MTA

22ª Mostra de Teatro de Almada / 2018

Alpha Teatro
 “GODET...GODOT...GODIN...
...ou lá como ele se chama!”
ESTREIA
9 NOVEMBRO| SEXTA-FEIRA | 21H30 | M/16|90’
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE
©Débora Rocha
Texto a partir de "À espera de Godot" de Samuel Beckett 
Encenação Sofia Raposo
Interpretação Hugo Sovelas, Luís Menezes, Martina Costa, Paula Cirino, Teresa Coelho
Cenografia e figurinos Luís Afonso
Desenho e operação de Luz Hélio Antunes 
Design gráfico Débora Rocha 

Estragon e Vladimir esperam o sr. Godot. Mas será que é mesmo dele que estão à espera? O que é que esperam na verdade? Na esperança de encontrar respostas fazem-nos refletir sobre a nossa própria existência. Uma produção Alpha Teatro a partir de "À espera de Godot " de Samuel Beckett.

SOBRE O GRUPO
Alpha Teatro, Associação Cultural é uma companhia profissional de Teatro fundada em 2014 em Almada que promove espetáculos de Teatro, Dança e Música, entre outras atividades culturais e educativas. Alpha Teatro foi pioneiro num projeto que promove a inclusão social através de diversas formas culturais em Almada
Alpha porque simboliza a origem do universo. Alpha porque simboliza a totalidade do conhecimento, do ser, do espaço e do tempo. Alpha porque acreditamos que independentemente do momento que estamos a atravessar, não podemos cruzar os braços à espera de qualquer coisa que não acontece. Cada adversidade exige um recomeço, esse é o nosso sentido.

22ª Mostra de Teatro de Almada / 2018

Ninho de Víboras
 “Fazer Uma Fogueira”
9 NOVEMBRO | SEXTA-FEIRA | 21H00 | M/6 | 180’ (tem intervalo)
10 NOVEMBRO |SÁBADO | 21H00 | M/6 | 180’ (tem intervalo)
11 NOVEMBRO |DOMINGO | 16H00 | M/6 | 180’ (tem intervalo)
RECREIOS DESPORTIVOS DA TRAFARIA
©José Balbino
Autor Alberto Luengo (segundo Jack London)
Intérpretes (por ordem de entrada em cena): Marco Mendes (“Kink”), Paulo Diegues (“Bill”), Joaquim Pedro (“Jim”), António Rodrigues (“Tom, o Novato”), Cristina Gonçalves (“Jean-Baptiste, o Mestiço”)
Cenografia Carlos Janeiro
Guarda-roupa e iluminação Gabriel Orlando
Cartaz Chema Román
Assistente de Encenação Cristina Gonçalves
Tradução, Dramaturgia, Encenação Karas
Produção Ninho de Víboras (2017)
Apoios Teatro Extremo, Atelier Gabriel Orlando
Espectáculo subsidiado pela Câmara Municipal de Almada

Território do Alaska, finais do séc. XIX. As margens do rio Yukon atraem muitos homens que sobem a Costa Oeste dos Estados Unidos em busca da riqueza imediata, acreditando que a sorte lhes sorrirá sob a forma de algumas pepitas de ouro – ou até mesmo de um filão inteiro. Gente com pouco ou nada a perder, para quem o medo e o convívio permanente com a morte são ossos do ofício.
Jack London foi um desses homens que se colocou inteiramente nas mãos do destino e enfrentou a mais terrível fronteira que a natureza delimita à humanidade: o grande silêncio branco. A partir do seu testemunho, vertido numa colecção de contos sobre os anos de garimpo, o estreante dramaturgo espanhol Alberto Luengo compôs um novo e singular objecto dramático: uma aventura pelos territórios mais inóspitos da natureza e do homem, arrastando-nos – contra todo o bom senso – nessa vertigem de encontrar um frio brilho dourado. (Karas, Abril de 2017)

