MTA: ESPETÁCULOS

ESPETÁCULOS

PROGRAMAÇÃO

ESPETÁCULOS 2020

1.
MYTHOS
TEATRO EXTREMO
31 OUTUBRO | SÁBADO | 21h30 | M/6 | 75’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO        

Direção Artística Joseph Collard
Interpretação Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes e Rui Cerveira
Cenografia Teatro Extremo
Construção de Cenografia e Adereços Daniel Verdades e Maria João Montenegro
Figurinos Arminda Moisés Coelho
Desenho de Luz Celestino Verdades
Sonoplastia Fernando Jorge Lopes e Joseph Collard
Montagem da Sonoplastia Sandro Esperança
Direção Técnica Celestino Verdades
Operação técnica Daniel Verdades e Maria João Montenegro
Direção de Produção Sofia Oliveira
Promoção Victor Pinto Ângelo
Comunicação e Assessoria de Imprensa Ana Sofia Ferreira
Assistência de Produção Josefina Correia e Paula Almeida
Registo Vídeo João Varela
Design Gráfico P2F
Fotografia Vítor Cid 

Uma conferência sobre a Mitologia. Este é o ponto de partida que leva três personagens a fazer uma “viagem” em tom de comédia, em demanda da curiosidade e da imaginação universal, glosando os mitos universais e urbanos para expor a condição humana na nossa sociedade contemporânea.
Interpretado por Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes e Rui Cerveira, é uma criação original, em linguagem universal, para público de todas as línguas com direção artística de Joseph Collard, clown belga cofundador da companhia Les Funambules, que integra o elenco do espetáculo “Ovo” do Cirque du Soleil.

SOBRE O GRUPO
47ª Criação do Teatro Extremo.
Estrutura profissional com sede em Almada desde 1994, o Teatro Extremo constitui-se Associação Cultural em 1996. Aposta na criação de espetáculos essencialmente para jovens públicos, investindo na dramaturgia contemporânea e na itinerância. Ao longo de duas décadas e meia, apresentou-se a mais de meio milhão de espetadores em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Bélgica, Itália, Inglaterra, Brasil, Cabo Verde e Índia. Organiza desde 1996 Sementes - Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público, festival multidisciplinar e descentralizado para a infância e público familiar. Desenvolve um Serviço Educativo com projetos de formação e de sensibilização e captação de públicos.

2.
NÃO SE GANHA, NÃO SE PAGA!
TEATRO UBU/ARTE33
ESTREIA

4 E 5 NOVEMBRO | QUARTA E QUINTA | 20h30 | M/12 | 90’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Autor Dario Fo
Tradução/Adaptação Rui Silvares
Encenação Ana Nave
Actores Ana Nave, António Olaio, Carlos Dias Antunes, Francisco Silva, Patrícia Conde
Música original Manuel Paulo
Cenário Ana Nave/ Rui Silvares
Figurinos Rafaela Mapril
Desenho de Luz Daniel Verdades
Operador de Luz/Som Daniel Verdades
Direção de Cena/Aderecista Bela
Construção do Cenário Daniel Verdades
Assistência de Figurinos Alice Rolo
Cartaz Rui Silvares
Fotografias de Cena José Frade
Contabilidade Carlos Dias Antunes
Produção Arte33
Produção Executiva Josefina Correia
Difusão Mónica Talina 

“Não se ganha, não se paga!” é uma comédia da autoria do actor e dramaturgo italiano Dario Fo (1926-2016), prémio Nobel de Literatura em 1997. Com uma grande agitação social como pano de fundo, duas famílias tentam encontrar forma de contornar a situação de crise em que vivem, garantindo a sobrevivência. Os acontecimentos precipitam-se numa sequência delirante. A fome não morre, os valores confundem-se e a Revolução começa no coração de cada um.

SOBRE O GRUPO
2013 As Aves: Autor Aristófanes, adaptação Rui Silvares, encenação Ana Nave, Teatro na Gandaia; 2014 Vestido de Noiva: Autor Nélson Rodrigues, encenação Rui Cerveira, Teatro na Gandaia; 2015 Uma tal Lisístrata: Autor Aristófanes, adaptação Rui Silvares, encenação Ana Nave, Teatro na Gandaia; 2016 O Pranto de Maria Parda: Autor Gil Vicente, adaptação Ana Margarida Leal e Rui Silvares, encenação Ana Nave, Teatro na Gandaia; 2017 Rei Ubu: Autor Alfred Jarry, adaptação Rui Silvares, encenação Ana Nave, Teatro na Gandaia; 2018 Ilha do Sumiço: Ideia original de Francisco Silva, Rui Silvares e Ana Nave, Teatro Ubu, Produção Arte 33. 2019 Odeio Este Tempo Detergente a partir de Ruy Belo, Co-Produção Teatro Municipal S. Luiz/ Arte33. 2019 A Inauguração, criação coletiva.

3.
O MIÚDO DA BICA
TKM- UNIVERSIDADE SÉNIOR DOM SANCHO I DE ALMADA
ESTREIA

07 NOVEMBRO | SÁBADO | 16h00 e às 20h30 | Para todos | 60’
AUDITÓRIO OSVALDO AZINHEIRA – ACADEMIA ALMADENSE

Baseado no filme, guião escrito por Antónia Oliveira, Diogo Novo e Fátima Teixeira
Encenador Antónia Oliveira
Elenco Jorge Baptista da Silva, Antónia Oliveira, Silvino Albino, Emília Oliveira, Fátima Teixeira, Lucinda Coelho, João Novo, Venâncio Ramos, António Martins, Fernando Ventura, Joaquina Francisco, Lurdes Pelarigo, Cidália Encarnação, Mariana Porta Nova e Manuel Geraldes
Músicos Custódio Magalhães, Amândio Pires e Paulo Matos
Regi Diogo Novo
Luz e Som Impecaudio

Esta peça é um Musical baseado no filme “O Miúdo da Bica”, que relata a história da vida de Fernando Farinha desde a sua juventude até a fase adulta.
Durante a peça serão magnificamente interpretados alguns dos fados mais emblemáticos do artista. 

SOBRE O GRUPO
"O grupo foi formado com alunos e professores da Dom Sancho que se juntaram para criar este musical mesmo em tempo de resguardo da Covid.
Fizeram pesquisa e escreveram o guião para levar à cena “O Miúdo da Bica”.

