MTA

22ª Mostra de Teatro de Almada / 2018

O OUTRO LADO
 “Pântano”
ESTREIA
11 NOVEMBRO | DOMINGO| 19H00 | M/12 | 90’
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

Autor Marina Carr
Encenação Ricardo G. Santos
Tradução Jorge Augusto
Elenco Ana Califórnia, Catarina Lourenço, Carla Silva Nogueira, Frederico Barata, Helena Barata, Inês Magalhães, Luís Lopes, Marta Valente, Paulo Mendes, Pedro Bernardino, Pedro Conde.
Cenografia Ricardo G. Santos
Figurinos Ana Califórnia, Helena Barata e Ana Maria Silva
Adereços Carla Isidro e Ana Califórnia
Ambiente Sonoro Paulo Mendes
Desenho de Luz Ricardo G. Santos
Design Nuno Quá
Produção O Outro Lado
Agradecimentos Câmara Municipal de Almada, Teatro Extremo, O Grito e Paulo Correia Remodelações

Marina Carr, dramaturga irlandesa, foi escritora-residente no Abbey e no Trinity College (Dublin). As suas peças têm sido produzidas em vários países. É a primeira vez que será apresentada em Portugal. Esta peça tem uma re-interpretação livre dos mitos clássicos gregos. O humor negro/humor selvagem, a brutalidade física e as relações humanas estão expostas neste “Pântano”, onde se mistura o mítico e o real.
"A tragédia é muitas vezes a consequência de uma falta de auto-conhecimento fatal. A Marina Carr re-escreve essa regra. As suas personagens morrem de um fatal excesso de auto-conhecimento. A sua verdade mata-as. E sempre souberam que as mataria.” F.McGuinness
Atormentada pela memória da mãe que a abandonou, Hester é uma vez mais traída, desta vez pelo pai da sua filha, o homem que ela ama. Em gesto de desespero, ela embarca numa viagem terrível de vingança à medida que os segredos da sua intricada história são revelados.

SOBRE O GRUPO
Criado em Agosto de 2015, por elementos que há mais de 20 anos colaboram de forma ativa, com diversos Grupos de Teatro dos Concelhos de Almada e Seixal.
O OUTRO LADO – Associação Cultural, pretende apresentar-se precisamente como: O Outro Lado…com a sua POSTURA em palco, com os seus GESTOS e EXPRESSÕES, com as suas MÃOS e os seus OLHOS oferecem-se como ESPELHO para que o PÚBLICO, cada pessoa do público, possa passar para O OUTRO LADO e assim se torne ATOR criador interventivo da sua peça de teatro…e assim poder descobrir que há sempre O OUTRO LADO e depois ainda, OUTRO LADO…

22ª Mostra de Teatro de Almada / 2018

ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA
 “Crónicas Anacrónicas”
ESTREIA
11 NOVEMBRO | DOMINGO| 21H00 | M/12 | 60’
AUDITÓRIO DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA

Autor Gisela Barroso, Inês Barroso e Colectivo
Interpretação Catarina Santos, Sandra Santos, Rui Vieira, Inês Barroso, Gisela Barroso, Leonor Moura, Luísa Andrade
Luz e Som Nuno Coelho

Crónicas Anacrónicas é uma peça que retrata o quotidiano do povo, tal como ele é, pelos olhos do jornalismo da atualidade.

SOBRE O GRUPO
O grupo de teatro da Associação Cultural Manuel da Fonseca tem vinte e dois anos de existência e no seu currículo já constam mais de duas dezenas de peças de teatro, na sua maioria de autores portugueses, muitos deles textos inéditos. O grupo orgulha-se de ser constituído por pessoas de idades várias. No seu currículo constam algumas peças, tais como: ”És Capaz”, “O Sonho” “O Diário de Anne Frank”, “O Leão Bonzão”, “João Tolão da Capa-Rica”, “És capaz”, “Recordar para não viver”, “O sonho”, “A praça da criança”, “O rei da Helíria”, “Uma sereia chamada Ermelinda”, “Rebeubeu Pragais ao Ninho”, “Histórias para serem contadas”, “O pássaro branco”,  “Na minha terra isto acontece – O direito ao sonho” e Romeu Correia, talvez Poeta.

22ª Mostra de Teatro de Almada / 2018

TEATRO DA GANDAIA
 “O Segredo de quem Somos”
13 NOVEMBRO | TERÇA-FEIRA| 21H30 | M/10 | 50’
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE

Autor Christiane de Macedo
Texto e Encenação Christiane de Macedo
Sonoplastia Nuno Ramos e Ricardo Cardo
Luz Henrique Nabais
Elenco Alberto Oliveira, Ana Rodrigues, António Nobre, Arminda Santos, Cremilde Almeida, Filomena Batista, Manuel Ribeiro.
Assistente e Operação de Som Olga Nunes

“O Segredo de Quem Somos” traz à cena a ampliação do nosso universo interno e de pessoas que permeiam as nossas vidas. É também a reconstrução da vida quotidiana e a exaltação dos sentimentos humanos. A Dor, o Amor, as Idiossincrasias, a Vaidade, a Avareza. Uma declaração de quem somos, quando estamos sós, e de como somos quando inseridos nas estruturas sociais que ora nos oprimem, ora nos libertam.

