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Vende-se País solarengo com vista para o mar, de Cláudia Dias

Ninho de Víboras apresenta:

VENDE-SE PAÍS SOLARENGO COM VISTA PARA O MAR
de Cláudia Dias ESTREIA
25, 26 e 27 Fev de 2010
Qui., Sex. e Sáb. 21h30
Casa Municipal da Juventude de Cacilhas
M/6

Direcção: Cláudia Dias; Assistência de Direcção: Márcia Lança; Participantes: Ângela Ribeiro, Ana Trincão, Cátia Leitão, Dora Vicente, Karenina de los Santos, Maria João Garcia, Sílvia Pinto Coelho, Susana Gaspar e Tiago Gandra. Responsável espaço cénico: Walter Lauterer; Produção executiva: Maria João Garcia; Produção: Ninho de Víboras.

Apoios: Câmara Municipal de Almada
Projecto financiado pela Direcção Geral das Artes / Ministério da Cultura


Vende-se País solarengo com vista para o mar é o trabalho resultante do projecto de formação na área da Composição Coreográfica, orientado pelas coreógrafas Cláudia Dias e Márcia Lança, desde Setembro de 2009, na Casa Municipal da Juventude – Ponto de Encontro.

Este projecto alicerçou-se numa aprendizagem em situação, onde os alunos foram convidados a vivenciar todas as etapas do processo criativo, desde o momento detonador até à apresentação pública.

É uma peça exploratória de uma só imagem – a construção de uma planta – até ao surgimento de uma dramaturgia e de uma narrativa que emergem da leitura por parte do espectador.

Avesso, pel'A Menina dos Meus Olhos - Associação Cultural

AVESSO de Marina Nabais
21 Fev 2010, Dom. 18h00
Auditório Fernando Lopes-Graça
M/8

Interpretação e co-criação: Alban Hall e Susana Gaspar; Dramaturgia: Manuela Pedroso; Figurinos: Iñaki Zoilo; Fotografia, Grafismo e Operação de Luz: F. Ribeiro; Luz: Daniel Worm; Sonoplastia: Rui Dâmaso; Operação de Som: Marina Nabais; Cenografia: Iñaki Zoilo; Coreografia: Marina Nabais em colaboração com Alban Hall e Susana Gaspar; Música Original: Margarida Mestre; Banda sonora original criada a partir das vozes de: Alban Hall, Susana Gaspar, Margarida Mestre e Marina Nabais; Produção Executiva: A Menina dos Meus Olhos, Associação Cultural.

Outrora a pele foi o princípio do mundo e a fronteira entre mim e ti.
Tudo o resto foi criado a partir daqui.

Se os poros da nossa pele são como as janelas das nossas casas, o que é que vemos quando espreitamos?

Em Avesso, a pele é o tema principal. A pele do nosso corpo e das nossas roupas, a pele como casa, identidade ou planeta. Este universo em camadas é representado por uma "Instalação impermanente", onde o público é convidado a escolher o seu próprio espaço e a tornar-se parte da epiderme da peça. Dois bailarinos levam-nos numa viagem através deste "espaço do avesso". Exploram os limites dos seus corpos. Procuram formas de se conhecerem, de oferecer e esconder os seus segredos. Com as suas vozes, contam estórias sem palavras, utilizando uma linguagem pessoal. O resultado é um espectáculo sensual, às vezes frágil, às vezes desafiador. Mas sempre com paixão e humor.

O que vemos então, quando espreitamos?
Talvez beleza, liberdade ou protecção?
Ou talvez nada?

É a curiosidade que entra na nossa pele.