MTA: GRUPOS

GRUPOS


Actos Urbanos, criado e dirigido por Joana Sabala, é um projeto de teatro comunitário e de formação teatral sediado em Almada, aberto à população em geral, que constrói e produz espetáculos inovadores a partir de textos originais, quase sempre concebidos em criação coletiva (habitualmente em colaboração com a dramaturgista Sarah Adamopoulos). Valorizando as vivências quotidianas da urbanidade e transpondo-as de forma crítica para o processo de construção teatral, recorre a abordagens estéticas contemporâneas que se enquadram nas chamadas linguagens meta-teatrais e performativas. Focando-se no próprio processo, confere atenção particular às perspetivas criativas olhadas do ponto de vista das ciências sociais e humanas. Reunindo grupos heterogéneos, constituídos por pessoas com ou sem experiência prévia em teatro, assume desde o início um programa que se coaduna com a natureza imponderável de um grupo cuja composição se altera de ano para ano.
http://actosurbanos.wordpress.com/

Teatro Extremo, Estrutura profissional com sede em Almada desde 1994, o Teatro Extremo constitui-se Associação Cultural em 1996. Aposta na criação de espetáculos essencialmente para jovens públicos, investindo na dramaturgia contemporânea e na itinerância. Ao longo de duas décadas, apresentou-se a mais de meio milhão de espetadores em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Bélgica, Itália, Inglaterra, Brasil, Cabo Verde e Índia. Organiza desde 1996 “Sementes - Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público”, festival multidisciplinar e descentralizado para a infância e público familiar. Desenvolve um Serviço Educativo com projetos de formação e de sensibilização e captação de públicos. Em 2002 foi-lhe atribuído a Medalha de Prata de Mérito Cultural da Cidade de Almada. Desde 2015 garante o funcionamento e a programação do equipamento municipal Teatro-Estúdio António Assunção. Em 2019 celebra 25 anos de atividade e em 2020, 25 edições de “Sementes”.

Artes e Engenhos, é uma associação que promove trabalhos de artes performativas, som e fotografia, com sede na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Conta com um núcleo de criadores teatrais e com colaboradores nas áreas das artes visuais, design, história, engenharia e arquitectura. A par dos projectos de criação e difusão, desenvolve conferências, cursos e acções com comunidades. Os parceiros das suas actividades têm sido, entre outros, a Câmara Municipal de Almada, a Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, o Goethe-Institut em Lisboa,  a Fundação Calouste Gulbenkian,  o Atelier RE.AL, a Companhia Olga Roriz, o Teatro Garcia de Resende, a Mala Voadora, o Teatro O Bando, a Latoaria, entre outros. Nos últimos anos tem contado com o apoio financeiro do Ministério da Cultura, Direção-Geral das Artes.

O Grito, iniciou a sua actividade em 1995. Trouxe ao palco autores de referência do teatro europeu do século XX, de Jean Anouilh a García Lorca e de Sartre a Camus, bem como do teatro extra-europeu, do brasileiro Joracy Camargo ao chileno Ramón Griffero. O seu repertório inclui autores incontornáveis da história do teatro, como Anton Tchekhov ou Tennessee Williams, mas tem também dado a conhecer, em Portugal, importantes autores contemporâneos, alguns já reconhecidos internacionalmente como o espanhol Ernesto Caballero, o italiano Davide Enia ou o norueguês Jon Fosse, outros ainda inéditos, como o brasileiro Paulo Andress. Trouxe também para o palco, não só textos dramatúrgicos, mas também poesia e narrativa de grandes autores da língua portuguesa, como José Gomes Ferreira, Al Berto, Herberto Helder ou Natália Correia.
A par da criação de espectáculos, O Grito desenvolve regularmente oficinas de iniciação e formação nas diversas disciplinas ligadas às artes cénicas.
www.ogrito.pt