SOBRE O GRUPO
O Grupo de Teatro da Gandaia renasceu em Janeiro de 2018. É composto por sete actores: três com experiência em teatro amador, e quatro que estão em palco pela primeira vez. Depois de uma breve formação, culminou na montagem da peça “O Segredo de Quem Somos”. Esta peça foi estreada em 15 de Junho de 2018 com duas apresentações a 15 e 21 de Julho, com mais de 200 espetadores. Seguem novas apresentações em Setembro e Outubro, no Auditório Costa da Caparica.

22ª Mostra de Teatro de Almada / 2018

NOVO NÚCLEO TEATRO, FCT
 “Horácio”
ESTREIA
14 NOVEMBRO | QUARTA-FEIRA| 21H30 | M/12 | 60’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO
© João Seiça
Texto: Centrado no mito de Horácio e a partir dos textos: “O Horácio”, Heiner Müller, “Os horácios e os curiácios”, Bertolt Brecht, “Horácio”, Pierre Corneille
Encenação e dramaturgia: Sandra Hung
Tradução (Heiner Müller): Anabela Mendes
Elenco: Raquel Martins, Andreia Custódio, Henrique Ribeiro, Beatriz Nunes, Diogo Machado, Mauro Soares e Carolina Thadeu
Desenho de Luz e Direcção Técnica: João Chicó
Música e efeitos sonoros: NuMac - Núcleo de Música Arte e Cultura Fct-Nova Coreografia: Sandra Hung e NuDança - Núcleo de Dança FCT UNL
Vídeo: João Seiça
Fotografia: NuFoto (Núcleo de Fotografia FCT UNL) e Beatriz Pratas
Produção: NNT
Parceria: Artes e Engenhos – Associação Cultural
Agradecimentos: Anabela Mendes, João Hungria Alves

Trabalho em processo centrado no texto "Horácio" de Heiner Müller, com excertos de "Os horácios e Os Curiácios" de Bertolt Brecht e "Horácio" de Pierre Corneille. É entre a confecção de uma pizza, um jogo de mesa e um jogo no palco, que nos propomos a visitar três géneros teatrais e a retomar questões de ontem reformuladas à luz do nosso quotidiano. Tendo como foco a palavra e insistindo no movimento de voltar atrás, de repetir, de colar, de reescrever, de ampliar, de argumentar gostaríamos de tornar o verbo vivo e encarnado, fazendo dialogar os fantasmas dos nossos fantasmas.
Abertura de Processo: FATAL 2018, Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa, Prémio Fatal Cidade de Lisboa – Espectáculo mais Inovador, Maio 2018.

SOBRE O GRUPO
NNT, Novo Núcleo Teatro da AEFCT, formado em Março 1995, tem no currículo várias produções teatrais, acções de formação, oficinas de escrita, movimento, voz, dramaturgia e encenação. Tem participado, regularmente, em Mostras e Festivais de Teatro Nacionais e Internacionais, entre outros: Mostra de Teatro de Almada, FATAL (Lisboa), FITUB (Blumenau, Brasil), Mostra Internacional de Teatro de Santo André, MoitaMostra (Viseu),Festival “Entrez dans l’arène” (Rennes, França), SALTA (Aveiro), aCTUS (Coimbra), TUBI (Covilhã), Festival de Teatro de Santiago de Compostela (S. De Compostela, Espanha). Recebeu várias menções honrosas e prémios, dos prémios destaca-se: “Tartarugas e Migração”, Texto e Encenação Sandra Hung, Prémio Destaque, Mostra Paschoal Carlos Magno, FITUB, Brasil; “Húmus – Tríptico”, Encenação Alexandre P. Calado, Sandra Hung e Tiago Vieira, Prémio FATAL 2014 - Melhor espectáculo; “Horácio”, Encenação e Dramaturgia Sandra Hung, Prémio FATAL 2018 – Espectáculo mais inovador.