4.
NARRATIVAS DA MEMÓRIA: A PASTORA LEITORA
PRODUÇÕES ACIDENTAIS
ESTREIA

08 NOVEMBRO | DOMINGO | 19h00 | M/12 | 65
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES GRAÇA

Texto e Encenação Gisela Cañamero
Interpretação Luzia Paramés
Luz e sonoplastia José Manhita
Figurino Alice Rolo
Fotografia Rafael del Rio
Residência Centro Unesco, CM Beja
Apoio Câmara Municipal de Almada, Câmara Municipal de Beja / Pax Julia – Teatro Municipal
Co-produção Produções Acidentais / arte pública

"Com raízes no Alentejo, a vivência rural deste personagem remete-nos para recônditos de todo um país que fomos, e que permanece apenas nas memórias dos mais velhos: infância, trabalhos, escola, família, pobreza extrema, união conjugal, condição da mulher, Guerra do Ultramar.
Os padrões de aculturação e pressupostos sociais duma época que condenou grande parte das mulheres a serem as deserdadas dos deserdados, num Portugal de memória recente, encontram, na voz da protagonista que dá corpo e voz à narrativa, a alternativa, fracturante, de interromper o ciclo de dependência e de pobreza a que estaria destinada.
A Pastora Leitora – personagem inspirado em mulheres reais – sublinha o carácter reflexivo e transformador que o acesso ao livro, a leitura e a literatura, podem ter num percurso de vida orientado pela fundamental possibilidade da escolha. "     

Gisela Cañamero

Espectáculo integrado no Ciclo WOS Women on Scene.

SOBRE O GRUPO
Inspirando-nos na ideia contida na palavra acidental, apresentamos um programa que contém essa natureza casual, repentina, irregular. Produzimos e criámos 14 espectáculos de teatro - 9 para adultos, 4 para crianças - 1 espectáculo de rua e a performance O Amor Anda no Ar.
Trabalhámos com a comunidade no âmbito da promoção da leitura e da expressão dramática e apresentámos concertos de música e de spoken word. Temos desenvolvido oficinas com crianças e seniores.
Publicámos a Zona Magazine, revista de fotografia com 3 números sobre Almada, e o livro Sinas, a partir do espectáculo Carnival. Será lançada este ano a Revista WOS - Women on Scene, em parceria com o grupo Arte Pública, que recolhe testemunhos de criadoras portuguesas. Temos já em preparação o nosso próximo espectáculo, o musical Moonstros, interpretado por crianças, que estreará em Junho de 2021.

5.
XABADÁ-UIZA
TEATRO ABC.PI  
ESTREIA

13 NOVEMBRO | SEXTA | 19h00 | M/12 | 45’
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

Direção Artística Laurinda Chiungue
Co-Criação Laurinda Chiungue e Nylon Princeso
Intérprete Nylon Princeso
Adaptação Laurinda Chiungue e Nylon Princeso
Sonoplastia Dj Huba
Figurinos Teatro ABC.PI e Xabadá-Uiza Teatro
Cenografia Teatro ABC.PI e Xabadá-Uiza Teatro
Iluminação Teatro ABC.PI
Produção Lucila Clemente e Sofia Pereira

Performance Artística baseada no texto “AMÊSA” do escritor e dramaturgo angolano José Mena Abrantes, com cruzamento de alguns poemas de Agostinho Neto. 

A história gira em torno de um menino cujo o nome e a idade são um mistério. Desde muito cedo, por força das circunstâncias, é obrigado a abandonar a sua terra natal e enfrentar as dificuldades e desafios de uma cidade grande...
Na esperança de adaptar-se à nova realidade ele vive todos os sentimentos possíveis, a dor da perda dos pais, as deceções amorosas, o preconceito, o medo e a distância de uma vida melhor ficando cada vez maior…

SOBRE O GRUPO
O Teatro ABC.PI nasce da união de jovens atores com formação na área específica do Teatro sob direção artística de Rogério de Carvalho. Dispõe-se a criar novo público e a conciliá-lo com as obras artísticas de grandes autores de carácter universal.
Revela-se profissionalmente em 2005 com o espetáculo A Apologia de Sócrates, de Platão no 22.º Festival Internacional de Teatro de Almada onde recebe a distinção da crítica do Jornal Expresso, que assinala a reconhecida credibilidade do seu Projeto Artístico. De Jean-Luc Lagarce a Salomão, o trajeto de criação artística do Teatro ABC.PI constrói-se com o desafio de revelar um novo olhar sobre cada obra artística.
A par com o trabalho de criação artística, o Teatro ABC.PI desenvolve projetos de intervenção sociocultural com uma forte componente pedagógica, em diferentes contextos.

6.
ASSEMBLEIA
ACTOS URBANOS – ASSOCIAÇÃO CULTURAL “O MUNDO DO ESPECTÁCULO
ESTREIA

13 NOVEMBRO | SEXTA | 20h30 | M/14 | 60
AUDITÓRIO OSVALDO AZINHEIRA – ACADEMIA ALMADENSE

Texto (em criação coletiva com os atores) e dramaturgia Sarah Adamopoulos
Encenação e direção de atores Joana Sabala
Desenho e operação de luz Tasso Adamopoulos
Elementos cenográficos Maria Inês Brás
Figurinos Cristiana Francisco
Apoio artístico Ana Rita Ferreira
Design gráfico e ilustrações Alice Prestes
Com Afonso Pinto, Ana Rita Ferreira, Alexandra Pereira, Ana Clemente, Carolina Vargas, Cristiana Francisco, Helder Silva, Íris Pitacas, João Monteiro, Maria Inês Brás, Mariana Semedo e Madalena Raimundo

Um grupo reúne-se para apresentar e deliberar sobre diversos assuntos particulares sem aparente interesse público. De problemas existenciais a questões familiares, de temas do foro íntimo amoroso a outros de índole menos pessoal, de equações ontológicas a dilemas financeiros, nesta assembleia cabem todas as lamentações, reclamações, dissertações, protestos, anúncios, desabafos, notas de intenção políticas, pequenas performances de trazer por casa, manifestos, denúncias, programas particulares de melhoramento do estado do Mundo.     

SOBRE O GRUPO
ACTOS URBANOS, criado e dirigido por Joana Sabala, é um projeto de teatro comunitário e de formação teatral sediado em Almada, aberto à população em geral, que constrói e produz espectáculos inovadores a partir de textos originais, quase sempre concebidos em criação coletiva (habitualmente em colaboração com a dramaturgista Sarah Adamopoulos).

7.
UND 
DE HOWARD BARKER – ABERTURA DE PROCESSO
ARTES E ENGENHOS – ASSOIAÇÃO CULTURAL
ESTREIA

13 NOVEMBRO | SEXTA | 20h30 | M/12 | 80
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Criação Sandra Hung e João Chicó, a partir de UND de Howard Barker
Assistência de encenação Jefferson Oliveira
Agradecimento Alexandre Pieroni Calado
Parcerias CMA, Contrapeso, Latoaria, DCSA FCT/UNL

Trata-se de uma abertura de processo, de uma partilha de parte do material que será utilizado para a construção do espectáculo UND a estrear em 2021, com encenação de Rogério de Carvalho e texto de Howard Barker. Trata-se de um convite de Rogério de Carvalho a Sandra Hung e a João Chicó. UND é uma mulher judia. UND aguarda impaciente pela chegada do seu amante, um oficial nazi. Ela finge ser aristocrata. Ele está atrasado. Um tabuleiro de chá balança de um lado para o outro como um pêndulo. O tempo passa. O chá arrefece. Ela recusa aceitar que ele não venha, que ele a tenha abandonado. Enquanto espera, ela elabora desculpas. Muita coisa é dita num discurso tenso e interrompido, pontuado por repetições e frases inacabadas, onde o real e a fantasia se confundem e entrecruzam, cercado pelos horrores da Segunda Guerra Mundial.   

