MTA: Grupo de Teatro da Academia Almadense
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21ª Mostra de Teatro de Almada / 2017

Grupo de Teatro da Academia Almadense
É ISTO UM GANG?
ESTREIA
10 NOVEMBRO | SEXTA | 21H00 | M/12 |60’
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE

foto@Luís Aniceto e Vítor Cid
Um grupo de jovens vive num bairro social e a propósito de um acontecimento inesperado, ficam frente a frente com questões fundamentais: quem são? Que papel têm?
Como se vêem e se relacionam entre si? Espalhados pelas ruas, pelas escolas, pelos cafés, estes “gangs”, podem afinal, estar ligados aos arquétipos mais clássicos como o amor juvenil de “Romeu e Julieta”.
Uma história de amor e afetividade, mas também de rivalidade e liderança, e sobretudo de desejo e descoberta.
Que jovens são estes?

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Encenação: Cláudia Negrão                                  
Elenco: Débora Alcobia, Júlio Picanha, Tiago Nunes, Cláudia Nunes, Gonçalo Borges, Ema Duarte, Laura Pinto, Paulo Isidoro, Beatriz Ventura e Martim Machado
Cenografia: Hugo Migata                                                   
Sonoplastia: Ponto Zurca                                                    
Luz: Sandro Esperança
Construção de Cenografia: Helder Silva e Ricardo Trindade
Graffiti: Tiago Naré
Produção: Academia Almadense                                          
Texto: Joaquim Paulo Nogueira
Apoio: Câmara Municipal de Almada

20ª Mostra de Teatro de Almada / 2016

Grupo de Teatro da Academia Almadense
RETRATO POR ALTO”
20 NOVEMBRO | DOMINGO | 19H00 | M/12 | 45'
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE

fotografia©Luís Aniceto/Vítor Cid
RETRATO POR ALTO fala-nos de uma família absolutamente normal. Fala-nos de acontecimentos dispersos perdidos na lembrança de um avô que não fala traumatizado pela guerra, de uma mãe que tenta reunir a família á volta de uma mesa, de uma filha que se divorcia e de uma neta que se sente deslocada em casa da avó.
Devagar vamos percebendo que o presente resulta de percalços, acontecimentos, memórias do passado que se infiltram no momento atual tal como uma manta de retalhos que se vai cozendo devagar.
O texto, construído pelo coletivo, resulta de conversas que foram sendo tidas pelos elementos do grupo com pessoas que contaram algumas das suas histórias, por isso, apesar de ficção, o texto apresenta um retrato real de pessoas reais e, de uma forma por vezes cómica, por vezes trágica, dá-nos em breves pinceladas aquilo que podia ser a família de qualquer um de nós.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Criação Coletiva | Encenação: Cláudia Negrão | Interpretação: Ana Rita Pereira, Andreia Fernandes, Cláudia Nunes, David Brito, Débora Amorim, Flávia Garrido, Gonçalo Borges, Júlio Picanha, Paulo Isidoro, Tiago Nunes | Cenografia: Pedro Alexandre Silva | Desenho de Luz: Sandro Esperança | Sonoplastia: Ponto Zurca
Operação Técnica: Sandro Esperança

19ª Mostra de Teatro de Almada / 2015

Grupo de Teatro da Academia Almadense
REFUGA
ESTREIA
21 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H00 | M/14 | 60’
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE

Numa altura em que o tema da migração de refugiados enche os telejornais e é tema de conversa da atualidade, surgem múltiplas perguntas e questões sobre o tema. Sem pretender exprimir opiniões politicas, “Refuga”, conta a história de Kodjo, uma criança de 14 anos, refugiada, vinda da Costa do Marfim que acaba por ser encaminhada para um centro de acolhimento infantil onde estão também outras crianças. E a pergunta impõe-se: Que fazer com todas elas?
“Refuga” fala-nos de sonhos perdidos e de futuros incertos numa linguagem que oscila entre a ternura possível e a crueza de uma realidade experienciada por tantas crianças nestes tempos que vivemos. Qualquer uma delas pode ser o Kodjo ou o Hassan ou o Chang ou a Ara. Qualquer uma delas pode ser a próxima a chegar sem a proteção de qualquer familiar ou sequer conhecido. Qualquer uma delas pode ser abandonada no mesmo sistema que as recebeu.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Abi Morgan
Encenação: Cláudia Negrão
Interpretação: Andreia Fernandes, César Melo, David Brito, Flávia Garrido, Júlio Pinheiro, Paulo Isidoro, Rita Pereira, Sara Castanheira
Cenografia: Hugo Migata e Pedro Medeiros
Desenho de luz: Paulo Mendes
Desenho de Som: Tiago Inuit
Design gráfico: Sandra Catarino
Produção executiva: Fernanda Leitão

19ª Mostra de Teatro de Almada / 2015

Grupo de Teatro Musical da Academia Almadense
ANNIE
ESTREIA
15 NOVEMBRO | DOMINGO | 11H00 | M/4 | 50’
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE

Annie" é a história de uma incrível menina ruiva que sonha com uma vida fora do seu horrível orfanato. Um dia Annie é escolhida para passar uma semana com o famoso multimilionário Daddy Warbucks. "Annie" é, além do mais, um hino de esperança. A sua ação decorre na grande depressão económica que ocorreu no final dos anos 20 nos Estados Unidos da América, onde o povo americano sofreu a maior crise da história. Porém, Annie com a sua coragem, otimismo e esperança irá dar, também a nós Portugueses, uma mensagem de fé, força e esperança no futuro. "Annie" representa o acreditar nos grandes valores da humanidade e na força do ser humano.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Charles Strouse
Adaptação dramatúrgica e encenação: Diogo Novo
Direção musical: Diogo Novo
Elenco: Mariana Coelho,Yoann Auboyneau, Sara César, André Henriques, Sofia Fonseca
Inês Branco, Cláudio Louro, Leonor Jacob, Patrícia Marques, João Pedro Novo, César Melo, Sara Castanheira, Marta Coelho, Sandra Catarino, Mariana Chaves, Inês Vasconcelos, Sara Maló, Maria Catarina Antunes, Maria Inês Antunes, Filipa Valbontim
Técnico de som: Sandro Esperança
Desenho e operação de luz: Paulo Mendes
Figurinos: Helena Resende
Assistente de Figurinos: Diogo Novo
Costureiras: Anabela Vieira
Equipamento de som e luz: Etroslight
Produção: AIRFA – Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense

18ª Mostra de Teatro de Almada / 2014

Grupo de Teatro Musical da Academia Almadense
SÍTIO DO PICAPAU AMARELO M/3
ESTREIA
16 NOVEMBRO | DOMINGO | 11H00
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE

Antes do Sítio do Picapau Amarelo passar pela televisão era um livro que preenchia os sonhos da infância com as aventuras da Emília, da Narizinho, do Visconde de Sabugosa, da Dona Benta, da Tia Nastácia ou da terrível Cuca, que povoam esse Sítio onde tudo era possível desde que acreditássemos. Viver no Sítio do Picapau Amarelo é viver num país distante e diferente dos outros, um país onde nem tudo é o que parece, onde as bonecas de trapos falam e os viscondes feitos de barbas de milho são cultos e sabedores, é viver num país de sonho onde todos os nossos sonhos são possíveis apenas porque assim o desejamos. É precisamente nisso que os habitantes do Sítio do Picapau Amarelo querem que acreditemos, no sonho e na magia que nos fazem viver o nosso dia-a-dia. Assim como no teatro, onde o sonho e a magia são as palavras que nos fazem voar até ao Sítio do Picapau Amarelo. Como tal, esperamos por todos para que juntos possamos fazer esta viagem inesquecível e lembrar que nunca podemos deixar de sonhar. Uma peça que defende o valor da amizade e nos deixa uma mensagem intemporal sobre o mundo dos sonhos: o verdadeiro mundo das crianças.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Musical escrito a partir do livro de Monteiro Lobato
Dramaturgia, Adaptação e Encenação: Diogo Novo
Interpretação: André Henriques, Catarina Mouro, Inês Branco, Lua Santos, Lucília Mateiro, Pedro Alves, Ricardo Botelho, Sofia Fonseca, Tomás Crawford Nascimento, Yoann Auboyneau
Figurinos: Conceição Braga e Lucília Mateiro
Coreografia: Maria Luísa Carles
Luz: Diogo Novo e Maira Luísa Carles
Som: Diogo Novo
Música: Piers Chatters Robbinson
Fotografia e Grafismo: Joana Pereira
Produção Executiva: Academia Almadense