22ª Mostra de Teatro de Almada / 2018

TEATRO ABC.PI
 “às Crianças”
15 NOVEMBRO | QUINTA-FEIRA| 10h30 e 11h30 | M/3 | 37’
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA
©Vítor Cid e Luís Aniceto
Direção Artística e Encenação Laurinda Chiungue
Assistência de Direção Artística e Encenação Cintia Guimarães
Intérpretes Adriana Melo e Magnum Soares
Adaptação dramatúrgica: Lavínia Moreira
Espaço acústico Teatro ABC.PI
Idealização de Cenografia e Objetos cénicos Laurinda Chiungue e Salomé Vaz
Cenografia e Objetos cénicos Salomé Vaz (Cenografia e Objectos Cénicos) e Delphim Miranda (Objectos Cénicos)
Consultoria de Desenho de Luz ARTICA CC
Desenho de Luz Daniel Verdades
Produção Executiva e Apoio à Produção Diana Almeida e Teatro ABC.PI

Nos contos fala-se da vida da comunidade, da sua inserção no meio circundante, sente-se uma consciência ecológica manifesta no carácter amoral mas consequente da natureza. Não são bem fábulas embora os animais falem, pois não estão em lugar do homem; os animais são a natureza na sua força.
Valores como a solidariedade ou o valor da experiência, a justiça ou a integração na comunidade trespassam as narrativas. Vislumbra-se o flagelo da fome, e o engenho do homem a contrariá-la.
Dar voz aos Contos Negros é revelar uma herança de contributos sociais, ambientais, artísticos. Tal como Blaise em 1928, acreditamos ser esta partilha uma mais-valia na formação de uma consciência respeitadora, inclusiva e solidária, cada vez mais urgente numa sociedade tendencialmente multicultural.

SOBRE O GRUPO
O Teatro ABC.PI surge da união de jovens atores e do encenador Rogério de Carvalho. Em 2005 revela-se profissionalmente com o espetáculo A Apologia de Sócrates, de Platão, no 22º Festival Internacional de Teatro de Almada, onde recebe a distinção da crítica de Teatro do Jornal Expresso. Em 2009 estreia A Chuva (a partir de Estava em Casa e Esperava que a Chuva Viesse, de Jean-Luc Lagarce), em Lisboa, e, em 2011, Numa Noite O Rio Passou, espetáculo criado
do universo de Miguel Torga, em Setúbal. A estes, seguem-se espetáculos notáveis como Subtil, O Cântico da Sulamita, a criação peculiar Ciclo do Amor, Contos Negros para os Filhos dos Brancos e À Luz.
De Platão a Blaise Cendrars, o trajeto de criação artística do Teatro ABC.PI constrói-se com o desafio de revelar um incontornável olhar sobre cada obra artística, conciliando o público com textos de grandes autores de carácter universal.
Para além do desenvolvimento e participação em diversas dinâmicas de intervenção cultural e artística, o Teatro ABC.PI assumiu, de 2013 a 2015, em parceria com a Câmara Municipal de Almada, a realização de Atividades Educativas e Artísticas para famílias no Centro de Interpretação de Almada Velha, Atividades que culminaram com a Festa do CIAV.

22ª Mostra de Teatro de Almada / 2018

PRODUÇÕES ACIDENTAIS
 “A Minha Europa / My Europe”
16 NOVEMBRO | SEXTA-FEIRA| 21h00 | M/12 | 80’
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA
©Sara Aguiar, João Portela e Mária Lázaro
Autor Colin Ginks e Isabel Mões
Conceção, Dramaturgia e Direcção Isabel Mões
Texto e interpretação Colin Ginks e Isabel Mões
Assistência à encenação e direcção de actores Nuno Coelho
Tradução e legendagem Sara Aguiar 
Cenografia Isabel Mões
Desenho de luzes e vídeo Tasso Adamopoulos
Sonoplastia Sandro Esperança
Design Clara Barbacini
Fotografia Sara Aguiar, João Portela e Mária Lázaro

Continuando a explorar a relação entre a imagem e a memória individual iniciada com o anterior projeto “Por Revelar”, Isabel Mões propõe agora traçar uma espécie de mapa autobiográfico da Europa partindo da memória pessoal.
O espetáculo acompanha o percurso de vida de um inglês nascido em Birmingham, Inglaterra, que veio viver para Portugal nos anos 90 e de uma portuguesa cuja família emigrou para a Londres, Inglaterra, mas que nunca visitou esse País.
Os protagonistas percorrem a história das suas famílias, das mudanças sociais e políticas que testemunharam e as transformações provocadas pelo chamado progresso do estado moderno europeu.
O confronto entre a memória vivida e idealizada destes dois países, numa constante relação com a imagem (fotografias, postais e vídeo) permite também pensar o momento que a Europa atravessa.
Este projeto é o primeiro de uma série que pretende relacionar a memória autobiográfica com a história coletiva. O próximo espetáculo estreará em 2019/2020, trabalhando desta vez a relação entre a França e a Alemanha.

SOBRE O GRUPO As PRODUÇÕES ACIDENTAIS promovem projectos de criadores de várias áreas artísticas, miscigenando as suas linguagens próprias, ao sabor da sua disponibilidade e das oportunidades que vão surgindo. Apesar das nossas produções serem necessariamente “acidentais”, desde que informalmente começámos as nossas actividades produzimos 15 criações de teatro, música, escrita, fotografia e artes plásticas.
Paralelamente, temos desenvolvido acções de formação artística nas áreas do teatro e da promoção da leitura.

The theater is so endlessly fascinating because it's so accidental. It's so much like life.
Arthur Miller