SOBRE O GRUPO
A Artes e Engenhos é uma associação que promove trabalhos de artes performativas, som e fotografia, com sede na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Conta com um núcleo de criadores teatrais e com colaboradores nas áreas das artes visuais, design, história, engenharia e arquitetura. A par dos projetos de criação e difusão, desenvolve conferências, cursos e ações com comunidades. Os parceiros das suas atividades têm sido, entre outros, a Câmara Municipal de Almada, a Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, o Goethe-Institut em Lisboa, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Atelier RE.AL, a Companhia Olga Roriz, o Teatro Garcia de Resende, a Mala Voadora, o Teatro O Bando, a Latoaria, entre outros. Nos últimos anos tem contado com o apoio financeiro do Ministério da Cultura, Direção-Geral das Artes.

8.
DO PÉ PARA A MÃO
EMBALARTE

15 NOVEMBRO | DOMINGO | 11h00 | M/3 | 30 
CONVENTO DOS CAPUCHOS

Criação e interpretação Ângela Ribeiro, Susana Rosendo
Apoio à produção Companhia de Dança de Almada
Música Cantar Mais / APEM
Cenografia e figurinos Catarina Pé Curto
Oficinas Laboratório JI Centro Paroquial de Almada, JI Padre Ricardo Gameiro  
Agradecimentos Catarina, Bela, Lurdes, Carla, Simone, Matias, Sofia, Pedro, Nelson Simões, Ricardo Silva, Bruno Duarte, Carlota Machado, Companhia de Dança de Almada
Produção executiva EmbalArte

“Chego ao pé com a mão ou à mão com o pé? Onde começa o meu corpo?
Onde acaba o teu?
O corpo encolhe, mas também estica! E as pernas? Lá vão, lá vão, lá vão…
O corpo ocupa espaço e cresce no tempo. Ou será ao contrário? Confuso, não?
Assim cresce o meu corpo. E o teu?” 

Este espectáculo pretende, com a poesia do movimento, levar os mais novos a (re)descobrir o seu corpo.

SOBRE O GRUPO
"Uma atriz e uma bailarina. Ângela Ribeiro e Susana Rosendo.
O que têm em comum: acreditam que o contacto com as artes desde tenra idade contribui para um desenvolvimento harmonioso do ser humano.
Em 2016, o encontro junta corpos e ideias para dar vida a um projecto de teatro para bebés e 1ªa infância.
E, em 2018, estreiam o seu primeiro espectáculo, “De lés a lés, saberás quem és”, que explora o folclore e tradições portuguesas para bebés. No ano seguinte, em 2019 surge “As voltas que a terra dá”, uma abordagem ao ciclo renovador da natureza."

9.
PREFERIA ESTAR EM FILADÉLFIA
NINHO DE VÍBORAS - ASSOCIAÇÃO CULTURAL
ESTREIA

17 e 18 NOVEMBRO | TERÇA E QUARTA | 20h30 | M/12 | 105
PONTO DE ENCONTRO – CASA MUNICIPAL DA JUVENTUDE

Autora Raquel Serejo Martins
Intérpretes Paulo Diegues, Cristina Gonçalves, Joaquim Pedro, Cecília Laranjeira
Dramaturgia, Espaço Cénico Colectivo
Música Carla Santana
Iluminação Gabriel Orlando
Ilustrações Ana Cristina Dias
Produção Executiva Karas
Guarda-Roupa, Encenação Marco Mendes
Apoios Atelier Gabriel Orlando e Trigger

O Luís morreu. No apartamento do falecido, perante uma janela lisboeta com impressionante vista para o Tejo, quatro dos seus amigos de longa data percorrem os caminhos que os trouxeram desde a infância e juventude na Margem Sul, até ao dia em que foram judicialmente intimados a comparecer num funeral. Cinco passados entrecruzados compõem uma herança inesperada e algo amarga.

SOBRE O GRUPO
O Ninho de Víboras surgiu em Almada em 1996 como uma das primeiras estruturas de criação artística multidisplinar do país. Participa na Mostra de Teatro desde a primeira edição, quer com espectáculos, quer com propostas de dinamização deste evento comunitário. Desde então, a actividade deste colectivo artístico tem sido profícua e constante, priorizando a criação artística contemporânea, principalmente nas áreas do Teatro e da Dança. Um dos seus mais notórios focos tem sido a apresentação de novas obras dramáticas de autores portugueses e estrangeiros.

10.
UM PAÍS acossado pelo medo OU O REINO DA ESTUPIDEZ
ALPHA TEATRO, ASSOCIAÇÃO CULTURAL
ESTREIA

18 NOVEMBRO | QUARTA | 20h30 | M/14 | 60
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Direção, Desenho de Luz e Vídeo Tiago Durão
Interpretação Sofia Raposo
Coro Lídia Muñoz, Luís Menezes, Tiago Durão 
Apoio vocal Irina Grelha
Espaço Cénica Luís Menezes
Operação de Luz Élio Antunes 
Produção Alpha Teatro 

Num país acossado pelo medo, tomado pela decadência da escada evolutiva, onde a lei do mais forte grita sobre todas as outras vozes, a mentira, a servidão, o totalitarismo e o desejo de substituição tomaram o lugar do Homem de outrora. Numa reflexão aguda sob a condição humana na nova sociedade, inspirada pelo pós modernismo alemão e pelos clássicos, Um PAÍS ACOSSADO pelo medo OU O REINO DA ESTUPIDEZ, leva-nos numa viagem cerebral ao não lugar que ilustra com crueza e racionalidade o mundo do nosso contemporâneo.  

SOBRE O GRUPO

A Alpha Teatro Associação Cultural é uma companhia profissional de Teatro que nasce em Almada em 2014 da união de jovens criadores na procura de encontrar a sua forma de criação artística. Promove espetáculos e formação nas áreas do teatro, da dança, da música, entre outros. Desenvolve ainda projetos na área da inclusão social e com a comunidade educativa. Alpha porque simboliza a origem do universo. Alpha porque simboliza a totalidade do conhecimento, do ser, do espaço e do tempo. Alpha porque acreditamos que independentemente do momento que estamos a atravessar, não podemos cruzar os braços à espera de qualquer coisa que não acontece. Cada adversidade exige um recomeço, esse é o nosso sentido.

