MTA: 16ª EDIÇÃO - PROGRAMA
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ATIVIDADES COMPLEMENTARES


ZUKUNFT  ZUK IN AN AMBIENTAL LIVE ACT
ESPETÁCULO MULTIDISCIPLINAR VIDEO/MÚSICA/ POESIA
23 NOVEMBRO, SEXTA, ÀS 23H00
CASA MUNICIPAL DA JUVENTUDE DE CACILHAS – PONTO DE ENCONTRO
M/12

Zukunft  Zuk in an Ambiental Live Act é um espetáculo multidisciplinar de Vídeo/Música/Poesia, porque acreditamos na necessidade de definir uma liberdade que não se pratique só na palavra. Através de um filme acompanhado por música ao vivo, que deambula entre o Nu-Jazz e o Ambiental, e pela palavra dita, relata-se o contínuo procurar de sensações que nos transportam a locais e momentos íntimos.


WORKSHOP DE VOZ, DICÇÃO E POESIA
DIRIGIDO POR YOLANDA ALVES - TEATRO DE PAPEL
24 NOVEMBRO, SÁBADO, DAS 17H00 ÀS 19H00
25 NOVEMBRO, DOMINGO, DAS 17H00 ÀS 20H00
SOLAR DOS ZAGALLOS
ACESSO LIVRE (MÁXIMO: 16 PARTICIPANTES)
M/16

”É preciso saber ler para além do que está escrito.”
(Autor desconhecido)

Esta arte de bem dizer e ler poesia faz todo o sentido uma vez que a matéria-prima do poeta é a palavra. Impõe-se portanto um trabalho cuidado ao nível da voz e dicção através da técnica da respiração correta e de uma postura equilibrada. Por outro lado, sentir, compreender e analisar alguns dos mais belos poemas de interessantes autores em oportunidades como esta não se pode desperdiçar, pois como disse Teixeira de Pascoaes “Sem Poesia não há Humanidade. É ela a mais a profunda e a mais etérea manifestação da nossa alma".

Notas: As inscrições deverão ser feitas junto da Divisão de Ação Sociocultural, via telefone: 21 273 8102. Os participantes poderão levar livros de poemas ou referências de poetas preferidos.

OBJECTIVOS DO WORKSHOP
Trabalhar a colocação e projeção da voz;
Trabalhar a dicção;
Trabalhar a entoação e a interpretação das palavras;
Trabalhar a emotividade das palavras;
Dizer poesia com naturalidade;
Despertar os sentidos;
Partilhar poemas e poetas.

a menina dos meus olhos, associação cultural


NOTOCORDA ESTREIA
DE MARINA NABAIS A PARTIR DE OURIÇO DO MAR DOS IRMÃOS GRIMM
24 NOVEMBRO, SÁBADO, ÀS 11H00
BIBLIOTECA MUNICIPAL JOSÉ SARAMAGO
M/6

Coreografia,  Interpretação, Figurinos, Som  e Cenografia Marina Nabais
Música João Morais
Produção Executiva Marina Nabais

Como se conta um conto com o Corpo?

Começando pela Notocorda, essa estrutura de origem endodérmica que se encontra no embrião de todos os vertebrados. No embrião humano, ela serve de base à formação da coluna vertebral, que é aqui metáfora para a criação de uma estrutura…

Notocorda é uma pequena peça para ser apresentada num ambiente de envolvência e grande proximidade com o público, onde o desenho coreográfico vai sendo traçado pela linha de uma notocorda – a da bailarina – por relação ao espetador.

a menina dos meus olhos é uma associação cultural sem fins lucrativos, criada em Outubro de 2003, que pretende, através de produções de espetáculos de dança, co-produções com artistas independentes das artes visuais/multimédia e artesanato, bem como através de parcerias com associações similares, promover o desenvolvimento das artes performativas, de novas linguagens e expressões artísticas. Atendendo ao contexto da expressão e criação artísticas contemporâneo, em que é cada vez mais improvável encontrar disciplinas estanques, as produções da menina dos meus olhos afirmam-se sobretudo como fusões artísticas, sendo a dança o principal veículo agregador. Outra das vertentes de desenvolvimento desta organização é a educação artística para a comunidade - crianças, adolescentes, adultos e idosos. Nesta medida, procura-se conjugar a visualização de espetáculos e o contacto com artistas, através de conversas pré e/ou pós-espectáculo e através de ateliers, proporcionando “tempo cultural” a comunidades que muitas vezes não têm essa possibilidade.

