MTA

22ª Mostra de Teatro de Almada / 2018

Teatro Extremo
“Dois Reis e um Sono”
3 NOVEMBRO | SÁBADO | 16H00 | M/6 | 75’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO
©P2F Atelier
Autor Natália Correia e Manuel de Lima
Direção Artística Fernando Jorge Lopes
Dramaturgia e Composição Musical Armando Nascimento Rosa
Elenco Bibi Gomes, Carlos Sebastião, Fernando Jorge Lopes, Francisca Lima, Jefferson Oliveira, José Graça, José Neto, Rui Cerveira e ainda António Olaio, João Dacosta, João Rodrigues, Josefina Correia, Marta Valente, Victor Pinto Ângelo
Desenho de Luz e Direção Técnica Celestino Verdades
Cenografia e Adereços Celestino Verdades, Daniel Verdades e Fernando Jorge Lopes, Maria João Montenegro
Caracterização especial Ministro Pencudo e Sono Pessoa Júnior
Figurinos Alice Rolo
Movimento Maria João Garcia
Operação de Luz Daniel Verdades
Operação de Som e Vídeo Maria João Montenegro
Arranjos e Produção Musical em Estúdio Mário Rui Teixeira
Design Gráfico P2F Atelier
Realização e Edição de Vídeo António Rodrigues
Spot Rádio Paulo Lázaro
Direção de Produção Sofia Oliveira
Assistência de Produção Josefina Correia e Paula Almeida
Comunicação e Assessoria de Imprensa Nádia Santos
Promoção Victor Pinto Ângelo
50ª produção do Teatro Extremo com apoio MC/SEC/DGARTES e Câmara Municipal de Almada

Peça escrita por Natália Correia em colaboração com Manuel de Lima, “Dois Reis e um Sono” conta-nos a história de dois reinos em litígio, sendo a alegórica figura do Sono o motivo da discórdia entre monarcas irmãos. Uma parábola sobre o poder, a vaidade, o consumismo, o amor, a conquista e o uso da liberdade de expressão, mas também sobre qual o limite do nosso livre arbítrio e para onde caminha a Humanidade.

SOBRE O GRUPO
Estrutura profissional com sede em Almada desde 1994, o Teatro Extremo constitui-se Associação Cultural em 1996. Aposta na criação de espetáculos essencialmente para jovens públicos, investindo na dramaturgia contemporânea e na itinerância. Ao longo de duas décadas, apresentou-se a mais de meio milhão de espetadores em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Bélgica, Itália, Inglaterra, Brasil, Cabo Verde e Índia. Organiza desde 1996 “Sementes - Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público”, festival multidisciplinar e descentralizado para a infância e público familiar. Desenvolve um Serviço Educativo com projetos de formação e de sensibilização e captação de públicos. Em 2002 foi-lhe atribuído a Medalha de Prata de Mérito Cultural da Cidade de Almada. Desde 2015 garante o funcionamento e a programação do equipamento municipal Teatro-Estúdio António Assunção. Em 2019 celebra 25 anos de atividade e em 2020, 25 edições de “Sementes”

22ª Mostra de Teatro de Almada / 2018

Artes e Engenhos
“A Morte nos Olhos”
ESTREIA
3 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H30 | M/16 | 70’
TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE – SALA DE ENSAIOS
©João Ferro Martins
Autor Alexandre Pieroni Calado e João Ferro Martins com Carlota Lagido
Co-Criação, Dramaturgia, Interpretação Alexandre Pieroni Calado
Co-Criação, Concepção Plástica e Sonora, Interpretação João Ferro Martins
Criação Coreográfica Carlota Lagido
Direção Técnica João Chicó/Contrapeso
Produção Executiva Andreia Páscoa
Design de Comunicação Miguel Pacheco Gomes

Alexandre Pieroni Calado e João Ferro Martins propõem um trabalho de criação em colaboração com a coreógrafa Carlota Lagido, assente na reescrita das fontes antigas do mito de Medusa e Perseu. Entre os escombros diversos da cultura, querem confrontar a fábula com a sua violenta actualidade: desagregação da linguagem simbólica, horror provocado pelo homem capaz de matar, caos informe de onde teimamos nos apartar, sem sucesso. Ouvem-se os termos do repto e as descrições das provas, cruzam-se episódios da saga, talvez banal, de um rapaz que afirma a sua idade adulta; escutam-se os gritos e os cânticos dolorosos e o riso das Górgonas. Já se vêem tijolos de cimento empilhados, um muro; algures inscritos caracteres numa grafia difícil de identificar, gregos ou árabes, mediterrânicos com certeza: será “coral” ou “serpente” ou “cavalo alado” escrito a sangue? Areia. Uma arquitetura pobre banhada a quente e a frio ao mesmo tempo: o corpo à mostra, a luz fixa.

SOBRE O GRUPO
A Artes e Engenhos é uma associação que promove trabalhos de artes performativas, som e fotografia, com sede na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Conta com um núcleo de criadores teatrais e com colaboradores nas áreas das artes visuais, design, história, engenharia e arquitectura. A par dos projectos de criação e difusão, desenvolve conferências, cursos e acções com comunidades. Os parceiros das suas actividades têm sido, entre outros, a Câmara Municipal de Almada, a Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, o Goethe-Institut em Lisboa,  a Fundação Calouste Gulbenkian,  o Atelier RE.AL, a Companhia Olga Roriz, o Teatro Garcia de Resende, a Mala Voadora, o Teatro O Bando, a Latoaria, entre outros. Nos últimos anos tem contado com o apoio financeiro do Ministério da Cultura, Direção-Geral das Artes.