11.
MIL PALAVRAS POR DIA
A LAGARTO AMARELO e ENTREtanto Teatro
ESTREIA

20 NOVEMBRO | SEXTA | 20h30 | M/12 | 50’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

“Mil palavras por dia” a partir de Jack London
Texto e Encenação Júnior Sampaio
Interpretação Cláudia Negrão, Fernando Jorge Lopes
Cenografia Hugo Migata, Pedro Silva
Desenho de Luz Paulo Santos
Desenho de som Tiago Inuit
Figurinos Catarina Martins
Produção executiva Paula Coelho
Produção A Lagarto Amarelo e ENTREtanto Teatro

Agradecimentos Marcial Pinto, Sandra Martins, Academia Almadense e Teatro Extremo

Crise... Económica... Social... Humanitária...
Dois Lobos, famintos, furiosos, devoradores, revoltados, estão presos às correntes...
Dos comboios que passam, chegam a escassa comida e a imensidão de chaves libertadoras...
Uma chave poderá abrir as correntes...
Os humanos, viajantes dos comboios, divertem-se com os destinos dos lobos aprisionados...
O medo domina... O medo da solidão acelera o medo...
A repressão, a submissão, a ira, a dependência, a luta, a fome, a subjugação, a miséria, a ironia, os insultos,o riso, o nervosismo e o prazer de destruir o outro permeiam o ambiente...
O Homem e o Lobo...
“Lupus est homo homini lupus.” (Plauto)
O homem é o lobo do próprio homem...
Um homem é um lobo, não um homem, para outro
homem que ele ainda não conheceu...
Se encontram a liberdade, humanizam-se?
Na liberdade, viajam por trilhos desconhecidos, conduzem luzes e vivenciam histórias. Mas nunca deixam de ter espasmos selváticos!

SOBRE O GRUPO
A Lagarto Amarelo sediada em Almada surgiu em 2009. Tem como prioridades a concepção e produção de âmbito teatral e a criação de parcerias com outras entidades culturais, fomentando a troca de conhecimentos tentando assim facilitar a realização dos projetos. Iniciou a sua actividade em parceria com A Gato que Ladra com o espectáculo “A Transformação”, ironia sobre a obra “Metamorfose” de Franz Kafka; Varazim Teatro com o espectáculo “O Estrangeiro”, de Albert Camus; GITT no âmbito do seu 40º Aniversário, com espectáculo “O Bife” de Jack London; Academia Almadense com o espectáculo “O Conto da Ilha Desconhecida” de José Saramago e em 2019 iniciou parceria com O ENTREtanto TEATRO com o espectáculo “A Estrada”, de Jack London.
O ENTREtanto Teatro estrutura com 26 anos de atividade sediada em Valongo, teve sempre a preocupação de não se encerrar em si mesmo, já co-produziu espectáculos com várias companhias nacionais e internacionais: A Lagarto Amarelo, Trigo Limpo – Teatro ACERT, SEIVA Trupe, Be-dom, Estaca Zero, Teatro CASA (Salgueiro-Brasil), Remo Produções Artística (Recife-Brasil) e Cia. Melodramática – São Paulo (São Paulo-Brasil). A companhia sempre esteve aberta a outros encenadores nacionais e internacionais: António Capelo (Portugal), Quico Cadaval (Espanha), Denis Bernard (Bélgica); Teresa Aline (Brasil), Gabriel Villela (Brasil), Leonardo Brício (Brasil), Pompeu José (Portugal), Igor Gandra (Portugal), Hugo Villavicêncio (Peru), Rita Lello/Maria do Céu Guerra (Portugal) e Cláudia Negrão (Portugal). E organiza A Mostra Internacional de Teatro – ENTREtanto MIT Valongo, com 23 edições realizadas, levando aos palcos de Valongo espetáculos da Alemanha, Argentina, Bélgica, Brasil, Cabo Verde, Espanha, França, Guiné-Bissau, Holanda, Inglaterra, Itália, Moçambique, República Checa, Suíça, Polónia e Portugal.

12.
EXCERTOS DE AFINAR O SILÊNCIO
MARINA NABAIS DANÇA

21 NOVEMBRO | SÁBADO | 10h00 AO 12h30 | M/12 | 150’ | ENTRADA LIVRE
CONVENTO DOS CAPUCHOS | INSTALAÇÃO VÍDEO ON GOING

Direção e edição final da matéria Marina Nabais
Produção executiva João Moreira
Produção Marina Nabais Dança

Fluid Body | 12 min | performance 3 solos de improvisação, com base no workshop de Fevereiro de BARINAMO. Apresentado no Ponto de Encontro a 22 de Fevereiro. Com Bari Kim, Marina Nabais e Namo Joo e realização de Eva Ângelo.

Micélio | 30 min | solos em confinamento - com base no período de aulas online, as participantes do Laboratório realizaram pequenos vídeos-dança em suas casas. Com Carolin Hempel, Filipa Fernandes, Filipa Leite, Inês Galvão Teles, Joana Mealha, Margarida Figueiredo, Nádia Nogueira, Olívia Sousa Correia, Susana Mourão, Tilda Nascimento.

Poetree | 15 min | vídeos desenvolvidos a partir de uma residência artística internacional online, apresentado no Seoul Dance Center, organizado por Bari kim (KOR) e Namo Joo (KOR), com a presença de vários artistas internacionais, incluindo Marina Nabais, cujo vídeo foi feito por Tiago Melo Bento.

Afinar o Silêncio é um apelo à pausa, tão importante como a ação. É uma reactualização de uma investigação sobre uma possível medida certa de esforço no contexto actual através da pergunta: que movimento existe na imobilidade e que dinamismo existe no parar? O trabalho desenvolve-se através de residências artísticas e de um laboratório com a comunidade. Devido ao confinamento, o projeto teve que ser redimensionado no tempo e nos processos (o laboratório e a recolha audiovisual, mantiveram-se através do trabalho artístico a partir de casa e da partilha em sala virtual).
Para a 24ª Mostra de Teatro de Almada optou-se por um formato de 3 instalações de vídeos exibidos no Convento dos Capuchos de algumas investigações-performances já desenvolvidas. O público terá a oportunidade de assistir a excertos de Afinar o Silêncio com outros artistas e participantes da comunidade. Os vídeos serão exibidos simultaneamente em distintas partes do Convento, com a presença da coreógrafa Marina Nabais.

SOBRE O GRUPO
Inicialmente como a menina dos meus olhos, associação cultural, e, a partir de 2013, como Marina Nabais Dança, associação cultural (MND), Marina Nabais tem vindo a desenvolver projetos de dança/teatro com vários colaboradores de outras áreas artísticas e parcerias com diversas instituições.
MND assume como objetivos principais a investigação, a criação e difusão de espetáculos na área da Dança e do Movimento Contemporâneo, bem como a promoção de projetos pedagógicos, numa lógica de colaboração e interdisciplinaridade.
A associação assenta em 3 eixos principais: criação de espetáculos e performances, com extensa fase de pesquisa e residências; circulação das obras de criação, em diversos formatos e contextos: teatros, bibliotecas, museus, ar livre, permitindo a fruição por um vasto público com diferentes realidades socioeconómicas e faixas etárias; serviço educativo diversificado: escolas públicas, centros culturais, câmaras municipais e outras associações.