Grupo de Teatro da Gandaia, renasceu em Janeiro de 2018. É composto por sete actores: três com experiência em teatro amador, e quatro que estão em palco pela primeira vez. Depois de uma breve formação, culminou na montagem da peça “O Segredo de Quem Somos”. Esta peça foi estreada em 15 de Junho de 2018 com duas apresentações a 15 e 21 de Julho, com mais de 200 espetadores. Seguem novas apresentações em Setembro e Outubro, no Auditório Costa da Caparica.
www.gandaia.pt 

Teatro Ubu, 2013 As Aves: Autor Aristófanes, Adaptação Rui Silvares, encenação Ana Nave; Teatro na Gandaia; 2014 Vestido de Noiva: Autor Nélson Rodrigues, encenação Rui Cerveira; Teatro na Gandaia; 2015 Uma tal Lisístrata Autor Aristófanes. Adaptação Rui Silvares, encenação Ana Nave; Teatro na Gandaia; 2016 O Pranto de Maria Parda: Autor Gil Vicente, adaptação Ana Margarida Leal e Rui Silvares encenação Ana Nave; Teatro na Gandaia; 2017 Rei Ubu: Autor Alfred Jarry, Adaptação Rui Silvares, encenação Ana Nave; Arte 33; 2018 Ilha do Sumiço: ideia original Francisco Silva, Rui Silvares e Ana Nave; Teatro Ubu, Produção Arte 33.

Alpha Teatro, Associação Cultural é uma companhia profissional de Teatro fundada em 2014 em Almada que promove espetáculos de Teatro, Dança e Música, entre outras atividades culturais e educativas. Alpha Teatro foi pioneiro num projeto que promove a inclusão social através de diversas formas culturais em Almada
Alpha porque simboliza a origem do universo. Alpha porque simboliza a totalidade do conhecimento, do ser, do espaço e do tempo. Alpha porque acreditamos que independentemente do momento que estamos a atravessar, não podemos cruzar os braços à espera de qualquer coisa que não acontece. Cada adversidade exige um recomeço, esse é o nosso sentido.

Ninho de Víboras, surgiu em Almada em 1996 como uma das primeiras estruturas de criação artística multidisciplinar do país. Participa na Mostra de Teatro desde a primeira edição, quer com espectáculos, quer com propostas de dinamização deste evento comunitário. Desde, então, a actividade deste colectivo artístico tem sido profícua e constante, priorizando a criação artística contemporânea, principalmente nas áreas do Teatro e da Dança.
Alberto Luengo, estudou História na Universidade de Cantábria (Santander, Espanha) e na Universidade Nova de Lisboa, especializando-se em História Moderna. Trabalha desde 1998 na editora fonográfica multinacional Harmonia Mundi. Em 2017, a sua primeira peça de teatro, “Hacer un fuego” (“Fazer Uma Fogueira”) estreou em Almada. Reside em Lisboa desde 2002.
Karas, fez a sua formação teatral com Yolanda Alves (Portugal), Etelvino Vázquéz (Espanha), José Peixoto (Portugal), Faidel Jaibi (Tunísia), Theodoros Terzopoulos (Grécia), Peter Stein (Alemanha) e Luís Miguel Cintra (Portugal) – entre outros. Trabalhou com os encenadores Yolanda Alves, Theodoros Terzopoulos, Michel Simonot, Paulo Filipe Monteiro, Eduardo Condorcet e João Branco, entre outros.
Fundou em 1996 a companhia multidisciplinar Ninho de Víboras, onde encenou espectáculos sobre textos de Heiner Müller, Oscar Wilde, José Luís Peixoto, Patrick Süskind, Harold Pinter, Mário Palma Jordão, e também de sua autoria.
Integra desde 2016 a equipa artística do projecto “Sete Anos Sete Peças”, de Cláudia Dias, com o qual se tem apresentado extensamente pela Europa.