SOBRE O GRUPO
O Ninho de Víboras surgiu em Almada em 1996 como uma das primeiras estruturas de criação artística multidisciplinar do país. Participa na Mostra de Teatro desde a primeira edição, quer com espectáculos, quer com propostas de dinamização deste evento comunitário. Desde, então, a actividade deste colectivo artístico tem sido profícua e constante, priorizando a criação artística contemporânea, principalmente nas áreas do Teatro e da Dança.
Alberto Luengo Estudou História na Universidade de Cantábria (Santander, Espanha) e na Universidade Nova de Lisboa, especializando-se em História Moderna. Trabalha desde 1998 na editora fonográfica multinacional Harmonia Mundi. Em 2017, a sua primeira peça de teatro, “Hacer un fuego” (“Fazer Uma Fogueira”) estreou em Almada. Reside em Lisboa desde 2002.
Karas Fez a sua formação teatral com Yolanda Alves (Portugal), Etelvino Vázquéz (Espanha), José Peixoto (Portugal), Faidel Jaibi (Tunísia), Theodoros Terzopoulos (Grécia), Peter Stein (Alemanha) e Luís Miguel Cintra (Portugal) – entre outros. Trabalhou com os encenadores Yolanda Alves, Theodoros Terzopoulos, Michel Simonot, Paulo Filipe Monteiro, Eduardo Condorcet e João Branco, entre outros.
Fundou em 1996 a companhia multidisciplinar Ninho de Víboras, onde encenou espectáculos sobre textos de Heiner Müller, Oscar Wilde, José Luís Peixoto, Patrick Süskind, Harold Pinter, Mário Palma Jordão, e também de sua autoria.
Integra desde 2016 a equipa artística do projecto “Sete Anos Sete Peças”, de Cláudia Dias, com o qual se tem apresentado extensamente pela Europa.

22ª Mostra de Teatro de Almada / 2018

Marina Nabais Dança, associação cultural
 “NO”
10 NOVEMBRO | SÁBADO | 19H00 | M/5 | 50’
PONTO DE ENCONTRO – CASA MUNICIPAL DA JUVENTUDE DE CACILHAS
©Ana Amaral
Autor Criação Coletiva
Direção Laboratório/Coreografia Marina Nabais
Co-criação Camille Mercadier, Filipa Barroso, Filipa Fernandes, Filipa Leite, Inês Galvão Teles, Jesús Manuel, Mafalda Jorge, Margarida Figueiredo, Patrícia Sousa, Pedro Matias, Rita Seabra
Intérpretes Filipa Fernandes, Filipa Leite, Inês Galvão Teles, Jesús Manuel, Mafalda Jorge, Margarida Figueiredo, Patrícia Sousa, Pedro Matias, Rita Seabra
Música Original Gonçalo Alegria
Desenho de luz Manuel Abrantes
Produção Marina Nabais Dança, associação cultural
Acolhimento Casa Municipal da Juventude de Cacilhas - Ponto de Encontro
Agradecimentos Carla Ribeiro, VOM, Francisco Marreiro, Miguel Brinca, Roberta Dias

Hoje vivemos numa espiral hiperconectada de possibilidades e estímulos. Forçados a seguir o ritmo acelerado da vida ativa/positiva, acabamos consumidos no esgotamento físico e mental.
Marina Nabais, na edição anual do seu Laboratório de Movimento e Dança, propôs aos 12 participantes refletir sobre este corpo/mente à beira do colapso.
Através duma série de exercícios e experimentações, foi também procurada a tese dum regresso para um modo mais contemplativo/negativo do movimento, em que a demora e a desocupação permitem retomar a carícia, o abandono e a resistência. Estas duas vias de existência – Vida Ativa e Vida Contemplativa - conduzem-nos a dois tipos diferentes de cansaço com os quais temos de negociar o avanço das nossas vidas.
NO propõe-nos o aqui e agora, uma dança permanente entre o positivo e negativo, convidando-nos a saborear o verdadeiro aroma do tempo