13.
ISTO É...
GRUPO DE TEATRO O GRITO

26 NOVEMBRO | QUINTA | 20h30 | M/12 | 60’
CONVENTO DOS CAPUCHOS

Autor Jomar Magalhães e Régis Di Soller
Encenação Anabela Neves
Interpretação Ana Califórnia, Frederico Barata, Vítor Pardal Simões
Cenografia e Desenho de Luzes Jorge Xavier
Figurinos Anabela Neves
Grafismo Vítor Pardal Simões

Num futuro não muito distante, uma mulher vai a uma pizzaria. Para sua surpresa, todos os funcionários sabem tudo sobre ela…; Um homem dirige-se a um consultório de psicanálise para resolver uma crise de identidade, mas a consulta não é o que ele estava á espera… Marlene anuncia a separação a Alberto…
Três pequenos textos com muito humor e boa disposição, mas que nos levam a reflectir um pouco. 

SOBRE O GRUPO
O Grito iniciou a sua actividade em 1995. Trouxe ao palco autores de referência do teatro europeu do século XX, de Jean Anouilh a García Lorca e de Sartre a Camus, bem como do teatro extra-europeu, do brasileiro Joracy Camargo ao chileno Ramón Griffero.
O seu repertório inclui autores incontornáveis da história do teatro, como Anton Tchekhov ou Tennessee Williams, mas tem também dado a conhecer, em Portugal, importantes autores contemporâneos, alguns já reconhecidos internacionalmente como o espanhol Ernesto Caballero, o italiano Davide Enia ou o norueguês Jon Fosse, outros ainda inéditos, como o brasileiro Paulo Andress. Trouxe também para o palco, não só textos dramatúrgicos, mas também poesia e narrativa de grandes autores da língua portuguesa, como José Gomes Ferreira, Al Berto, Herberto Helder ou Natália Correia. A par da criação de espectáculos, O Grito desenvolve regularmente oficinas de iniciação e formação nas diversas disciplinas ligadas às artes cénicas.

14.
O PÚBLICO
NINHO DE VÍBORAS - ASSOCIAÇÃO CULTURAL
ESTREIA

26 e 27 NOVEMBRO | QUINTA E SEXTA | 19h30 | M/16 | 145
SALA EXPERIMENTAL – TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE

Texto Federico García Lorca

Intérpretes (por ordem de entrada em cena) Jefferson Oliveira (O Pastor, Homem 3, Estudante 2, Dama 1), Diogo Fouto (Enrique-Director), Rita Barros (O Criado, Figura de Guizos, Julieta, O Contra-Regra, Dama 3), Maria Vilalobos (Os Cavalo Brancos, O Centurião, Ladrão Esquerdo, Estudante 5, Dama 2), Victor Caetano (O Cavalo Branco, Ladrão Direito, Estudante 1, Rapaz), César Melo (Gonzalo, Nu Vermelho), Rafaela Binbal (Homem 2, O Menino, O Enfermeiro, Estudante 4, A Senhora), Sara Castanheira (Enrique-Arlequim, Figura de Parras, Estudante 3, Dama 4), Tomás Gomes (Elena, O Imperador, O Cavalo Preto, O Prestidigitador)

Música Robert Fripp com Andrew Keeling e David Singleton
Direcção plástica, guarda-roupa e iluminação Gabriel Orlando
Adereços, operação vídeo Luís Pinho
Sonoplastia Cristina Gonçalves
Fotografia de cena António Coelho
Tradução, dramaturgia e encenação Karas
Produção Ninho de Víboras (2020)
Apoios Sociedade Filarmónica Incrível Almadense, Teatro Extremo, Associação Amigos Bairro de S. João (Sobreda de Caparica), Atelier Gabriel Orlando

Corre a Semana Santa. Enlouquecido por uma paixão proibida, e falido, Enrique, diretor do grande teatro, devota-se à montagem de uma versão radicalmente livre de "Romeu e Julieta", no seu mais íntimo e secreto palco: o mundo dos sonhos. Mas até nesse território, a moral vigente é uma flora infestante, e convocará as devidas instituições para uma violenta insurreição contra o Teatro e os seus degenerados entes.
Fruto de uma exaustiva investigação em torno de "O Público", o Ninho de Víboras apresenta uma nova tradução para este texto maior da dramaturgia universal, a primeira realizada em português a partir do manuscrito sobrevivente.
Comédia surrealista, tragédia autobiográfica, music-hall iconoclasta: "O Público" é, antes de mais, um gesto político que reivindica o primado da poesia como ferramenta transformadora da realidade.

SOBRE O GRUPO
O Ninho de Víboras surgiu em Almada em 1996 como uma das primeiras estruturas de criação artística multidisciplinar do país. Participa na Mostra de Teatro desde a primeira edição, quer com espectáculos, quer com propostas de dinamização deste evento comunitário. Desde então, a atividade deste coletivo artístico tem sido profícua e constante, priorizando a criação artística contemporânea, principalmente nas áreas do Teatro e da Dança. Um dos seus mais notórios focos tem sido a apresentação de novas obras dramáticas de autores portugueses e estrangeiros.

15.
GERMÍNIO, O MICRÓBIO MALVADO
CÉNICO DA INCRÍVEL ALMADENSE
ESTREIA

29 NOVEMBRO | DOMINGO | 16h00 | M/6 | 45
ONLINE    

Actores (vozes) Mara Martins, Tereza Menezes, Paula Filipe, Raquel Caldeira, Filipa Soares, Vítor Pinto, Mariana Caldeira, Rita Cunha, Carla Silva
Encenação / Narração Eugénia Viana
Ilustrações Sónia Caiado
Sonoplastia e Imagem Fernando Viana e Across The Universe

Germínio, um micróbio muito mau, quer ocupar a casa da família Gomes, mas a escova de dentes, a pá, a vassoura, o sabonete e restantes amigos vão defender a casa. Não se dando por vencido, e com a ajuda da namorada Bakitéria, Germínio rapta a água! Será que os outros personagens vão conseguir libertar a água e manter a saúde da família Gomes?

SOBRE O GRUPO
O Teatro marcou presença na Incrível Almadense desde inícios do Séc. XX, tendo presenteado os sócios e a comunidade com espetáculos de sucesso, nomeadamente revista à portuguesa, género bastante apreciado pela população. Passaram pelas lides cénicas da Incrível várias gerações de atores, atrizes, encenadores, cenógrafos e demais técnicos, sempre dignificando o nome da Coletividade e da secção de teatro. Já nos finais dos anos 80, o teatro pausou na Incrível Almadense, tendo estagnado por 10 longos anos. Contudo, em 1998, no âmbito das comemorações dos 150 anos da Incrível Almadense, foi reativado o Cénico da Incrível Almadense e, desde aí, não mais parou, apresentando produções teatrais quer de autores portugueses quer de autores estrangeiros de renome e ainda mantendo uma apresentação contínua de espetáculos de variedades – os denominados cafés-concertos. O grupo é puramente amador, de atividade gratuita e por “amor à camisola”, portanto. Os participantes são de variadas faixas etárias, o que torna um grupo singular no contexto teatral do Concelho de Almada.