Marina Nabais Dança, Associação Cultural (MND) foi fundada em 2013, assumindo como objetivo a produção e difusão de espetáculos de dança contemporânea bem como a promoção de projetos pedagógicos.
Os projetos desenvolvidos pela Associação contam com a direção artística da coreógrafa Marina Nabais em colaboração com profissionais de diversas áreas, nomeadamente: Ana Coimbra Oliveira, Ainhoa Vidal, Alban Hall, Ana Sargento, Ângela Ribeiro, Beatriz Tomaz, Carla Ribeiro, Catarina Alfaia, Clara Bevilaqua, Diogo de Andrade, Gonçalo Alegria, Isabel Correia, Joana Guerra, Joana Pupo, Luís Ferreira, Manuel Abrantes, Margarida Mestre, Marina Duarte, Miguel Cruz, Nuno Nogueira, Ricardo Freitas, Sara Santana, Simão Costa, Tiago Melo Bento.
Em busca de um entendimento e relação com o mundo, a Associação encontra as suas raízes no devir do corpo em transformação, onde o movimento está em permanente metamorfose, sempre conectado com o momento presente.
Os principais focos desta exploração são a consciência e percepção do corpo e das suas potencialidades de movimento, a anatomia aplicada à dança e o estímulo do imaginário e criatividade.
MND relaciona-se transversalmente com todas as idades, pois cada etapa de desenvolvimento humano tem algo de muito precioso a contribuir para esta procura.
Do historial da Associação constam os seguintes projetos artísticos: SEDIELA, DANÇÁRIO, MIOCÁRDIO (2014), DE SEDA (2015), O LUGAR QUE OCUPO, SUSTENIDA, LINHA, CORPO-MAPA-LIVRO (2016), DESALINHO, NA AUSÊNCIA DO MEU CORPO (2017), NO, VAGAR (2018).
Ao longo do seu percurso, MND tem contando com a parceria de entidades como ACCCA-Companhia Clara Andermatt (Lisboa), Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas (Ribeira Grande, Açores), ARTEMREDE - Teatros Associados, dEVIR/CAPa (Faro), EIRA (Lisboa), Fórum Dança (Lisboa), IF Barcelona, O Teatrão (Coimbra), Museu do Douro (Peso da Régua), Teatro-Cine de Torres Vedras, entre outros, bem como com o apoio de diversos municípios.
Como co-produtores, destacam-se as seguintes estruturas: Câmara Municipal de Monção, Palácio Marquês de Pombal (Oeiras), Câmara Municipal de Oeiras, Culturgest (Lisboa), Fundação Lapa do Lobo (Lapa do Lobo), Comédias do Minho, Fundação Serralves (Porto), Guimarães Capital da Cultura 2012, Centro Cultural de Vila Flor (Guimarães), Teatro Maria Matos (Lisboa), Cinema Teatro Joaquim d'Almeida (Montijo), Câmara Municipal do Montijo, Balleteatro (Porto) e Teatro Cine de Gouveia (Castelo Branco).
MND é uma estrutura apoiada pelo Município de Almada e recebeu apoios pontuais do Governo de Portugal/DGArtes-Direção Geral das Artes no âmbito dos projetos DANÇÁRIO, CORPO-MAPA-LIVRO e NA AUSÊNCIA DO MEU CORPO.
marinanabais.wixsite.com/marina-nabais- 

Cénico da Incrível Almadense, o Teatro marcou presença na Incrível Almadense desde inícios do Séc. XX, tendo presenteado os sócios e a comunidade com espetáculos de sucesso, nomeadamente revista à portuguesa, género bastante apreciado pela população. Passaram pelas lides cénicas da Incrível várias gerações de atores, atrizes, encenadores, cenógrafos e demais técnicos, sempre dignificando o nome da Coletividade e da secção de teatro. Já nos finais dos anos 80, o teatro pausou na Incrível Almadense, tendo estagnado por 10 longos anos. Contudo, em 1998, no âmbito das comemorações dos 150 anos da Incrível Almadense, foi reativado o Cénico da Incrível Almadense e, desde aí, não mais parou, apresentando produções teatrais quer de autores portugueses quer de autores estrangeiros de renome e ainda mantendo uma apresentação contínua de espetáculos de variedades – os denominados cafés-concertos. O grupo é puramente amador, sendo uma actividade da Coletividade e gratuita. Os participantes são de variadas faixas etárias, o que torna o grupo singular no contexto teatral do Concelho de Almada.