SOBRE O GRUPO
Marina Nabais Dança, Associação Cultural (MND) foi fundada em 2013, assumindo como objetivo a produção e difusão de espetáculos de dança contemporânea bem como a promoção de projetos pedagógicos.
Os projetos desenvolvidos pela Associação contam com a direção artística da coreógrafa Marina Nabais em colaboração com profissionais de diversas áreas, nomeadamente: Ana Coimbra Oliveira, Ainhoa Vidal, Alban Hall, Ana Sargento, Ângela Ribeiro, Beatriz Tomaz, Carla Ribeiro, Catarina Alfaia, Clara Bevilaqua, Diogo de Andrade, Gonçalo Alegria, Isabel Correia, Joana Guerra, Joana Pupo, Luís Ferreira, Manuel Abrantes, Margarida Mestre, Marina Duarte, Miguel Cruz, Nuno Nogueira, Ricardo Freitas, Sara Santana, Simão Costa, Tiago Melo Bento.
Em busca de um entendimento e relação com o mundo, a Associação encontra as suas raízes no devir do corpo em transformação, onde o movimento está em permanente metamorfose, sempre conectado com o momento presente.
Os principais focos desta exploração são a consciência e percepção do corpo e das suas potencialidades de movimento, a anatomia aplicada à dança e o estímulo do imaginário e criatividade.
MND relaciona-se transversalmente com todas as idades, pois cada etapa de desenvolvimento humano tem algo de muito precioso a contribuir para esta procura.
Do historial da Associação constam os seguintes projetos artísticos: SEDIELA, DANÇÁRIO, MIOCÁRDIO (2014), DE SEDA (2015), O LUGAR QUE OCUPO, SUSTENIDA, LINHA, CORPO-MAPA-LIVRO (2016), DESALINHO, NA AUSÊNCIA DO MEU CORPO (2017), NO, VAGAR (2018).
Ao longo do seu percurso, MND tem contando com a parceria de entidades como ACCCA-Companhia Clara Andermatt (Lisboa), Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas (Ribeira Grande, Açores), ARTEMREDE - Teatros Associados, dEVIR/CAPa (Faro), EIRA (Lisboa), Fórum Dança (Lisboa), IF Barcelona, O Teatrão (Coimbra), Museu do Douro (Peso da Régua), Teatro-Cine de Torres Vedras, entre outros, bem como com o apoio de diversos municípios.
Como co-produtores, destacam-se as seguintes estruturas: Câmara Municipal de Monção, Palácio Marquês de Pombal (Oeiras), Câmara Municipal de Oeiras, Culturgest (Lisboa), Fundação Lapa do Lobo (Lapa do Lobo), Comédias do Minho, Fundação Serralves (Porto), Guimarães Capital da Cultura 2012, Centro Cultural de Vila Flor (Guimarães), Teatro Maria Matos (Lisboa), Cinema Teatro Joaquim d'Almeida (Montijo), Câmara Municipal do Montijo, Balleteatro (Porto) e Teatro Cine de Gouveia (Castelo Branco).
MND é uma estrutura apoiada pelo Município de Almada e recebeu apoios pontuais do Governo de Portugal/DGArtes-Direção Geral das Artes no âmbito dos projetos DANÇÁRIO, CORPO-MAPA-LIVRO e NA AUSÊNCIA DO MEU CORPO.

22ª Mostra de Teatro de Almada / 2018

CÉNICO DA INCRÍVEL ALMADENSE
 “Um Minuto Antes De Dizer Adeus”
10 NOVEMBRO | SÁBADO | 21H00 | M/12 | 50’
SALÃO DE FESTAS DA INCRÍVEL ALMADENSE
©Nuno Direitinho
Autor Paulo Sacaldassy
Encenação Eugénia Viana
Actores Paula Filipe e Anita Santos
Luminotecnia e Sonoplastia Fernando Viana e Nuno Marques
Figurinos Maria Gabriel Carrilho

Fecharam as portas! Já não é possível o embarque!
Dois personagens, na sala de embarque de um aeroporto, revêem as suas vidas pautadas por trabalho, responsabilidades, busca de poder e estatuto, numa correria desenfreada que coloca à margem a vivência em família, o tempo de pausa e equilíbrio, momentos que realmente valem a pensa ser vividos.
«Paula - O stress mata mais do que tudo. Coitado daquele que é escravo do stress!»