artes e engenhos - associação cultural


AOS MEUS AVÓS
DE JOÃO FERREIRA, MARIA DA PIEDADE, MADALENA E CAROLINA THADEU
23 NOVEMBRO, SEXTA-FEIRA, ÀS 21H30
CASA MUNICIPAL DA JUVENTUDE DE CACILHAS
M/12

Encenação e Dramaturgia Sandra Hung
Interpretação Carolina Thadeu
Figurinos artes e engenhos – associação cultural
Fotografia Carolina Thadeu, Sofia Caetano
Grafismo e Desenho de Luz Carolina Thadeu
Operação de Luz e Operação de Som Sandra Hung
Som João Santinha
Cenografia Joana Martins
Coreografia Sandra Hung
Música João Santinha
Vídeo Sofia Caetano, Nuno Loução
Produção Executiva artes e engenhos – associação cultural

No Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações a artes e engenhos – associação cultural apresenta Aos meus Avós. Espetáculo teatral que mescla o documental e o ficcional, centrado na biografia da atriz e dos seus avós. Elaborado a partir de narrativas, memórias e registos audiovisuais dos avós da atriz, em diálogo com uma maquete das respectivas cidades de origem, propondo uma dicotomia campo/cidade.

Uma homenagem aos avós. Uma atriz que emerge duma maquete. Um encontro entre dois caminhos distintos que cooperam e convergem para a mesma existência

Os criativos e elenco conversam com o público a seguir ao espectáculo.


SOBRE O GRUPO (http://artesengenhos.blogspot.pt/)
artes e engenhos – associação cultural é uma associação sem fins lucrativos, fundada em 2000 e sediada no atual Campus Universitário da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Conta com um núcleo forte de artistas de teatro, integram ainda a associação médicos, engenheiros, arquitetos, artistas plásticos, fotógrafos, realizadores e designers. Actividade de carácter transdisciplinar, orientada para os âmbitos da criação e investigação teatral, do nexo arte-ciência, e da intervenção comunitária

ASSOCIAÇÃO CULTURAL O MUNDO DO ESPETÁCULO - NÚCLEO DE MARIONETAS


CAIS VIVO
DE ANA F. GOUVEIA, ANGELA RIBEIRO, CATARINA PÉ-CURTO E JOANA SABALA
22 NOVEMBRO, QUINTA-FEIRA, ÀS 21H30
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA  
M/6

Encenação e Dramaturgia Ana F. Gouveia, Angela Ribeiro, Catarina Pé-Curto, Joana Sabala
Figurinos, Fotografia e Grafismo Catarina Pé-Curto
Desenho de Luz Jorge Fernandes
Operação de Luz e Operação de Som Catarina Pé-Curto
Cenografia Ana F. Gouveia, Angela Ribeiro, Catarina Pé-Curto
Música Daniel Morgado; Produção Executiva O Mundo do Espectáculo - Núcleo de Marionetas
Interpretação Ana F. Gouveia, Angela Ribeiro

Agradecimentos Jorge Fernandes, Beatriz Mendes, Jeff Oliveira, Carolina Trabulo, equipa da CMJ Pont de Encontro, Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade, Participantes Férias Artísticas, Actos Urbanos e Escola da Alembrança.

Cais Vivo é um lugar. Um lugar especial: é o cais da nossa terra.
Na verdade, podia ser o cais de qualquer outra terra ou até de além mar.
Tal como noutros, também neste cais viveram e trabalharam pessoas, contaram-se histórias e imaginaram-se outras, houve gente que riu e que gente que chorou.
Mas agora é um espaço abandonado, vazio, à espera... que nova vida pode ter o nosso cais?
Afinal, quantas vidas existem na vida de um cais?
Deixemos que os sonhos e a poesia nos indiquem o caminho...

