MTA

22ª Mostra de Teatro de Almada / 2018

ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA
 “Romeu Correia, Talvez Poeta”
17 NOVEMBRO | SÁBADO| 21H00 | M/12 | 90’ (TEM INTERVALO)
AUDITÓRIO DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL MANUEL DA FONSECA
©Vítor Cid e Luís Aniceto
Textos Romeu Correia
Guião Ferrer Asturiano
Cenografia Carlos Canhão
Música João Fernando
Voz Off Romeu Correia, Vasco Branco
Vozes Luisa Basto, João Fernando e José Carlos Tavares
Interpretes José Carlos Tavares, Gil Marovas
Som e luz Nuno Coelho
Encenação Coletivo do Grupo de Teatro da A.C.M.F 
Apoio Câmara Municipal Almada

O bonecreiro Mestre Albino – o vagabundo das mãos de ouro – e o seu ajudante Zé Guia deparam-se com um grave problema quando pretendem iniciar o seu espetáculo de marionetas: a “estrela” da companhia recusa-se a participar.
Mestre Albino, homem de infinitos recursos, de pronto resolve a questão: apresenta, em “estreia universal”, um espetáculo musical totalmente composto por poemas de um “poeta seu amigo”.

SOBRE O GRUPO
O grupo de teatro da Associação Cultural Manuel da Fonseca tem vinte e dois anos de existência e no seu currículo já constam mais de duas dezenas de peças de teatro, na sua maioria de autores portugueses, muitos deles textos inéditos. O grupo orgulha-se de ser constituído por pessoas de idades várias. No seu currículo constam algumas peças, tais como: ”És Capaz”, “O Sonho” “O Diário de Anne Frank”, “O Leão Bonzão”, “João Tolão da Capa-Rica”, “És capaz”, “Recordar para não viver”, “O sonho”, “A praça da criança”, “O rei da Helíria”, “Uma sereia chamada Ermelinda”, “Rebeubeu Pragais ao Ninho”, “Histórias para serem contadas”, “O pássaro branco”,  “Na minha terra isto acontece – O direito ao sonho” e Romeu Correia, talvez Poeta.

22ª Mostra de Teatro de Almada / 2018

Teatro & Teatro – Associação Cultural o Mundo do Espectáculo
“O Trem Das Treze (e Treze)”
ESTREIA
18 NOVEMBRO | DOMINGO| 16H00 | M/14 | 60’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO
©Helder Silva e Joana Sabala
Autor António Mauriz
Encenação Manuel João
Elenco Inês Possante e Rita Miranda
Luz e som Manuel João
Figurinos Ana Mateus
Cenografia Ana Mateus/coletivo Teatro & Teatro
Grafismo Rita Miranda
Tratamento de Imagem Ana Mateus
Apoio no trabalho de corpo Pablo Fernando
Apoios Câmara Municipal de Almada, Agrupamento de Escolas João de Barros
Agradecimento António Mauriz pela simpatia e disponibilidade

Dois estranhos iguais com as suas malas iguais, esperando o comboio que nunca chega, confrontam-se para controlar o momento, a palavra e o espaço, com o único objetivo de alcançar o poder de um sobre o outro.
Os “Gémeos” da comédia de Plauto são colocados num ambiente desolador, frio e milimetricamente definido, uma estação de comboio, que até poderia ser um outro contexto habitado pela cobiça.
O “Trem das treze (e treze)” submerge-nos numa outra realidade, no irracional do ser e sua existência, na  ilógica sobrevalorização do tempo sem sentido, na loucura que nos envolve.
Sem subterfúgios, reflete-se a necessidade da hierarquia como instrumento de segurança e sobrevivência do indivíduo, até ao momento em que o irracional e a tragédia do confronto se convertem em absurdo, com a comicidade que isto nos traz.
Como Beckett disse: “Asseguro-vos que o nada é mais divertido do que a infelicidade. É a coisa mais cómica do mundo”
(a partir do Prólogo de Óscar Pastor)

SOBRE O GRUPO
Teatro & Teatro é um dos grupos de teatro de O Mundo do Espectáculo, tendo como produções de maior relevo: “Autocarro” de Helena Teixeira, “História da Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar” de Luís Sepúlveda,  “Aos Homens Nada Escapa…” a partir de três textos de Mário Costa, “A Invenção do Amor” a partir do poema de Daniel Felipe, “Deitada és uma Ilha…” de vários autores, “A Boda” de Bertolt Brecht, “Onde é Que Eu Me Deixei”, monólogos de Maria J. Árias, Júlia Verdugo e Charo Solanas, “Morte e Vida Severina” de João Cabral Melo e Neto, “Deixa-me em Paz!” de Moisés Mato, “Stella – Teatro Breve” a partir de textos de Stella Manault, “Almada Negreiros” textos “Antes de Começar” e “Pierrot e Arlequim” de Almada Negreiros, “Sobre a Impossibilidade de Amar no Pretérito Imperfeito” de Dário Facal, “Universos e Frigoríficos” de Jacinto Lucas Pires, “Noite de Guerra no Museu do Prado” de Rafael Alberti ,  ”Um Carimbo para a Viagem” de Mendizábal e J. Cedena e “OFF” de Alberto Garcia Martin.