Lagarto Amarelo, sediada em Almada, surgiu em 2009. Tem como prioridades a concepção e produção de âmbito teatral e a criação de parcerias com outras entidades culturais, fomentando a troca de conhecimentos  tentando assim facilitar a realização dos projectos, pois considera que a cooperação entre entidades é a forma mais viável (senão a única nos tempos que correm) para garantir o sucesso dos mesmos, aproveitando as sinergias para rentabilizar as potencialidades de cada um.
www.alagartoamarelo.com

EmbalArte, Uma atriz e uma bailarina. Ângela Ribeiro e Susana Rosendo, juntaram corpos e ideias e criaram um projecto de teatro para bebés e 1ªa infância. Nasceu assim, em 2017, o grupo EmbalArte.
A primeira produção foi “De lés a lés saberás quem és”, uma peça que abordava a cultura e tradição portuguesas, numa viagem sensorial pelo país.
Acreditamos que, através do teatro e da dança, contribuímos para um crescimento mais feliz, assim como potenciamos a formação de novos públicos: bebés e famílias.

Grupo de Teatro da Academia Almadense, existe desde 2007. É constituído por um grupo de jovens, entre os 15 e os 30 (que tem mudado ao longo dos anos) que procuram a formação e o trabalho teatral como forma de se expressar e comunicar. Alguns seguem mesmo a via profissional e hoje temos atores profissionais que se iniciaram neste grupo.
Desde 2008 que apresentam regularmente o seu trabalho na “Mostra de teatro de Almada” e que participam, sempre que são solicitados, em actividades ou eventos da cidade. 
www.airfa.pt   

O Outro lado - Associação Cultural, criada em Agosto de 2015, por elementos que há mais de 20 anos colaboram de forma ativa, com diversos Grupos de Teatro dos Concelhos de Almada e Seixal.
O OUTRO LADO – Associação Cultural, pretende apresentar-se precisamente como: O Outro Lado…com a sua POSTURA em palco, com os seus GESTOS e EXPRESSÕES, com as suas MÃOS e os seus OLHOS oferecem-se como ESPELHO para que o PÚBLICO, cada pessoa do público, possa passar para O OUTRO LADO e assim se torne ATOR criador interventivo da sua peça de teatro…e assim poder descobrir que há sempre O OUTRO LADO e depois ainda, OUTRO LADO…

Grupo de teatro da Associação Cultural Manuel da Fonseca, tem vinte e dois anos de existência e no seu currículo já constam mais de duas dezenas de peças de teatro, na sua maioria de autores portugueses, muitos deles textos inéditos. O grupo orgulha-se de ser constituído por pessoas de idades várias. No seu currículo constam algumas peças, tais como: ”És Capaz”, “O Sonho” “O Diário de Anne Frank”, “O Leão Bonzão”, “João Tolão da Capa-Rica”, “És capaz”, “Recordar para não viver”, “O sonho”, “A praça da criança”, “O rei da Helíria”, “Uma sereia chamada Ermelinda”, “Rebeubeu Pragais ao Ninho”, “Histórias para serem contadas”, “O pássaro branco”,  “Na minha terra isto acontece – O direito ao sonho” e Romeu Correia, talvez Poeta.
www.facebook.com/associacaoculturalmanueldafonseca/ 