Cais Vivo é um espectáculo de teatro visual/marionetas.

SOBRE O GRUPO (www.mundo-do-espectaculo.blogspot.com)
A Associação Cultural O Mundo do Espectáculo (ACOME) existe desde 1990-91 e é um projeto de formação e animação que surge com o objectivo de criar uma nova sensibilidade relativamente às artes e expressões. Nele consideram-se fundamentais a educação estética como componente crítica e integradora do conhecimento e a educação artística como componente expressiva e criadora. A ACOME tem desenvolvido projetos de formação e animação na área das artes para um público diversificado, desde a formação de professores, educadores de infância e monitores de ATL, a oficinas artísticas e espetáculos de teatro e de marionetas. Tem organizado o programa Férias Artísticas, o Festival Inter-Escolas de Teatro e dinamizado grupos de teatro juvenil.Os elementos do Núcleo de Marionetas (Ana F. Gouveia, Ângela Ribeiro e Catarina Pé-Curto) já desenvolviam projetos na área do teatro de marionetas, mas é a partir de 2010 que começam a criar espetáculos de um modo regular no seio da ACOME. Destaca-se a criação dos espetáculos Os Contos da Mata dos Medos (2010) e Cais Vivo (2011), e o apoio à produção de O Fazedor de Vidas (2008) e Viajando com Violeta (2010). Em 2012, o Núcleo recebeu o Apoio à Internacionalização, concedido pela DGArtes.

ARENA DE FERAS ASSOCIAÇÃO CULTURAL


MARTÍRIOS-MÁTRIA OU AMOR-TE
DE AFONSO GUERREIRO E RUI SILVARES
21 NOVEMBRO, QUARTA-FEIRA, ÀS 21H30
CENTRO CULTURAL E JUVENIL DE SANTO AMARO (CASA AMARELA)
M/12

Encenação, Dramaturgia e Cenografia Afonso Guerreiro
Interpretação Ana Margarida Leal, Lucila Pereira, São Nunes
Figurinos Afonso Guerreiro
Fotografia Vitor Cid
Grafismo Rui Silvares
Desenho de Luz Afonso Guerreiro
Operação de Luz Filipe Borges
Desenho e Operação de Som Afonso Guerreiro
Produção Executiva Afonso Guerreiro, Lucila Pereira

Martírios - A Mátria ou Amor-te, é uma peça actual, numa época em que surgem elementos femininos na sociedade que se tornam ícones da contestação pela sua própria condição de mulheres e mães. A dramaturgia fundamenta-se num conceito filosófico chamado de matriotismo que surge da palavra ‘MÁTRIA’ (terra-mãe) em oposição à  ‘PÁTRIA’  (terra-pai). O amor à Pátria, o patriotismo, é um amor sem recompensa porque sem retorno, traduzido na vontade  heróica de morrer pelo Pai territorial. A crise deste tipo de amor masoquista foi despoletada, no século XX, como resposta às atrocidades insanas dos totalitarismos nacionais. Neste início de século XXI continuamos na mesma...

SOBRE O GRUPO
A Associação Cultural ARENA de Feras nasceu em Almada (2011) durante a realização da ação de formação ministrada pelo Mestre Afonso Guerreiro na área das Artes do Espectáculo, do qual resultou o espetáculo multidisciplinar intermédia Feras Amestradas que juntou artistas em múltiplas áreas das Artes. Após este espetáculo seguiu-se uma residência artística pela companhia no Teatro Extremo (Almada), ao abrigo de um acordo de colaboração entre ambas as entidades, do qual resultou a peça Martírios - A Mátria ou Amor-te, espetáculo de intermédia, estreado no Dia Mundial do Teatro, a 27 de Março de 2012. No seguimento do mesmo acordo de colaboração realizou-se o espetáculo Peepashow - Revista Punk-à-Portuguesa, que apesar de se expressar num outro registo relativamente aos espetáculos produzidos anteriormente são prova da versatilidade do encenador Afonso Guerreiro e dos seus atores.

