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25ª Mostra de Teatro de Almada - 2021 | TEATRO BOCAGE

EPIFANIAS
TEATRO BOCAGE

06 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30 | M/16 | 60’
SALA DE ENSAIOS – TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE   

Texto, criação artística, atriz performer Rita Cássia, ator performer Pedro Vicente
Criação musical, músico performer João Oliveira
Desenho de luz Pedro Vicente, Rita Cássia
Figurino Rita Cássia
Criação audiovisual Raquel Pimentel
Fotografia Alexandre Barão

Consolidação de um ciclo de experimentações performativas a solo, realizadas pontualmente por Rita Cássia entre os anos 2013-2016 no Projeto Conversando Com Clarice (Lisboa: Restart / BlueLab / Encontro Internacional Lusófono Todas as Artes Todos os Nomes, Barcelona: Tudanzas). Rita Cássia, antropóloga formada pelo ISCTE-IUL, atriz-performer, ativista, arte-educadora, luso-afro-brasileira, têm denunciado nacionalmente e internacionalmente nos últimos três anos, práticas sociais violentas contra mulheres e crianças, que decorrem em território português, através da publicação de artigos e registos em relatórios com enfoque em método biográfico. Em palco, esta mesma mulher e um homem “Filho do Silêncio”, dialogam. Talvez nunca consigam escutar-se. Talvez haja esperança. Talvez. Um músico, arauto/mestre/sábio, entre demarcações específicas de cena e, breves improvisações, conduz as reverberações de vozes que darão suas passagens.

SOBRE O GRUPO
Inaugurado em Lisboa a 5 de maio de 2006, o Teatro Bocage soma já 15 anos de existência. Assume-se como um espaço onde se desenvolvem atividades culturais multidisciplinares, designadamente nas áreas da representação teatral, stand up comedy e música, criando uma oferta de programação diversificada, potenciando o emergir de novos valores e a difusão e crescimento de companhias ou grupos informais sem espaço próprio ou que procuram apresentar os seus trabalhos na cidade de Lisboa.
No Teatro Bocage desenvolvem-se ainda atividades de formação em Teatro para todas as idades, utilizando o Teatro como ferramenta de comunicação, com especial enfâse no desenvolvimento de químicas e espírito de grupo.
Soma já um vasto portfólio de espetáculos infanto-juvenis e projetos pontuais para público adulto, de que se destacam a sua primeira produção A alegre história de Portugal em 90 minutos (m/6) e as mais recentes produções Fernando (que) Pessoas? (m/12) e Epifanias (m/16).

25ª Mostra de Teatro de Almada - 2021 | TEATRO EXTREMO

PORTUGAL DOS PEQUENITOS
TEATRO EXTREMO

07 NOVEMBRO | DOMINGO | 16H00 | M/12 | 60’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Criação, Dramaturgia e Encenação  Criação Coletiva
Coordenação Artística Fernando Jorge Lopes
Interpretação Antónia Terrinha, Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes, Isabel Mões, Rui Cerveira e Rui Sá
Desenho de Luz Daniel Verdades
Música Rui Sá
Cenografia Jean Marc Dercle
Assistência na construção de Cenário e Adereços Maria João Montenegro
Figurinos Miguel Falcato
Costureira Rosário Balbi
Movimento Bárbara Salvador
Direção técnica Celestino Verdades
Técnicos de Palco Daniel Verdades e Maria João Montenegro
Direção de Produção Sofia Oliveira
Produção Josefina Correia e Paula Almeida
Comunicação e Assessoria de Imprensa Nádia Santos
Promoção Victor Pinto Ângelo
Imagem Miguel Falcato;
Design Gráfico P2F Atelier
Fotografia José Frade
Vídeo Henrique Armez e Pedro Costa
55ª criação do Teatro Extremo

A trama de Portugal dos Pequenitos decorre durante a festa de uma tuna composta por Duxs académicos. A partir daí uma série de peripécias irão levar estes veteranos universitários a confrontar a realidade contemporânea, com alguns episódios ocorridos durante as duas primeiras décadas de há um século atrás, que pela sua similitude não podem deixar de ser objeto de muita curiosidade, em que a repetição de um fenómeno pandémico, por exemplo, salienta-se como um caso paradigmático. A história que se repete. Primeiro como tragédia, depois como farsa, sendo por vezes mais terrível do que a tragédia à qual ela segue, como se nós, humanos, não aprendêssemos nada. Uma história mordaz e onírica.

Portugal do Pequenitos insere-se no Ciclo “Sem Rei nem Roque” que o Teatro Extremo tem vindo a desenvolver no sentido de recuperar episódios marcantes da História de Portugal. Um ciclo alicerçado sobretudo na relação contemporânea com a nossa História, na tentativa de observar o passado com os olhos do presente e de trazer para a atualidade assuntos que nos permitem fazer uma análise crítica da sociedade em que vivemos.

SOBRE O GRUPO
Estrutura profissional com sede em Almada desde 1994, o Teatro Extremo constitui-se Associação Cultural em 1996. Aposta na criação de espetáculos essencialmente para jovens públicos, investindo na dramaturgia contemporânea e na itinerância. Ao longo de duas décadas e meia, apresentou-se a mais de meio milhão de espetadores em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Bélgica, Itália, Inglaterra, Brasil, Cabo Verde e Índia. Organiza desde 1996 Sementes - Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público, festival multidisciplinar e descentralizado para a infância e público familiar. Desenvolve um Serviço Educativo com projetos de formação e de sensibilização e captação de públicos. Em 2002 foi-lhe atribuído a Medalha de Prata de Mérito Cultural da Cidade de Almada. Desde 2015 garante o funcionamento e a programação do equipamento municipal Teatro-Estúdio António Assunção. Em 2020, o Teatro Extremo celebrou 26 anos de atividade e 25 edições de “Sementes".