MTA: Produções Acidentais
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21ª Mostra de Teatro de Almada / 2017

Produções Acidentais
UMA NOITE DE VERÃO
ESTREIA
4 NOVEMBRO | SÁBADO | 22H15 | M/12 | 90’ COM INTERVALO
CENTRO CULTURAL E JUVENIL DE SANTO AMARO – CASA AMARELA 

foto@Luís Aniceto e Vítor Cid
Sabemos que a paixão pode fazer-nos perder a cabeça, mas poucas vezes se terá visto alguém perder a cabeça desta forma. Identidades trocadas, amantes baralhados e transformações alarmantes são o resultado do desentendimento entre a Rainha e o Rei das fadas e o humor perverso de Puck, o duende. Apanhados no meio da vertigem, um pequeno grupo de actores tenta apenas ensaiar a sua nova peça na floresta, pois sala não têm (como não identificar-nos?). O amor, a comédia e uma áspera magia enchem o ar, enquanto o sonho se mistura com a realidade neste renovado clássico de Shakespeare. Vemo-nos na floresta.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: William Shakespeare
Adaptação de “Sonho de uma Noite de Verão”
Versão Cénica e Encenação: Luzia Paramés
Figurinos e adereços: Alice Rolo
Desenho de luz: Daniel Verdades
Movimento: Isabel Cruz
Captação imagem e edição vídeo: Cristina Antunes e Jorge Freire
Sonoplastia: Sandro Esperança
Edição vídeo ambiental: João Guerreiro
Fotografia: Vítor Cid
Cartaz: Miguel Seixas
Assistência: Paulo Guerreiro
Maquilhagem: Ana Pires
Produção: Produções Acidentais, em parceria com a Universidade Sénior D. Sancho
Apoio: Câmara Municipal de Almada

Intérpretes (por ordem de entrada):
Sara Castanheira, Sara Monteiro, César Melo, Ricardo André, Rui Cerveira, Ricardo Cardo, Fernando Rebelo, Ana Lídia Santos, Margarida Leal, João Rodrigues, Jefferson Oliveira, José Balbino
os alunos da turma de Teatro da Universidade Sénior D. Sancho I: Venâncio Ramos, Francisco Reis, João Correia, Lucinda Coelho, Fátima Lopes, Dália Madeira, Dulce Duarte, Emília Evaristo, Joaquina Francisco, Madalena Freitas, Rosa Lajas
e as crianças: Mafalda Ferreira e Zoé Ferreira

20ª Mostra de Teatro de Almada / 2016

Produções Acidentais
ReVerso
9 NOVEMBRO | QUARTA | 15H00 | M/4 | 40’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Fotografia: Vítor Cid 
Poesia e Infância são de alguma forma sinónimos e os poemas de Alexandre Dale são para se comer, cheirar, tocar e cantar. As Produções Acidentais apresentam ReVerso, trinta minutos passados entre sonhos e ciclones. Para maiores de 4 anos e amantes de nuvens.
Os poemas entram-nos na vida pela porta aberta, a porta do coração que pensa, a da cabeça que sente…”

Partindo de poemas inéditos de Alexandre Dale, autor duas vezes galardoado com o Prémio Literário Cidade de Almada, construímos um espetáculo particularmente dirigido à infância, interpretado pela atriz Luzia Paramés e pelo músico Sandro Esperança.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Poemas: Alexandre Dale | Criação e Interpretação: Luzia Paramés e Sandro Esperança | Espaço Sonoro: Sandro Esperança | Apoio à Cenografia: Maria João Montenegro e Henrique Neves | Apoio ao Movimento: Isabel Cruz | Fotografia: Vítor Cid | Residência: Teatro-Estúdio António Assunção | Apoio: Câmara Municipal de Almada

19ª Mostra de Teatro de Almada / 2015

Produções Acidentais
“BEREMIZ NA TERRA PLANA”
19 NOVEMBRO | QUINTA | 15H00 E 21H30 | M/12 | 60’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Criámos o Projecto Beremiz, não para ensinar Matemática a partir do Teatro, mas para utilizar o Teatro como arma de sedução para uma abordagem à Matemática.
Se o 1º espectáculo, "Assim Falou Beremiz" se desenrola por completo em torno da Matemática, já este "Beremiz na Terra Plana" estende-se por muitos outros territórios: a Matemática está sempre presente mas, através das vozes dos poetas, falamos também de tempo, de música, do infinito, de poder e até mesmo de Deus. Como diz o protagonista, entre dois grãos de areia, por mais juntos que estejam, existe um intervalo de espaço.
Convidamos-vos a acompanhar Beremiz, o viajante, nesta viagem.



FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
A partir de Edwin Abbott, Malba Tahan, Novais Neto, Clarice Lispector, André Hemerly, Millor Fernandes, António Cabrita
Dramaturgia e Encenação: Luzia Paramés  
Assistência: Rodrigo Barros              
Interpretação: João Dacosta, Carla Costa, Luzia Paramés
Desenho de Luz e Espaço Sonoro: Sandro Esperança      
Vídeo: Filipe Oliveira
Seleção Musical: João Dacosta e Sandro Esperança        
Fotografia: Vítor Cid             
Cartaz: A.Mimura                                      
Produção: Produções Acidentais

18ª Mostra de Teatro de Almada / 2014

Produções Acidentais
“CARNIVAL – COMEI AS VOSSAS CRIANÇAS” M/16
7 NOVEMBRO | SEXTA | 21H30
CASA DA CERCA

foto Vítor Cid
Inquietação. Seria este o mote de CARNIVAL, caso não se tratasse duma festa. Gostamos de festas: das cores, do canto, da dança, da música, dos vendedores de banha-da-cobra, dos malabaristas, do baile-mandado, da adivinhação. Sinas. Desejos. Promessas. Metes a ficha e é “mais uma voltinha, mais uma viagem!”. Entra no carrossel, sabe o teu destino, pede um desejo, ouve a Palavra dos Senhores e dança, dança, DANÇA! E se em algum momento te sentires possuído pela inquietação, cabe a ti encontrar a saída. Não estás sozinho.
Espectáculo de percurso, com cenas que se desenrolam em diferentes locais e que convidam à intervenção do público.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: João Vasco Henriques e Jonathan Swift 
Encenação: Luzia Paramés
Interpretação: Ana Margarida Leal, Carla Costa, João Vasco Henriques, José Carita, Luzia Paramés
Música: Alexandre Dale
Voz do Padre: José Henrique Neto
Execução e programação do lampadário: André Pereira
Operação de Luz e Som: Sandro Esperança
Fotografia: Vítor Cid
Cartaz: A. Mimura
Produção Executiva: Produções Acidentais

17ª Mostra de Teatro de Almada / 2013

21 NOVEMBRO | QUINTA | 10H30 E 16H00
TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE – SALA DE ENSAIOS
Produções Acidentais
ASSIM FALOU BEREMIZ  | M/9

Chamava-se Beremiz Samir. E ligados por um encontro casual em meio da estrada agreste, tornámo-nos companheiros e amigos inseparáveis. Beremiz conseguia calcular quantas folhas tem uma árvore, quantas abelhas tem um enxame! Com os recursos da sua memória privilegiada, fazia descobertas retumbantes nos misteriosos arcanos da Matemática, a ciência que os árabes tanto cultivaram e engrandeceram. Vamos descobrir com ele a poesia que têm os números, porque, como ele próprio afirma: louvado seja Allah, que criou a Mulher, o Amor e a Matemática!

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: João Vasco Henriques e Luzia Paramés, a partir de Malba Tahan
Dramaturgia: João Vasco Henriques e Luzia Paramés 
Encenação e Cenografia: Luzia Paramés 
Intérpretes: João Vasco Henriques e Fátima Fernandez
Coreografia: Fátima Fernandez
Música: Zukunft
Espaço Cénico e Figurinos: Produções Acidentais
Desenho de Luz: Celestino Verdades
Estagiária: Vanessa Rego
Produção Executiva: Produções Acidentais

PRODUÇÕES ACIDENTAIS


PREGÕES ESTREIA
CRIAÇÃO COLETIVA E DE ANA MARGARIDA PINTO
10 NOVEMBRO, SÁBADO, ÀS 16H00
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA
M/6