SOBRE O GRUPO
O Teatro marcou presença na Incrível Almadense desde inícios do Séc. XX, tendo presenteado os sócios e a comunidade com espetáculos de sucesso, nomeadamente revista à portuguesa, género bastante apreciado pela população. Passaram pelas lides cénicas da Incrível várias gerações de atores, atrizes, encenadores, cenógrafos e demais técnicos, sempre dignificando o nome da Coletividade e da secção de teatro. Já nos finais dos anos 80, o teatro pausou na Incrível Almadense, tendo estagnado por 10 longos anos. Contudo, em 1998, no âmbito das comemorações dos 150 anos da Incrível Almadense, foi reativado o Cénico da Incrível Almadense e, desde aí, não mais parou, apresentando produções teatrais quer de autores portugueses quer de autores estrangeiros de renome e ainda mantendo uma apresentação contínua de espetáculos de variedades – os denominados cafés-concertos. O grupo é puramente amador, sendo uma actividade da Coletividade e gratuita. Os participantes são de variadas faixas etárias, o que torna o grupo singular no contexto teatral do Concelho de Almada.

22ª Mostra de Teatro de Almada / 2018

A LAGARTO AMARELO – Associação Cultural
 “O Contrabaixo”
ESTREIA
10 NOVEMBRO | SÁBADO | 22H15 | M/12 | 70’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO
Encenação Cláudia Negrão
Interpretação José Neto
Espaço cénico Hugo Migata e Pedro Alexandre Silva
Desenho de som Tiago Inuit
Desenho de luz / Operação técnica Sandro Esperança
Produção A Lagarto Amarelo

O discurso ácido e frustrado de um contrabaixista e funcionário público, que se sente invisível na hierarquia de uma orquestra, numa metáfora muito curiosa à sociedade humana, é o pretexto para um desabafo com o público no qual discorre com um sentido de humor sarcástico e quase trágico, a sua relação dependente e impossível com um instrumento que admira e enaltece e que ao mesmo tempo se lhe afigura como um elefante branco na sua sala e na sua vida, causando-lhe embaraços e obstáculos.

SOBRE O GRUPO
A Lagarto Amarelo, sediada em Almada, surgiu em 2009. Tem como prioridades a concepção e produção de âmbito teatral e a criação de parcerias com outras entidades culturais, fomentando a troca de conhecimentos  tentando assim facilitar a realização dos projectos, pois considera que a cooperação entre entidades é a forma mais viável (senão a única nos tempos que correm) para garantir o sucesso dos mesmos, aproveitando as sinergias para rentabilizar as potencialidades de cada um.

22ª Mostra de Teatro de Almada / 2018

CÉNICO DA INCRÍVEL ALMADENSE
 “A Biblioteca Encantada”
11 NOVEMBRO | DOMINGO| 11H00 | M/3 | 40’
SALÃO DE FESTAS DA INCRÍVEL ALMADENSE
©Fernando Viana
Autor Irís Pitacas
Encenação Eugénia Viana
Actores Andreia Cruz, Teresa Menezes, Nuno Marques, Diana Martins, Filipa Soares, Clara Simões, Irís Pitacas, Leonor Borges, Mara Martins e Sónia Caiado
Luminotecnia e Sonoplastia Fernando Viana e Sofia Júlio
Figurinos Maria Gabriel Carrilho
Caracterização Clara Simões
Música Final Andreia Cruz

Alice decide ir visitar a tia à Biblioteca. Não que ela goste de bibliotecas porque ela não gosta de ler… Mas… Aquela não é uma biblioteca qualquer! É a Biblioteca Encantada! Os livros têm sentimentos, saem das prateleiras! E os personagens que vivem nas suas páginas saem dos livros para ensinar à Alice como é importante e divertido ler.

