Água) e estreou a 26 de julho de 2002 no Centro Cultural de Belém, numa encenação de Solveig Nordlund numa co-produção com Artistas unidos e CCB.

SOBRE O GRUPO
ALPHA TEATRO foi fundado em 2014 na cidade de Almada. Nasceu da união entre jovens criadores, profissionais das artes do espetáculo com a pretensão de encontrar a sua forma de criação artística.
Dirigido por Sofia Raposo, Luís Menezes e Irina Grelha, pretende criar um público envolvente, com a dinamização da cultura e da educação do Concelho e efetuar protocolos e intercâmbios nacionais e internacionais.
Trabalhou, entre outros autores, Lewis Carroll, Juliet Marillier, Mia Couto e Samuel Beckett.

14.
PREFERIA ESTAR EM FILADÉLFIA
NINHO DE VÍBORAS
ESTREIA

16 NOVEMBRO | SÁBADO | 18h00 | M/12| 50’
AUDITÓRIO DO PONTO DE ENCONTRO, CACILHAS


19h00 | ENTRADA LIVRE
LANÇAMENTO DO LIVRO PREFERIA ESTAR EM FILADÉLFIA
COLÓQUIO COM ENCENADOR, AUTORA E ATORES

Autora Raquel Serejo Martins
Intérpretes (por ordem de entrada em cena) Paulo Diegues, Cristina Gonçalves, Joaquim Pedro, Cecília Laranjeira
Cenografia e Figurinos Paulo Diegues
Iluminação Gabriel Orlando
Produção Executiva Karas
Encenação Marco Mendes
Apoio Poética Edições e Câmara Municipal de Almada

O Luís morreu. No apartamento do falecido, perante uma janela lisboeta com formidável vista para o Tejo, quatro dos seus amigos de longa data percorrem os caminhos que os trouxeram desde a infância e juventude na Margem Sul, até ao dia em que foram judicialmente intimados a comparecer num funeral. Cinco passados entrecruzados compõem uma herança inesperada e algo amarga.
Biografia: O Ninho de Víboras surgiu em Almada em 1996 como uma das primeiras estruturas de criação artística multidisplinar do país. Participa na Mostra de Teatro desde a primeira edição, quer com espetáculos, quer com propostas de dinamização deste evento comunitário. Desde então, a atividade deste coletivo artístico tem sido profícua e constante, priorizando a criação artística contemporânea, principalmente nas áreas do Teatro e da Dança. Um dos seus mais notórios focos tem sido a apresentação de novas obras dramáticas de autores portugueses e estrangeiros.

SOBRE O GRUPO
O Ninho de Víboras surgiu em Almada em 1996 como uma das primeiras estruturas de criação artística multidisplinar do país. Participa na Mostra de Teatro desde a primeira edição, quer com espetáculos, quer com propostas de dinamização deste evento comunitário. Desde então, a atividade deste coletivo artístico tem sido profícua e constante, priorizando a criação artística contemporânea, principalmente nas áreas do Teatro e da Dança. Um dos seus mais notórios focos tem sido a apresentação de novas obras dramáticas de autores portugueses e estrangeiros.

15.
ARMSTRONG
TEATRO EXTREMO

16 NOVEMBRO | SÁBADO | 21h30 | M12 | 60’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Texto e Encenação Castro Guedes
Interpretação António Rodrigues
Interpretes vídeos Afonso Guerreiro, Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes, Jaime Soares, Karas, Marco Mendes, Rui Cerveira
Cenário Fernando Jorge Lopes, Daniel Verdades
Assistente de Encenação Josefina Correia
Desenho de Luz Daniel Verdades
Construção e Montagem Celestino Verdades, Daniel Verdades, Maria João Montenegro
Adereços em fibra de vidro Maria Ribeiro
Adereços e Maquilhagem Maria João Montenegro
Sonoplastia António Rodrigues
Figurinos Fernando Jorge Lopes, Josefina Correia
Vídeos de Cena António Rodrigues
Fotografia Luís Aniceto
Grafismo P2F atelier
51ª criação do Teatro Extremo
Apoio Câmara Municipal de Almada

O primeiro astronauta que pisou a Lua, Neil Armstrong, entre o sonho e um relato de memórias consigo próprio, proporciona-nos o percurso da perceção e evolução científica da organização do Sistema Solar, introduzindo em cena os protagonistas dos principais modelos: Ptolomeu, Copérnico, Galileu, Newton e Einstein. Uma nova criação do Teatro Extremo que assinala os 50 anos da chegada do Homem à Lua, no ano em que a companhia celebra 25 anos de atividade. Este espetáculo integra o Ciclo “Em Cena a Ciência” que a companhia promove, como são exemplo as peças que levou à cena Maria Curie, Depois de Darwin ou Einstein que continua a ser apresentado ao público desde 2005.