TEATRO ABC.PI


NUMA NOITE O RIO PASSOU
DE MIGUEL CASTRO CALDAS
20 NOVEMBRO, TERÇA-FEIRA, ÀS 21H30
SALÃO DE FESTAS DA INCRIVEL ALMADENSE
M/12

Encenação Laurinda Chiungue
Dramaturgia, Figurino e Fotografia Teatro ABC.PI
Grafismo FANQ
Desenho e Operação de Luz André Almeida
Desenho e Operação de Som André Nascimento
Cenografia Pedro Frutuoso
Coreografia Laurinda Chiunge, Maria Radich
Música André Nascimento
Produção Executiva Cristina Tasqueira
Interpretação Maria Radich, Miguel Eloy

Este projeto tem a particularidade de desafiar o teatro a estabelecer uma linguagem física do texto, que permita ao espetador construir a dimensão do espetáculo através da fruição despoletada pela interação e fusão estabelecida com o movimento. Do jogo sensível entre o texto e o movimento surge o conceito de teatro físico. Este, é geralmente usado para descrever qualquer forma performativa que se dedica e se baseia na construção de uma linha dramatúrgica assente essencialmente na fisicalidade do corpo. Que explora um texto pré-existente em que o foco recai no trabalho físico dos intérpretes. A expressividade através do corpo ganha importância. Esta importância é, em Numa Noite o Rio Passou, simultaneamente simbólica, na medida em que não é meramente a constatação de que o objeto artístico dá o texto ao corpo ou o corpo representa o texto, expondo-se esta relação. Este projeto reflete a noção de teatro físico porque partimos do universo de Miguel Torga e do texto de Miguel Castro Caldas para chegar ao movimento da intérprete e à voz do ator, visando explorar e experimentar a força da dimensão visual, psicológica e humana da criação, através da união entre duas formas de expressão distintas e próximas: corpo e palavra.

O Teatro ABC.PI estabelece-se através de um percurso de procura e de entrega artística de jovens criadores. Surge em 2003 através da união de jovens atores da ESTC (Escola Superior de Teatro e Cinema) e do encenador Rogério de Carvalho, e fundamenta-se em 2005 através da apresentação do primeiro espetáculo A Apologia de Sócrates de Platão. O espetáculo, encenado por Rogério de Carvalho, estreou em Julho de 2005 no 22º Festival Internacional de Teatro de Almada, foi reposto em 2007 no Teatro Municipal de Almada e teve digressão no Porto através da apresentação de espetáculos no Estúdio Zero (espaço da Companhia As Boas Raparigas...). Foi ainda apresentado à comunidade educativa, nomeadamente a alunos e professores do ensino secundário e universitário.
A Apologia de Sócrates marcou o início do processo de criação e produção do Teatro ABC.PI, contando com o reconhecimento, a valorização, a aproximação e cumplicidade plena do público em geral. A existência do Teatro ABC.PI evolui necessariamente em aliança com as pessoas, trabalhando a visão de um teatro revelador através de um discurso artístico pleno e transparente, que visa conciliar e unir as pessoas em torno de obras artísticas de carácter universal tornando-as vivas e presentes, integrando o público no ato cénico total de forma próxima e cúmplice à criação pelo processo de fruição artística.

O.T.A. - OFICINA DE TEATRO DE ALMADA


VAI PIOR? NÃO, VAI MILLOR! ESTREIA
DE FERNANDO REBELO A PARTIR DE TEXTOS DE MILLÔR FERNANDES
19 DE NOVEMBRO , SEGUNDA-FEIRA, ÀS 21H30
SALÃO DE FESTAS DA INCRIVEL ALMADENSE
M/12

Encenação Fernando Rebelo
Dramaturgia Fernando Rebelo
Figurinos Alice Rolo
Fotografia OTA
Grafismo Nuno Quá
Desenho e Operação de Luz Élio Antunes
Desenho e Operação de Som Patricia Vieira
Cenografia Élio Antunes
Produção Executiva OTA
Interpretação Ana Califórnia, Carla Silva, Fátima Borges, Fernando Rebelo, Pedro Bernardino

