MTA

O Tesouro

Teatro Extremo apresenta:

O TESOURO
Poema em movimento de Manuel António Pina
18 Fev 2010, Qui. 21h30
Auditório Fernando Lopes-Graça
M/6

Encenação: Fernando Jorge Lopes; Intérpretes: Bibi Gomes. Isabel Leitão, Rogério Jacques; Rui Ventura, Fernando Rebelo; Dramaturgia: Fernando Jorge Lopes; Figurinos: Alice Rolo; Fotografia: Sandra Ramos; Grafismo: Pedro Ferreira e Pedro Fidalgo – PF Image Project; Desenho de Luz: Celestino Verdades; Operação de Luz: Élio Antunes; Operação de Som: Sérgio Cardoso; Cenografia: Élio Antunes; Coreografia: Joana Bergano; Música: Miguel Cervini e Duarte Cabaça; Produção Executiva: Sofia Oliveira.

Uma turista visita um lindo país de clima agradável, mas os seus habitantes parecem ser um povo infeliz e solitário, aparentemente sob o peso de uma misteriosa tristeza. Que teria acontecido? Vozes sussurravam, na noite, que aquele povo tinha perdido o seu mais valioso tesouro: a Liberdade.

Son(h)o

Ninho de Víboras – Associação Cultural apresenta:

SON(H)O de Paulo Diegues
14 Fev 2010, Dom. 21h30
Auditório Fernando Lopes-Graça
M/4

Criação, Encenação, Espaço Cénico, Operação de Som e de Luz: Paulo Diegues; Intérpretes: Iolanda Laranjeiro; Guarda-Roupa: Paulo Diegues e Iolanda Laranjeiro; Fotografia de Cena: António Coelho; Grafismo: Paulo Diegues e Gabriel Orlando; Música : Miguel Fonseca; Produção executiva: Ninho de Víboras; Direcção de Produção: Karas.

Apoio: Escola Secundária Anselmo de Andrade e Junta de Freguesia de Benfica.

Um espectáculo multidisciplinar que pretende desconstruir uma célebre frase de Antoine de Saint-Exupéry: "o essencial é invisível para os olhos", usando o diálogo entre o teatro, a dança, o vídeo, a luz, e o som, na perspectiva de tornar visível aquilo que habitualmente apelidamos de "é o que eu sinto, não sei explicar", utilizando a ideia de ter sonhos, fantasiar, entregar-se a fantasias ou devaneios, iludir-se, ver em sonhos, imaginar, idealizar sonhar acordado, alhear-se da realidade, porque por vezes, o homem é mais sincero e rico na desordem dos sonhos que na consciência unitária do raciocinador acordado. Mas nós vivemos enquanto negamos o sonho e o tornamos inútil. A vida não é sonho, mas a urdidura dos sonhos pode iluminar e embelezar a trama da vida.

Entre o sono e o sonho é o lugar onde voamos... (Paulo Diegues)