MTA

23ª Mostra de Teatro de Almada / 2019


HÁ TANTO TEMPO
ALPHA TEATRO
ESTREIA

15 NOVEMBRO | SEXTA | 21h30 | M/16 | 60’
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

Texto Harold Pinter
Tradução Jorge Silva Melo
Encenação Sofia Raposo
Interpretação Andreia Botelho, Cecília Robalo Henriques, Luís Menezes
Desenho e operação de Luz Élio Antunes
Cenografia e figurinos Luís Menezes
Design e fotografia Arcadiy Kulchinskiy e Débora Rocha
Produção Alpha Teatro
Apoio Câmara Municipal de Almada

Nos anos 70, Kate e Deeley, um casal numa quinta recuperada perto de Londres, esperam a visita de Anna, amiga de Kate desde os anos 50. Num universo de incertezas e contradições que memórias nos traz Anna ao presente? O que foi realmente o passado? “ Há coisas de que nos lembramos mesmo que nunca tenham acontecido”. Old Times de Harold Pinter marca o início de novo ciclo na sua obra, um teatro de memória vem sobrepor-se ao teatro da surda ameaça. Estreou na Royal Shakespeare Company no Aldwych Theatre em Londres, a 1 de junho de 1971 com a encenação de Peter Hall. Em Portugal a peça estreou a 12 de outubro de 1978 com o título Velhos Tempos , numa tradução de Ricardo Alberty, com encenação de Carlos Quevedo. Foi o espetáculo de inauguração da Sala Experimental do Teatro D.Maria II.
Esta tradução está publicada no volume Teatro II de Harold Pinter (ed.relógio de Água) e estreou a 26 de julho de 2002 no Centro Cultural de Belém, numa encenação de Solveig Nordlund numa co-produção com Artistas unidos e CCB.

SOBRE O GRUPO
ALPHA TEATRO foi fundado em 2014 na cidade de Almada. Nasceu da união entre jovens criadores, profissionais das artes do espetáculo com a pretensão de encontrar a sua forma de criação artística.
Dirigido por Sofia Raposo, Luís Menezes e Irina Grelha, pretende criar um público envolvente, com a dinamização da cultura e da educação do Concelho e efetuar protocolos e intercâmbios nacionais e internacionais.
Trabalhou, entre outros autores, Lewis Carroll, Juliet Marillier, Mia Couto e Samuel Beckett.

23ª Mostra de Teatro de Almada / 2019

PREFERIA ESTAR EM FILADÉLFIA
NINHO DE VÍBORAS
ESTREIA

16 NOVEMBRO |DOMINGO | 16h00 | M/.12.| 50’
AUDITÓRIO DO PONTO DE ENCONTRO, CACILHAS


19h00 | ENTRADA LIVRE
LANÇAMENTO DO LIVRO PREFERIA ESTAR EM FILADÉLFIA

COLÓQUIO COM ENCENADOR, AUTORA E ATORES

Autora Raquel Serejo Martins
Intérpretes (por ordem de entrada em cena) Paulo Diegues, Cristina Gonçalves, Joaquim Pedro, Cecília Laranjeira
Cenografia e Figurinos Paulo Diegues
Iluminação Gabriel Orlando
Produção Executiva Karas
Encenação Marco Mendes
Apoio Poética Edições e Câmara Municipal de Almada

O Luís morreu. No apartamento do falecido, perante uma janela lisboeta com formidável vista para o Tejo, quatro dos seus amigos de longa data percorrem os caminhos que os trouxeram desde a infância e juventude na Margem Sul, até ao dia em que foram judicialmente intimados a comparecer num funeral. Cinco passados entrecruzados compõem uma herança inesperada e algo amarga.
Biografia: O Ninho de Víboras surgiu em Almada em 1996 como uma das primeiras estruturas de criação artística multidisplinar do país. Participa na Mostra de Teatro desde a primeira edição, quer com espetáculos, quer com propostas de dinamização deste evento comunitário. Desde então, a atividade deste coletivo artístico tem sido profícua e constante, priorizando a criação artística contemporânea, principalmente nas áreas do Teatro e da Dança. Um dos seus mais notórios focos tem sido a apresentação de novas obras dramáticas de autores portugueses e estrangeiros.

SOBRE O GRUPO
O Ninho de Víboras surgiu em Almada em 1996 como uma das primeiras estruturas de criação artística multidisplinar do país. Participa na Mostra de Teatro desde a primeira edição, quer com espetáculos, quer com propostas de dinamização deste evento comunitário. Desde então, a atividade deste coletivo artístico tem sido profícua e constante, priorizando a criação artística contemporânea, principalmente nas áreas do Teatro e da Dança. Um dos seus mais notórios focos tem sido a apresentação de novas obras dramáticas de autores portugueses e estrangeiros.