MTA

20ª Mostra de Teatro de Almada / 2016

Teatro Extremo
RETRATOS”
20 NOVEMBRO | DOMINGO | 22H30 | M/12 | 90'
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO
foto: Vítor Cid

A invulgar Família Barata
 com um negócio em crise convoca uma reunião para encontrar soluções e decide invocar os antepassados. Com a intervenção do público tudo faz para os trazer aos nossos dias e reanimam Bocage, Camões, Fernando Pessoa, a Marquesa de Alorna, Guerra Junqueiro, Antero de Quental e Eça de Queirós que nos trazem a sua visão sobre o nosso país. Uma comédia que propõe divertir e surpreender a assistência.
Retratos”, 43ª criação da companhia, integra o ciclo Sem Rei nem Roque que o Teatro Extremo desenvolve para público a partir dos 12 anos, sobre a recuperação da História de Portugal vista à luz do presente, onde se retratam, através do divertimento, diferentes épocas da nossa história.
Estreado em 2013 no espaço do Teatro Extremo, esta nova montagem irá adequar-se às condições próprias do Teatro-Estúdio António Assunção, proporcionando uma reescrita cénica da obra.
E para quem já viu, os motivos de interesse não acabaram para assistir a a este espetáculo do Teatro Extremo.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Criação Coletiva | Coordenação: Fernando Jorge | Interpretação: Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes, Francisca Lima, João Dacosta, Rui Cerveira | Desenho de Luz: Celestino Verdades | Figurinos e Adereços: Arminda Moisés Coelho
Música Original: João Dacosta | Figurinos e Adereços: Arminda Moisés Coelho
Movimento: Maria João Garcia | Animação Vídeo: Manuel Barrisco | Design Gráfico: P2F atelier | Registo Vídeo: João Varela | Fotografia: Vítor Cid

20ª Mostra de Teatro de Almada / 2016

Teatro na Gandaia
PRANTO DA MARIA PARDA”
ESTREIA
20 NOVEMBRO | DOMINGO | 21H00 | M/12 | 60'
AUDITÓRIO COSTA DA CAPARICA

foto: Vítor Cid e Luís Aniceto
Portugal atravessa uma crise profunda. Os meios de produção não bastam às necessidades de uma população assustada e empobrecida. “Nuestros hermanos” passam tão mal quanto nós outros, nem mesmo das franças podemos esperar auxílio. A inflação açoita todos, o Império tem pé descalço e Lisboa vive dias de terrível seca. Corre o ano de 1522 e Maria Parda tenta satisfazer a sua mais básica necessidade: matar a sede que a atormenta. Ontem, como hoje, a alma lusitana sofre. À sede de Maria Parda, provocada pela míngua de tascas e de vinho na Lisboa quinhentista, corresponde a nossa sede por justiça social e melhores condições de vida no Portugal contemporâneo provocada pela inconstância das instituições pós democráticas. Com Maria Parda pranteamos alegremente a crise que nunca morre, a desigualdade que teima em roer-nos o juízo e o Paraíso que nem nas escrituras faz sentido. Este espectáculo é também uma homenagem à genialidade incontestável do imortal Gil Vicente.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Gil Vicente | Adaptação: Margarida Leal, Rui Silvares | Dramaturgia: Ana Nave, Rui Silvares | Encenação: Ana Nave | Concepção Plástica: Ana Nave Concepção Gráfica: André Clemente | Interpretação: António Nobre, António Olaio, Arminda Santos, Carlos Dias Antunes, Elsa Viegas, Inês Ferreira, João da Costa, João Rodrigues, José Balbino, Josefina Correia, Lucila Pereira, Luísa Nápoles, Luísa Rodrigues, Margarida Leal, Marta Serra Silva, Mava José, Pedro Gamboa, Ricardo Cardo, Sandra Fernandes, Tânia Ponte, Vasco Santos