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24ª Mostra de Teatro de Almada / 2020 - GRUPO DE TEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE

A HORA DO CISNE
GRUPO DE TEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE
ESTREIA

23 DEZEMBRO | QUARTA | 20H30 | M/12 | 60
AUDITÓRIO OSVALDO AZINHEIRA – ACADEMIA ALMADENSE

Encenação Cláudia Negrão
Elenco Beatriz Ventura, Cármen Duarte, Carolina Dantas, Catarina Silva, Gonçalo Borges, Joana Vingada, Júlio Picanha, Ana Sofia Ferreira, Tainà Gurgel, Tiago Nunes.
Cenografia Hugo Migata
Desenho de Luz Paulo Santos
Escolha musical Paulo Isidoro
Sonoplastia Ponto Zurca
Técnico de som e luz Paulo Santos

Numa altura de escolhas e definições de vida, as dúvidas emergem. A vontade de crescer implica decisões e reflexão sobre quem somos e para onde vamos. Implica também a capacidade de ganhar coragem para largar certezas e incertezas juvenis e passar a olhar o mundo de outra forma a partir de nós mesmos. Assim se juntam um grupo de jovens, à volta dos 20, na sua busca pelo futuro, revendo-se pelos olhos dos seus pares e procurando a sua verdade. Colegas de escola, conhecidos, vizinhos, relacionam-se entre si, com tudo o que estas relações implicam de trágico ou cómico, enquanto ambicionam a sua autonomia e com ela a sua Liberdade.

SOBRE O GRUPO
Um grupo de jovens juntou-se em 2008 com vontade de constituir um grupo de teatro com o apoio da Academia Almadense (AIRFA). Desde essa altura até hoje, o grupo de teatro da Academia tem-se reunido semanalmente com o intuito de ter alguma formação e ao mesmo tempo ir mostrando o fruto do seu trabalho na mostra de teatro de Almada. Este é já o 10º espetáculo que apresenta, mostrando alguma evolução e empenho no desenvolvimento dos seus projetos para os quais conta com o apoio de profissionais ligados área do teatro e do espetáculo.

24ª Mostra de Teatro de Almada / 2020 - NINHO DE VÍBORAS - ASSOCIAÇÃO CULTURAL

O PÚBLICO
NINHO DE VÍBORAS - ASSOCIAÇÃO CULTURAL
ESTREIA

26 e 27 NOVEMBRO | QUINTA E SEXTA | 19h30 | M/16 | 145’
SALA EXPERIMENTAL – TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE

Texto Federico García Lorca

Intérpretes (por ordem de entrada em cena) Jefferson Oliveira (O Pastor, Homem 3, Estudante 2, Dama 1), Diogo Fouto (Enrique-Director), Rita Barros (O Criado, Figura de Guizos, Julieta, O Contra-Regra, Dama 3), Maria Vilalobos (Os Cavalo Brancos, O Centurião, Ladrão Esquerdo, Estudante 5, Dama 2), Victor Caetano (O Cavalo Branco, Ladrão Direito, Estudante 1, Rapaz), César Melo (Gonzalo, Nu Vermelho), Rafaela Binbal (Homem 2, O Menino, O Enfermeiro, Estudante 4, A Senhora), Sara Castanheira (Enrique-Arlequim, Figura de Parras, Estudante 3, Dama 4), Tomás Gomes (Elena, O Imperador, O Cavalo Preto, O Prestidigitador)

Música Robert Fripp com Andrew Keeling e David Singleton
Direcção plástica, guarda-roupa e iluminação Gabriel Orlando
Adereços, operação vídeo Luís Pinho
Sonoplastia Cristina Gonçalves
Fotografia de cena António Coelho
Tradução, dramaturgia e encenação Karas
Produção Ninho de Víboras (2020)

Apoios Sociedade Filarmónica Incrível Almadense, Teatro Extremo, Associação Cultural e Recreativa do Bairro de São João, Atelier Gabriel Orlando

Corre a Semana Santa. Enlouquecido por uma paixão proibida, e falido, Enrique, diretor do grande teatro, devota-se à montagem de uma versão radicalmente livre de "Romeu e Julieta", no seu mais íntimo e secreto palco: o mundo dos sonhos. Mas até nesse território, a moral vigente é uma flora infestante, e convocará as devidas instituições para uma violenta insurreição contra o Teatro e os seus degenerados entes.

Fruto de uma exaustiva investigação em torno de "O Público", o Ninho de Víboras apresenta uma nova tradução para este texto maior da dramaturgia universal, a primeira realizada em português a partir do manuscrito sobrevivente.

Comédia surrealista, tragédia autobiográfica, music-hall iconoclasta: "O Público" é, antes de mais, um gesto político que reivindica o primado da poesia como ferramenta transformadora da realidade.

SOBRE O GRUPO

O Ninho de Víboras surgiu em Almada em 1996 como uma das primeiras estruturas de criação artística multidisciplinar do país. Participa na Mostra de Teatro desde a primeira edição, quer com espectáculos, quer com propostas de dinamização deste evento comunitário. Desde então, a atividade deste coletivo artístico tem sido profícua e constante, priorizando a criação artística contemporânea, principalmente nas áreas do Teatro e da Dança. Um dos seus mais notórios focos tem sido a apresentação de novas obras dramáticas de autores portugueses e estrangeiros.