“Quando tudo à nossa volta parece desmoronar-se, o Millor é sair dali, pode mesmo ser um terramoto.
Quando há promessas que ficam por cumprir, o Millor é fazer de conta que as mesmas se cumpriram, o pior cego é aquele que quer ver!
Quando as nossas bocas se fecham, o Millor é mudar de pasta dentífrica.
Aviso: A assistência a este espetáculo não garante aos espectadores qualquer equivalência a qualquer licenciatura universitária...mas achamos que é Millor tentar.” OTA

SOBRE O GRUPO
A O.T.A nasce a 24 de Setembro de 1991. Desde esse ano que está presente na cena Teatral Almadense e é também no seu primeiro ano de existência que recebe uma menção honrosa no Festival de Teatro Amador da Área Metropolitana de Lisboa com a peça Era uma vez um dragão de António Manuel Couto Viana, Encenação de José Maria, c/ Sérgio Prieto, Telmo Santos, José Plácido e Fernando Rebelo. Seguem – se vários trabalhos como Os Grandes Sucessos de Shakespeare, A Verdadeira História de Andreia Belchior, Zvizaré, este último dirigido ao público infantil, Abrigo Temporário, Paixões Veniais, Calígula, Cachorros Especiais. Para além de cursos de iniciação teatral, fez 2 co-produções com o grupo Mandrágora, 1 co-produção com O Grito e um recital de poesia satírica.

GRUPO DE TEATRO DO BEIRA MAR


LEMBRAR ESTREIA
DE GISELA BARROSO E PAULA GUARDADO
18 NOVEMBRO, DOMINGO, ÀS 18H00
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES GRAÇA
M/12  

Encenação Gisela Barroso
Intérpretes Carina Jardim, Catarina Santos, Carlos Barroso, Gisela Barroso, Inês Barroso, Jorge Jorge, Mafalda Correia, Paula Guardado, Rosa Ribeiro, Rui Vieira
Figurinos O Coletivo
Grafismo Fábio Pereira
Operação de Luz Fábio Pereira
Operação de Som Paulo Neto
Cenografia Ana Maria, Carlos Barroso, Carlos Santos, Jorge Jorge, O Coletivo;
Coreografia Gisela Barroso
Produção Executiva Grupo de Teatro do Beira Mar

Retrospetiva de alguns dos aspectos mais marcantes entre a década de 60 e o ano 2000, sobre questões de ordem cultural, social e política de Portugal.  Referência aos acontecimentos que marcaram esta nossa História, às vezes tão pouco divulgada, com especial ênfase para as mudanças até à ‘nossa Liberdade’!

O grupo de Teatro do Beira Mar formou-se com o intuito de concretizar projetos em torno do amor ao Teatro e às causas culturais. Assim foi iniciado este percurso, a convite da direção do Beira Mar Atlético Clube, mas na continuidade de vários percursos individuais (teatrais ou não) que doravante se juntam. A diversidade de percursos passa por representações teatrais, a nível amador e também escolar (entre outras: Uma certa vanguarda, O alto do t’jaquim, As quatro estações, O Diário de Anne Frank, Leandro, Rei da Helíria, Auto da Índia, Antígona), participação em Marchas Populares, cafés-concerto e grupos musicais.  

TEATRO EXTREMO


SALAMALEQUE
DE FERNANDO JORGE LOPES
18 NOVEMBRO, DOMINGO, ÀS 16H00
TEATRO EXTREMO
M/4

Encenação, Interpretação e Dramaturgia Fernando Jorge Lopes
Figurinos Alice Rolo
Fotografia Vitor Cid
Grafismo P2F atelier
Desenho e Operação de Luz Celestino Verdades
Som Celestino Verdades, Fernando Jorge Lopes
Operação de Som Celestino Verdades
Adereços Ana Taipas, Élio Antunes, Fernando Jorge Lopes
Coreografia Afonso Guerreiro
Produção Executiva Sofia Oliveira

42ª criação do Teatro Extremo - estrutura financiada pela SEC/DGArtes e Câmara Municipal de Almada

Salamaleque é um espetáculo de teatro para público familiar que reaviva lendas populares e a tradição do contador de histórias mágicas contadas de gerações a gerações.

