MTA

19ª Mostra de Teatro de Almada / 2015

Grupo de Teatro Musical da Academia Almadense
ANNIE
ESTREIA
15 NOVEMBRO | DOMINGO | 11H00 | M/4 | 50’
CINETEATRO DA ACADEMIA ALMADENSE

Annie" é a história de uma incrível menina ruiva que sonha com uma vida fora do seu horrível orfanato. Um dia Annie é escolhida para passar uma semana com o famoso multimilionário Daddy Warbucks. "Annie" é, além do mais, um hino de esperança. A sua ação decorre na grande depressão económica que ocorreu no final dos anos 20 nos Estados Unidos da América, onde o povo americano sofreu a maior crise da história. Porém, Annie com a sua coragem, otimismo e esperança irá dar, também a nós Portugueses, uma mensagem de fé, força e esperança no futuro. "Annie" representa o acreditar nos grandes valores da humanidade e na força do ser humano.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Charles Strouse
Adaptação dramatúrgica e encenação: Diogo Novo
Direção musical: Diogo Novo
Elenco: Mariana Coelho,Yoann Auboyneau, Sara César, André Henriques, Sofia Fonseca
Inês Branco, Cláudio Louro, Leonor Jacob, Patrícia Marques, João Pedro Novo, César Melo, Sara Castanheira, Marta Coelho, Sandra Catarino, Mariana Chaves, Inês Vasconcelos, Sara Maló, Maria Catarina Antunes, Maria Inês Antunes, Filipa Valbontim
Técnico de som: Sandro Esperança
Desenho e operação de luz: Paulo Mendes
Figurinos: Helena Resende
Assistente de Figurinos: Diogo Novo
Costureiras: Anabela Vieira
Equipamento de som e luz: Etroslight
Produção: AIRFA – Academia de Instrução e Recreio Familiar Almadense

19ª Mostra de Teatro de Almada / 2015

Actos Urbanos
produção do Teatro de Areia – O Mundo do Espectáculo
“A FESTA”
14 NOVEMBRO | SÁBADO | 22H30 | M/12 | 50’
TEATRO-ESTÚDIO ANTÓNIO ASSUNÇÃO

“A Festa” encena o naufrágio de uma ideia de civilização que, à semelhança do Titanic, arrojado invento naval e estrutura ciclópica capaz de uma velocidade de navegação então inédita, foi a metáfora de um afundamento similar: o do engenho humano, da vaidade e da riqueza, com a sumptuosidade fulgurante e absurda que se conhece. Em 2015, a Europa é esse navio, transportando o contingente de deserdados de uma desigualdade que evoca a da Belle Époque em que se geraram as guerras mundiais.
“A Festa” brilha ridícula na paisagem urbana high-tech da decadência humana em processo. A orquestra toca antes da queda, e todos sorrimos para a selfie, enquanto o naufrágio decorre. E no entanto há o amor, mas não sabemos já fazê-lo, porque fomos treinados para o poder.
“A Festa” passa nas tevês e no Facebook, e não é bonita de se ver. A Festa é feia.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor: Criação Coletiva
Direção e Encenação: Joana Sabala
Conceção Dramatúrgica. Sarah Adamopoulos
Interpretação: Ana Rita Ferreira, António Jesus, João Monteiro, Francisca Paiva, Helder Silva, Maria Inês Brás, Rita Constantino
Máscaras: Catarina Pé-Curto
Luz: Tasso Adamopoulos
Apoio Artístico: Ana Sabala, Cátia Silva, Cláudia Camilo, Daniel Morgado, Inês Vilela, Rita Miranda
Design Gráfico: Alice Prestes
Produção: Teatro de Areia – Associação Cultural O Mundo do Espectáculo