NNT, Novo Núcleo Teatro da AEFCT, formado em Março 1995, tem no currículo várias produções teatrais, acções de formação, oficinas de escrita, movimento, voz, dramaturgia e encenação. Tem participado, regularmente, em Mostras e Festivais de Teatro Nacionais e Internacionais, entre outros: Mostra de Teatro de Almada, FATAL (Lisboa), FITUB (Blumenau, Brasil), Mostra Internacional de Teatro de Santo André, MoitaMostra (Viseu),Festival “Entrez dans l’arène” (Rennes, França), SALTA (Aveiro), aCTUS (Coimbra), TUBI (Covilhã), Festival de Teatro de Santiago de Compostela (S. De Compostela, Espanha). Recebeu várias menções honrosas e prémios, dos prémios destaca-se: “Tartarugas e Migração”, Texto e Encenação Sandra Hung, Prémio Destaque, Mostra Paschoal Carlos Magno, FITUB, Brasil; “Húmus – Tríptico”, Encenação Alexandre P. Calado, Sandra Hung e Tiago Vieira, Prémio FATAL 2014 - Melhor espectáculo; “Horácio”, Encenação e Dramaturgia Sandra Hung, Prémio FATAL 2018 – Espectáculo mais inovador.

Teatro ABC.PI, surge da união de jovens atores e do encenador Rogério de Carvalho. Em 2005 revela-se profissionalmente com o espetáculo A Apologia de Sócrates, de Platão, no 22º Festival Internacional de Teatro de Almada, onde recebe a distinção da crítica de Teatro do Jornal Expresso. Em 2009 estreia A Chuva (a partir de Estava em Casa e Esperava que a Chuva Viesse, de Jean-Luc Lagarce), em Lisboa, e, em 2011, Numa Noite O Rio Passou, espetáculo criado
do universo de Miguel Torga, em Setúbal. A estes, seguem-se espetáculos notáveis como Subtil, O Cântico da Sulamita, a criação peculiar Ciclo do Amor, Contos Negros para os Filhos dos Brancos e À Luz.
De Platão a Blaise Cendrars, o trajeto de criação artística do Teatro ABC.PI constrói-se com o desafio de revelar um incontornável olhar sobre cada obra artística, conciliando o público com textos de grandes autores de carácter universal.
Para além do desenvolvimento e participação em diversas dinâmicas de intervenção cultural e artística, o Teatro ABC.PI assumiu, de 2013 a 2015, em parceria com a Câmara Municipal de Almada, a realização de Atividades Educativas e Artísticas para famílias no Centro de Interpretação de Almada Velha, Atividades que culminaram com a Festa do CIAV.
www.facebook.com/ABC.PI/ 

Produções Acidentais, promovem projectos de criadores de várias áreas artísticas, miscigenando as suas linguagens próprias, ao sabor da sua disponibilidade e das oportunidades que vão surgindo. Apesar das nossas produções serem necessariamente “acidentais”, desde que informalmente começámos as nossas actividades produzimos 15 criações de teatro, música, escrita, fotografia e artes plásticas.
Paralelamente, temos desenvolvido acções de formação artística nas áreas do teatro e da promoção da leitura.
The theater is so endlessly fascinating because it's so accidental. It's so much like life.
Arthur Miller

www.facebook.com/ProAcid 

Teatro & Teatro, é um dos grupos de teatro de O Mundo do Espectáculo, tendo como produções de maior relevo: “Autocarro” de Helena Teixeira, “História da Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar” de Luís Sepúlveda,  “Aos Homens Nada Escapa…” a partir de três textos de Mário Costa, “A Invenção do Amor” a partir do poema de Daniel Felipe, “Deitada és uma Ilha…” de vários autores, “A Boda” de Bertolt Brecht, “Onde é Que Eu Me Deixei”, monólogos de Maria J. Árias, Júlia Verdugo e Charo Solanas, “Morte e Vida Severina” de João Cabral Melo e Neto, “Deixa-me em Paz!” de Moisés Mato, “Stella – Teatro Breve” a partir de textos de Stella Manault, “Almada Negreiros” textos “Antes de Começar” e “Pierrot e Arlequim” de Almada Negreiros, “Sobre a Impossibilidade de Amar no Pretérito Imperfeito” de Dário Facal, “Universos e Frigoríficos” de Jacinto Lucas Pires, “Noite de Guerra no Museu do Prado” de Rafael Alberti ,  ”Um Carimbo para a Viagem” de Mendizábal e J. Cedena e “OFF” de Alberto Garcia Martin.
www.facebook.com/teatro.eteatro 