SOBRE O GRUPO
O Teatro marcou presença na Incrível Almadense desde inícios do Séc. XX, tendo presenteado os sócios e a comunidade com espetáculos de sucesso, nomeadamente revista à portuguesa, género bastante apreciado pela população. Passaram pelas lides cénicas da Incrível várias gerações de atores, atrizes, encenadores, cenógrafos e demais técnicos, sempre dignificando o nome da Coletividade e da secção de teatro. Já nos finais dos anos 80, o teatro pausou na Incrível Almadense, tendo estagnado por 10 longos anos. Contudo, em 1998, no âmbito das comemorações dos 150 anos da Incrível Almadense, foi reativado o Cénico da Incrível Almadense e, desde aí, não mais parou, apresentando produções teatrais quer de autores portugueses quer de autores estrangeiros de renome e ainda mantendo uma apresentação contínua de espetáculos de variedades – os denominados cafés-concertos. O grupo é puramente amador, sendo uma actividade da Coletividade e gratuita. Os participantes são de variadas faixas etárias, o que torna o grupo singular no contexto teatral do Concelho de Almada.

22ª Mostra de Teatro de Almada / 2018

EmbalArte
 “As Voltas Que A Terra Dá”
11 NOVEMBRO | DOMINGO| 16H30 | TODOS Recomendado para crianças 6 meses aos 5 anos | aprox. 30’
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE
Autor Ângela Ribeiro e Susana Rosendo
Criação e interpretação Ângela Ribeiro e Susana Rosendo
Música Cantar Mais e EmbalArte
Cenografia, adereços, marionetas e figurinos EmbalArte
Operação Técnica Cláudia Rodrigues
Costureira Ateliê Dulce Correia
Vídeo Marta Tavares
Apoio à produção Companhia de Dança de Almada
Produção Executiva EmbalArte
Apoios Companhia de Dança de Almada, APEM, O Mundo do Espectáculo
Agradecimentos Nelson Simões, Pedro Simões, Sofia Rosendo, Ricardo Silva, Simone Garcia, Maria Franco, Catarina Pé-Curto, Bruno Duarte, Vera Parreira

A árvore ao vento se inclina e a semente à terra se deita.
São voltas e voltas que a terra dá, numa dança de Vida, onde o fim é de novo o início.
Quando tudo parece ter terminado, surge um novo caminho, com obstáculos, descobertas e conquistas…
Este espetáculo celebra o ciclo da vida e a beleza como a natureza se renova e se recria.

SOBRE O GRUPO
Uma atriz e uma bailarina. Ângela Ribeiro e Susana Rosendo, juntaram corpos e ideias e criaram um projecto de teatro para bebés e 1ªa infância. Nasceu assim, em 2017, o grupo EmbalArte.
A primeira produção foi “De lés a lés saberás quem és”, uma peça que abordava a cultura e tradição portuguesas, numa viagem sensorial pelo país.
Acreditamos que, através do teatro e da dança, contribuímos para um crescimento mais feliz, assim como potenciamos a formação de novos públicos: bebés e famílias.

22ª Mostra de Teatro de Almada / 2018

GRUPO DE TEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE
 “A Teia”
ESTREIA
11 NOVEMBRO | DOMINGO| 18H00 | M/12 | 60’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO
Autor Grupo de Teatro da Academia Almadense – Criação Coletiva
Encenação Cláudia Negrão
Interpretação Tiago Nunes, Júlio Picanha, Cláudia Nunes, Debora Alcobia, Debora Frias, Beatriz Ventura, Gonçalo Borges, Ema Duarte, Eduarda Cândido, Tainá de Alencar, Paulo Isidoro
Espaço cénico Hugo Migata
Desenho de som Sandro Esperança
Desenho de luz / Operação técnica Sandro Esperança
Produção Academia Almadense

