MTA: Artes e Engenhos - Associação Cultural
Mostrar mensagens com a etiqueta Artes e Engenhos - Associação Cultural. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Artes e Engenhos - Associação Cultural. Mostrar todas as mensagens

21ª Mostra de Teatro de Almada / 2017

Artes e Engenhos
MIGRACÕES, título provisório (1º ESBOÇO)
19 NOVEMBRO | DOMINGO | 21H30 | M/16 | 50'
TEATRO ESTUDIO ANTONIO ASSUNÇÃO

Migrações – Título Provisório (1º esboço) é um possível nome para esta apresentação. Trata-se de um primeiro esboço de um trabalho em processo a estrear em Fevereiro de 2018.
Migrações é o plural da palavra migração que designa uma movimentação geográfica, mais precisamente um deslocamento de um lugar de origem para um lugar de destino. Mudar de sítio, realojar, pode convocar novos modos de habitar e de pensar que atenuem a sensação de estrangeiro – de se estranhar uma nova realidade e de se ser estranho. Propomos: migrações no espaço, no tempo e na mente, sendo as mais acentuadas verificadas no plano da mente e da oralidade; um  trajecto à volta de uma estrutura organizada por dois textos – texto A e B, um narrando na primeira pessoa a vinda de Moçambique para Portugal, outro espelhando o esforço da mente, num processo de alucinação, em conseguir erguer um sentido para o fluxo de palavras e de frases num ritmo fora da área conversacional.
O trabalho das Palavras.
Ao aliar o texto A ao texto B confronta-se: de um lado a Realidade, do outro o Real, sem mediação. Convoca-se quem assiste a estar, a desenvolver uma actividade mental permanente, a ser um produtor e não um consumidor como acontece em grande parte dos espectáculos a que nos habitou o próprio Teatro. É um convite ao espectador a trabalhar na fábrica de Construção de Sentidos, a manifestar uma derradeira obra do espírito criador, a fazer uma reflexão sobre a relação do Teatro com o próprio espectador – uma apaixonada e dramática meditação sobre a vida e a morte.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Texto, Dramaturgia e Interpretação: Sandra Hung
Encenação, Dramaturgia e Selecção Musical: Rogério de Carvalho
Assistência de Encenação: Paula Reis
Direcção Técnica, Luz e Produção Executiva: João Chicó
Projecção: João Chicó a partir de vídeo de João Seiça
Design de Comunicação: Miguel Pacheco Gomes
Produção: Artes e Engenhos
Apoios e Parcerias: Câmara Municipal de Almada, DCSA, Faculdade de Ciências Tecnologia, UNL, Teatro Extremo | Teatro-Estúdio António Assunção, Contrapeso Ldª, Latoaria, Fosso de Orquestra

21ª Mostra de Teatro de Almada / 2017

Artes e Engenhos Associação Cultural
KASPAR: PALAVRA SOPRADA + INTERVALO
7, 8, 9,10 NOVEMBRO | TERÇA | QUARTA | QUINTA | SEXTA
16H00 | 17H00 | 18H00 | 19H00 | 20H00
11 NOVEMBRO | SÁBADO | 15H00 | 16H00 | 17H00 | 18H00 | 19H00 
M/12 | 50’
TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE – CAMARIM 1 E 2 PISO 0
Lotação: 2 espectadores | Aconselha-se marcação prévia


KASPAR: PALAVRA SOPRADA
Simulacro para dois espectadores da experiência de acompanhar um espectáculo no lugar do ponto de teatro. Assistirá a uma encenação da peça Kaspar (1967), de Peter Handke, numa situação próxima à daquele elemento da equipa que, com o texto anotado, acompanha o actor, pronto para lhe valer no calvário de uma branca recorrente ou de uma aflição inesperada. Como por vezes sucede a estes artistas invisíveis, estará sozinho num camarim ou noutra sala dos bastidores, seguindo o curso do espectáculo através da munição de som do palco e de uma câmara de vídeo, junto ao microfone que lhe permitirá levar a deixa ao ouvido do actor em cena.
Tratando com liberdade a história verídica da criança selvagem Kaspar Hauser, Handke dá-nos a ver e ouvir o processo de chegada à casa da linguagem. Neste trânsito Kaspar perde a única frase que sabe dizer - “Gostava de ser como alguém que já em tempos existiu” - para chegar a uma situação inteiramente nova marcada por uma longa intervenção que começa com: “Sou saudável e forte.” Na segunda parte da peça, que não integra o espectáculo, assiste-se a um novo movimento, no qual a dissolução identitária da personagem conduz à frase com que o texto termina: “Eu: sou: apenas: cabras e macacos”. Acompanhando Kaspar, seguimos um percurso como ele poderá acontecer quando o desejo de integração encontra nas vozes do mundo o apelo à conformidade, seguimos esse caminho como testemunhas silenciosas ou, talvez, soprando a palavra esperada.