Companhia de Teatro Musical da Plateias D'Arte, surge na continuação do Grupo de Teatro Musical da Academia Almadense. 
O grupo nasce no ano de 2012, ano em que apresenta o seu primeiro projeto musical “Annie”, que voltará a ser repetido em Abril de 2013.
Devido ao seu enorme sucesso, este grupo aposta numa produção mais ambiciosa e leva à cena “O Feiticeiro de Oz”, tendo obtido um êxito de bilheteira com mais de 3 mil espectadores.
A peça estreou em 25 de Maio de 2013 e voltou a subir à cena em Dezembro do mesmo ano, numa versão especial de Natal, com sessões especiais para as escolas do concelho de Almada. No ano de 2014, este grupo tem uma participação especial, a convite do encenador, na peça Comemorativa dos 55 anos de Carreira de António Calvário intitulada “Da Revista ao Musical”. Para assinalar a época Natalícia de 2014, o grupo volta a levar à cena uma peça dedicada ao público infantil, com uma mensagem muito forte acerca dos valores da amizade, da bondade, do carinho e do afecto, também numa versão especial de Natal, “O Sítio do Picapau Amarelo” participante na 18.º Mostra de Teatro de Almada. Esta peça, para além de ter esgotado 7 vezes no Cine Teatro Academia foi ainda a única peça infantil a esgotar por 2 vezes a sala do Fórum Municipal Luísa Todi, Casa da Cultura da Sertã e Cine Teatro Sousa Telles em Ourique.
Seguiu-se Disney - Momentos Mágicos em Fevereiro de 2015 ; Musicalmadense - Festival da Canção em Abril de 2015 e Noite Lírica em Maio  e Outubro de 2015, obtendo com este último o maior sucesso do ano desta Companhia de Teatro Musical.
No Natal de 2015, leva à cena, numa versão mais espetacular e mágica, o grande musical Annie, e torna participar na 19º Mostra de Teatro de Almada com a peça mencionada.
Em Março de 2016 estreia o grande musical "Memórias do Cinema Português" com os cantores Carlos Guilherme e Luísa Basto como protagonistas. A história do cinema musical português é contada no palco através de melodias sempre, com um elenco de 12 cantores e 4 bailarinos. Ainda em 2016, em Maio, apresentam "O Som Do Amor", um espetáculo onde se fala de todos os tipos de amor através da música, desde o amor romântico ao amor pela Arte.
Na 20º Mostra de Teatro Almada, apresentou o musical infantil o Feiticeiro de Oz. Mais tarde, e já no ano de 2017, estreia Piaf, Da Revista ao Musical, e A Bela e o Monstro.
Propõe-se agora, na 22ª Mostra de Teatro de Almada, o musical Sonhos - Um Clássico Encantado, inspirado nos contos tradicionais dos Irmãos Grimm.
www.facebook.com/plateiasdarte 

Grupo de Teatro amador e independente, fundado em 1972, encontrou nos Recreios Desportivos da Trafaria a compreensão e o apoio para, nas suas instalações puder desenvolver toda a sua actividade desde a sua fundação até a presente data.
Em 1996 por escritura pública constitui-se em Associação Cultural sem fins lucrativos.
Passaram pelo GITT diversas pessoas que continuaram ligados ao teatro, quer como actores, cenógrafos, encenadores ou técnicos.
O GITT - realizou 5 Ciclos de Cultura de 1978 a 1982 e sempre no período de 24 de Abril a 10 de Junho de cada ano. Estes ciclos eram compostos de espectáculos de Teatro, Música, Cinema, Dança, Poesia e Exposições.
Tem participado em todas as Mostras de Teatro de Almada.
O GITT foi sempre apoiado pela Câmara Municipal de Almada, Junta de Freguesia da Trafaria, agora União de Freguesias de Caparica e Trafaria, e Recreios Desportivos da Trafaria.
Teve apoios pontuais da Secretaria do Estado da Cultura e da Fundação Gulbenkian