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19ª Mostra de Teatro de Almada / 2015

MOSTRA.EXPOSIÇÕES

O GRITO: 20 ANOS NO TEATRO
EXPOSIÇÃO DOCUMENTAL
12 A 29 NOVEMBRO | TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO - SALA VIRGÍLIO MARTINHO
INAUGURAÇÃO | 12 NOVEMBRO | 22H30
PATENTE AO PÚBLICO NOS DIAS DA PROGRAMAÇÃO TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

Após o espetáculo de abertura da 19ª edição da Mostra de Teatro de Almada, dia 12 de Novembro, às 22h30 horas, será inaugurada a exposição evocativa dos 20 anos de atividade d’O Grito, que ficará patente ao público na Sala Virgílio Martinho do Teatro-Estúdio António Assunção.
Esta exposição irá apresentar um significativo acervo documental, desde fotografias e material gráfico diverso até elementos de cenário, figurinos e adereços, bem como materiais multimédia. Aqui poderá conhecer as canções compostas para o primeiro espetáculo d’O Grito, “Espanta Pardais”, ou o funcionamento da “fogueira” onde “ardeu” a Feiticeira Cotovia. Um percurso de 20 anos no Teatro profusamente documentado que é também uma ocasião de encanto e descoberta.
Durante a inauguração desta exposição, será servido um Porto-de-Honra que assinalará a abertura oficial da edição de 2015 da Mostra de Teatro de Almada.

TWISTED SWAN
EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA DE RODRIGO MIRAGAIA / NINHO DE VÍBORAS
21 A 28 NOVEMBRO | ESCOLA CONDE FERREIRA
INAUGURAÇÃO | 21 NOVEMBRO | 22H
PATENTE AO PÚBLICO NOS DIAS 22, 26, 27 E 28 NOVEMBRO DAS 19H ÀS 23H



A exposição apresenta fotografias captadas por Rodrigo Miragaia durante o tempo da construção da performance TWISTED SWAN, que o Ninho de Víboras estreia na Mostra. Algumas das imagens foram planeadas num processo paralelo, como experiências independentes, mas refletindo a mesma estrutura elíptica: umas são frames de filmes, montados emloop, outras fazem parte de uma projeção de slides, também em ciclo. São esboços sobre a existência frágil e a rutura do ser.



19ª Mostra de Teatro de Almada / 2015

Teatro na Gandaia
UMA TAL LISÍSTRATA
29 NOVEMBRO | DOMINGO | 22H00 | M/12 | 75’
AUDITÓRIO COSTA DA CAPARICA

Cansadas de uma guerra que já durava havia 20 anos, as mulheres de Atenas, de Esparta, da Beócia e de Corinto (cidades gregas mais duramente atingidas pelo conflito), chefiadas pela ateniense Lisístrata, decidiram pôr fim às hostilidades usando uma tática pouco ortodoxa: uma greve de sexo. Para melhor conseguirem o seu objetivo ocuparam a cidadela de Atenas – a Acrópole, e tomaram conta do Tesouro. Os maridos não resistiram à greve e assinaram um tratado de paz, depois de uma série de peripécias de grande efeito cómico apesar da ousadia dos detalhes.
Embora Lisístrata seja a mais licenciosa das comédias de Aristófanes, pela elevação dos sentimentos que animam a heroína, pela nobreza das intenções do comediógrafo e pelas suas próprias qualidades teatrais, a peça bem merece a fama de que até hoje desfruta em todas as plateias civilizadas. Vinte e quatro séculos de guerras tornaram-na cada vez mais atual e não diminuíram em nada o brilho da comédia e mesmo a espiritualidade que mal se dissimula por trás da crueza do argumento.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
A partir da comédia de Aristófanes
Adaptação: Rui Silvares
Encenação: Ana Nave
Música: João Carlos
Figurinos: Rafaela Mapril
Luz: Daniel Verdades
Grafismo: André Clemente
Interpretação: António Nobre, António Olaio, Arminda Santos, Carlos Dias Antunes, Elsa Viegas, João da Costa, João Rodrigues, José Balbino, Josefina Correia, Luísa Nápoles, Maria João Garcia, Marta Serra Silva, Mauro Gentile, Mava José, Pedro Gamboa, Ricardo Cardo, Rute Hugmenow, Sandra Fernandes, Tânia Ponte, Vasco Santos
Músicos: Mauro Gentil, João Carlos, Mava José
Execução de figurinos e cenário: Rafaela Mapril, Elsa Viegas, Ana Nave, Rui Silvares, João Carlos
Execução de cabeleiras: Luísa Nápoles, Sandra Fernandes
Responsável Guarda Roupa: Marta Serra Silva
Produção: Teatro na Gandaia