INTERVALO
Em Intervalo o artista João Ferro Martins responde às indicações que Peter Handke dá em Kaspar para o ambiente sonoro do intervalo da peça, propondo uma instalação que dialoga com o interior do edifício teatral e com o espectáculo de auto-teatro. O criador utiliza dos TEXTOS DO INTERVAL apenas as didascálias escritas por Handke para o profissional de som, ditas num registo sussurrado análogo ao dos pontos de teatro; a única excepção é uma sequência de falas sugeridas por Handke em que uma voz, aqui de uma mulher, ensina como se deve comportar à mesa. Estas opções despoletaram a criação de uma imagética ambiente, de texturas e de um universo melódico que cumprem um desejo de João Ferro Martins de elaborar um tema musical dedicado ao personagem atormentado desta peça.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Kaspar: Palavra Soprada (Auto-Teatro)
Direcção: Alexandre Pieroni Calado
Texto: Peter Handke
Tradução: Anabela Mendes
Interpretação: Gustavo Salinas Vargas/Paula Garcia/Tiago Mateus
Vídeo: João Seiça
Som: Gonçalo Alegria
Desenvolvimento Tecnologias Interactivas: Artica CC
Assistente Vídeo: Ana Sofia Sousa
Produção Executiva e Comunicação: Andreia Páscoa
Desenho Gráfico e de Comunicação: Miguel Pacheco Gomes

Intervalo (Instalação Sonora)
Duração: loop de 18 minutos
Criação: João Ferro Martins
Voz e violoncelo: Joana Guerra
Voz: Alexandre Pieroni Calado

Apoio Financeiro: Direção-Geral das Artes, Governo de Portugal, Câmara Municipal de Almada, Embaixada da Áustria em Lisboa
Financiamento da Edição: Teatro Nacional D. Maria II

20ª Mostra de Teatro de Almada / 2016

Artes e Engenhos
O DECLIVE E A INCLINAÇÃO”
19 NOVEMBRO | SÁBADO | 22H30 | M/12 | 60'
TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE - SALA DE ENSAIOS

Duo de voz e percussão para sala com piso inclinado. Repetição sobre o absurdo, encruzilhada da paixão e da revolta. Desferir golpes de vista ao mito implacável, inactual: sisífico o espectáculo começa como acaba, duas vezes. De bom humor, está seco, pó, demasiado e suor.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Dramaturgia, Encenação e Interpretação: Alexandre Pieroni Calado e João Ferro Martins | Voz off: Imogen Watson; Música: João Ferro Martins | Arranjo do tema «Poeira» Filipe Raposo | Texto do Programa: José Miranda Justo | Direcção Técnica: André Calado | Produção Executiva e Comunicação: Marta Rema | Residência Artística: O Lugar do Meio, Condeixa/Hangar, Lisboa/mala voadora, Porto | Financiamento: Câmara Municipal Almada, Fundação Calouste Gulbenkian | Apoio: O Lugar do Meio / Hangar - Centro de Investigação Artística / mala voadora / Rua das Gaivotas 6

20ª Mostra de Teatro de Almada / 2016

Artes e Engenhos
A MELODIA ÁSPERA DE UM DESERTO”
13 NOVEMBRO | DOMINGO | 21H30 | M/16 | 70’
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA


fotografia Luís Aniceto/Vítor Cid
Uma mulher atravessa uma paisagem árida, sozinha procura reconstruir uma espécie de dignidade perdida com delicadeza que por vezes é destruída por um cinismo, por uma sensação cáustica de quem perdeu. A derrota nem sempre é símbolo de fraqueza, a derrota pode também surgir da incapacidade de alguém se adaptar aos fracos ideais de uma sociedade condenada aos delirantes percursos do poder que constrange os corpos e inibe a possibilidade de uma existência plena. Em épocas de catástrofe a identidade transforma-se num assunto político de extrema importância, conseguir dizer Eu pode ter a força de uma acção revolucionária.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Tiago Vieira | Texto, Encenação e Espaço Cénico: Tiago Vieira Interpretação: Sandra Hung | Espaço Sonoro: Teresa Machado | Produção Executiva: Ana Sêrro | Direcção técnica: João Chicó | Produção Artes e Engenhos | Parcerias: CM Almada, FCT/UNL, Associação AJAGATO, Latoaria

