Associação Cultural Manuel da Fonseca apresenta:
PEREGRINAÇÃO de Nuno Gomes dos Santos
ESTREIA
14 Fev 2010, Dom. 17h00
Auditório Pluricoop
M/6
Encenação: Carlos Martins; Dramaturgia: Nuno Gomes dos Santos; Operação de Luz: João Ponte; Operação de Som: Nuno Coelho; Música: Nuno Gomes dos Santos; Produção Executiva: A.C.M.F.
“Peregrinação” é uma peça musical sobre Fernão Mendes Pinto. Um avô, quatro netos e mais alguns familiares (a mãe e a tia das crianças), falam sobre Fernão Mendes Pinto ao serão, porque a neta mais velha tem um trabalho a fazer sobre ele. O avô vai dizendo o que sabe sobre o autor da “Peregrinação” e socorre-se do próprio livro para pormenorizar coisas. Tudo isto é sublinhado por canções que reforçam a ideia de que foi o medo das coisas novas que fez com que chamassem a Fernão Mendes Pinto “Fernão Mentes? Minto!”.
A ideia de escrever esta peça para o Grupo de teatro da ACMF nasceu do facto de Fernão Mendes Pinto ter passado os últimos anos da sua vida no Pragal e aí ter escrito a sua “Peregrinação”. A mensagem que a peça pretende fazer passar é a de que não devemos rejeitar as coisas novas, mas tentar compreendê-las:
Se há medo do novo aqui
Já sei a razão
Porque dizem que menti
Mas eu não menti não!
Quantas artes, quantas manhas!
Grupo de Iniciação Teatral da Trafaria apresentaQUANTAS ARTES,
QUANTAS MANHAS!
de Gil Vicente
13 Fev 2010, Sáb. 21h30
Teatro Municipal de Almada – Sala Experimental
M/12
Encenação: Joaquim Lopes; Intérpretes: Francisco Alvarez, Mercês Costeira, Laura Apolinário, Catarina Oliveira, Joaquim Lopes, Ana Fialho, João Brás, Rui Cardoso, Henrique Viegas, Patrícia Monteiro; Dramaturgia e Cenografia: Joaquim Lopes; Figurinos: GITT; Luz: Vitor Azevedo; Operação de Som e Luz: Alex.
O espectáculo tem o propósito de evocar a arte, o saber e a obra de GIL VICENTE.
Com recurso ao ambiente da época, ao que historicamente é conhecido, faz-se salientar, a partir dos seus textos, os conhecimentos que possuía esta grande figura do teatro português sobre matérias tão variadas como o latim, a religião, a filosofia, além duma profunda agudeza de espírito na observação das atitudes humanas.
Os textos são apresentados com o propósito da descrição explicativa, segundo a ambiência vivida por GIL VICENTE. Várias cenas, retiradas dos seus Autos, são então sucessivamente representadas, com o cenário, a música, o guarda-roupa, consonantes com o estilo existente à época.
A representação realiza-se em cena tipo arena, a evocar o salão do palácio tal como acontecia no início do século XVI, com um pequeno palco num dos lados e, nos restantes, rodeada pelos assistentes ao espectáculo.
Em suma, um espectáculo que, esperamos, fascine, divirta, encante e, perdoe-se-nos a imodéstia, com a pretensão de também ensinar.
Etiquetas:
14ª edição,
2010,
GITT
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