SOBRE O GRUPO
Estrutura profissional com sede em Almada desde 1994, o Teatro Extremo constitui-se Associação Cultural em 1996. Aposta na criação de espetáculos essencialmente para jovens públicos, investindo na dramaturgia contemporânea e na itinerância. Ao longo de duas décadas, apresentou-se a mais de meio milhão de espetadores em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Bélgica, Itália, Inglaterra, Brasil, Cabo Verde e Índia. Organiza desde 1996 “Sementes - Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público”, festival multidisciplinar e descentralizado para a infância e público familiar. Desenvolve um Serviço Educativo com projetos de formação e de sensibilização e captação de públicos. Em 2002 foi-lhe atribuído a Medalha de Prata de Mérito Cultural da Cidade de Almada. Desde 2015 garante o funcionamento e a programação do equipamento municipal Teatro-Estúdio António Assunção. Em 2019 celebra 25 anos de atividade e em 2020, 25 edições de “Sementes”.

16.
DIAS A MENOS
GITT – Grupo de Iniciação Teatral da Trafaria

16 NOVEMBRO | SÁBADO | 22h00 | M/12 | 60’
RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA

Autor Carlos Amaral
Elenco Maria Sousa (Bia), Elsa Elias, Mila Mendes, Rute Magalhães, Beatriz Almeida, Daniel Dionísio, Rui Pedro (Ruca), Carlos Amaral
Encenador Carlos Amaral
Cenografia Carlos Amaral
Som Jéssica Cristas
Desenho de Luz e Sonoplastia Paulo Nunes
Figurinos Bia/GITT
Apoio Câmara Municipal de Almada

Dias a menos, argumento teatral baseado em romance diário. Personagens e reflexões religam os seres humanos consigo mesmo, os outros e a natureza. Solitário ou partilhado, o melhor de cada momento num teatro íntimo está na busca do domínio de si e do seu lugar no mundo. Trata amores e desamores narrados no conta-gotas quotidiano. O ser humano busca a consciência do que o vai marcando, refletindo a vida social a partir dos problemas colocados. Cenicamente os livros integram o interior e o exterior do diarista desdobrado em múltiplas vozes. Dias a menos tem o título da contagem subtrativa do tempo, mas também da amenidade do que se narra nessa viagem.

SOBRE O GRUPO
Fundado em 1972, encontrou nos Recreios Desportivos da Trafaria a compreensão e o apoio para, nas suas instalações puder desenvolver toda a sua atividade desde a sua fundação até a presente data.
Em 1996 por escritura pública constitui-se em Associação Cultural sem fins lucrativos.
Passaram pelo GITT diversas pessoas que continuaram ligados ao teatro, quer como atores, cenógrafos, encenadores ou técnicos.
O GITT - realizou 5 Ciclos de Cultura de 1978 a 1982 e sempre no período de 24 de abril a 10 de junho de cada ano. Estes ciclos eram compostos de espetáculos de Teatro, Música, Cinema, Dança, Poesia e Exposições. Tem participado em todas as Mostras de Teatro de Almada.
O GITT foi sempre apoiado pela Câmara Municipal de Almada, Junta de Freguesia da Trafaria, agora União de Freguesias de Caparica e Trafaria, e Recreios Desportivos da Trafaria.
Teve apoios pontuais da Secretaria do Estado da Cultura e da Fundação Gulbenkian

17.
CENAS
GRUPO DE TEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE
ESTREIA

17 NOVEMBRO | DOMINGO | 16h00 | M/12 | 60’
AUDITÓRIO OSVALDO AZINHEIRA – ACADEMIA ALMADENSE

Encenação Cláudia Negrão
Original Dalva Rodrigues
Adaptação Cláudia Negrão
Cenógrafo Hugo Migata
Figurinista Colectivo
Encenação Cláudia Negrão
Cenógrafo Hugo Migata
Figurinista Colectivo
Elenco Tiago Nunes, Gonçalo Borges, Júlio Picanha, Paulo Isidoro, Beatriz Ventura, Taína Gurgel, Eduarda Santos, Liliana Pombo, Carolina Ribeiro
Apoio Câmara Municipal de Almada

A adolescência não muda com o passar dos anos. Através de três épocas diferentes podemos observar as mesmas angustias e os mesmos sonhos em que na realidade o que muda é a família que a cerca. A procura do amor, o reconhecimento do corpo e a vontade de crescer permanecem imutáveis. A partir do texto de Dalva Rodrigues encontramos três cenas separadas por 20 anos cujo o objeto é o mesmo: O individuo na sua ansia de se autonomizar e encontrar. Três adolescentes diferentes cheias de sonhos, dúvidas, mágoas, medos e traumas e esperança de serem felizes.