Encenação, Dramaturgia e Figurinos Criação Coletiva
Fotografia, Desenho e Operação de Luz, Desenho e Operação de Som Produções Acidentais
Grafismo Henrique Neves
Produção Executiva Produções Acidentais
Interpretação Alexandrina Neto, Celeste Sampaio,  Elvira Marques, Encarnação Vidal, Ermelinda Bernardo, Generosa Mendes, Gracinda Rebôlo, Irene Costa, Irene Martins, Marlene Patrício, Rosa Fragoso, Silvina Rosa

"Ó meninas desta rua
Venham todas à janela
Venham cá ver o Germano
E comprar uma cautela"

Assim se poderia anunciar este espetáculo de vozes e chamamentos ou, como disse Giacometti, “do pregão dos vendilhões à loa dos autos sacros, no apregoar de uma mercadoria ou de um acontecimento, no toque festivo de uma alvorada (...) na disputa de cantadores ao desafio, na lamúria dialogada de cegos pedintes, na palavra entoada em autos e ritos, por ruas, praças e palcos improvisados, de acordo com a sentida necessidade de quebrar silêncios impostos na solidão colectiva”. Passado que é presente, ou no Dia Mundial da Voz não teriam ido jornalistas descobrir os pregões que ainda se ouvem pelas ruas. Em pleno séc. XX, em Alcoutim, ainda os pregões eram mandados lançar pelos interessados e normalmente tinha um sentido comercial; o trabalho era pago com o produto que se apregoava.

Com o mesmo intuito vos lançamos estes Pregões, na voz daquelas que ainda os ouviram, todos eles, na sua primeira juventude.

As Produções Acidentais surgiram como forma de alguns actores profissionais desenvolverem projectos próprios nas áreas do espetáculo e da formação artística, ao sabor da sua disponibilidade e das oportunidades que vão surgindo.  Apesar de tal configurar, necessariamente, uma atividade ‘acidenta’, contam já com seis espetáculos produzidos: Vaudeville e Volto a Pé, Ética, Estética, Métrica, Tétrica, A Guerra do Azeite, O Natal dos Animais, O Menino e o Gato e Porque Sim! Porque Não!. Paralelamente, tem desenvolvido atividades de formação artística, com crianças e adultos, em ATL, Escolas, e para Juntas de Freguesia, Câmaras Municipais, entre outros.

Produções Acidentais

PORQUE SIM! PORQUE NÃO!
de Manuel Luz M/4
13 Abril 2011, quarta 14h30
Auditório Fernando Lopes-Graça

Preço especial para grupos escolares: 3€

Encenação e Cenografia Manuel Mendes e Luzia Paramés Elenco Miriam Santos, Diogo Cão, Paula Antunes Coreografia e Movimento Paula Careto Música original e Banda Sonora Gonçalo Pratas Letras das Canções Inês Pupo Figurinos Luzia Paramés e Alice Rolo Imagem Gráfica André Letria Desenho de Luz Vasco Letria Fotografia Carlos Silva Webmaster André Pereira Texto Manuel Luz

Porque Sim e Porque Não são dois amigos inseparáveis mas com uma particularidade: nunca estão de acordo! Ou por outra, estão de acordo… em discordar! Se um diz preto, o outro diz branco; se um diz esquerda, o outro diz direita; se um diz para cima, o outro diz para baixo. Cansados de tanta discussão, resolvem separar-se, mas no caminho passam por naufrágios, tempestades, vulcões e um terrível (ou talvez não assim tão terrível) monstro! E descobrem que têm muitas saudades duma boa discussão!
Nesta época da comunicação virtual, as verdadeiras discussões, nas quais expomos os nossos pontos de vista e defendemos as nossas ideias, ficam cada vez mais esquecidas.

As Produções Acidentais surgiram como forma de alguns actores profissionais desenvolverem projectos próprios nas áreas do espectáculo e da formação artística, ao sabor da sua disponibilidade e das oportunidades que vão surgindo. Apesar de tal configurar, necessariamente, uma actividade acidental, contam já com cinco espectáculos produzidos: “Vaudeville e Volto a Pé”, “Ética, Estética, Métrica, Tétrica”, “A Guerra do Azeite”, “O Natal dos Animais”, “O Menino e o Gato” e “Porque Sim! Porque Não!”.