16.
25 FRAGMENTOS
NOVO NÚCLEO TEATRO
ESTREIA

3 DEZEMBRO | QUINTA | 20h30 | M/12 | 60
AUDITÓRIO OSVALDO AZINHEIRA – ACADEMIA ALMADENSE

Texto Uma colagem a partir do texto das “As 3 irmãs” de Anton Tchekhov
Dramaturgia, Encenação e Concepção Plástica Sandra Hung
Interpretação Beatriz Nunes, Joana Lameira, Pedro Tavares, Roberto Bullitta, Carolina Pisica, Gonçalo Barradas, Gonçalo Durães, Matilde Abreu, José Barrata, Inês Jorge
Apoio ao Movimento NuDança
Espaço Sonoro NuMac
Desenho de Luz e Direcção Técnica João Chicó Fotografia: NuFoto, Andreia Custódio, André Lajoto
Produção NNT
Parcerias FCT/UNL, AE-FCT, Artes e Engenhos - Associação Cultural Apoios CMA, AE-FCT

É a celebração da vida de um grupo de teatro!
Vida esta que é uma peça de um só Ato. 25 são os fragmentos do passado que constroem a estrada para o presente. Uma peça tão fragmentada que dramas se desabrocham em comédias. Heróis se transfiguram, abandonam e regressam. Um ser são na verdade mil e a música nasce das diferentes vozes. Onde novas personagens aparecem e se mudam cenários como quem vira páginas de um livro.
Tudo isto sem nunca se fechar a cortina.

SOBRE O GRUPO
NNT, Novo Núcleo Teatro da AEFCT, formado em Março 1995, tem no currículo várias produções teatrais, acções de formação, oficinas de escrita, movimento, voz, dramaturgia e encenação. Tem participado, regularmente, em Mostras e Festivais de Teatro Nacionais e Internacionais, entre outros: Mostra de Teatro de Almada, FATAL (Lisboa), FITUB (Blumenau, Brasil), Mostra Internacional de Teatro de Santo André, MoitaMostra (Viseu),Festival “Entrez dans l’arène” (Rennes, França), SALTA (Aveiro), aCTUS (Coimbra), TUBI (Covilhã), Festival de Teatro de Santiago de Compostela (S. De Compostela, Espanha). Recebeu várias menções honrosas e prémios, dos prémios destaca-se: “Tartarugas e Migração”, Texto e Encenação Sandra Hung, Prémio Destaque, Mostra Paschoal Carlos Magno, FITUB, Brasil; “Húmus – Tríptico”, Encenação Alexandre P. Calado, Sandra Hung e Tiago Vieira, Prémio FATAL 2014 - Melhor espectáculo; “Horácio”, Encenação e Dramaturgia Sandra Hung, Prémio FATAL 2018 – Espectáculo mais inovador; Abertura de Processo “Sopinhas de Mel”, encenação e dramaturgia Sandra Hung, Participação FATAL 2019 - Menção Honrosa, Participação no Festival Internacional de Teatro de Setúbal 2019.

17.
SAÍDOS DA CASCA
GRUPO DE TEATRO DA GANDAIA
ESTREIA


27 JANEIRO | QUARTA | 20H30 | M 12 | 60’ 

AUDITÓRIO COSTA DA CAPARICA

Texto e Encenação Christiane de Macedo
Cenário / Ambientação, Figurino e Sonoplastia Christiane de Macedo
Desenho de Luz Henrique Nabais
Elenco Daniel Dionísio, Elsa, Filomena Batista, Iris Gonçalves, Manuel Ribeiro, Maria e Selma Tavares.

“Saídos da Casca”, peça dirigida ao público adolescente, busca expor as inquietações, questionamentos, conflitos dos jovens nas suas relações íntimas, com a sociedade, família e entre seus meios de convivência em geral.
Trata de evidenciar as “diferenças” e a individualidade de cada personagem. Quer observar comportamentos, relações e descobertas, para motivar a reflexão e o diálogo entre o individuo e seus pares. 

SOBRE O GRUPO
2018 – O Segredo de Quem Somos
2019 – Omeleta á Moliére
2020 – Saídos da Casca

18.
CARTAS, QUEM AS NÃO TEM!
KILIG
ESTREIA


11 DEZEMBRO | SEXTA | 20h30 | M/12 | 45’ | ESTREIA

AUDITÓRIO OSVALDO AZINHEIRA – ACADEMIA ALMADENSE

Autor Mafalda Franco, Patrícia Carreira e Pedro Vicente
Ideia Mafalda Franco
Co-criação Mafalda Franco, Patrícia Carreira e Pedro Vicente
Encenação Patrícia Carreira
Interpretação Mafalda Franco e Pedro Vicente
Cenografia e Figurinos Mafalda Franco, Patrícia Carreira e Pedro Vicente
Luz e Som Patrícia Carreira
Produção Manuela Morais 

Entre o salto do escrever e receber uma carta e a velocidade de se exprimir através de whatsapp, mensenger, mail... Ó tempo volta para trás!
As memórias emocionais cruzam-se com o presente e as novas palavras visitam o passado numa viagem emocionante entre o moderno e o retro.
Não existem clouds no mundo que possam armazenar a sensação de uma carta escrita com o coração... Mas um bom whatsapp deixa um sorriso inegável no rosto!

SOBRE O GRUPO
Kilig é uma palavra filipina que significa a sensação nervosa e vibrante que sentimos quando vamos conversar com alguém que gostamos. É também uma nova cooperativa de artistas das áreas performativas e da imagem-movimento.
Nascida no final de 2019, encontra-se a conceber projectos de cinema, audiovisuais, teatro e novo circo, enquanto espera o desconfinamento desejado.
Patrícia Carreira, é mestre em Realização (Central St Martins) e licenciada em Teatro (ESTC). Foi aluna Erasmus na Real Escuela Superior de Arte Dramático (Madrid)
Em Cinema trabalha como realizadora, produtora e directora de actores. Em 2010 a curta-metragem The List, que co-dirigiu com Rungano Nyoni, ganhou o prémio BAFTA Cymru para Melhor Curta- Metragem.
Mafalda Franco, estreou-se profissionalmente em 1998 na companhia Teatral A Barraca.
Fez vários espectáculos em sala e em digressão, Um dia inesquecível, Agosto, A Relíquia, Marilyn Meu Amor, Inverno Debaixo da Mesa, A Farsa de Inês Pereira, Auto das Fadas, A Comédia de Rubena, Outra História de Encantar, A Culpa é do Mordomo, O Gato.
Participou em Vários Recitais de Poesia. Participou na Série Residencial Tejo. Faz parte do elenco de scketches online Trutas D'Avalon.
Formadora certificada nas áreas de Educação e de Teatro.
Nos últimos anos trabalhou com o Chapitô, especial incidência no trabalho como performer em diversas animações de activação de marca, eventos corporativos.
Pedro Vicente, é um artista multidisciplinar. Frequentou os cursos de teatro ""EIT"", ""INDAC – Escola de Atores"" e atuação para cinema na ""Academia Internacional de Cinema"", em São Paulo - Brasil. Cursou oficinas e workshops de extrema importância em sua formação artística, como: Fotografia. Dança contemporânea. Performance. Parkour. Commédia Dell Arte. Clown, com Soledad Yunge, Suzana Aragão, Andreas Simma (Théâtre du Soleil). Teatro físico com John Mowat. Suzuki e Viewpoits, com Luah Guimarães, Mirian Rinaldi, Fabiano Lodi, Joana Pupo. E Dramaturgia, com Ecila Pedroso, Naum Alves, Nassim Soleimanpour, entre outros.