Um contador de histórias árabe conta uma lenda que narra a história de amor entre um rei e uma donzela do longínquo norte. À medida que o contador de histórias vai desenvolvendo o fio condutor desta lenda, o seu próprio imaginário transporta a sua narração para um outro conto sobre ladrões, sábios, tesouros e encantamentos… Baseado nos contos populares A Lenda das Amendoeiras em Flor e A Lenda do Ladrão da Vida e da Morte.

SOBRE O GRUPO (www.teatroextremo.com)
Fundado em 1994 em Almada, o Teatro Extremo é uma companhia que desenvolve a criação, consolidação, amplificação de hábitos de fruição estética e formação de novos públicos. Em 1999 adquiriu um espaço próprio com o apoio da Câmara Municipal de Almada, onde foram realizadas obras de beneficiação em 2008 assinadas pelo Arquitecto João Lima. Até 2012, levou à cena 42 espectáculos, em produção própria ou em co-produção, essencialmente, na dramaturgia contemporânea. Além fronteiras, apresentou-se em Espanha, França, Alemanha, Itália, Inglaterra, Brasil, Cabo Verde e Índia. Organiza desde 1996 Sementes – Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público e desenvolve um Serviço Educativo com iniciativas de captação/sensibilização do público e aposta na formação. Estrutura financiada pela SEC/DGArtes e Câmara Municipal de Almada, é membro da ATINJ – Associação Portuguesa de Teatro para a Infância e Juventude. Em 2002 foi-lhe atribuído a Medalha de Prata de Mérito Cultural da Cidade pela Câmara Municipal de Almada.

TEATRO&TEATRO – ACOME


SOBRE A IMPOSSIBILIDADE DE AMAR NO PRETÉRITO IMPERFEITO
DE DÁRIO FACAL
17 NOVEMBRO, SÁBADO, ÀS 21H30
AUDITÓRIO FERNANDO LOPES-GRAÇA
M/14

Tradução Teatro&Teatro
Enerpretação Joana Freitas, Luís Lopes, Nádia Mota Pedro Gonçalves, Rita Miranda e Sara Freitas Figurinos Joana Amaro da Costa, Sara Freitas
Fotografia e Grafismo Joana Amaro da Costa
Desenho e Operação de Luz e Som Manuel João
Operação de Som Equipa AFLG
Cenografia Criação coletiva Teatro&Teatro
Produção Executiva Associação Cultural - O Mundo do Espectáculo

Uma reflexão sobre a solidão do indivíduo contemporâneo, parodiando a sua condição de consumidor. Um ensaio sobre as lógicas do medo e bem-estar como causas de alienação, a depressão e a (in)comunicação. Uma reflexão, com ironia e cepticismo, assente na confusão ideológica vigente e nas incertezas da sociedade contemporânea, usando a incoerência como forma de continuar a exigir um mundo melhor.

SOBRE O GRUPO
Teatro&Teatro é um dos grupos de teatro da Associação Cultural - O Mundo do Espectáculo, projeto que teve início em 1990, constituindo-se como associação em 2011. Espetáculos de maior relevo desenvolvidos pelo grupo: Autocarro (a partir do original de Helena Teixeira, atriz do grupo), História da Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar adaptação do texto de Luís Sepúlveda, Casos e Casos adaptação do texto de José Régio O Meu Caso, Aos Homens Nada Escapa…, a partir de três textos de Mário Costa, Projeto sem Dó nem Piedade a partir de dois textos de Mário da Costa, A Invenção do Amor a partir do poema de Daniel Felipe, Deitada és uma Ilha… poemas de vários autores, A Boda de Bertolt Brecht, Onde é Que Eu Me Deixei a partir de monólogos de Maria J. Árias, Júlia Verdugo e Charo Solanas, Morte e Vida Severina de João Cabral Melo e Neto, Deixa-me em Paz! de Moisés Mato,  Stella – Teatro Breve, a partir de textos de Stella Manault, Almada Negreiros a partir dos textos Antes de Começar e Pierrot e Arlequim de Almada Negreiros e, agora, Sobre a Impossibilidade de Amar no Pretérito Imperfeito de Dário Facal.