19ª Mostra de Teatro de Almada / 2015

Artes e Engenhos
“DRAMAS DE PRINCESAS.A MORTE E A DONZELA”
ESTREIA
28 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30 | M/16 | 60’
TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE – SALA DE ENSAIOS
conversa com o público no final do espetáculo

Uma autobiografia de Jackie Kennedy, segundo Elfriede Jelinek, num video espectáculo com uma dedicatória a Rogério de Carvalho. Penteamos os estereótipos a contrapelo, inventamos uma história possível da encenação, lançamo-nos numa instalação-concerto de máquinas de falar. Ainda uma Princesa tem que, no fim, regressar ao sub-mundo? Apresentação da primeira parte do espectáculo a levar a público no Espaço Alkantara, em Dezembro próximo.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Texto: Elfriede Jelinek
Tradução: Anabela Mendes
Versão dramatúrgica, encenação e interpretação: Alexandre Pieroni Calado
Cocriação e Interpretação: Alexandra Viveiros, Gustavo Vargas, Paula Garcia,Sandra Hung, Sofia Dinger
Conceção plástica e espaço sonoro: João Ferro Martins
Realização vídeo: João Seiça
Comunicação e Produção: Marta Rema
Desenho de comunicação: Miguel Pacheco Gomes
Direção técnica: João Chicó
Assistência de Encenação: Simão Pamplona
Colaboração científica e artística: Anabela Mendes, Bruno Monteiro, João Brites, João Costa Dias, Rogério de Carvalho, Sara de Castro, Vera San Payo de Lemos
Financiamento: Governo de Portugal, Direcção-Geral das Artes, Câmara Municipal de Almada, Almada, Fundação Calouste Gulbenkian
Parcerias: EGEAC, Festival Temps d’Images/DuplaCena, Alkantara, Teatro Municipal de Almada, Latoaria, Cinemateca Portuguesa, Goethe-Institut, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Letras/Universidade de Lisboa, RTP/Rádio Antena 2

18ª Mostra de Teatro de Almada / 2014

Artes e Engenhos
MEDEIA M/16
21 NOVEMBRO | SEXTA | 21H30
TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE – SALA DE ENSAIOS

foto Carolina Thadeu
Um solo, uma montagem teatral, uma leitura sobre o Mito de Medeia a partir de reescritas contemporâneas do Mito. Uma proposta centrada no trabalho do actor e na importância da palavra enquanto agente da acção - a palavra surge como geradora de imagens, de estados físicos e psíquicos, sendo uma potencial arma de combate. Procuramos estar na direcção contrária do mimético, daquilo que se encerra em si próprio e tem uma única significação, daquilo que nos impede de imaginar e renomear. Procuramos estar na direcção dos nossos fantasmas, no encontro com os nossos mortos e com o insondável.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: A partir de reescritas contemporâneas do Mito
Dramaturgia: Anabela Mendes
Apoio à Dramaturgia: Luísa Sousa
Encenação: Francisco Salgado e Sandra Hung
Interpretação: Sandra Hung
Figurinos: Carolina Thadeu
Design de Comunicação: Miguel Pacheco Gomes
Direcção de Produção: Ana Sêrro
Produção Executiva: Carolina Thadeu