19.
ANASTASIA ROMANOV
COMPANHIA DE TEATRO MUSICAL PLATEIAS D’ARTE

9 JANEIRO | SÁBADO | 16h00 E 20h30 | M/12 | 90
10  JANEIRO | DOMINGO | 15h00 E 18h00

AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA  

Encenação Diogo Novo
Direção Musical Lucina Morais
Coreografia Diogo Novo
Desenho de Luz André Ribeiro
Desenho de Som ImpecAudio
Música Stephen Flaherty
Orquestrações London Arrangements
Dramaturgia e Adaptação Diogo Novo
Figurinos Diogo Novo e Helena Resende
Adereços Fátima Lopes e Luis Novo
Maquilhagem e Cabelos Sara Mendonça
Responsável de Maquilhagem João Pedro Novo
Direção de Cena Cláudio Louro
Produção Plateias D'Arte - Associação Cultural 

São Petersburgo 1906, no hall principal do Palácio dos Romanov, a grande Imperatriz Maria Feodorovna, despede-se da sua neta, Anastasia, dizendo que irá regressar a Paris - sua casa.
Como presente, oferece-lhe uma linda caixa de música.
Quando a grande Imperatriz abandona o palácio, este é ocupado pelos bolcheviques, onde destroem o palácio e assassinam todos o Romanov. Anastasia consegue escapar.
São Petersburgo 1927, um rumor na cidade. Todos comentam acerca do rumor da princesa que escapou ao trágico domingo sangrento.
Dmitry e Vlad, dois charlatões fazem audições para encontrar uma rapariga que se faça passar pela princesa Anastasia, e fazer com que esta viaje com eles para Paris para se apresentar à Imperatriz para que esta reconheça a sua neta e em troca lhes entregue a milionária recompensa por a terem encontrado.
Gleb, um comissário do exército russo, apresenta ao povo os novos ideais para a construção de uma nova Rússia. São Petersburgo passa a chamar-se Leningrado.
Anya, uma pobre rapariga que vive nas ruas da cidade, procura Dmitry para que este a faça chegar a Paris. Anya, não se recorda de onde vem, nem quem é. Apenas tem consigo um colar desde sempre, com a palavra Paris.
Os dois charlatões ajudam pobre Anya, fazendo-a pensar que esta pode mesmo ser a princesa Anastasia desaparecida. 

SOBRE O GRUPO
A Companhia de Teatro Musical da Plateias D'Arte, surge na continuação dos trabalhos realizados com o Grupo de Teatro Musical da Academia Almadense. O gosto pelos palcos, música, teatro e dança é alimentado através de projetos como “O Sítio do Pica Pau Amarelo”; ""O Feiticeiro de Oz""; ""Annie"", ""Memórias do Cinema Português"" e ""Da Revista ao Musical"".
Contudo, este grupo nasce no ano de 2012, ano em que apresenta o seu primeiro projeto musical “Annie” que voltara a ser repetido em abril de 2013.
Devido ao seu enorme sucesso, este grupo aposta numa produção mais ambiciosa e leva à cena “O Feiticeiro de Oz”, tendo obtido um êxito de bilheteira com mais de 3000 espectadores.
“O Feiticeiro de Oz” estreou a 25 de maio de 2013, e voltou a subir à cena em Dezembro do mesmo ano, numa versão especial de Natal, com sessões especiais para as escolas do concelho de Almada. No ano de 2014, este grupo tem uma participação especial, a convite do encenador, na peça Comemorativa dos 55 anos de Carreira de António Calvário intitulada “Da Revista ao Musical”. Para assinalar a época Natalícia de 2014, este grupo volta a levar à cena uma peça dedicada ao público infantil, com uma mensagem muito forte acerca dos valores da amizade, da bondade, do carinho e do afeto, também numa versão especial de Natal, “O Sítio do Picapau Amarelo” participante na 18.º Mostra de Teatro de Almada. O Sítio do Picapau Amarelo, para além de ter esgotado 7 vezes no Cine Teatro Academia foi ainda a única peça infantil a esgotar por 2 vezes a sala do Fórum Municipal Luísa Todi, Casa da Cultura da Sertã e Cine Teatro Sousa Telles em Ourique.
Depois de O Sítio do Picapau Amarelo, seguiu-se; Disney - Momentos Mágicos em fevereiro de 2015; Musicalmadense - Festival da Canção em abril de 2015 e Noite Lírica em maio e outubro de 2015, obtendo assim com este último o maior sucesso do ano da nossa Companhia de Teatro Musical. No Natal de 2015, o leva à cena, numa versão mais espetacular e mágica o grande musical Annie, e torna a participar na 19º Mostra de Teatro de Almada com a peça mencionada.
Em março de 2016 estreia o grande musical ""Memórias do Cinema Português"" com os cantores Carlos Guilherme e Luísa Basto como protagonistas. A história do cinema musical português é contada no palco através de melodias sempre, com um elenco de 12 cantores e 4 bailarinos. Ainda em 2016 apresentam ""O Som Do Amor"" no mês de maio, um espetáculo onde se fala de todos os tipos de amor através da música, desde o amor romântico ao amor pela Arte.
Na 20º Mostra de Teatro Almada, apresentou o musical infantil o Feiticeiro de Oz. Mais tarde, e já no ano de 2017, estreia Piaf, Da Revista ao Musical e A Bela e o Monstro e ainda Sonhos - Um Clássico Encantado.
Propõe-se agora, na 24ª Mostra de Teatro de Almada, o musical Anastasia Romanov com Jorge Baptista da Silva e Helena Montez. 