SOBRE O GRUPO
O Grupo de Teatro da Academia Almadense existe desde 2007. É constituído por um grupo de jovens, entre os 15 e os 30 (que tem mudado ao longo dos anos) que procuram a formação e o trabalho teatral como forma de se expressar e comunicar. Alguns seguem mesmo a via profissional e hoje temos atores profissionais que se iniciaram neste grupo.
Desde 2008 que apresentam regularmente o seu trabalho na “Mostra de teatro de Almada” e que participam, sempre que são solicitados, em atividades ou eventos da cidade.

18.
COM DOM DINIS E DONA ISABEL
PLATEIAS D’ARTE

17 NOVEMBRO | DOMINGO | 18h00 | M/3 | 50’
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

Autor José Carlos Godinho
Adaptação e Encenação Diogo Novo
Figurinos Diogo Novo
Coreografia Diogo Novo
Cenário  Diogo Novo
Desenho de Som e Luz Diogo Novo
Direção Musical e de Vozes Diogo Novo
Direção de Atores Sara Castanheira
Maquilhagem e Adereços Sara Mendonça,
Atores Catarina Antunes, João Pedro Novo, Mariana Chaves, Gabriel Mendes, Maria Inês Antunes, Leonor Monteiro, Mafalda Leal, Zoé Leal, Renata Arenga, Inês Lourenço, Matilde Figueiras, Santiago Pereira, Daniel Marques, Mariana Malveiro, Maria Beatriz Costa, Francisca Vale, Vasco Simões, Rita Pereira e os Alunos da Classe do Coro Geral do Conservatório Regional de Palmela
Apoio Câmara Municipal de Almada
Crédito de Imagem Plateia D’Artes

A Ópera Ligeira Com D. Dinis e D. Isabel, da autoria de José Carlos Godinho, foi adaptada para um espetáculo de palco, no âmbito do Projeto Curricular de parceria dos alunos de Artes Performativas da Escola de Artes da Plateias D'Arte e das Turmas de Canto e Coro Geral do Conservatório Regional de Palmela. Coordenação dos professores Diogo Novo e Lucina Morais. O espetáculo leva-nos à corte do Rei Dinis e da sua esposa, a Rainha Santa Isabel e tem por base uma forte mensagem de apelo aos valores de entreajuda, de solidariedade, de valorização e dignificação dos pequenos gestos que a par dos grandes feitos governativos e políticos são fundamentais para ouvirmos e descobrirmos a "rosa" que há em nós, essa força tão necessária para enfrentar todos os problemas. " E se acaso, nada houver melhor, uma rosa é quanto baste para dar amor!".

SOBRE O GRUPO
A Companhia de Teatro Musical da Plateias D'Arte, surge na continuação dos trabalhos realizados com o Grupo de Teatro Musical da Academia Almadense. 
O gosto pelos palcos, música, teatro e dança é alimentado através de projetos como O Sítio do Pica Pau Amarelo; O Feiticeiro de Oz; Annie, Memórias do Cinema Português e Da Revista ao Musical.
Contudo, este grupo nasce no ano de 2012, ano em que apresenta o seu primeiro projeto musical “Annie” que voltara a ser repetido em abril de 2013. Devido ao seu enorme sucesso, este grupo aposta numa produção mais ambiciosa e leva à cena O Feiticeiro de Oz, tendo obtido um êxito de bilheteira com mais de 3000 espetadores.
Já o Sítio do Picapau Amarelo, para além de ter esgotado 7 vezes no Cine Teatro Academia,
foi ainda a única peça infantil a esgotar por 2 vezes a sala do Fórum Municipal Luísa Todi, Casa da Cultura da Sertã e Cine Teatro Sousa Telles em Ourique.
Depois de O Sítio do Picapau Amarelo, seguiu-se; Disney - Momentos Mágicos em fevereiro de 2015 ; Musicalmadense - Festival da Canção em abril de 2015 e Noite Lírica em maio  e outubro de 2015, obtendo assim com este último o maior sucesso do ano da
nossa Companhia de Teatro Musical.
No Natal de 2015, o leva à cena, numa versão mais espetacular e mágica o grande musical Annie, e torna participar na 19º Mostra de Teatro de Almada com a peça mencionada.
Em março de 2016 estreia o grande musical Memórias do Cinema Português com os cantores Carlos Guilherme e Luísa Basto como protagonistas. A história do cinema musical português é contada no palco através de melodias sempre, com um elenco de 12 cantores e 4 bailarinos. Ainda em 2016 apresentam O Som Do Amor no mês de maio, um espetáculo onde se fala de todos os tipos de amor através da música, desde o amor romântico ao amor pela Arte.
Na 20.º Mostra de Teatro Almada, apresentou o musical infantil Feiticeiro de Oz. Mais tarde, e já no ano de 2017, estreia Piaf, Da Revista ao Musical e A Bela e o Monstro e ainda Sonhos - Um Clássico Encantado.
Propõe-se agora, na 23ª Mostra de Teatro de Almada, o musical Com Dom Dinis e Dona Isabel.