18ª Mostra de Teatro de Almada / 2014

Artes e Engenhos
WOYZECK 1978 M/16
14 NOVEMBRO | SEXTA | 21H30
INCRÍVEL ALMADENSE - SALÃO DE FESTAS
conversa com o público no final do espetáculo

foto João Ferro Martins
Projecto de cruzamentos disciplinares tomando como ponto de partida materiais de arquivo e testemunhos da encenação de Woyzeck, pelo Teatro da Cornucópia (1978). Reformulação de perguntas - O onírico pode contribuir para compreender a realidade social? Serve o romantismo alemão um trabalho artístico e político contemporâneo? O que é a opressão interior? Apenas a interiorização duma opressão exterior? Ele visa a criação e circulação de um objecto performativo que oscila entre a coreografia dos registos e a representação do texto de Georg Büchner. Na sequência dos projectos “Pregação” (2012), que se debruçou sobre o arquivo do espectáculo “A Pregação” (1989), do Teatro O Bando, e “Quarteto” (2013), que explorou registos das encenações da Seiva Trupe (2003) e do Teatro Praga (2006) do texto homónimo de Heiner Müller, continuamos a investigar a história contemporânea da encenação em Portugal.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: A partir de Woyzeck, de Georg Büchner
Encenação: Alexandre Pieroni Calado
Interpretação: Alexandre Pieroni Calado, Alexandra Viveiros e Gustavo Vargas
Música, Som e Operação de Som: João Ferro Martins
Artes Visuais e Design de Comunicação: Miguel Pacheco Gomes
Colaboração Científica: Anabela Mendes e Christipher Auretta
Direcção de Produção: Ana Sêrro
Produção Executiva: Carolina Thadeu

17ª Mostra de Teatro de Almada / 2013

21 NOVEMBRO | QUINTA | 21H30
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA
Artes e Engenhos
FERIDA ABERTA WOYZECK  | M/12 ESTREIA - conversa com o público no final do espetáculo

Woyzeck é uma ferida aberta, sob o véu da pele, a nudez da carne. Trabalho de investigação criativa a partir dos materiais de arquivo do espetáculo Woyzeck (1978) do Teatro da Cornucópia. Utilizando fotografias, desenhos cenográficos e de guarda-roupa, assim como a versão dramatúrgica e as anotações de ensaio, propomos um movimento até um espetáculo possível. O que acontece a esta tragédia moderna se não procurarmos colar os fragmentos mas antes manter a sua tensão e autonomia interna? O que sucede se lhe tirarmos o protagonista e nos ficarmos pelas personagens secundárias? Será ainda uma imagem da nossa época? Este é o terceiro trabalho de um ciclo no qual são criados espetáculos a partir de materiais de arquivo de encenações portuguesas contemporâneas.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Georg Büchner
Tradução: Alexandre Pieroni Calado
Encenação, Dramaturgia, Figurinos e Cenografia: Alexandre Pieroni Calado
Intérpretes: Alexandre Pieroni Calado, Hugo Bettencour, Gustavo Vargas e Tiago Mateus
Fotografia: Carolina Tadeu
Luz: Alexandre Pieroni Calado
Som: João Ferro Martins
Grafismo: Miguel Pacheco Gomes
Produção Executiva: Artes e Engenhos

17ª Mostra de Teatro de Almada / 2013

16 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30
CASA MUNICIPAL DA JUVENTUDE DE CACILHAS
Artes e Engenhos
INSTRUÇÃO MUSICAL II | M/8 conversa com o público no final do espetáculo

A partir do estudo de documentos, registos audiovisuais, textos, vídeos, músicas, fotografias, entre outros materiais desenvolvidos ao longo do processo criativo de Instrução Musical I (estreia Quinzena da Juventude 2012), apresentamos Instrução Musical II – uma lição n°2. Tal como em Instrução Musical I o cerne deste espetáculo teatral está no ensinamento do Karaté e de uma música, na ideia de mestre e aprendiz, na obra de Dom Quixote e na procura de uma amizade possível de ser musicada.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Artes e Engenhos
Encenação e Dramaturgia: Sandra Hung
Intérpretes: Hugo Pereira, Mauro Soares e Carolina Thadeu
Coreografia: Hugo Pereira e Sandra Hung
Cenografia, Figurinos, Grafismo, Luz e Som: Artes e Engenhos
Música: Hugo Pereira, João Santinha e Joaquim Horta
Operação de Luz: Sandra Hung
Operação de Som: Carolina Thadeu e João Santinha
Vídeo, Realização e Edição: Nuno Loução
Fotografia: Carolina Thadeu, Nuno Loução e Paulo Hung
Produção Executiva: Artes e Engenhos

artes e engenhos - associação cultural


AOS MEUS AVÓS
DE JOÃO FERREIRA, MARIA DA PIEDADE, MADALENA E CAROLINA THADEU
23 NOVEMBRO, SEXTA-FEIRA, ÀS 21H30
CASA MUNICIPAL DA JUVENTUDE DE CACILHAS
M/12