20.
CIRCUITO ORDINÁRIO
GRUPO DE INICIAÇÃO TEATRAL DA TRAFARIA

22 JANEIRO | SÁBADO | 20H30 | M/12 | 70’
RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA

Encenador Vítor Mio             
Luz e Som Paulo Nunes
Cenógrafo Vítor Mio
Figurinista GITT
Interpretação Manuel Soares, Ana Rodrigues

Constando de um interrogatório interno num serviço de informações, esta peça retrata os mecanismos da delação clássica. Um texto que, à partida, parece muito datado, revela-se duma actualidade assustadora quando assistimos a fenómenos recentes como o das “fake news”. A mentira e a verdade enlaçam-se numa teia que se autonomiza na indefinição dos valores.
Queremos partir desta peça para o desafio da reflexão dessa teia que, nos nossos dias, sem nos apercebermos, nós próprios vamos criando.
Quando uma sociedade cria mecanismos de controlo, quem garante o controlo desses mecanismos? Se a delação é a regra onde fica a cidadania? Que cidadania é essa quando aceitamos, passivamente, tudo o que nos cega nas redes sociais e o passamos aos outros sem qualquer crítica ou critério?

SOBRE O GRUPO
Grupo de Teatro amador e independente, encontrou nos Recreios Desportivos da Trafaria a compreensão e o apoio para que nas suas instalações pudessem desenvolver toda a sua actividade desde a sua fundação em 1972 até a presente data.
Em 1996 por escritura pública constitui-se em Associação Cultural sem fins lucrativos. Colaboraram com o G.I.T.T. pessoas que estiveram ou ainda estão ligadas ao teatro profissional, tais como, Fernanda Lapa, Rogério de Carvalho, Alberto Pimenta, José Caldas, Dalton Asseff, Marques d'Arede, Filipe Domingues, Maria Emília Castanheira e Arq. José Manuel Castanheira.
O G.I.T.T. - realizou 5 Ciclos de Cultura de 1978 a 1982 e sempre no período de 24 de Abril a 10 de Junho de cada ano. Estes ciclos eram compostos de espectáculos de Teatro, Música, Cinema, Dança, Poesia e Exposições.
O G.I.T.T. foi sempre apoiado pela Câmara Municipal de Almada, Junta de Freguesia da Trafaria, (agora União de Freguesias Caparica Trafaria), Recreios Desportivos da Trafaria e teve apoios pontuais da Secretaria do Estado da Cultura e da Fundação Gulbenkian.

21.
CASA LIMPA
TEATRO & TEATRO
ESTREIA

30 JANEIRO | SÁBADO | 20h30 | M/12 | 1h30
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

Autor Sarah Ruhl
Encenação Manuel João
Elenco André Carvalho, Inês Possante, Rita Miranda, Sara Freitas e Sónia Silva
Luz e Som Manuel João
Figurinos Coletivo Teatro & Teatro
Cenografia Coletivo Teatro & Teatro
Grafismo Sónia Silva
Vídeo Coletivo Teatro & Teatro
Assistência de Encenação Nádia Patrício
Apoios Câmara Municipal de Almada, Agrupamento de Escolas João de Barros
Produção Associação Cultural O Mundo do Espectáculo 

Conta-nos a história de Lane, uma médica bem-sucedida, que tem como empregada doméstica uma jovem brasileira, Matilde, cujo sonho é tornar-se numa comediante famosa. Virgínia, irmã de Lane, é obcecada pela limpeza e organização. Convence Matilde, que odeia o trabalho de limpeza de casas, que a deixe limpar a casa de Lane no seu lugar, aliviando-a dessa tarefa. Nesta cumplicidade, entre a limpeza da casa (Virgínia) e a tentativa de criar a piada mais divertida do mundo (Matilde), revela-se a relação entre Charles, marido de Lane, também médico, e uma sua paciente, Ana, que sofre de doença terminal. Esta relação vem manchar a pureza das relações de todas as personagens, pondo a nú as contradições dos verdadeiros sentimentos ocultos. Estes estavam submersos na brancura de A Casa Limpa.  

SOBRE O GRUPO
Teatro & Teatro, formação e criação teatral, de O Mundo do Espectáculo, tem como produções de maior relevo: “Autocarro” de Helena Teixeira (1999), “História da Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar” de Luís Sepúlveda,  “A Invenção do Amor”, poema de Daniel Felipe, “Deitada és uma Ilha…”, vários autores, “A Boda” de Brecht, “Onde é Que Eu Me Deixei”, monólogos de Maria Árias, Júlia Verdugo e Charo Solanas, “Morte e Vida Severina” de J. C. Melo e Neto, “Deixa-me em Paz!” de Moisés Mato, “Stella, Teatro Breve”, textos de Stella Manault, “Almada Negreiros” textos “Antes de Começar” e “Pierrot e Arlequim” de Almada Negreiros, “Sobre a Impossibilidade de Amar no Pretérito Imperfeito” de Dário Facal, “Universos e Frigoríficos” de Jacinto L. Pires, “Noite de Guerra no Museu do Prado” de Rafael Alberti ,  ”Um Carimbo para a Viagem” de Mendizábal e J. Cedena e “OFF” de Alberto G. Martin, “O Trem das Treze (e Treze) de António Mauriz, “Zapatos” de Will Smile (2019).

22.
A HORA DO CISNE
GRUPO DE TEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE
ESTREIA

23 DEZEMBRO | QUARTA | 20H30 | M/12 | 60’
AUDITÓRIO OSVALDO AZINHEIRA – ACADEMIA ALMADENSE

Encenação Cláudia Negrão
Elenco Beatriz Ventura, Cármen Duarte, Carolina Dantas, Catarina Silva, Gonçalo Borges, Joana Vingada, Júlio Picanha, Ana Sofia Ferreira, Tainà Gurgel, Tiago Nunes
Cenografia Hugo Migata
Desenho de Luz Paulo Santos
Escolha musical Paulo Isidoro
Sonoplastia Ponto Zurca
Técnico de som e luz Paulo Santos 

Numa altura de escolhas e definições de vida, as dúvidas emergem. A vontade de crescer implica decisões e reflexão sobre quem somos e para onde vamos. Implica também a capacidade de ganhar coragem para largar certezas e incertezas juvenis e passar a olhar o mundo de outra forma a partir de nós mesmos. Assim se juntam um grupo de jovens, à volta dos 20, na sua busca pelo futuro, revendo-se pelos olhos dos seus pares e procurando a sua verdade. Colegas de escola, conhecidos, vizinhos, relacionam-se entre si, com tudo o que estas relações implicam de trágico ou cómico, enquanto ambicionam a sua autonomia e com ela a sua Liberdade.

SOBRE O GRUPO
Um grupo de jovens juntou-se em 2008 com vontade de constituir um grupo de teatro com o apoio da Academia Almadense (AIRFA). Desde essa altura até hoje, o grupo de teatro da Academia tem-se reunido semanalmente com o intuito de ter alguma formação e ao mesmo tempo ir mostrando o fruto do seu trabalho na mostra de teatro de Almada. Este é já o 10º espetáculo que apresenta, mostrando alguma evolução e empenho no desenvolvimento dos seus projetos para os quais conta com o apoio de profissionais ligados área do teatro e do espetáculo.