19.
OMELETA À MOLIÈRE
TEATRO DA GANDAIA

17 NOVEMBRO | DOMINGO | 21h30 | M/6 | 60’
TEATRO DA GANDAIA, COSTA DA CAPARICA

Autor Christiane de Macedo, com base em textos de Molière
Produção Associação Gandaia
Encenação e Dramaturgia Christiane de Macedo
Textos (Fragmentos) de Peças de Molière O Avarento, As Eruditas, Médico à Força e Escola de Mulheres
Criação de Textos Christiane de Macedo, Colaboração de Alberto Oliveira
Elenco Alberto Oliveira, Bárbara Belmonte, Biacalado Calado, João da Costa, Manuel Ribeiro, Maria Almeida, Maria Lopes, Mena Batista, Olga Souza Nunes, Selma Tavares
Voz Off “O Avarento” Ricardo Cardo
Música Octávio Camargo e Chiris Gomes
Gravação e Mixagem Rodrigo Augusto Ribeiro
Luz Henrique Nabais
Cenário António Fonseca, Figurinos: Teresa Macedo e Christiane de Macedo
Imagens do Ecrã Ricardo Salomão
Design Gráfico Ausenda Coutinho
Montagem de Sonoplastia Nuno Ramos
Operação de Som António Borges
Operação de Vídeo Arbela Lima
Cenotécnico João Paulo Gerardo
Registo em Vídeo e Fotografia António Nobre
Apoio Câmara Municipal de Almada
Crédito de fotografia António Nobre

Teatro é uma celebração. É construído com muita dedicação e entrega, com todos os cuidados e muito carinho ao longo de meses. Uma celebração que se consuma, em coletivo, em pouco tempo de maravilha num ambiente de penumbra.
Este trabalho do Teatro da Gandaia é uma vez mais dirigido com enorme energia e rigor por Christiane Macedo, sobre um texto que ela produziu, fruto de horas e horas de trabalho em ambos os lados do Atlântico, com base na obra inesquecível de Molière.
Em cima do palco vão estar vários atores, todos amadores. Uns porque amam, e outro porque a amizade o trouxe ao elenco numa hora de aflição. Ensaiaram horas e horas, dias atrás de dias, num ritmo cada vez mais intenso, para chegar a essa hora e fazer com as suas mãos, os seus corpos, as suas vozes, mas sobretudo com o seu tempo e energia, essa magia que partilham. Aliás, tudo começa precisamente na partilha. No trabalho de um grupo, para oferecer a todos quantos o desejem fruir.
Todo o trabalho de todas estas pessoas, se destina à criação desses momentos de maravilha, dessa magia contagiante que o Teatro é. Mas que magia é essa? A maior: Vida.

SOBRE O GRUPO
O grupo de teatro da Associação Gandaia iniciou as suas atividades em 2012 estreando-se no palco do Auditório Costa da Caparica em 2012 com o espetáculo As Aves de Aristófanes, encenado por Ana Nave. A partir daí, vários espetáculos foram apresentados, com outros dois encenadores dirigindo os trabalhos, primeiro, Rui Cerveira, com O Vestido de Noiva de Nelson Rodrigues e ainda Christiane de Macedo, que se estreou como encenadora com O Segredo de Quem Somos.
O Grupo de Teatro da Gandaia desempenha um trabalho fundamental de animação cultural da Costa da Caparica e pauta-se por abertura à participação da comunidade e de iniciação ao teatro, disponível para quem tiver o “bichinho da Arte de Talma”.
www.gandaia.pt