MTA

Auto da Barca do Inferno, pelo Teatro da Academia

AUTO DA BARCA DO INFERNO
Adaptação livre de Gil Vicente
ESTREIA27 Fev 2010, Sáb. 17h00
Salão de Festas da Incrível Almadense
M/6

Autor: Mário da Costa; Encenação: Claudia Negrão; Intérpretes: Melissa Silva, Sandra Catarino, Bruno Oliveira, João Vasco Balegas, Dione Santos, Inês Cabau, Filipe Cabau e João Ribeiro; Figurinos: Débora Balegas; Luz, Som, Operação de Luz e Som: Ricardo Trindade; Cenografia: Hugo Migata; Produção Executiva: Fernanda Leitão.

A intemporalidade do Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente é recuperada nesta adaptação muito contemporânea e muito divertida feita pelo grupo de teatro Viv’Arte da Escola Secundária de Oliveira do Bairro. O texto atravessa o tempo até aos dias de hoje trazendo algumas novas personagens e alguns novos diálogos numa delirante composição e sempre com uma acutilante perspectiva sobre a sociedade contemporânea. Um texto divertido e animado com a ironia e a crítica de Gil Vicente.

Bom Apetite!, pelo Crème de la Crème

BOM APETITE!
de Anabela Mira e Pepa Diaz Meco ESTREIA
26 Fev 2010, Sex. 21h30
Auditório Fernando Lopes-Graça
M/12

Encenação: Pepa Diaz Meco; Intérpretes: Anabela Mira; Dramaturgia: Pepa Diaz Meco e Óscar Clemente; Figurinos: Colectivo; Fotografia: Paulo Maria (Interslide); Grafismo: Neco; Luz: Jochen Pasternaki; Operação de Luz e Operação de Som: Gi Carvalho; Cenografia: Paulo Robalo; Produção executiva: Paula Oliveira e Paula Fernandes.

Bom Apetite! é um espectáculo de comédia. Através do riso chega-se à tragédia para contar as desventuras de uma empregada de mesa, no seu magnífico momento de stress, num restaurante em hora de ponta!

Este é o ponto de partida para reivindicar o ÓCIO, como o entendiam os romanos. O Ocium era o tempo dedicado às artes, à espiritualidade, à contemplação, à reflexão – considerado o verdadeiro impulsionador do desenvolvimento da sociedade. Em oposição, o Negocium era o tempo usado para trabalhar – fundamental para que este desenvolvimento se realize. Neste espectáculo, questionamos se vivemos para trabalhar, se trabalhamos para comprar ou se trabalhamos para viver.