Grupo Teatro Academia Almadense

FERNÃO CAPELO GAIVOTA
de Richard Bach M/6 ESTREIA
17 Abril 2011, domingo 16h
Auditório Fernando Lopes-Graça

Tradução Ana Maria Sampaio Encenação Cláudia Negrão Intérpretes Ana Clemente, Ana Matos, Catarina Amorim, João Ribeiro, Dione Santos, Ruben Gracioso, Sara Castanheira, Inês Cabau, Filipe Cabau, Sandra Catarino, Melissa Silva, Joana Palhau e Paixão Esteves Dramaturgia Cláudia Negrão Luz e Operação de Luz Miguel Cruz Som, Operação Som e Música Tiago Inuit Cenografia Hugo Migata / Pedro Medeiros Produção Executiva Fernanda Leitão

Para um bando de gaivotas o importante é saber voar apenas o suficiente para se poder alimentar. É a lei, a ordem estabelecida. No entanto, Fernão, uma jovem gaivota, ambiciona mais do que viver unicamente para a sua sobrevivência. O que Fernão quer é voar pelo prazer de voar e esse apelo é demasiado grande para se submeter à lei da Grande Gaivota e desobedece à ordem do bando. Por isso é expulso e obrigado a ir viver sozinho e começa uma grande aventura para a realização do seu sonho.

Um grupo de jovens, com idades compreendidas entre os 12 e os 18 anos, juntou-se em 2008 com vontade de constituir um grupo de teatro com o apoio da Academia Almadense (A.I.R.F.A.). Desde essa altura até hoje, o Teatro da Academia tem-se reunido semanalmente com o intuito de ter alguma formação e ao mesmo tempo de ir mostrando o fruto do seu trabalho na Mostra de Teatro de Almada. Este é já o 3º ano consecutivo em que participa, mostrando alguma evolução e empenhamento no desenvolvimento dos seus projectos, para os quais conta com o apoio de profissionais ligados à área do teatro e do espectáculo.

Auto da Barca do Inferno, pelo Teatro da Academia

AUTO DA BARCA DO INFERNO
Adaptação livre de Gil Vicente
ESTREIA27 Fev 2010, Sáb. 17h00
Salão de Festas da Incrível Almadense
M/6

Autor: Mário da Costa; Encenação: Claudia Negrão; Intérpretes: Melissa Silva, Sandra Catarino, Bruno Oliveira, João Vasco Balegas, Dione Santos, Inês Cabau, Filipe Cabau e João Ribeiro; Figurinos: Débora Balegas; Luz, Som, Operação de Luz e Som: Ricardo Trindade; Cenografia: Hugo Migata; Produção Executiva: Fernanda Leitão.

A intemporalidade do Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente é recuperada nesta adaptação muito contemporânea e muito divertida feita pelo grupo de teatro Viv’Arte da Escola Secundária de Oliveira do Bairro. O texto atravessa o tempo até aos dias de hoje trazendo algumas novas personagens e alguns novos diálogos numa delirante composição e sempre com uma acutilante perspectiva sobre a sociedade contemporânea. Um texto divertido e animado com a ironia e a crítica de Gil Vicente.