MTA: A Lagarto Amarelo - Associação Cultural
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21ª Mostra de Teatro de Almada / 2017

A Lagarto Amarelo Associação Cultural
NO FIM DA LINHA
ESTREIA
16 NOVEMBRO | QUINTA | 21H30 | M/12 | 60’
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE

foto@Luís Aniceto e Vítor Cid
Uma escritora sente-se bloqueada e não consegue escrever uma linha. O seu editor exige-lhe uma nova obra e ela sente-se incapaz de o fazer. Recebe uma visita de uma jornalista que a vem entrevistar mas nem tudo o que parece é. Uma comédia inteligente que vai surpreendendo o público à medida que se desenrola a relação entre estas duas mulheres num jogo de forças e manipulação da verdade.


FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Jean-Pierre Martinez
Tradução:  Cláudia Negrão
Encenação: Cláudia Negrão
Interpretação: Alexandra Leite e Cláudia Negrão
Espaço cénico: Hugo Migata e Pedro Alexandre Silva
Desenho de luz / Sonoplastia: Sandro Esperança
Produção: A Lagarto Amarelo
Apoio: Câmara Municipal de Almada

20ª Mostra de Teatro de Almada / 2016

A Lagarto Amarelo
TRÊS MÁSCARAS”
ESTREIA
11 NOVEMBRO | SEXTA | 21H00 | M/12 | 60’
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE

fotografia©Luís Aniceto/Vítor Cid
Publicado em 1940, “Três máscaras“ de José Régio, trouxe para o conflito dramático três personagens distintas do teatro europeu: Mefistófeles e Pierrot que disputam o amor de Columbina. Contextualizada por um baile de carnaval, a cena estabelece um jogo repleto de máscaras e aparências. A vida social é aqui metaforizada pelo autor numa visão crítica e quase grotesca da verdade e da mentira, sublinhada pelo caráter intrínseco da cada uma das máscaras e pela utilização de quem está por detrás delas. Na verdade, quem está mascarado diz a verdade mas, na ausência desse escudo, mente. As camadas de máscaras sucedem-se, filtram os discursos e regem comportamentos. Num paradoxo permanente o disfarce revela e ao mesmo tempo esconde. A máscara ganha assim contornos de segunda pele provocando uma realidade virtual que afinal, se confirma nos dias de hoje. O autor metaforiza a vida quotidiana da sociedade da altura, repleta de aparências, com a festa de mascarados. Os três personagens escudados pelas máscaras vão se desafiando, e quando as suas identidades são postas em causa cai a máscara, dando lugar a outra, provocando momentos de ruptura.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Autor: José Régio | Encenação: João Ferrador | Interpretação: Cláudia Negrão, Tomás Curveira, Ruben Dias | Espaço Cénico: Hugo Migata, Pedro Alexandre Silva | Música e Desenho de som: João Balão | Luz e Operação técnica: Daniel Polho | Produção: A Lagarto Amarelo