Encenação e Dramaturgia Sandra Hung
Interpretação Carolina Thadeu
Figurinos artes e engenhos – associação cultural
Fotografia Carolina Thadeu, Sofia Caetano
Grafismo e Desenho de Luz Carolina Thadeu
Operação de Luz e Operação de Som Sandra Hung
Som João Santinha
Cenografia Joana Martins
Coreografia Sandra Hung
Música João Santinha
Vídeo Sofia Caetano, Nuno Loução
Produção Executiva artes e engenhos – associação cultural

No Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações a artes e engenhos – associação cultural apresenta Aos meus Avós. Espetáculo teatral que mescla o documental e o ficcional, centrado na biografia da atriz e dos seus avós. Elaborado a partir de narrativas, memórias e registos audiovisuais dos avós da atriz, em diálogo com uma maquete das respectivas cidades de origem, propondo uma dicotomia campo/cidade.

Uma homenagem aos avós. Uma atriz que emerge duma maquete. Um encontro entre dois caminhos distintos que cooperam e convergem para a mesma existência

Os criativos e elenco conversam com o público a seguir ao espectáculo.


SOBRE O GRUPO (http://artesengenhos.blogspot.pt/)
artes e engenhos – associação cultural é uma associação sem fins lucrativos, fundada em 2000 e sediada no atual Campus Universitário da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Conta com um núcleo forte de artistas de teatro, integram ainda a associação médicos, engenheiros, arquitetos, artistas plásticos, fotógrafos, realizadores e designers. Actividade de carácter transdisciplinar, orientada para os âmbitos da criação e investigação teatral, do nexo arte-ciência, e da intervenção comunitária

artes e engenhos - associação cultural


PREGAÇÃO ESTREIA
DE ALEXANDRE PIERONI CALADO, A PARTIR DO TEXTO DE PADRE ANTÓNIO VIEIRA
15 NOVEMBRO, QUINTA-FEIRA, ÀS 21H30
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA
M/12

Autor Alexandre Pieroni Calado 
a partir do texto de Padre Antonio Vieira
Encenação, Dramaturgia, Cenografia, Figurinos, Desenhos de Luz e Som Alexandre Pieroni Calado
Grafismo Miguel Pacheco Gomes
Fotografia Carolina Tadeu
Registo Áudio Tiago Inuit
Edição de Vídeo João Ferro Martins
Produção Executiva artes e engenhos – associação cultural
Interpretação Alexandre Pieroni Calado, Hugo Bettencourt, Iolanda Laranjeiro, Sandra Hung, Tiago Mateus (em áudio)

Trabalho a solo resultante da investigação de traços documentais do espetáculo A Pregação, dirigido por João Brites com o Teatro O Bando (Lisboa 1989), livremente inspirado no Sermão de Sto. António aos Peixes, de Padre António Vieira. Utilizando como materiais o texto de encenação, listas de figurinos, desenhos técnicos da máquina de cena e fotografias do espetáculo, Pregação é um adensamento de vestígios. Que ecos ainda se escutam de um espetáculo que se viu há vinte e três anos? O que sobra do objecto teatral nas pastas de arquivo e por trás das oficinas? Penso que poderei fazer uma evocação que não seja um monumento mas uma resposta sob a forma de perguntas renovadas e de enigmas. Como retomar o papel interventivo de Vieira? De que forma dar continuidade ao gesto de apropriação encetado pel’O Bando? Como mosaico, permanece o texto aberto a novas relações, estimulando uma reescrita que explora filões laterais, pois todo o monumento à cultura corre o risco de ser um monumento à barbárie.

SOBRE O GRUPO
Associação sem fins lucrativos, fundada em 2000 e sediada no atual Campus Universitário da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Conta com um núcleo forte de artistas de teatro, integram ainda a associação médicos, engenheiros, arquitetos, artistas plásticos, fotógrafos, realizadores e designers. Atividade de carácter transdisciplinar, orientada para os âmbitos da criação e investigação teatral, do nexo arte-ciência, e da intervenção comunitária