“A Teia” leva-nos ao mundo das redes sociais e aos comportamentos que os jovens nelas adotam. As destrinças entre o real e o virtual, entre a verdade e o engano, entre o ser e o não ser, adquirem uma importância superlativa na sua maneira de viver e relacionar. Conversámos muito sobre este tema enquanto criávamos e projetávamos este espectáculo e cheguei a ouvir dizer que as suas vidas seriam muito melhores sem redes sociais. Para eles, impõe-se agora como nunca o problema da confiança e o da ansiedade causado por esta exposição incontrolável, por esta teia que não conseguem largar e que os escraviza.
 Embora seja uma ficção, toda a história deste espectáculo surgiu a partir das sugestões e experiências particulares de cada um dos seus intérpretes e tudo começa, quando num grupo de jovens que se conhecem começam a aparecer uns posts muito agressivos…

SOBRE O GRUPO
É constituído por um grupo de jovens, entre os 15 e os 30 (que tem mudado ao longo dos anos) que procuram a formação e o trabalho teatral como forma de se expressar e comunicar. Alguns seguem mesmo a via profissional e hoje temos atores profissionais que se iniciaram neste grupo.
Desde 2008 que apresentam regularmente o seu trabalho na “Mostra de teatro de Almada” e que participam, sempre que são solicitados, em actividades ou eventos da cidade.

22ª Mostra de Teatro de Almada / 2018

O OUTRO LADO
 “Pântano”
ESTREIA
11 NOVEMBRO | DOMINGO| 19H00 | M/12 | 90’
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA

Autor Marina Carr
Encenação Ricardo G. Santos
Tradução Jorge Augusto
Elenco Ana Califórnia, Catarina Lourenço, Carla Silva Nogueira, Frederico Barata, Helena Barata, Inês Magalhães, Luís Lopes, Marta Valente, Paulo Mendes, Pedro Bernardino, Pedro Conde.
Cenografia Ricardo G. Santos
Figurinos Ana Califórnia, Helena Barata e Ana Maria Silva
Adereços Carla Isidro e Ana Califórnia
Ambiente Sonoro Paulo Mendes
Desenho de Luz Ricardo G. Santos
Design Nuno Quá
Produção O Outro Lado
Agradecimentos Câmara Municipal de Almada, Teatro Extremo, O Grito e Paulo Correia Remodelações

Marina Carr, dramaturga irlandesa, foi escritora-residente no Abbey e no Trinity College (Dublin). As suas peças têm sido produzidas em vários países. É a primeira vez que será apresentada em Portugal. Esta peça tem uma re-interpretação livre dos mitos clássicos gregos. O humor negro/humor selvagem, a brutalidade física e as relações humanas estão expostas neste “Pântano”, onde se mistura o mítico e o real.
"A tragédia é muitas vezes a consequência de uma falta de auto-conhecimento fatal. A Marina Carr re-escreve essa regra. As suas personagens morrem de um fatal excesso de auto-conhecimento. A sua verdade mata-as. E sempre souberam que as mataria.” F.McGuinness
Atormentada pela memória da mãe que a abandonou, Hester é uma vez mais traída, desta vez pelo pai da sua filha, o homem que ela ama. Em gesto de desespero, ela embarca numa viagem terrível de vingança à medida que os segredos da sua intricada história são revelados.

SOBRE O GRUPO
Criado em Agosto de 2015, por elementos que há mais de 20 anos colaboram de forma ativa, com diversos Grupos de Teatro dos Concelhos de Almada e Seixal.
O OUTRO LADO – Associação Cultural, pretende apresentar-se precisamente como: O Outro Lado…com a sua POSTURA em palco, com os seus GESTOS e EXPRESSÕES, com as suas MÃOS e os seus OLHOS oferecem-se como ESPELHO para que o PÚBLICO, cada pessoa do público, possa passar para O OUTRO LADO e assim se torne ATOR criador interventivo da sua peça de teatro…e assim poder descobrir que há sempre O OUTRO LADO e depois ainda, OUTRO LADO…